SkyscraperCity banner

41 - 60 of 11561 Posts

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #41 ·
Da má fama a uma das noites mais concorridas de Lisboa

Marinheiros, intelectuais, mas também prostitutas e criminosos lançaram a história dos bares do Cais do Sodré, como o Jamaica, que comemora 40 anos. Hoje, a diversidade e o revivalismo fazem da zona um dos pontos obrigatórios da noite lisboeta.

Apesar de ser a "criança" do Cais do Sodré, o Musicbox quis conhecer as suas origens: durante um ano e meio, os promotores fizeram o reconhecimento da zona, falando com autarcas, párocos, donos de bares, frequentadores e moradores.

Há mais de 50 anos, devido ao movimento no Porto de Lisboa, o Cais recebia milhares de marinheiros de todo o mundo, lembra um dos promotores, Alexandre Cortez.

A sua chegada levou à abertura de lojas especializadas na navegação e inspirou os nomes e a decoração dos espaços de diversão noturna.

Os velhinhos Tokyo, Jamaica, Olso ou Viking recebiam marinheiros, artistas e intelectuais, mas também espiões, prostitutas e criminosos.

Em Maio de 1968, o assassino do activista norte-americano Martin Luther King passeava-se pela Rua Nova do Carvalho. Uma noite, entrou no antigo Clube Texas, hoje Musicbox, e conheceu uma prostituta, por quem se apaixonou.

Após dez dias em Lisboa, acabou por ser detido em Londres por um espião que o seguiu pelo Cais. Na prisão, continuava a escrever cartas à portuguesa.

“Era tudo casas de alterne, houve uma altura em que isto era mal frequentado. Agora de um lado da rua temos as discotecas e do outro são mais bares”, diz Ricardo Gouveia, gerente do Tokyo (antigo Tamisa).

A reviravolta começou após o 25 de Abril, quando a “maior liberdade de música e de expressão” começou a atrair um público que queria sobretudo dançar ao som do que antes não podia ouvir livremente.

Hoje, para Ricardo, o sucesso deve-se à “grande mistura”, visível à primeira vista: na música, nas idades (que podem ir “dos 18 aos 80”), nos estilos musicais e nos clientes, que vão desde universitários a jornalistas, actores e músicos.

Fernando Pereira, hoje filho de um dos fundadores do Jamaica e à frente do espaço diz que a primeira viragem no ambiente, na segunda metade da década de 1970, deu-se pela mão – ou pelo som - do Jamaica, do Tokyo e do Shangri-La (hoje transformado no Bar do Cais), então frequentados por quem "não procurava prostituição".

Mais tarde, com o Europa e, já no novo milénio, com o Musicbox, dá-se a "viragem definitiva" e atinge-se uma afluência "que já não se via há muito”.

Entretanto, os bares continuam a passar as músicas ouvidas pelos marinheiros e espiões de há quarenta anos e nunca foram atrás da música da moda, mas beneficiaram da moda do revivalismo, que, afinal, “nunca deixa” de ser uma tendência.

“O facto de existiram casas com néons dava um ar misterioso e para quem aparecia no Jamaica era um desafio ir lá”, lembra Fernando.

Uma dessas casas era o Viking, que se mantém fiel às origens: todas as noites continuam a subir mulheres ao pequeno palco para espetáculos de striptease.

Também para Alexandre Cortez “o colorido daquela altura ainda se sente no ar”.

“O ideal seria que modernidade convivesse ao lado da vertente mais característica e mais forte da zona: a sua história”, remata.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/86085-da-ma-fama-a-uma-das-noites-mais-concorridas-de-lisboa
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #42 ·
Autarquia indisponível para alterar uso dos terrenos do Estrela da Amadora



O município da Amadora está indisponível para alterar o uso dos terrenos onde se encontra o estádio do Estrela da Amadora, medida prevista no plano de recuperação do clube, disse à Agência Lusa o presidente da autarquia.

“A câmara não esta disponível para alterar o uso do solo em relação aos terrenos. Se a decisão (da assembleia de credores), que eu não conheço, apenas passa por construir habitação, não estamos disponíveis ”, afirmou à Lusa o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.

O autarca considera que a salvação do Estrela da Amadora não está nas mãos da edilidade, mas dos credores, e mantém-se irredutível na alteração ao Plano Diretor Municipal, que viabilizaria a construção de habitação naquele local.

“Isso não salva o Estrela. Pode salvar alguém, mas seguramente não o Estrela da Amadora”, disse.

No entanto, Joaquim Raposo manifesta disponibilidade da autarquia para negociar a instalação de equipamentos desportivos, de saúde, de terceira idade ou de educação naquele local.

O novo plano de recuperação do Estrela da Amadora foi votado a 24 de janeiro, mas só esta semana será conhecido uma vez que alguns dos credores vão votar por escrito.

A nova proposta preconiza a criação de uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD) para gerir o futebol profissional, com capital social de um milhão de euros.

Em declarações à Agência Lusa, a 24 de janeiro, o administrador de insolvência, Paulo Sá Cardoso, admitiu que “não estão ainda garantidos todos os pressupostos previstos no plano”, que prevê alterações ao Plano Diretor Municipal, de forma a permitir a construção em parte dos terrenos do Estádio José Gomes, na Reboleira.

O administrador de insolvência disse, na altura, ter abordado o assunto com a autarquia, mas Joaquim Raposo nega a existência de qualquer pedido.

O Tribunal do Comércio de Sintra considerou o Estrela da Amadora insolvente a 29 de setembro de 2009 e, dos 50 ME de dívidas a credores, apenas foi reconhecido um total de 28,5 ME, já com juros vencidos e vincendos, uma vez que não foram considerados alguns créditos reclamados, entre os quais o de José Maria Salvado, antigo presidente do clube.

A ação no Tribunal do Comércio de Sintra foi interposta pelo Estrela da Amadora, impedido de inscrever-se na Liga portuguesa de futebol na temporada de 2009/2010.

O pedido de falência foi interposto com a alegação de que o clube se encontrava impossibilitado de cumprir pontualmente com as suas obrigações, uma vez que não detinha meios próprios ou de crédito.

Por não cumprir os requisitos estabelecidos pela Federação Portuguesa de Futebol no processo de inscrição nas provas de seniores, o Estrela da Amadora, 10.º na II Divisão Nacional na época de 2009/10, apenas compete nesta época nos escalões jovens, pela primeira vez desde que foi fundado, em 1932.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/86901-autarquia-indisponivel-para-alterar-uso-dos-terrenos-do-estrela-da-amadora
 

·
Registered
Joined
·
8,852 Posts
Hostels de Lisboa são de novo os melhores do mundo
In Público (8/2/2011)
Por Cláudia Sobral

«Os hostels (albergues) de Lisboa voltaram a brilhar na edição de 2011 dos Hoscar Awards, atribuídos na sexta-feira pelo Hostelworld, o maior site de reservas do mundo para este tipo de alojamento. Os prémios para os três melhores do mundo foram, pelo terceiro ano consecutivo, parar a Lisboa.

Como é que a capital consegue ser a melhor capital em hostels? Uma qualidade acima do comum aliada a preços mais baixos do que os praticados nas outras capitais europeias (a partir de 15 e de 18 euros por uma cama num dormitório por noite) parecem ser a chave para o sucesso.

O Travellers House, na Rua Augusta, continua a deter o título de melhor do mundo, com uma classificação média de 98 por cento - desde 2009 que os clientes do Hostelworld o colocam em primeiro lugar. Nos "mais prestigiados prémios de hostels do mundo" - palavras do Hostelworld - os jurados são os hóspedes que fazem a reserva através do site e depois fazem um comentário e atribuem uma classificação, em percentagem, com base em vários critérios: reputação, segurança, localização, pessoal, divertimento e limpeza.

"Quando um pequeno grupo começou com os hostels [em Lisboa] decidiu fazê-los com qualidade. Agora criou-se uma espécie de ciclo vicioso: para se conseguir sobreviver no mercado os hostels têm de ser muito bons", justifica Tiago Venâncio, co-proprietário do Travellers House, que frisa as dificuldades causadas pelo excesso de oferta deste tipo de alojamento, o preferido dos backpackers (pessoas que viajam de mochila às costas e com pouco dinheiro).

Nos segundo e terceiro lugares ficaram outros dois hostels da capital geridos pelos mesmos donos, ambos com uma classificação de 96 por cento: o Lisbon Lounge Hostel, na Rua de S. Nicolau, ficou em segundo (o sétimo melhor na edição passada), e o Living Lounge Hostel, na Rua do Crucifixo, que manteve o terceiro lugar no ranking dos melhores do mundo. Em 2010 houve mais de um milhão de avaliações para um total de mais de 25.000 hostels espalhados por mais de 150 países.

Mas os louros não são só para Lisboa. O Porto também não voltou de Londres, onde decorreu a cerimónia, de mãos a abanar: o Rivoli Cinema Hostel e o Oporto Poets Hostel conseguiram o quinto e o sétimo lugares, respectivamente, na categoria de melhores hostels pequenos.»
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #45 ·
Colocação do Villa’s Food&Coffee House na praça dos Restauradores

Trata-se de um conceito do Grupo Massa na Mão Actividades Hoteleiras Lda. que iniciou a sua actividade em 2007.

A CB Richard Ellis anunciou a colocação do Villa’s Food&Coffee House em plena praça dos Restauradores em Lisboa. Um conceito do Grupo Massa na Mão Actividades Hoteleiras Lda. que iniciou a sua actividade em 2007 e recria o ambiente moderno de pastelarias e cafés internacionais, conjugado com a melhor confeitaria portuguesa.

O imóvel encontra-se na Praça dos Restauradores nº 76, em frente à saída de metro, que conta com uma oferta de serviços e bens de referência, como são o caso da Loja do Cidadão ou Estação do Rossio e ainda as lojas de core Turístico, que tornam a praça numa das zonas mais movimentadas da capital portuguesa.

Segundo Carlos Récio, Director de Agência de Retail da CB Richard Ellis, “A Praça dos Restauradores têm sido uma zona procurada por bastantes operadores para a abertura de lojas, pelo que ficamos muito contentes quando conseguimos apresentar espaços que reúnem as condições pretendidas, contribuindo assim para a consolidação da oferta comercial existente”.

Alexandre Alves, do Grupo Massa na Mão, reforça “O Villa’s Food&Coffee House é um conceito que temos vindo a implementar e do qual nos orgulhamos muito e acreditamos que trará uma maior diversidade à Praça dos Restauradores. O papel da CB Richard Ellis foi determinante para esta oportunidade única, que acreditamos ser uma aposta vencedora.”

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/84808-colocacao-do-villas-foodcoffee-house-na-praca-dos-restauradores
 

·
Registered
Joined
·
9,961 Posts
Colocação do Villa’s Food&Coffee House na praça dos Restauradores

Trata-se de um conceito do Grupo Massa na Mão Actividades Hoteleiras Lda. que iniciou a sua actividade em 2007.

A CB Richard Ellis anunciou a colocação do Villa’s Food&Coffee House em plena praça dos Restauradores em Lisboa. Um conceito do Grupo Massa na Mão Actividades Hoteleiras Lda. que iniciou a sua actividade em 2007 e recria o ambiente moderno de pastelarias e cafés internacionais, conjugado com a melhor confeitaria portuguesa.

O imóvel encontra-se na Praça dos Restauradores nº 76, em frente à saída de metro, que conta com uma oferta de serviços e bens de referência, como são o caso da Loja do Cidadão ou Estação do Rossio e ainda as lojas de core Turístico, que tornam a praça numa das zonas mais movimentadas da capital portuguesa.

Segundo Carlos Récio, Director de Agência de Retail da CB Richard Ellis, “A Praça dos Restauradores têm sido uma zona procurada por bastantes operadores para a abertura de lojas, pelo que ficamos muito contentes quando conseguimos apresentar espaços que reúnem as condições pretendidas, contribuindo assim para a consolidação da oferta comercial existente”.

Alexandre Alves, do Grupo Massa na Mão, reforça “O Villa’s Food&Coffee House é um conceito que temos vindo a implementar e do qual nos orgulhamos muito e acreditamos que trará uma maior diversidade à Praça dos Restauradores. O papel da CB Richard Ellis foi determinante para esta oportunidade única, que acreditamos ser uma aposta vencedora.”

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/84808-colocacao-do-villas-foodcoffee-house-na-praca-dos-restauradores
Cooollll...:banana::banana:e é para abrir qd sabem dizer?
Vai animar ainda mais os Restauradores
 

·
Banned
Joined
·
231 Posts
E que boas eram as noites no Tokyo ou no Shangri-La ... outros tempos da velha Lisboa! Que saudade! E a discoteca do Autódromo...
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #49 ·
o que é o Villa’s Food&Coffee House?
Um conceito do Grupo Massa na Mão Actividades Hoteleiras Lda. que iniciou a sua actividade em 2007 e recria o ambiente moderno de pastelarias e cafés internacionais, conjugado com a melhor confeitaria portuguesa.

:)

-------------------------------------------------------------------------

Senhorios de inquilinos 'temporários' dividem-se nas avaliações de rendas de curta duração

Amélia Martins e Cristina Vidal são senhorias em Lisboa de inquilinos ‘temporários’ e se para uma das proprietárias o mercado continua atrativo, para a outra está a deixar de o ser devido à “saturação” da oferta

Num momento em que passam cinco anos sobre a lei das rendas, a proprietária de uma casa com capacidade para 10 pessoas, na zona de Santos, Cristina Vidal comentou à Lusa que alugar por dias está a deixar de compensar face a uma “saturação do mercado”.

“Há várias realidades para isso acontecer: muitas agências imobiliárias que não conseguem vender as casas novas, estão a mobilar para as alugar e estão caras”, notou a proprietária que admite que os alugueres de curta duração são sobretudo rentáveis no verão e épocas festivas.

Por isso, Cristina Vidal planeia em setembro voltar aos alugueres mais longos até porque para aumentar os lucros prefere pessoalmente receber os hóspedes, assim como tratar das limpezas e manutenções.

Se fosse a agência a concentrar os serviços, esta proprietária indica que deveria “receber menos de metade” dos alugueres.

A angariação dos inquilinos é feita através do portal Homelidays, uma empresa francesa que opera em Portugal desde 2005.

Cristina Vidal rentabilizou um apartamento que comprou há oito anos e onde chegou a viver, enquanto Amélia Martins adquiriu uma casa na Graça com o objetivo de o alugar.

Por uma questão de rentabilidade, Amélia Martins optou pelo arrendamento mais curto vocacionado para turistas estrangeiros.

Além da questão financeira, a proprietária destaca a experiência “enriquecedora” que tem tido, ao contactar com os seus inquilinos, que são pelo menos 40 por ano.

Já recebeu casais com filhos, famílias dispersas por várias cidades e que optam por se reunir em Lisboa, e até uma pessoa que comemorou na capital portuguesa um aniversário surpresa.

“A pessoa entrou no avião, em França, sem saber para onde vinha e esteve em Lisboa a festejar os 60 anos”, num apartamento muito requisitado por estar junto do miradouro da Graça e da carreira turística do elétrico 28.

Segundo o site vocacionado para aluguer de casas para férias, Portugal tornou-se no quarto país com mais peso na procura de casas toda a Europa (11,1 por cento).

O perfil dos proprietários mostra que a maior percentagem (27 por cento) é quadros superiores, tem entre 30 e 40 anos (35%) e o preço médio, em julho de 2010, do aluguer era de 651.50 euros (semanais).

O valor mais elevado encontrava-se no Alentejo (823,9) e o baixo na Madeira (475,6 euros). Em Lisboa, o valor era de 619,8 euros.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/88798-senhorios-de-inquilinos-temporarios-dividem-se-nas-avaliacoes-de-rendas-de-curta-duracao

Cumpts.
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #50 ·
Espazo propõe forma inovadora de armazenagem




A Espazo – empresa 100% portuguesa – nasceu com «o objectivo de disponibilizar uma forma inovadora de armazenagem, concebida para resolver as dificuldades de espaço, temporárias ou de longo prazo, de empresas, particulares e outros profissionais».

Tal conceito inovador de origem norte-americana chama-se self-storage e Portugal parece cada vez mais rendido aos seus encantos desde que a firma abriu actividade em 2008.

Assim o avalia a Espazo que actualmente conta com dois centros de self-storage na área de Lisboa, mais precisamente em Alvalade e na Ameixoeira.

Divididas em cerca de duas centenas de boxes, estas unidades de armazenamento são como «um complemento de casas ou empresas, sendo a solução ideal para armazenar objectos ou materiais que necessita de guardar, mas que não tem espaço ou pretende optimizar, reaproveitando as áreas utilizadas na sua empresa, como por exemplo equipamentos, ferramentas, roupa, arquivos, móveis, brinquedos, material de escritório», numa infinidade de possibilidades.

Além das boxes, que têm entre 2 m2 e 60 m2, a Espazo propõe a possibilidade de alugar armazéns, entre os 90m2 e 350m2.

Todos estes espaços de armazenagem encontram-se integrados em edifícios equipados, com um moderno e seguro sistema de segurança e detecção de incêndios, em ambiente seco, limpo e ventilado. Flexibilidade, segurança, acessibilidade e qualidade» são algumas das vantagens sublinhadas pela empresa.

«Cada pessoa aluga o espaço que necessita, é livre de o ocupar com o que quiser, dentro dos limites pré-acordados, pelo período de tempo que pretender, sendo que no caso das boxes e dos armazéns, o período mínimo é de quinze dias, e se, a dada altura, necessitar de mais ou menos metros, pode-se mudar para a box/armazém que melhor satisfizer as suas necessidades. A Espazo Self-Storage é um conceito de armazenagem feito à medida das necessidades de cada cliente», frisa João Vala, Gerente da Espazo.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/85633-espazo-propoe-forma-inovadora-de-armazenagem
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #51 ·
CBRE aloja novo restaurante Oliva no Edifício Explorer



O restaurante, propriedade do Grupo Jerónimo Martins, tem instalações modernas e oferece refeições saudáveis, leves e tipicamente mediterrânicas.

O restaurante Oliva foi inaugurado no final de 2010 e está localizado na Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações, com uma área total de 460 m2.

Segundo Gilberto Martins, do Grupo Jerónimo Martins, “Esta é uma oportunidade para continuarmos a adequar a nossa oferta às necessidades de um exigente target urbano.

A estratégia de expansão do conceito passa por encontrar espaços como este, junto a grandes centros empresariais. Estamos confiantes de que a localização privilegiada do edifício Explorer, será uma mais-valia para o restaurante Oliva”.

Carlos Récio, Director do Departamento de Retail da CB Richard Ellis reforça, “O Parque das Nações, com o desenvolvimento e consolidação dos mercados de escritórios e residencial dos últimos anos e a componente de lazer que sempre lhe esteve associada, tornam esta localização estratégica e com muita afluência.

É com muito gosto que estamos envolvidos na colocação do restaurante Oliva neste espaço, que beneficiará destas valências e confirma a aposta no negócio da CB Richard Ellis”.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/88989-cbre-aloja-novo-restaurante-oliva-no-edificio-explorer
 

·
Registered
Joined
·
5,677 Posts
Lisboa vai contar com 687 postos de carregamento eléctrico​

A rede municipal de pontos de carregamento de veículos eléctricos foi apresentada, dia 2 de Março, pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e pelo vereador do Ambiente Urbano, José Sá Fernandes. A cerimónia, que teve lugar no Cinema São Jorge, contou ainda com a presença do vereador da Mobilidade, Fernando Nunes da Silva.

Esta inciativa pretende manter Lisboa como uma das capitais europeias na vanguarda da mobilidade eléctrica, com uma das maiores redes de pontos de carregamento públicos a nível europeu.

Para Sá Fernandes, uma das formas de conseguir uma cidade cada vez mais sustentável é, precisamente, através da electrificação do transporte urbano. “O que se pretende é uma melhor qualidade do ar e uma menor taxa de ruído em Lisboa”, acrescentou. “Os veículos eléctricos permitem a redução da emissão de gases poluentes e de efeito de estufa, bem como permite a eficiência na utilização de energia”, sublinhou o autarca.



De referir que, diariamente, entram em Lisboa mais de 400 mil automóveis, que são a principal fonte de poluentes atmosféricos e de ruído representando 40% do consumo de energia na cidade.

Já António Costa, considera que é de extrema importância a implementação desta rede de postos de carregamento de acesso universal, uma vez que ela vem “dar confiança e garantia aos automobilistas de que terão uma rede de abastecimentos onde carregar os seus carros”. O edil admite que, nos primeiros anos, a oferta será superior à procura, “mas, se assim não fosse, não se estava a dar segurança a quem pretende adquirir uma viatura eléctrica de que, esteja onde estiver na cidade de Lisboa, tem sempre onde carregar o seu automóvel”.

A rede municipal de mobilidade eléctrica prevê a instalação de 687 postos de carregamento, com capacidade para dois veículos, na cidade de Lisboa até ao Verão, sendo que metade desses postos se encontrarão em parques de estacionamento, dando, segundo Tiago Farias, da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), “um maior conforto aos condutores”.

Já João Dias, coordenador do projeto nacional de mobilidade elétrica MOBI.E, explicou que quem usa viaturas elétricas pode pagar menos de 1/3 do valor atual cobrado pelos combustíveis fósseis. O mesmo responsável explicou que será mais barato utilizar os postos de abastecimento normal (carregamentos entre seis a oito horas), principalmente durante a noite, do que os postos rápidos, que se poderão encontrar em autoestradas e nas ligações entre cidades como “SOS”.

Os consumidores poderão, ainda, escolher o fornecedor de eletricidade, como se faz nas telecomunicações. “Podem escolher o pacote que mais lhe convier”, comparou o coordenador, exemplificando com o horário escolhido para carregar a viatura.
 

·
Registered
Joined
·
5,677 Posts
O novo PDM para Discussão Pública

Na próxima quarta-feira, dia 16 de Março, irá a Reunião de Câmara (veja aqui o Edital) a deliberação de abertura de um período de Discussão Pública da proposta de Revisão do Plano Director Municipal (veja aqui a Proposta).

Caso seja aprovada, e após publicação em Diário da Republica, a proposta estará 30 dias úteis em Discussão Pública, fase na qual todos os interessados podem dar a sua opinião. Durante esse período serão realizadas sessões de esclarecimentos por área territorial e por tema.

O programa estará disponível em http://pdm.cm-lisboa.pt/.

Quantas revisões de PDM já estam aprovadoas na AML?
 

·
Registered
Joined
·
175 Posts
Lisboa entre as rendas mais baratas do mundo
Ana Baptista
16/03/11 14:25


--------------------------------------------------------------------------------

Ocupar um escritório em Lisboa custa, por ano, 311 euros/m2. Em Hong Kong, a mais cara do mundo, custa perto de dois mil euros.

Lisboa desceu nove posições no ‘ranking' das localizações de escritórios mais caras do mundo, sendo agora uma das cidades com as rendas mais baixas. De acordo com o estudo ‘Office Space Across de World 2011', divulgado pela Cushman & Wakefield, Lisboa está agora em 49º lugar (numa lista com 68 posições), com rendas anuais por metro quadrado (m2) a rondar os 311 euros - menos que em Buenos Aires, na Argentina ou na Cidade do México.

A crise económica e as medidas de austeridade assumidas pelo Governo português são a causa mais imediata para este resultado. Não só levaram a uma retracção das empresas e consequente desocupação de espaços, como a uma descida das rendas. De acordo com o Marketbeat da Cushman, as rendas médias desceram no ano passado em quase todas as zonas, mas principalmente no Corredor Oeste e no Parque das Nações. No Corredor Oeste (Algés, Alfragide, Miraflores)o pagamento mensal/m2 desceu de 14 euros em 2008 para 12,50 euros em 2010, e no Parque das Nações, passou de 18 euros em 2008 para 16,50 em 2010. As rendas ‘prime' - em zonas como a Avenida da Liberdade - mantiveram-se nos 19 euros/m2, igual a 2009, mas mais baixas que em 2008, ano em que estavam nos 21 euros/m2.

Contudo, para o responsável do departamento de escritórios da Cushman, Carlos Oliveira, a descida de nove posições não é totalmente prejudicial a Portugal. "Apesar da aparente conotação negativa deste resultado, importa salientar que este ‘ranking' apenas avalia o custo de ocupação, devendo por isso ser visto como uma vantagem competitiva em processos de selecção de ocupação de multinacionais, que frequentemente valorizam o custo de ocupação ‘versus' a qualidade dos espaços".

Acresce o facto de que não se esperam para este ano novas quebras de rendas, diz a directora de ‘research' da Cushman, Marta Leote. De acordo com esta responsável, os proprietários dos edifícios estão agora mais disponíveis para aumentar o período de carância de renda ou pagar o ‘fit out' (desenho do espaço) do que a baixar a renda.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/lisboa-entre-as-rendas-mais-baratas-do-mundo_113020.html
 

·
Registered
Joined
·
5,677 Posts
A Câmara Municipal de Lisboa está a colaborar com o Instituto Nacional de Estatística na realização do XV Recenseamento Geral da População e V Recenseamento Geral da Habitação - Censos 2011.

Para o efeito, no que se refere às competências municipais nesta matéria e para além ao apoio à divulgação de tão importante iniciativa, a CML, através da Divisão de Informação e Atendimento (DIA), irá assegurar, entre 21 de Março e 10 de Abril, apoio ao e-censos (resposta electrónica ao Recenseamento) nos balcões de atendimento.

Consulte toda a informação relativa ao recenseamento do Censos 2011 através da seguinte ligação: www.censos2011.ine.pt

Linha de Apoio 800 22 2011 (gratuita)
Site: http://censos.ine.pt
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #57 ·
Obras de tratamento de efluentes em 20 concelhos melhoram qualidade da água do Tejo



As obras de tratamento de efluentes domésticos e industriais estão quase concluídas em 20 concelhos do estuário do Tejo, anunciou hoje a ARH-Tejo que irá agora avaliar a evolução e impacto destas obras na despoluição do rio.

“Temos praticamente concluídas as obras de tratamento de efluentes, quer domésticos quer das actividades industriais, nos concelhos envolventes do estuário do Tejo, que são na ordem de 20”, disse à Lusa Isabel Guilherme, diretora do departamento de planeamento informação e comunicação (DPIC) da Administração da Região Hidrográfica (ARH) Tejo, Isabel Guilherme.

As obras inserem-se no conjunto de medidas a desenvolver no âmbito do Plano das Bacias Hidrográficas das Ribeiras do Oeste, que estabelecerá as medidas de proteção e gestão sustentável das linhas de água.

“Muitas das medidas previstas para o Tejo já estão a ser desenvolvidas” não apenas nos concelhos envolventes do estuário mas “desde as cabeceiras da Serra da Estrela”, contribuindo para “a melhoria das águas ao longo de todo o seu curso”, informou a mesma responsável.

O plano, iniciado em maio de 2010, está prestes a concluir a fase de caraterização e diagnóstico da bacia hidrográfica que se estende por 120 quilómetros de recursos hídricos superficiais, subterrâneos e do litoral.

“Em geral o estado [das ribeiras e rios] não é mau”, afirmou Isabel Guilherme durante o segundo fórum de participação pública do plano, realizada hoje na Escola Superior de Tecnologia do Mar, em Peniche.

De acordo com a mesma responsável “existem muitas massas de água em estado excelente, muitas em estado bom, e algumas em estado menos bom”, localizando-se as situações de maior qualidade da água nas cabeceiras do cursos hídricos e, as de menor qualidade, nas zonas mais povoadas e mais próximas da foz.

Com base no diagnóstico, a equipa do plano irá agora propor novas medidas e reavaliar as já em curso na esfera do plano que irá gerir a limpeza dos rios, desassoreamento, monitorização da qualidade das águas e sinalética relativa a arribas em risco.

O plano, iniciado em Maio de 2010, estará em discussão pública entre Julho e Dezembro de 2011 e tem conclusão prevista para março de 2012.

O objectivo, segundo a mesma responsável, é “alcançar o bom estado e o bom potencial das massas de água até 2015”.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/90305-obras-de-tratamento-de-efluentes-em-20-concelhos-melhoram-qualidade-da-agua-do-tejo

Cumpts :cheers:
 

·
Premium Member
Joined
·
71,549 Posts
Discussion Starter · #58 ·
Empresa que gere Pavilhão Atlântico triplica resultados líquidos em 2010

A empresa gestora do Pavilhão Atlântico e do Pavilhão de Portugal, em Lisboa, anunciou hoje que os resultados líquidos triplicaram, em 2010, para 381 mil euros.

A Atlântico S.A., que fechou o ano com um EBITDA (lucro antes do pagamento de juros e impostos) de 725 mil euros, destacou em comunicado “uma variação positiva de 259 por cento em relação a 2009, traduzida num valor atingido de 564 mil euros, tendo os rendimentos operacionais apresentado um crescimento de oito por cento”.

Para a Atlântico, S.A., 2010 foi ainda o “ano de consolidação do desenvolvimento da sociedade participada Blueticket”, atingindo, pelo segundo ano consecutivo, resultados líquidos positivos.

Com estes resultados, prossegue no mesmo comunicado, “a sociedade reforça a sua posição de referência na gestão de espaços e na prestação de serviços para eventos”.

A empresa acolheu o ano passado 125 eventos com a participação de cerca de 543 mil pessoas e vários eventos corporativos de entidades de diferentes setores.

A empresa adiantou ainda que continua envolvida no projeto de requalificação e exploração do Palácio de Cristal, no Porto, e que o Pavilhão Atlântico foi considerado, em 2010, o “Melhor Espaço para Eventos Multiusos”.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/90345-empresa-que-gere-pavilhao-atlantico-triplica-resultados-liquidos-em-2010

:banana: :banana: :banana:
 

·
Registered
Joined
·
5,677 Posts
Câmara de Lisboa está a negociar com Ministério transferência de competências
17 | 03 | 2011 09.19H
A Câmara de Lisboa está a negociar com o Ministério da Educação a transferência de competências para assumir a gestão das escolas do 2.º e 3.º ciclos e do pessoal não docente, disse o vereador Manuel Brito.

Destak/Lusa | [email protected]

"Demos início formal a esse processo e estão agora a decorrer reuniões técnicas entre o Departamento de Educação e Juventude da Câmara e a Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, afirmou Manuel Brito, em declarações à agência Lusa.

Questionado pela Lusa, o Governo confirmou que está a ser preparada "a adesão de mais autarquias" à transferência de competências e revelou que na próxima semana reunirá com a Associação Nacional de Municípios (ANMP) para "analisar propostas de alteração da minuta dos contratos em execução".

Segundo o vereador com o pelouro da Educação e Juventude, a Câmara de Lisboa ficará responsável pela gestão das "26 escolas do 2.º e 3.º ciclos" do ensino básico e do pessoal não docente, tal como as restantes autarquias que já assinaram contratos de transferência de competências com o Governo.

Relativamente à data sobre a qual poderá a autarquia assumir estas competências, Manuel Brito recusou adiantar uma estimativa, informando apenas que o processo ainda está "numa fase inicial".

O vereador explicou que no dia em que se concretizar a transferência entrará em funcionamento uma Direção Municipal de Educação, Juventude e Desporto, tal como previsto na nova estrutura orgânica da autarquia.

Em setembro de 2008, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, justificou a não adesão ao protocolo de transferência de competências com a necessidade de tratar primeiro as responsabilidades que o município já detinha, nomeadamente ao nível dos jardins de infância e escolas do primeiro ciclo.

"De setembro de 2008 até hoje foi desenvolvido um programa massivo de recuperação do parque escolar. Na altura, das 90 escolas [jardins de infância e básicas de 1.º ciclo], 80 estavam em situação grave ou muito grave em termos de conservação", justificou Manuel Brito.

Entre os 278 municípios do Continente, 113 aceitaram a transferência de competências, segundo dados divulgados em novembro.

A agência Lusa tentou contactar sem sucesso a ANMP para obter mais pormenores sobre a adesão de novas autarquias.
 
41 - 60 of 11561 Posts
Top