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Já a minha impressão é que aqui está chovendo menos que no interior. Vc está falando de março, pois bem, dados da FUNCEME:

LITORAL DE FORTALEZA
Chuva : 149.4mm

Alguns municípios com chuvas maiores em março (não selecionei os maiores volumes, na Ibiapaba, onde há vários municípios acima de 300mm já; mas só o sertão mesmo):

SERTAO CENTRAL E INHAMUNS
Municípios : Tauá
Chuva : 192.0mm

Municípios : Independência
Chuva : 186.0mm

JAGUARIBANA
Municípios : Iracema
Chuva : 192.0mm

Nada melhor que um mapa pra ver que no litoral não tem chovido mais que no interior:
http://www.funceme.br/app/calendario/produto/municipios/maxima/mensal?data=2020-3-1

Agora, realmente a região do Castanhão e Cariri tá chovendo muito pouco. Vários municípios com menos de 50mm em março.


Sobre a dinâmica litoral x interior, pode se ver claramente nos mapas da Funceme, que o período 2015-2019 houve uma concentração no litoral+região norte em detrimento do interior.

Nos demais anos a chuva, ou a falta dela, foram bem distribuídos pelo estado, o que parece estar se desenhando para este ano também.
http://www.funceme.br/app/calendario/produto/municipios/maxima/anual




Sim, eu sei. Respondendo objetivamente sua pergunta:

"Alguem sabe o que esta acontecendo para o Oros e Castanhao nao estarem se movendo quase nada nessa temporada recorde de chuvas?So' esta chovendo no litoral e oeste do estado?"

É só azar mesmo, pois no interior tem chovido até mais que no litoral.

De toda forma, do meio de março pro fim de abril é que vem os maiores volumes.
Talvez essa matéria responda nossa discussão:

Situação do Rio Salgado pode impactar na recarga do Castanhão

Com 308 quilômetros de extensão e em uma bacia hidrográfica distribuída em 24 municípios do Cariri e Centro-Sul, o Rio Salgado é o principal afluente do Rio Jaguaribe e o maior responsável pela recarga do Açude Castanhão, que abastece a Região Metropolitana de Fortaleza. Apesar da importância, inclusive no povoamento da região, o curso d'água sofre com a poluição e a destruição da mata ciliar, além das chuvas irregulares. A chegada das águas do "Velho Chico", por meio do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), pode dar nova vida ao manancial.

Caminho da água

O Salgado surge da confluência do riacho dos Porcos e do Rio Batateiras, que nascem no sopé da Chapada do Araripe, o primeiro em Porteiras e o segundo no Crato. Encravado em um território com vários afluentes, sua bacia hidrográfica tem uma característica interessante: 20% dela são formadas pela Bacia Sedimentar do Araripe. Composta por vários aquíferos, as fontes naturais geram os primeiros riachos numa drenagem que começa a 750 metros de altitude.

No Crato, o Rio Batateiras se une aos rios Granjeiro e Saco-Lobo. Mais à frente, se encontra com o Rio Carás, que nasce no mesmo município, no distrito de Santa Fé e recebe água de outros riachos. Em Juazeiro, chamado de Rio Salgadinho, recebe água do Rio Salamanca, principal curso d'água de Barbalha. De lá, segue em direção à Cachoeira de Missão Velha, no município homônimo, se encontrando com outros riachos.


Do chamado Cariri Leste, o Salgado recebe água do Riacho dos Porcos, que tem como principal afluente o Riacho São Miguel, que nasce em Mauriti, tendo outros braços menores, como Jenipapeiro, que nasce na Paraíba e deságua no Ceará. Por isso, as chuvas em Porteiras, Brejo Santo, Barro, Jati, Penaforte e Abaiara são fundamentais para a recarga do Castanhão.

O Riacho dos Porcos deságua no Rio Salgado no distrito de Ingazeiras, em Aurora. Em sua maior forma, o rio segue até Orós, onde se encontra com o Jaguaribe. De lá, são aproximadamente 125 quilômetros até o maior reservatório do nosso Estado. "Mais de 60% da água acumulada do Castanhão são da bacia do Salgado. Aproximadamente, 20% do médio Jaguaribe e o restante do Alto Jaguaribe, mas só quando o Orós sangra. E isso nunca mais aconteceu", garante o geólogo, ex-presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Yarley Brito, que atua há mais de 40 anos na área de recursos hídricos.

Recarga

Com apenas 3% da capacidade, Yarley acredita que a recarga do Castanhão tem sido comprometida pela irregularidade das chuvas e pelas mudanças climáticas. "Há registros da segunda metade do século XIX, pela comissão científica do Império, que o Cariri tinha chuvas de pré-estação em outubro e, depois, passou para dezembro. A carga maior de chuvas depende muito da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)", explica o especialista, citando o sistema meteorológico que atua nos trópicos e é responsável pela quadra chuvosa no Ceará.

Outro fator que tem atrapalhado, segundo o geólogo, é que as cabeceiras dos rios que conduzem a água até o Castanhão estão comprometidas. "Há uma série de vazios hídricos onde foram construídos reservatórios, como o Cachoeira, em Aurora; o Olho D'água, em Várzea Alegre; o Rosário, em Lavras da Mangabeira; e o Ubaldinho, em Cedro. Apesar de ser de pequeno volume, de qualquer forma, eles tiram a água que seguia pelo Salgado até o Castanhão", completa.

Poluição e urbanização

As duas maiores cidades do Cariri, Juazeiro do Norte e Crato, que juntas possuem população estimada em quase 410 mil habitantes, são as que mais preocupam na preservação do Salgado. O primeiro município apresenta crescente ocupação das áreas próximas ao curso d'água, já o segundo despeja seu esgoto nos rios e riachos que o cortam.

Pesquisadores da Universidade Federal do Cariri (UFCA) fizeram o levantamento do quantitativo de legislações que, de alguma forma, alteraram o Plano Diretor de Juazeiro. A partir da análise, perceberam mudanças em quatro das cinco zonas ambientais previstas na terra do Padre Cícero, deixando de ser zona especial para uso de comércio e serviço, por exemplo. Entre elas está a ZE3 Parque do Rio Salgadinho.

Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos de Juazeiro (Semasp) disse que a Autarquia Municipal de Meio Ambiente (Amaju) e a própria Pasta acompanham as atividades nas margens dos cursos hídricos, para que elas preservem as áreas de APP e tratem os efluentes antes do lançamento no corpo hídrico. Quem desobedece à legislação é punido administrativamente e obrigado a recuperar as áreas.

Em Crato, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre saneamento, até 2017, o índice de coleta de esgoto era de 63,25%, mas apenas 0,67% é tratado. A Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato (Saaec) admite que os efluentes são colocados junto com o sistema de drenagem e seguem pelos rios.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial de Crato, Brito Júnior, confirma que o município tem poucas estações de tratamento e algumas estão inoperantes. A maior, no bairro Seminário, não executa 100% do serviço. No entanto, reforça que o município está com um projeto público-privado para executar uma grande obra de saneamento, financiada pela Caixa Econômica Federal, que resolverá o problema em até 15 anos "retirando todas as redes de esgoto que são lançadas hoje nos rios Batateiras, Granjeiro e Saco-Lobo".

Chuva e lixo

O engenheiro ambiental Marcos Vinícius Gomes alerta que, apesar da capacidade natural dos corpos hídricos se recuperarem através da autodepuração, não há justificativa para poluir ainda mais o Rio Salgado. "A chegada do período chuvoso carrega o lixo para outras partes do rio, dificultando a coleta dos resíduos", reforça. Entre as consequências está a mortalidade de peixes. "Isso traz impactos econômicos e sociais. Fica maior a necessidade de investir recursos para o tratamento de água, compromete o consumo humano e o turismo", completa.

Perspectiva

Com a conclusão do Eixo Norte do Pisf, a expectativa é que a água do 'Velho Chico' chegue ao Ceará até o primeiro semestre deste ano. Através dela, o Rio Salgado ganhará um importante reforço, já que o chamado 'eixo emergencial' do Cinturão das Águas do Ceará, obra do Governo do Estado, direcionará o recurso hídrico até ele. Assim, evitará um possível colapso hídrico na RMF.

Por 53 quilômetros de canais, túneis e sifões, a água seguirá por gravidade de Jati até o Riacho Seco, em Missão Velha, seguindo pelo Rio Salgado até desaguar no Rio Jaguaribe, onde cairá no maior reservatório do Estado. Segundo o diretor de Águas Superficiais da Superintendência de Obras Hídricas (Sohidra), Antônio Madeiro Lucena, a expectativa é que a vazão seja de 12 m³/s. Mesmo com uma possível perda no trajeto, de 3m³/s, é o suficiente para a garantia hídrica da RMF.

O tempo de transporte da água depende da calha do Rio Salgado. "Se estivesse cheia, era coisas de 20 a 25 dias. Já seco, pode levar de 40 dias a dois meses para chegar ao Castanhão", explica Lucena. "Só para encher e preencher o solo, parte da água será desviada. É como uma esponja. Depois que preenche, flui naturalmente sem perder água", completa Antônio Madeiro.

Economia

Com as águas do Rio São Francisco no Salgado, a expectativa é que o rio que banha o Cariri possa se tornar perene e reanimar atividades como a pesca e agricultura ao longo do ano. Hoje, isso já acontece, por exemplo, no Sítio Alves, em Aurora, onde há uma área de 60 hectares dedicada a um projeto agroflorestal de preservação da natureza e de cultivo de plantas nativas e espécies nobres - mogno e cedro. A iniciativa é do médico e produtor rural, Joary Lacerda. A manutenção das árvores no período seco ocorre graças ao curso d'água, que passa no entorno do terreno. "Temos água o ano todo", pontuou.

No município de Lavras da Mangabeira, que é banhado pelo Salgado, o agricultor Antônio Bezerra faz plantio de milho e feijão no período chuvoso. Já no tempo seco, costuma plantar em áreas de vazante. "O rio é a nossa salvação, assegura duas safras por ano", disse. "O nosso trabalho e a nossa renda dependem do Salgado", completa.

Também de Lavras da Mangabeira, o pescador artesanal Luiz Alves explica que, dependendo da cheia do rio, consegue uma renda de R$ 600 por mês. "Neste ano, ainda não está bom", pondera.

Outro pescador, Francisco José da Silva, o Titico, de Aurora, garante que a tradição de pescar no Salgado vem desde os tempos de seu avô. Com os peixes, conseguiu criar 10 filhos. "O rio era mais cheio. Eu pegava demais. Vendia barato e ainda dava para socorrer os vizinhos", lembra saudoso José da Silva.

Fonte:https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/regiao/situacao-do-rio-salgado-pode-impactar-na-recarga-do-castanhao-1.2219925
 

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01/04/2020
Obras do Hospital Regional do Vale do Jaguaribe chegam a 80%

Quando for inaugurado, o novo Hospital Regional terá 304 leitos, dos quais 236 de internação e 68 de apoio, e contará com 20 especialidades médicas e oito salas de centro cirúrgico, sendo seis de cirurgia geral e duas de cirurgia obstétrica. Acompanhado de prefeitos e lideranças políticas da região, o governador percorreu todos os corredores do hospital verificando o andamento da construção. O equipamento dará cobertura à população de 532,3 mil habitantes dos 20 municípios da 5ª Macrorregião de Saúde do Ceará.







O HRVJ será o quarto hospital de alta complexidade da rede da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) no interior. Só na estrutura física, são aproximadamente R$ 122 milhões investidos pelo Governo do Ceará, através Programa de Expansão e Melhoria da Assistência Especializada à Saúde do Estado (Proexmaes II).






Ocupando uma área de 29.122 metros quadrados, a edificação contará com unidades de emergência e urgência, ambulatório, centro de imagens e diagnósticos, centro de parto, centro cirúrgico com seis salas, e enfermarias clínica, pesquisas.




fontes:
Governador fiscaliza obra do Hospital Regional do Vale do Jaguaribe - Governo do Estado do Ceará
Com 80% de execução, Hospital Regional do Vale do Jaguaribe se aproxima da etapa final de obras - Governo do Estado do Ceará
 

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SOBRE AS OBRAS NO AEROPORTO DE FORTALEZA

OP - As obras do aeroporto estão com status de 97% de conclusão. O que ainda falta para serem finalizadas?
Andreea -
Sim. A parte obrigatória está em 97%, mas ainda fazemos outros investimentos que não são obrigatórios e não estão inclusos. Vamos fazer uma reforma de uma parte do pátio, vamos fazer a reforma do subsolo no terminal completamente. Estamos planejando fazer uma rampa para chegar ao estacionamento sem utilizar os elevadores, entre outras coisas.
OP - Qual a previsão de conclusão?
Andreea -
É difícil dizer agora um prazo porque todas as obras estão impactadas devido à pandemia, mas acho que o mais tarde será em junho do próximo ano para finalizar tudo. Vamos passar de R$ 800 milhões.

Link: Sem receita na pandemia, Fraport prevê recuperação em 2023
 

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Com a flexibilização do isolamento social, Prefeitura de Fortaleza retoma obras públicas na próxima semana



Com a flexibilização de alguns setores no decreto de isolamento no Ceará previsto para o dia 1° de junho, a Prefeitura de Fortaleza vai retomar, ainda na próxima semana, obras públicas em estabelecimentos de saúde e de educação. As informações foram passadas pelo prefeito Roberto Cláudio, nesta quarta-feira, 27, por meio de live em sua página no Facebook. A maioria das obras devem ser entregues ainda em junho deste ano.

De acordo com o prefeito, será dada prioridade a construções de expansão e de melhorias consideradas “essenciais”, dentre elas a obra no Hospital Distrital Gonzaga Mota Barra do Ceará, do Frotinha da Parangaba, do Frotinha do Antônio Bezerra e de duas clínicas de expansão, localizadas no Bairro Passaré e no Siqueira.

As expansões dos hospitais devem contar, entre outros, com ampliação de centros cirúrgicos e salas de farmácias. Na ocasião, o prefeito informou que as obras estão sendo planejadas para ser entregues ainda em junho deste ano. Além dos hospitais, obras em creches e em escolas públicas também serão retomadas na próxima semana, com o intuito de permitir e “ampliar” matrículas no semestre letivo de 2021.

Fonte: O Povo
 

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Águas do São Francisco chegam ao Ceará em junho com avanço das obras no Eixo Norte



Trecho do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco foi finalizado nesta semana, integrando os reservatórios Milagres, em Verdejante (PE), e Jati, no Ceará. A finalização permite passagem das águas do São Francisco ao Ceará. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, o Governo Federal já investiu R$ 271,5 milhões só neste ano.

O reservatório Milagres está em processo de enchimento. A partir dele cheio, as águas do Rio São Francisco atravessarão a divisa entre Pernambuco e o Ceará. A previsão é que as águas comecem a encher o reservatório Jati já no próximo mês de junho.

Fonte: O Povo
 

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TAP e Air Europa já têm datas para retomar voos em Fortaleza; confira programação

As companhias TAP e Air Europa já definiram o retorno de seus voos para Fortaleza. Enquanto a TAP volta com um voo semanal no dia 5 de julho para Lisboa, a Air Europa retoma as duas operações semanais a partir de 1º de novembro para Madri.




Em Fortaleza, havia planos da inclusão de mais um voo semanal em agosto deste ano por causa do verão europeu. O que de fato não ocorrerá por causa da pandemia do novo coronavírus.
Já os planos da portuguesa TAP indicam retomada de um voo semanal entre a Capital e Lisboa, nos modernos Airbus 330-900neo. A partir de agosto, estão previstos dois voos semanais.

FONTE
 

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Restaurantes de Fortaleza reabrem com cardápio digital e luvas no self-service
Movimentação nos estabelecimentos visitados pela reportagem foi tímida no horário de almoço




O início da fase 2 do Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais nesta segunda (22) em Fortaleza permitiu que os restaurantes retomassem o atendimento presencial. Diante de uma série de restrições impostas pelo decreto governamental que libera a nova etapa, empresários tiveram que reorganizar o layout dos estabelecimentos e lançar mão da criatividade para garantir uma operação segura e exitosa.
A movimentação nos estabelecimentos visitados hoje pela reportagem era tímida no horário de almoço. Os restaurantes de Fortaleza ficaram de portas fechadas por mais de 90 dias, autorizados apenas para as modalidades delivery e retirada. O horário de atendimento ao público estabelecido pelo decreto para os restaurantes na fase 2 é de 11h às 16h.

FONTE
 

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Ocio, reposo, diversión, sombra y agua dulce en la ciudad más importante de Ceará Brasil.

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Com base em Fortaleza, Angola Cables afirma que tráfego de internet cresceu seis vezes durante a pandemia
De acordo com o CEO Antonio Nunes, as companhias estão aperfeiçoando os serviços de Telecom e se adaptando para atender uma base maior de clientes especialmente no Brasil


Data Center Angonap, da Angola Cables. Foto: Divulgação

Data Center Angonap, da Angola Cables, em Fortaleza. Foto: Divulgação

A empresa de telecomunicações Angola Cables calcula que o tráfego de internet pela rede da companhia cresceu seis vezes durante a pandemia. A afirmação é do CEO da empresa, Antonio Nunes. O executivo participou do Futurecom Digital Summit – encontro on-line de executivos do setor de Telecom.
“A COVID-19 não nos pegou de surpresa. O processo de investimento em Telecom sempre foi necessário, embora observemos um impressionante crescimento na demanda neste período de quarentena. Nas redes da Angola Cables no Brasil, por exemplo, o consumo de dados em backbone, backhaul e cabos submarinos aumentou seis vezes. Na África, o consumo dobrou e no mundo ela triplicou”, ressaltou o executivo.
Nunes também explicou que as companhias estão aperfeiçoando os serviços de Telecom e se adaptando para atender uma base maior de clientes.
“Os preços dos serviços que oferecemos é um fator decisivo para os clientes. Por isso, além de valores compatíveis com a realidade, oferecemos serviços e pacotes específicos para cada segmento e cada cliente para continuarmos competitivos”, avalia.

Quem é a Angola Cables
A Angola Cables é uma multinacional de IT Solutions focada na venda de soluções para infraestruturas de data center, venda de conectividade, serviços Cloud para IP providers e ISPs para o setor corporativo com necessidades de serviços e conexões digitais.
Atualmente, opera os sistemas de cabos SACS, Monet e WACS, gere dois centros de dados, o AngoNAP Fortaleza e o AngoNAP Luanda, em Angola, e faz a gestão do Angonix, um Internet Exchange Point, que está entre os cinco maiores de África. Por meio de sua rede, a companhia conecta diretamente a África, Europa e as Américas, além de ter parcerias estabelecidas para se conectar à Ásia.

 

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Pague Menos pode sair na frente em IPOs
Crédito: Jarbas Oliveira


A rede de farmácias Pague Menos, fundada em Fortaleza pelo empresário Deusmar de Queirós, pode fazer a primeira oferta inicial de ações na B3 do segundo semestre. Ela entrou com pedido de registro de ações na Comissão de Valores Mobiliários e tem previsão de listar as suas ações até o fim de agosto. A empresa vem, há mais de cinco anos, preparando um IPO e quer aproveitar a janela de oportunidade para captar R$ 1,5 bilhão. Com isso, promoveria a saída do investimento da gestora General Atlantic e a chance de levantar caixa. Já a Aura Minerals prepara a oferta de Brazilian Depository Receipts (BDR), papéis de empresas sediadas no exterior, para se tornar a primeira mineradora de ouro na B3. Com operações em Brasil, Honduras e México, ela tem ações negociadas no Canadá. Já a Caixa Seguridade vê uma janela de oportunidade para o seu IPO em outubro, segundo Pedro Guimarães, presidente da Caixa. Outro movimento envolvendo empresas brasileiras aconteceu com a XP protocolando, na segunda-feira (29), na Securities and Exchange Comission (SEC), prospecto para follow-on de ações.

 

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Gigante mundial do e-commerce, Amazon constrói CD em Fortaleza

Escrito por Egídio Serpa, [email protected] 10:04 / 06 de Julho de 2020. Atualizado às 11:21
Em um terreno de 12 hectares, que custou R$ 24 milhões, localizado na margem Sul do IV Anel Viário, na geografia do município de Itaitinga, a CD da Amazon terá mais de 40 mil metros quadrados de área coberta.


EGÍDIO SERPA




Exclusivo!
A Amazon, gigante mundial do e-commerce, começou a construir uma Central de Distribuição nas cercanias de Fortaleza.
Em um terreno de 12 hectares, localizado na margem Sul do IV Anel Viário, na geografia do município de Itaitinga, a CD da Amazon terá mais de 40 mil metros quadrados de área coberta.
Esta coluna apurou junto a uma fonte que acompanhou as negociações que o que está em implantação é a primeira etapa do empreendimento, cuja conclusão está prevista para o fim deste ano.
A mesma fonte também informou quea Amazon pagou pelo terreno – que pertencia ao empresário Manoel Porto Neto – a bagatela de R$ 24 milhões. À vista!
Vale lembrar que a Amazon também constrói uma Central de Distribuição em Recife.
Aqui no Ceará, a rede de lojas Magazine Luíza – potência brasileira do comércio eletrônico e concorrente direto da Amazon – tem uma Central de Distribuição em Fortaleza, por meio da qual faz, em até 48 horas, entrega de mercadorias vendidas pelo seu site Magalu em qualquer bairro de Fortaleza, sem cobrar frete.
Pelo que se observa, está chegando, mais rápido do que se esperava, o novo normal do varejo.

 
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