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Para variar confirma-se que a maioria dos users que comentam são velhos jarretas do facebook. Mods limpem a politiquice, há sítios para isso noutro lado.
gravissimo

se o assunto partilhado envolve politica é normal que se fale, se tens problemas com isso resolve-te.

este pensa que vive numa ditadura e o que nao lhe agrada é para ser eliminado;
quem deveria ser eliminado eras tu por estar a ofender membros de velho jarretas" isso sim é grave e inaceitável

o assunto foi completamente mal exposto e o seu sentido desviado,vamos ultrapassar este tema.
 

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assunto foi completamente mal exposto e o seu sentido desviado,vamos ultrapassar este tema.
so foi mal exposto para quem apenas le titulos e vai diretamente vomitar para as redes sociais o que acha sem pensar meio minuto na coisa.
usar termos como "roubar" mostra bem isso.

e isso nao e problema desta noticia em especifico mas de todas as noticias que atualmente sao feitas, so geram desinformacao, odio nas redes sociais, mas discussao e pensamento critico é cada vez menor.

eu assim que li o titulo achei-o tao ridiculo e sensionalista que achei logo que era fake news, bastou perder 1 minuto a ir ler o original para perceber o obvio.
 

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Malta uma coisa é discutir politica, discordar, apontar erros e falhas na informação e outra é ofender os colegas utilizadores do fórum. Esta última não pode ser tolerada ou corremos o risco de, desta forma sim, tornar o fórum numa página do facebook.
 

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O Diário Imobiliário revela em exclusivo o projecto ‘Rossio Pombalino’ que irá reabilitar o quarteirão de uma das praças mais nobres de Lisboa. Um projecto destinado a ocupação de espaços comerciais, incluindo uma grande loja âncora de vestuário.

Um ocupação do ‘Rossio Pombalino’, assim desginado a partir de agora, destina-se a atrair movimento e vida e acompanhar a revitalização do coração do Rossio e do centro da capital. Como preservação da memória histórica colectiva da cidade, será mantida no local como parte integrante do ‘Rossio Pombalino’ a loja histórica de chás e cafés ‘Pérola do Rossio’ e recordada a antiga ‘Pastelaria Suíça’, através da criação de um mural de azulejos pintados à mão recriando uma esplanada na década de 70.

De acordo com Patrícia Rodrigues, responsável pela promoção do projecto, "o nosso intuito é o de reabilitar, respeitar e preservar a memória dos espaços mais icónicos e identitários do edifício e com rigor tanto arquitectónico, quanto jurídico, assumindo uma intervenção contida e fiel à memória dos elementos originais, mantendo aqueles em que é reconhecível valor arquitectónico e patrimonial".

A responsável garante que com esta intervenção, "será possível trazer este quarteirão de novo à vida, dinamizando-o através de espaços comerciais inseridos no lugar mais central possível da cidade e após uma minuciosa reabilitação".

O trabalho está a ser desenvolvido pelo gabinete Contacto Atlântico liderado por Andre Caiado, em parceria com uma equipa de historiadores, arqueólogos e engenheiros, garantindo assim a reabilitação, o respeito e a preservação dos espaços mais icónicos e identitários dos edifícios que integram o quarteirão, em contínuo diálogo com a Direção Geral do Património e a Câmara de Lisboa.

Reabilitado de acordo com o ‘Cartulário Pombalino’

Este projecto, que se insere no movimento de reabilitação do edificado histórico que a cidade de Lisboa tem vindo a promover e incentivar, irá finalmente possibilitar que o quarteirão entre as praças do Rossio e da Figueira seja reabilitado e devolvido à sua configuração original e à cidade, de acordo com o ‘Cartulário Pombalino’. É essa a designação da documentação produzida pelo "Gabinete Técnico" da Casa do Risco das Reais Obras Públicas de Lisboa, no âmbito do Programa de Recuperação Urbanística pós-terramoto e que determinava a obrigatoriedade de edificar conforme o estipulado e estabelecia as obrigações e os direitos dos construtores.

Segundo o promotor, até aqui, o quarteirão apresentava um elevado estado de degradação, circunstâncias incompatíveis com a dignidade e a nobreza do lugar e a centralidade histórica e simbólica que ocupa na cidade. "O projecto arquitectónico visa respeitar a história da praça e o espírito do lugar mantendo e recuperando com rigor a linguagem e imagem do quarteirão", conclui.
 

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Falta muito disto à Avenida da Liberdade, diversificar o tipo de produto vendido para chamar um maior leque de tipos de clientes. Parece-me é que o passeio coitadinho, ficou todo comido.
 

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Destruição do D. Sebastião do Rossio terminou com a absolvição do único suspeito


O homem que derrubou e destruiu a estátua de D. Sebastião na Estação do Rossio, em Lisboa, foi absolvido do crime de dano qualificado e saiu do tribunal com uma multa de 204 euros por ter faltado à primeira sessão do julgamento. O principal fundamento da absolvição foi ter destruído a estátua por acidente e não de propósito.
Arguido confessou em tribunal, mas disse que não tinha destruído a estátua de propósito. Contrato para colagem dos fragmentos foi assinado há duas semanas

A sentença foi proferida em Setembro de 2018 ao fim de dois anos de diligências, mas era desconhecida até agora. Ninguém recorreu da decisão.
Tudo começou na noite de 3 de Maio de 2016, quando o homem se empoleirou na fachada da estação para tirar uma selfie com a estátua do rei. Só que esta apenas estava pousada no nicho, sem suporte, e fugiu-lhe dos braços, acabando por despedaçar-se no chão. Dois agentes da PSP que iam a passar assistiram a toda a cena e logo quiseram deter o indivíduo, mas este ainda se pôs em fuga.

Depois de uma breve perseguição que terminou na Rua 1º de Dezembro, a pouquíssima distância da estação, os agentes constataram que se tratava de um homem português de 24 anos residente em Leça da Palmeira. Foi constituído arguido e ficou com a medida de coacção de termo de identidade e residência.
Chamados os seguranças da estação e os responsáveis da Infra-estruturas de Portugal (IP), empresa pública que gere os equipamentos ferroviários, os fragmentos da estátua foram recolhidos e postos numa sala, onde alguns dias depois se deslocaram técnicos da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).
Dessa avaliação técnica saiu a conclusão de que o incidente lesaria o erário público em cerca de 275 mil euros, ponderados os custos de restauro da estátua quebrada, os de criação de uma réplica e os da perda patrimonial em causa. Desde esse momento que a DGPC foi de opinião que a estátua restaurada não devia voltar ao seu nicho na fachada mas ser colocada no interior da estação, uma opção que a IP só veio a assumir publicamente já em 2020, altura em que também anunciou que ia mandar fazer uma réplica.

O contrato para a colagem dos fragmentos foi assinado há duas semanas com a empresa de conservação e restauro Água de Cal por 6522 euros, bastante abaixo dos 25 mil estimados em 2016 pela DGPC.
Ainda que considerando que a estátua construída em 1891 por Gabriel Farail tinha um valor incalculável, a DGPC avaliou a sua destruição como um rombo de 100 mil euros para o património público, a que se somariam cerca de 150 mil para a construção da réplica, perfazendo assim os tais 275 mil de prejuízo.
Ainda em 2016, a procuradora responsável pelo caso no Juízo Local de Pequena Criminalidade de Lisboa pede à PSP do Porto que perceba se o arguido está disposto a cumprir 200 horas de trabalho comunitário em troca da suspensão do processo. A resposta chega quase meio ano depois, em Março de 2017, quando o homem declara que destruiu a estátua “acidentalmente” e aceita a proposta do Ministério Público.

“Tendo em conta as circunstâncias do caso concreto e as características de personalidade do arguido, é de prever que a suspensão provisória do processo (…) acautele suficientemente as exigências de prevenção que no seu caso se fazem sentir”, argumentou a magistrada, obtendo a concordância do juiz de instrução criminal.
Não foi, porém, o fim da história. Mais de um ano volvido, em Maio de 2018, a procuradora quis saber se as 200 horas de trabalho comunitário já estavam cumpridas e a resposta que veio da Delegação Regional de Reinserção do Norte foi negativa. Nem uma hora. Como operário da construção civil numa empresa com empreitadas em vários locais do país, o homem estava constantemente a deslocar-se para longe da residência, o que o impossibilitava de se apresentar na instituição escolhida.
Como consequência, o Ministério Público decide levar o caso a julgamento e deduz acusação por dano qualificado contra o indivíduo, então já com 26 anos. É-lhe nomeado um defensor oficioso e não comparece à primeira sessão, sendo-lhe aplicada uma multa de 204 euros por falta injustificada.
Poucas semanas depois decorre a segunda e última sessão do julgamento, a que o arguido chega pela mão da PSP, que o foi buscar a casa para garantir que estava presente. Aí confessa “integralmente os factos” e os dois agentes da PSP confirmam que presenciaram tudo. A juíza considera, no entanto, que o crime de dano qualificado não ficou provado e absolve-o.
 

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é a justiça na Republica das Bananas... mais 1 dia normal.

este andou a 'brincar à justiça', e claro que levou a melhor. Parte uma estátua com um valor de património grande, fugiu à polícia quando o fez, não compareceu a sessões, não cumpriu 1 minuto sequer de trabalho comunitário, etc, etc... mas claro, no final, absolvido.

a justiça não funciona, simplesmente.

é a principal razão do atraso deste país, e de estarmos tão atrasados em relação aos outros países desenvolvidos.
 
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