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Christopher
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PARQUE DE TECNOLOGIA
Projeto arquitetônico já está concluído, orçado em R$ 10 milhões

Megaprojeto para centro de produção tecnológica

A conclusão de um projeto arquitetônico de encher os olhos de qualquer cascavelense é o primeiro passo para a criação do Parque de Tecnologia de Informação de Cascavel, que prevê instalar a Fundetec (Fundação de Desenvolvimento Tecnológico de Cascavel, a Codevel (Companhia de Desenvolvimento de Cascavel), a Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel) e a Cettrans (Companhia de Engenharia Transporte e Trânsito). O custo da obra é estimado entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões. O parque funcionará como um centro de capacitação e produção de tecnologia. Para os idealizadores, a importância de implantar o projeto é inquestionável. O material humano formado pelas instituições de ensino superior é uma das justificativas para o investimento.De acordo com Núcleo Setorial de Informática da Acic, cerca de 2,8 mil pessoas são formadas anualmente na região, o suficiente para alimentar todo o sistema. “Por aqui existem aproximadamente 320 empresas ligadas à tecnologia da informação. É um setor que emprega 3 mil pessoas. A idéia é fortalecer o setor e reter os talentos produzidos na cidade”, declara o presidente da Acic, Valdinei da Silva. “É um projeto de parceria público-privada envolvendo empresas de tecnologia de informação de toda a região oeste do Paraná. Mas não é apenas de informática. Ela também abrange telecomunicação, software, telefonia, e outros. O desenho do projeto é uma motivação para sensibilizar e começar a discutir a proposta”, afirma o presidente da Fundetec, Mario Bracht.
O local escolhido é o terreno entre a Rua Juscelino Kubitschek e Avenida Assunção, próximo ao Terminal Rodoviário. Para facilitar a doação da área previamente escolhida, que precisa do aval dos vereadores, foi criado no início do mês o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Tecnológico do Oeste do Paraná. O protocolo de intenções foi assinado entre as partes envolvidas e, por meio da entidade, serão buscados financiamentos federais, como do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).



Espaço terá 7,3 mil m²

A proposta do Parque Tecnológico de Informação de Cascavel é ousada e cara. Os setores público e privado devem angariar - apenas para a elaboração total do projeto - cerca de R$ 500 mil. A construção do prédio demanda, segundo a Fundetec, entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões, sem contar o investimento em pesquisas e equipamentos para os laboratórios. Todo esse dinheiro será transformado em um espaço de 7,3 mil m2. A área é dividida em 18 andares, com 60 salas de três tamanhos diferentes: 400 m2, 200m2 e 100 m2. Além de elevador panorâmico, mirante, praça de alimentação, praça de descanso, jardim interno, espelho d’água e outros ornamentos.
Os engenheiros responsáveis projetaram o edifício na Rua Juscelino Kubitschek, próximo à prefeitura, que alojará a Fundetec, Cettrans e Codevel.
O presidente da Fundetec, Mário Bracht, já contatou a Finep (Financiadora de Estudos de Projetos), que deu sinal positivo para análise da proposta. A entidade é ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia e dá suporte financeiro para o desenvolvimento.
“A Finep tem verba específica para projetos de pesquisa, basta apresentarmos uma boa proposta a eles. Vamos apresentar para Cascavel o exemplo de um caso que existe em Pernambuco”, relata.



Fundetec deve angariar recursos

A execução do projeto é para médio e longo prazo e, conforme o avanço da iniciativa, em dois anos a obra será iniciada. Embora haja muita empolgação para a proposta, Márcio Bracht, presidente da Fundetec, pondera que ainda é preciso um amadurecimento da idéia, principalmente quanto à fonte de recursos para sua execução.
Se houver apoio do setor privado, o caminho das pedras para o financiamento via Fundetec é menor se a proposta partir da prefeitura. “Ainda é preciso encontrar a forma mais democrática de usufruir a proposta. Haverá um amadurecimento sobre a gestão da idéia ao longo dos anos”.
 

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Excelente para Cascavel e para a região. É legal saber que esse tipo de investimento não fica concentrado só em Curitiba, por exemplo.

O Brasil precisa urgentemente de mais centros iguais a esses, tanto nas capitais como no interior.
 

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Christopher
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Discussion Starter · #5 ·
CASCAVEL É VANGURDA NO RAMO DA TECNOLOGIA

O Oeste do Paraná é uma das regiões mais avançadas na área das novas tecnologias, um dos segmentos com os melhores e mais promissores índices de expansão no mundo. Cascavel abriga o único núcleo setorial de informática e telecomunicações e a região é a quinta no Estado a criar um APL de Tecnologia – Arranjo Produtivo Local. O município é sede de um dos poucos parques tecnológicos em funcionamento no País e na América Latina que abriga uma incubadora para o desenvolvimento de softwares e outros itens de uma indústria revolucionária.

O coordenador do Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações da Acic, Siro Canabarro, diz que investir no ramo é uma aposta com resultado garantido. “As novas tecnologias promovem transformações intensas, associadas à comunicação, ao aprimoramento de setores vitais da indústria e que permitem, entre outras coisas, oferecer às pessoas facilidades e sofisticações que em muito melhoram suas vidas. Esse é um caminho sem volta”. O núcleo foi criado em 1999, o primeiro do gênero no Estado, e representa um setor que gera milhares de empregos em Cascavel e região.

O Programa Empreender, concebido para tornar empresários de um mesmo ramo em parceiros, permite que compartilhem idéias, projetos e busquem conjuntamente soluções a problemas comuns. O núcleo instituiu a cooperativa de crédito que se transformou no Sicoob Cascavel, hoje uma das três principais do Sicoob Central Paraná, um dos principais sistemas do gênero em operação no País.

O passo seguinte, em processo de formatação em âmbito regional, é a criação de um Arranjo Produtivo Local, que pode ser definido como a aglomeração de empresas que atuam em torno de uma atividade produtiva principal, além de outras correlatas e complementares, como fornecedores e prestadores de serviços. “O APL, a exemplo do que acontece nas áreas em que o mecanismo atua, trará uma nova perspectiva de crescimento ao setor no Oeste”, diz um dos membros do Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações, Waldemar Rodrigues.

Parque Tecnológico
A consolidação de Cascavel e região como referências nacionais na área virá com a construção do Parque Tecnológico, já lançado pela prefeitura e que tem o envolvimento de várias instituições e empresas. Um dos itens do complexo é um edifício de 18 andares que vai abrigar empresas do ramo. A estrutura também comportará a Codevel (Companhia de Desenvolvimento de Cascavel), Cettrans (Companhia de Engenharia de Tráfego e Trânsito) e Fundetec (Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Cascavel).

A expectativa do núcleo e da Acic é de que as obras comecem o mais depressa possível, porque o reflexo do empreendimento serão novos investimentos, mais empregos e fortalecimento dos indicadores regionais. O protocolo de intenções do complexo foi assinado no dia 26 de março pela administração pública municipal, 24 empresas, entidades e instituições. A previsão de investimento é de R$ 20 milhões. “O parque vai permitir a integração, treinamentos, formação profissional e desenvolvimento de inúmeras novidades. Será um marco a Cascavel e para o Oeste”, diz Canabarro.
 
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