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Notícias de Mato Grosso

Mato Grosso​



O Mato Grosso é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado a oeste da região Centro-Oeste .

Tem a porção norte de seu território é ocupada pela Amazônia Legal, sendo o sul do estado pertencente ao Centro-Sul do Brasil.

Tem como limites: Amazonas, Pará (N); Tocantins, Goiás (L); Mato Grosso do Sul (S); Rondônia e Bolívia (O). Ocupa uma área de 903.357 km², pouco menor que a Venezuela. Sua capital é Cuiabá.

As cidades mais importantes são Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Comodoro, Primavera do Leste, Sapezal, Alta Floresta e Sorriso.

HISTÓRIA

Pelo Tratado de Tordesilhas (de 7 de junho de 1494) o território do atual estado do Mato Grosso pertencia à Espanha. Os jesuítas, a serviço dos espanhóis, criaram os primeiros núcleos, de onde foram expulsos pelos bandeirantes paulistas em 1680. Em 1718, a descoberta do ouro acelerou o povoamento. Em 1748, para garantir a nova fronteira, Portugal criou a capitania de Mato Grosso e lá construiu um eficiente sistema de defesa.

Durante as bandeiras, uma expedição chegou ao Rio Coxipó em busca dos índios Coxiponés e logo descobriram ouro nas margens do rio, alterando assim o objetivo da expedição. Em 1719 foi fundado o Arraial da Forquilha, as margens do rio Coxiponés formando o primeiro grupo de população organizado na região (atual cidade de Cuiabá). A região de Mato Grosso era subordinada a Rodrigo César de Menezes, para intensificar a fiscalização da exploração do ouro e a renda ida para Portugal, o governador da Capitania muda-se para o Arraial e logo a eleva a nível de Vila chamando de Vila Real do Bom Jesus de Cuyabá. Com os tratados de Madri (1750) e Santo Ildefonso (1777), Espanha e Portugal estabeleceram as novas fronteiras.

A produção de ouro começou a cair no início do século XIX. Em 1892, durante a derrubada do governo de Manuel Murtinho, houve, por parte dos revoltosos, uma intenção de separação de Mato Grosso da República dos Estados Unidos do Brasil, criando-se, para tanto, o Estado Livre da República Transatlântica - o que não encontrou apoio.

Em 1917, a situação se agravou, provocando intervenção federal. Com a chegada dos seringueiros, pecuaristas e exploradores de erva-mate na primeira metade do século XIX, o estado retomou o desenvolvimento.

Em 1977, a parte sul do estado foi, legalmente, desmembrada, formando assim um novo estado, o Mato Grosso do Sul - o que na prática só se daria em 1979.

Fonte:Wikipédia

 

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Duplicação na Serra de São Vicente deve ser concluída antes do prazo
Da Redação

Foto: DivulgaçãoDuplicação na Serra de São Vicente deve ser concluída antes do prazo


Depois de muita espera e muitas reivindicações da população mato-grossense, finalmente o trecho da rodovia que liga Cuiabá a Rondonópolis, na Serra de São Vicente, está sendo duplicado. O local é temido pela alta periculosidade e pelos graves acidentes que abriga. A duplicação, certamente, trará mais seguranças aos motoristas.

As obras, que começaram no início do mês de maio, após uma “trégua” das chuvas, tem o prazo, por contrato, até outubro de 2011. No entanto, o engenheiro Marcos Catalano Corrêa, da Construtora Delta , empresa responsável pelas obras, afirma que a empresa está trabalhando para reduzir bastante esse prazo e tentar concluir a duplicação até o fim deste ano. São previsões bastante otimistas, mas ele afirma que o empenho será grande.

Serão 8,6 quilômetros de duplicação, na serra, abrindo uma pista totalmente nova. Nesta semana, todo o trabalho de limpeza e destocamento no local onde terá a pista já foi totalmente concluído. No momento está sendo feito o serviço de terraplanagem, que já obteve 50% de êxito, e drenagem. Também estão sendo construídos bueiros e galerias.

A pista que já existe no trecho, e que será restaurada, terá o tráfego no sentido Cuiabá a Rondonópolis. Na pista nova, os veículos trafegarão de Rondonópolis a Cuiabá.

Além da obra de duplicação, existe a obra de restauração na região, que compreende um trecho de 27,5 quilômetros, dividido em dois. No primeiro, de 10,5 quilômetros, já foi feito 90% da regularização do pavimento, que compreende tampar buracos e fazer outros ajustes, a fim de preparar o espaço para a finalização da restauração.

No final de julho o trecho vai receber o whitetopping, uma técnica de restauração em que placas de concreto são depositadas sobre trechos de asfalto já existentes, que servem como base. O segundo trecho, de 17 quilômetros, terá início quando o primeiro estiver inteiramente terminado, para atrapalhar menos possível o trânsito.

Ao todo, trabalham na obra cerca de 150 pessoas diretamente e mais 100 indiretamente. Os investimentos para a duplicação totalizam 21,6 milhões de reais e, para a restauração, mais 40 milhões.
 

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Exportações em junho bateram recorde "histórico" em Mato Grosso
Cuiabá / Várzea Grande, 10/07/2009 - 15:10.

Da Redação

“Os números de Mato Grosso são fantásticos. Pela primeira vez na história, rompemos a barreira de um bilhão de dólares nas vendas externas, no período de um mês”, comemora o presidente em exercício do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Jandir Milan. De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (10) pela instituição, o valor das exportações é 32,8% superior ao apresentado no mesmo mês do ano passado, fato que contribuiu para um superávit acumulado na balança comercial de US$ 4,24 bilhões, 34% maior do que o registrado no mesmo período em 2008.

Mato Grosso responde, atualmente, por 29% do saldo comercial do país, de US$ 14,51 bilhões. “Somente o montante das exportações mato-grossenses de junho é praticamente igual ao valor exportado em todo o ano de 2000, fato que confirma o fantástico desempenho de inserção da economia estadual no mercado internacional, em menos de 10 anos”, pontua Milan. Segundo ele, a tendência é continuar em crescimento. “Com as novas plantas industriais, que agregarão valor às carnes, grãos e outros importantes produtos de nossa pauta, conquistaremos maior produtividade e as empresas que aqui se instalam se tornarão mais competitivas”.

O acumulado do primeiro semestre das vendas externas já soma US$ 4,6 bilhões, valor 20,7% maior do que no mesmo período de 2008. “Mato Grosso tem a maior taxa de crescimento e a única positiva dentre todos os Estados, exceto Tocantins e Piauí que participam com inexpressivos 0,3% das vendas externas nacionais”, comenta o assessor econômico da Fiemt, Carlos Vitor Timo. O Estado se mantém em sexto no ranking nacional dos maiores exportadores, respondendo por 6,6% do total das vendas do país, além de muito próximo do quinto colocado, o Rio de Janeiro, que exporta 6,8% do total.

Para o presidente em exercício, um dos fatores determinantes para o incremento do parque industrial mato-grossense é a concessão de incentivos fiscais por parte do governo do Estado. “Considero isso um grande diferencial de Mato Grosso, pois não temos logística adequada para o escoamento da produção, fato que já não chama a atenção das empresas para se instalarem aqui. Então, os incentivos servem como ferramenta de fomento aos negócios”, enfatiza Milan. E complementa: “A indústria de Mato Grosso está se impondo na agregação de valor”.

A Ásia e a União Européia continuam sendo os principais compradores dos produtos estaduais e respondem, respectivamente, por 47% e 36% do total das vendas externas. A China, com 33% isoladamente, lidera o ranking, seguida da Holanda (10%), Espanha (6%) e Reino Unido (4%). “Quando tivermos as BR 163 e 158 viabilizadas, Mato Grosso dará um salto significativo nas vendas externas, aumentando ainda mais sua participação no mercado internacional”, avalia Milan.




PRODUTOS - As exportações de soja-grão e derivados totalizaram, até junho deste ano, US$ 3,67 bilhões, ouse já, aumento de 25,6% em relação ao mesmo período do ano passado. A oleaginosa responde por, aproximadamente, 80% do total das exportações estaduais. Mato Grosso respondeu, isoladamente, por 39% das exportações de soja-grão do Brasil, por 30% do farelo, por 24% do óleo de soja e por 14,5% de glicerina.

O valor exportado de soja-grão, de US$ 2,84 bilhões contra US$ 2,18 bilhões do ano passado, apresentou crescimento de 30% em valor e aumento ainda maior na quantidade física, de 42%, dado a queda de 8% no preço internacional do produto. A China, a Espanha e a Holanda, são os principais destinos das vendas de soja-grão, com 51%, 9% e 8%, respectivamente.

As vendas de farelo também se mantêm crescentes, com incrementos de 24,8% em valor e 24% em volume físico, já atingindo 1,91 milhões de toneladas. A Holanda e a Tailândia são os principais mercados para o produto, com 28% e 17%, respectivamente. O óleo de soja persiste em queda expressiva de 24% no faturamento, mesmo com aumento de 22,7% no volume embarcado, em função da queda de 38% no preço internacional do produto. A China e a França são os principais clientes, com 11% e 8% respectivamente.

As exportações de glicerina, subproduto da fabricação de biodiesel, continuam em crescimento expressivo em volume de embarques, porém registraram queda, também expressiva, no faturamento, dado a redução de 78% na cotação média internacional. A China é o principal destino, respondendo por 16% das vendas físicas. As vendas de lecitina voltaram a crescer, tanto em volume quanto em valor, em função do aumento de 49% no preço externo.

As exportações de carnes acumuladas até junho continuam com queda de 18% em valor e 3% em volume, por conta principalmente da carne bovina, que diminuiu em 28,8% e 13,2%, respectivamente, repetindo a redução nas vendas externas do país. As outras carnes, de frango e suína, ao contrário, registram aumentos tanto em valor quanto em volume. A carne de frango cresceu 16% em faturamento e 15,8% em volume, já a carne suína teve aumento de 11% em valor e 63,8% em quantum físico.

A Rússia é o principal mercado da carne bovina e suína de Mato Grosso e responde por 32% e 80%, respectivamente. A carne de frango teve um número bem mais amplo de países importadores, com maior participação da Venezuela, isoladamente, com 53%. Mato Grosso respondeu por 13% do total exportado de carne bovina do país, por 3% da carne de frango e por 4,5% da carne suína. “Tais números mostram um desempenho ainda insipiente frente ao nosso imenso potencial de crescimento”, avalia o assessor econômico da Fiemt.

Milho, algodão, couro e minerais - As exportações desse grupo de produtos somadas apresentaram aumento de 53%, comparado com o mesmo período do ano passado. O milho mantém-se como o grande destaque, com aumentos de 139% em quantidade e 121% em valor, mesmo com a queda de 7,5% na cotação média do produto. O Irã, a Coreia do Sul e a Arábia Saudita são os principais mercados, com 17%, 8,%, 7% respectivamente. “O milho safrinha deste ano surpreendeu a todos e a tendência é que o produto continue em ascensão”, afirma o presidente em exercício do Sistema Fiemt.
 

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56% dos ‘aviões agrícolas’ estão em MT

Das 1,06 mil aeronaves comercializadas até 2008 pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), cerca de 600, ou 56% deste total, estão em Mato Grosso, o que confere ao Estado uma agricultura altamente tecnificada.

Os números, contudo, poderiam ser maiores. Levantamento da estatal aponta que o Brasil “comporta em torno de 10 mil aeronaves”. Entretanto, em média apenas 25% das aplicações de inseticidas e fungicidas são realizadas por aviões. Nos Estados Unidos, este percentual é de 70%.

As vantagens da aviação agrícola são inúmeras e os investimentos para quem tem grandes lavouras acabam compensando. Para citar só um exemplo, o que o trator faz em um dia de trabalho, o avião faz em apenas uma hora. Outra grande vantagem da aviação agrícola é o melhor controle de pragas e doenças. O produto é aplicado rapidamente e no momento adequado, possibilitando a ação mais eficaz do defensivo, evitando e reduzindo possíveis perdas na produtividade.

CRÉDITO - A principal dificuldade para o produtor adquirir um avião agrícola atualmente é o acesso ao crédito. Em Mato Grosso, a linha de financiamento mais utilizada é o Fundo Constitucional para Financiamento do Centro-Oeste (FCO), que financia até 80% do bem, com juros de 8,5% ao ano e prazo de até 10 anos para pagamento, com até dois de carência. O Finame Agrícola também é bastante procurado e pode financiar até 100%. As taxas de juros são de 12,35% ao ano, com prazo de cinco anos para a amortização do financiamento. Estas condições valem também para as empresas aeroagrícolas. A terceira modalidade é o Finame, que financia até 90% do bem, com taxa de juros de 2,5 ao ano mais TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) – em torno de 6,15% - e spread bancário. O prazo do financiamento é de até sete anos. (MM)
 

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Prefeitura faz operação limpeza

DANA CAMPOS
Da Reportagem

A Prefeitura de Cuiabá conclui esta semana uma das etapas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). E como processo final de instalação do sistema de esgoto da sub-bacia 14, que compreende 14 bairros da região oeste da Capital, foi realizada ontem limpeza total das principais ruas dos bairros Flamboyant e Santa Amália.

Para a dona-de-casa Rita Bittencourt, que mora no Residencial Canachuê, no Santa Amália, a limpeza vai melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro, que esteve comprometida por quatro meses, período de duração da obra, iniciada em março.

“Era muita poeira e buracos por todo os lados. Passamos por um sufoco durante esses meses, mas tudo na vida tem um sacrifício. Nem acreditava que eles iriam fazer a limpeza. Achei que eles deixariam tudo sujo e largado”, contou.

Conforme o coordenador do PAC em Cuiabá, Aparecido Alves, o processo de limpeza será feito em todos os bairros contemplados pelas obras do programa. Segundo ele, nesta primeira etapa foi realizada a retirada de sujeira e poeira dos principais eixos estruturais, onde havia um grande fluxo de veículos. “Infelizmente toda obra gera transtornos. Mas a população tem que entender que é para um bem maior. Aqui, por exemplo, foi implantado todo sistema de esgoto, que, antes, não havia”, disse.

O casal Neuraci e Ari Berkembrack, que também reside no Santa Amália, se sente satisfeito com a instalação do sistema de esgoto, e revela que a limpeza nas ruas representa um alívio, principalmente pela redução da poeira, que chegou junto com as obras. “Antes, não tínhamos problema de poeira. Mas, como eles tiveram que abrir vários buracos nas ruas, a poeira foi uma conseqüência. Agora, acredito que vai amenizar nosso sofrimento. Espero que finalizem logo todas as etapas para acabar com o problema de vez”, disse Neuraci, destacando que tem dois netos que tiveram problemas respiratórios por causa da poeira.
 

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Mato Grosso vai usar aviões e produto químico para combater queimadas

Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo



Com a chegada do “verão amazônico”, época mais seca na região, a incidência de queimadas deve voltar a aumentar. Este ano, para conter a destruição da floresta pelo fogo, Mato Grosso vai experimentar um produto químico que detém o avanço das queimadas.

Desenvolvido no Brasil, o Licet-F é dispersado sobre a floresta com aeronaves. As altas temperaturas do fogo desencadeiam uma reação química que faz com que o produto capture o oxigênio do ar, apagando as chamas. Ao mesmo tempo, cria uma camada que atua como isolante térmico, fazendo com que a vegetação resista mais tempo ao fogo.

O produto, portanto, é pensado para criar barreiras em florestas que ainda não estão queimando. “Para jogar direto em cima do fogo, é melhor usar só água, que é mais barata”, explica o major bombeiro Agnaldo Pereira, superintendente da Defesa Civil no estado.

Para enfrentar o período de queimadas, o estado de Mato Grosso abriu licitação para oito aviões especiais para apagar incêndios florestais. Sete deles terão capacidade para transportar 1.500 litros de líquido e um oitavo terá o dobro disso. Eles ficarão de prontidão nas cidades de Cuiabá, Sinop e Água Boa.

Segundo Pereira, são pontos estratégicos que permitirão chegar a qualquer lugar do estado com rapidez. O major afirma que todo o aparato estará pronto até meados de julho.
Com uma carga de água com Licet-F, esses aviões poderão criar uma barreira de até 200 metros de extensão na floresta, explica o major. A pedido da Defesa Civil mato-grossense, o produto teve acrescido corante vermelho, para que seja possível ver do ar onde já foi aplicado.

Pereira garante que a barreira química é ecológica. Ela já foi testada em incêndio na Chapada Diamantina. O desafio na Amazônia, no entanto, é mais complicado: como a copa da floresta tropical é muito alta e fechada, pode ser que o Licet-F não chegue em quantidade suficiente às partes mais próximas do solo, por onde o fogo se alastra.
 

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Discussion Starter · #7 ·
Expedição científica vem a MT em comemoração ao Ano da França no Brasil

Redação site TVCA

"Conhecendo a Amazônia. Dinâmicas territoriais no Mato Grosso" é tema de uma expedição científica de estudantes brasileiros e franceses que será realizada a partir do dia 13 de julho em Mato Grosso. O evento científico faz parte da programação do Ano da França no Brasil e tem a participação da Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Rennes-2, na cidade de Rennes, na região da Bretanha, na França. Um grupo de 40 estudantes de graduação e pós-graduação realizará uma missão científico-acadêmica por meio de seminários e pesquisas, cujas temáticas são as dinâmicas agrícolas e seus impactos ambientais em Mato Grosso. Estudos serão realizados sobre a agroindústria, a biodiversidade, o meio natural, a preservação ambiental, a diversidade de uso do solo e o desenvolvimento sustentável.

O objetivo é abordar a diversidade de realidades amazônicas servindo-se do exemplo de Mato Grosso, que é um 'laboratório' das dinâmicas territoriais ocorridas nos últimos anos na região. O grupo vai participar da Escola da Amazônia, projeto desenvolvido há cinco anos pela Fundação Ecológica Cristalino. As atividades serão desenvolvidas na RPPN Cristalino.

No dia 13 de julho será realizada em Alta Floresta uma solenidade oficial em comemoração ao Ano da França no Brasil. A expedição pretende reforçar as relações universitárias entre os dois estabelecimentos bem como intercâmbios de estudantes franceses e brasileiros. A difusão da pesquisa francesa terá apoio das cooperações bilaterais França-Brasil no campo universitário.

Além de estudantes de Geografia e de Gestão Ambiental, jornalistas da USP e estudantes em jornalismo na Sciences Po-Paris acompanharão as equipes de campo visando relatar, por diversos meios (artigos de imprensa, blog, etc.) os trabalhos realizados pelos estudantes, as atividades desenvolvidas no decorrer desta viagem de estudos bem como as regiões pesquisadas. A expedição vai passar por várias cidades: Rondonópolis, Cuiabá, Sinop, Alta Floresta e Juína.
 

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Empresa investe R$ 11,39 mi em renovação de frota

Vinte e nove novos carros já estão em circulação por MT e PA, e ainda em 2009 outros dez integrarão a empresa

GERALDO TAVARES/DC



Novos ônibus estão realizando rotas em 61 municípios atendidos pela Real Norte. Mais R$ 4 milhões serão aplicados em 2009 na frota

MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

Primeira empresa de transporte do Estado a ser certificada com o ISO 9001, a Real Norte investiu R$ 11,39 milhões na renovação e ampliação da sua frota de ônibus para atender os estados de Mato Grosso e Pará. A aquisição compreende 29 novos carros. Os recursos são oriundos de financiamento (R$ 6,6 milhões) e próprios (5,04 milhões). Ainda para 2009, a empresa já projeta a aquisição de mais dez ônibus, investimentos de mais R$ 4 milhões.

“A nossa preocupação é garantir um atendimento de qualidade aos nossos usuários, por isso estamos fazendo a renovação constante da frota, uma das mais novas do país, com média de três anos”, explica Max Barros, gerente de Controladoria da Transporte Norte Maringá, holding que controla a Real Norte. Ele informou que a empresa investiu mais R$ 2,20 milhões em infra-estrutura, como construção de garagens e salas de embarque diferenciadas, chamadas de ‘vip’.

Com uma frota de 90 carros e gerando 400 empregos diretos, a Real Norte atua em 61 municípios de Mato Grosso e 10 do Pará. “Acreditamos no potencial da região e estamos em busca constante da excelência no atendimento. Queremos expandir ainda mais nossa atuação”, afirma Max.

A Real Norte transporta atualmente 78 mil passageiros por mês. Por ano, o atendimento chega a 1 milhão de pessoas, tendo como principal rota a BR-163 (Cuiabá-Santarém).

Segundo Máx Barros, o crescimento no número de usuários que procuram os serviços da Real Norte “é a maior prova da qualidade” do atendimento prestado pela empresa de transportes.

A Real Norte atende diversos municípios cortados pela BR-163 desde 1979, época em que trafegar pela região norte de Mato Grosso era sinônimo de “aventura” em viagens por estradas de chão que chegavam a durar dias.

Trinta anos depois do primeiro ônibus da Real Norte ter sido colocado em solo mato-grossense e percorrer a BR 163, a direção da empresa já sabe que tem sua parcela de contribuição ao desenvolvimento do Estado, mas também, sabe que ainda há muito a ser feito, com planejamento voltado para uma gestão moderna e eficiente. Segundo levantamento, a cada ano os carros da Real Norte rodam mais de 10 milhões de quilômetros em todo Mato Grosso.

A Real Norte também é responsável pela geração de mais de mil postos de trabalho diretos e indiretos. “Além dessa geração de empregos, é preciso registrar também a preocupação da empresa com as condições de trabalho oferecidas aos seus colaboradores e com a qualificação da mão-de-obra, pois são constantes os treinamentos com os motoristas e funcionários da empresa”, salienta Max.
 

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Discussion Starter · #9 ·
Shell informa projeto de investir R$ 10 milhões em Mato Grosso

O representante da Shell explicou que a distribuidora está com uma estrutura pequena para a atual demanda.

Após voltar a atuar no mercado mato-grossense em fevereiro deste ano, a Shell anunciou nesta terça-feira (14.07) que irá construir sua base própria de operação em Cuiabá, com capacidade para circular dez milhões de litros de combustível por mês.


Em reunião com o assessor econômico da Secretaria de Fazenda, Vivaldo Lopes, que na ocasião representou o secretário de Fazenda, Eder Moraes, e técnicos do órgão, os representantes da empresa afirmaram que o crescimento na demanda por combustível prevista com a recuperação econômica fará com que seja triplicada a participação da distribuidora em Mato Grosso. A expectativa para a construção com início previsto para dezembro é de R$ 10 milhões.


A reunião na Sefaz serviu para que a empresa conhecesse os procedimentos fiscais de Mato Grosso. “Nosso retorno ao Estado de Mato Grosso está diretamente ligado a forma como a Sefaz está atuando. É uma política bastante rígida, mas também é muito justa. O ambiente regulatório evoluiu muito e dá segurança para que a Shell se estabeleça e faça negócios”, comentou o dirigente da empresa, Roberto Figueiredo.


O representante da Shell explicou que a distribuidora está com uma estrutura pequena para a atual demanda. “Nós acreditamos que nos próximos seis meses tenhamos de encontrar maneiras de suprir 10 milhões de litros ao mês. O cenário econômico com a ascensão do agronegócio está muito favorável, ele é a mola do desenvolvimento na região Centro-Oeste”. A expectativa é que a nova base gere pelo menos 2 mil empregos somados os empregos indiretos. “São motoristas, frentistas, manutenção de caminhões, uma infinidade de carreiras que desdobram do segmento combustível”, disse Figueiredo.


Conforme Vivaldo Lopes, empresas como a Shell comprovam que seguir a risca o que determina a legislação beneficia quem quer concorrer no mercado de forma justa, sem a utilização de artimanhas para ampliação de lucros. “Por orientação do secretário Eder Moraes, o Fisco estadual modernizou muito o controle de informação, a integração com outros bancos de dados, o monitoramento nos postos fiscais. São ações que dão mais segurança aos empresários que estão em dia com o pagamento dos impostos, pois eles sabem que seu concorrente não está praticando um preço menor em cima da sonegação fiscal”, afirmou.


Atualmente a Shell fatura em Mato Grosso entre R$ 15 e 20 milhõescom trabalho em uma base arrendada com capacidade para a circulação mensal de 3 milhões de litros. “Nós também atuamos com a venda do combustível produzido no Estado, o álcool e o biodiesel. Boa parte do biodiesel consumido na região Sudeste vem de Mato Grosso”, concluiu Roberto Figueiredo.



Fonte: ExpressoMT
 

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Discussion Starter · #10 ·
Shopping Popular deve ser modernizado com a Copa 2014

Cuiabá / Várzea Grande, 13/07/2009 - 10:57.

Da Redação

O projeto de modernização do Shopping Popular de Cuiabá, no bairro Dom Aquino, apresentado pelos camelôs ao prefeito Wilson Santos em outubro de 2005, deve tornar-se realidade por ocasião da Copa 2014. Além de favorecer a integração entre Cuiabá e Várzea Grande, já que há possibilidades de ser construído no local um terminal rodoviário, o Shopping Popular transformara-se num nos mais modernos centros de comércio popular do Centro-Oeste.

A iniciativa de apresentar o projeto, explica Misael Galvão, presidente do Shopping Popular, partiu após o prefeito Wilson Santos anunciar a intenção de transferir os cerca de 400 camelôs ali instalados há 14 anos para o Mercado Municipal, no centro de Cuiabá. Na época, Misael argumentou que essa medida traria enormes problemas para o trânsito da Capital. “Por mais que seja construído um estacionamento subterrâneo, não comportaria a quantidade de veículos, principalmente no período próximo a datas comemorativas, a exemplo do Natal e Dia das Crianças”, justificou o presidente, ponderação perfeitamente compreendida pelo prefeito.

Durante a reunião, em 2005, articulada pelo ex-prefeito Dante de Oliveira, Wilson Santos disse estar extremamente satisfeito com o nível de entrosamento com os camelôs: “esta atitude dos camelôs de apresentar um projeto propondo uma outra alternativa para a prefeitura, prova que a nossa gestão é realmente participativa e que as portas da Prefeitura estão abertas para todos os setores da nossa sociedade”, comentou o prefeito, ao lado da primeira-dama e presidente do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento e Urbano (IPDU), Adriana Bussiki.

O IPDU recebeu o projeto apresentado pelo Shopping Popular e o transformou numa proposta ainda mais moderna e arrojada. Na semana passada, Adriana Bussiki afirmou à imprensa que o projeto vai sair do papel por conta da Copa 2014. “Ficamos muito felizes ao assistir a primeira-dama e o próprio prefeito Wilson Santos anunciando a execução do projeto”, diz Misael Galvão, acreditando que a Copa trará uma grande guinada no comércio popular de Cuiabá e Mato Grosso

http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=303015
 

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Grupo André Maggi adquire 51% das ações da empresa norueguesa Denofa

Da Redação O Grupo André Maggi fechou nesta sexta-feira (10 de julho), a compra de 51% das ações Denofa S.A, tornando-se assim acionista majoritário da empresa norueguesa que tem o esmagamento de soja como sua principal atividade. Dos seus 90 empregados, 60 deles atuam na unidade fabril de Fredrikstad, que tem capacidade de esmagamento de 430 mil toneladas/ano. A Denofa também atua no beneficiamento do óleo de colza, numa planta na Polônia.

Do total adquirido pelo Grupo, 11% das ações foram compradas da Norgrain e 40% da Agrenco. A atual composição acionária passa, com isso, a ser de 51% para o Grupo André Maggi e 49% para a Norgrain.

Com a operação, o Grupo André Maggi amplia ainda mais os seus negócios no mercado europeu, pois em outubro de 2008 o Grupo já havia inaugurado o escritório da Amaggi Europe, em Roterdã, na Holanda.

Essa aquisição vem de encontro ao planejamento estratégico do Grupo André Maggi em continuar mantendo o crescimento do programa de soja não-OGM (Organismo Geneticamente Modificado) em seus negócios. “O fato de estar baseado na Europa, conhecendo melhor o dia-a-dia do consumidor bem como os acontecimentos mais importantes da região, ajudará o Grupo a desenvolver novos mercados e produtos para os países Escandinavos”, declarou o Presidente do Grupo André Maggi, Pedro Jacyr Bongiolo.

Quem é a DENOFA?

Empresa norueguesa voltada, principalmente, à importação de soja não–OGM para esmagamento e comercialização de óleo, farelo e lecitina. Também atua na Polônia com o processamento do óleo de colza. Na unidade fabril de Fredrikstad, trabalham 60 de seus 90 empregados. Seu conselho administrativo é composto por sete membros, sendo que dois destes representam os trabalhadores.

Toda a produção da Denofa é 100% não-OGM e livre de Salmonella, o que a torna referência no mercado escandinavo por sua preocupação com a qualidade e a sanidade de seus produtos.

Quem é o Grupo André Maggi?

O Grupo André Maggi, cujo volume de vendas anuais alcançou o patamar de US$ 2 bilhões em 2008, é composto por quatro divisões de negócios, capitaneadas pelas empresas Amaggi, Divisão Agro, Hermasa e Maggi Energia.

A Amaggi é responsável pela originação, armazenagem, esmagamento e comercialização, e produção de sementes de soja, além da compra e venda de fertilizantes e químicos. Em 2008, a empresa ocupou a 33.ª posição no ranking das 250 maiores empresas exportadoras segundo relatório da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento do Brasil.

A Divisão Agro atua na produção agrícola de soja, milho e algodão, sendo que na safra passada (2008/2009) cultivou 206 mil hectares com essas commodities. Já a Hermasa atua na navegação fluvial com transporte de cereais, minério e fertilizantes e a Maggi Energia é a divisão voltada para a produção de energia elétrica através de PCH´s (Pequenas Centrais Hidrelétricas).

Ao todo, o Grupo tem mais de 3.100 empregados próprios e desenvolve suas atividades nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Amazonas, São Paulo e Paraná, no Brasil; e em Roterdã, na Holanda.

http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=303024
 

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Após arrendar 5 unidades em MT, JBS demite 742 em SP

Reuters


Depois de arrendar cinco unidades de bovinos em Mato Grosso no início do mês, o JBS anunciou nesta terça-feira demissões de 742 funcionários em três plantas situadas no Estado de São Paulo, em um "movimento contínuo de melhorias da eficiência da empresa", afirmou o frigorífico.

Maior companhia de carne bovina do mundo, com atuação na Argentina, Austrália, Europa e Estados Unidos, além do Brasil, o JBS demitiu 276 funcionários em Barretos, 208 em Presidente Epitácio e 258 em Andradina, cidades do interior paulista.

De acordo com o JBS, as demissões não estão relacionas à queda nas exportações brasileiras de carne bovina no primeiro semestre .

"Trata-se de um movimento de melhorias no fluxo de trabalho, na produtividade", explicou a assessoria de imprensa do JBS, por e-mail.

O gado produzido em Mato Grosso, maior produtor de bovinos do Brasil, é mais barato que o criado em São Paulo, principal centro consumidor nacional.

O frigorífico tem unidades em 9 Estados brasileiros.

"A JBS está em constante expansão no Brasil. No dia 6 de julho, por exemplo, comunicamos a incorporação de cinco unidades de abate e desossa que vão ampliar a nossa capacidade de abate em 5.150 animais/dia", ressaltou a assessoria.

De acordo com a empresa, o arrendamento das cinco unidades em Mato Grosso, elevou a capacidade de abate da companhia acima de 26 mil animais/dia no Brasil, ao mesmo tempo em que representa a criação de mais de 3 mil postos de trabalho.

Duas das unidades arrendadas pertenciam ao frigorífico Quatro Marcos, e as outras três incorporadas pelo JBS tinham sido arrendadas pelo Quatro Marcos, que sofreu com a crise financeira internacional e a escassez de crédito.

"Com o crescimento do rebanho brasileiro e com a melhora do comércio internacional, a companhia continuará a crescer neste mercado, atingindo as metas traçadas na época da abertura de capital em 2007", declarou a companhia, reiterando "compromisso de comprar animais somente de propriedades que sustentam o meio ambiente e que cumprem com as leis vigentes no país".

O JBS possui uma capacidade global de abate de 73,9 mil cabeças/dia, com operações em 25 plantas industriais.
 

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Discussion Starter · #13 ·
MT terá R$ 2 bilhões para a safra de 2009/10

Redação 24 Horas News
Com assessoria


Começa em instantes, a audiência do governador em exercício, Silval Barbosa, com representantes do Banco do Brasil para assinatura do Protocolo de Intenções para a Safra 2009/2010. Segundo informações da assessoria da instituição financeira, no documento, o banco formaliza a intenção de aplicar até R$ 2 bilhões na agricultura empresarial e familiar no Estado de Mato Grosso.

O protocolo será assinado por Silval, pelo diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Josér Carlos Vaz, pelo superintendente do banco no Esado, Tarcísio Hübner, e pelos secretários de Desenvolvimento Rural, Neldo Egon, e de Projetos Estratégicos, José Aparecido dos Santos.

(Com informações da Assessoria de Comunicação do BB)
 

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Ótima notícia a da duplicação na Serra de São Vicente.

Mas eu acho que deveria ser duplicado todo o trajeto entre Cuiabá e Rondonópolis.
 

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100% dos estandes da Exposul já foram comercializados
Da Assessoria



Faltando 15 dias para o início da 37ª edição da Exposul não há mais estandes disponíveis para comercialização. A adesão maciça de expositores, que é crescente ao longo dos anos, tem colaborado para o sucesso em comercialização da festa, que já ultrapassa os 40 milhões.

Antes mesmo do início da maior festa agropecuária do Centro Oeste, a 37ª Exposul de Rondonópolis já bate recordes. Faltando 15 dias para o começo da festa não há mais espaços vagos para comercialização. Segundo a coordenadora da 37ª Exposul, Mara Casadia, normalmente, os espaços são fechados na semana que antecede a Exposul, sendo que em alguns anos, a festa começou com espaços disponíveis para comercialização.

Além da rapidez dos expositores em garantir espaço na Feira, Mara ressaltou o retorno ao Parque de empresas que não participavam há anos do evento. Segundo a Coordenadora, os volumes de público e de comercialização da última edição, serviram de estímulo para a grande procura deste ano.

“A expectativa para esta edição é muito positiva. Mais uma vez, os expositores vestiram a camisa da Exposul e tenho certeza que todos, ao longo dos nove dias de exposição, vão colher bons resultados”, avaliou a coordenadora.

Foram comercializados 113 espaços com área construída e dezenas de espaços gramados para construção ou montagem de estandes. Nesses espaços, assim como na edição anterior, estão representantes dos segmentos de máquinas agrícolas, veículos leves e pesados. Apenas uma concessionária de veículos leves, instalada na cidade, não vai participar da feira. Às áreas destinadas a bares e restaurantes foram as primeiras a serem comercializadas.

Fonte: Olhar Direto
 

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Discussion Starter · #16 ·
Ótima notícia a da duplicação na Serra de São Vicente.

Mas eu acho que deveria ser duplicado todo o trajeto entre Cuiabá e Rondonópolis.


Vai ser meu amigo teremos a duplicaçao Rondonópolis====Cuiabá===Chapada dos guimaraes (a serra é o trecho mais perigoso,entao tem prioridade)
 

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^^ É verdade, a Serra de São Vicente é bem perigosa e estressante. Já sofri um bocado nesse techo aí. :D

Mas tomara que depois da serra, não demore muito pra duplicarem da Chapada até Rondonópolis. O trecho de Cuiabá a Rondonópolis é muito movimentado, as pessoas de outras regiões nem imaginam o quanto. Essa foto que eu fiz em 2007 no referido trecho dá uma pequena noção (olhando o fluxo de carretas mais adiante):

 

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Discussion Starter · #18 ·
Governo e companhias se unem para expandir a malha aérea em Mato Grosso

Para o secretário de Estado de Turismo, Yuri Bastos Jorge, a formação de um grupo de trabalho formado por esses agentes vai dar uma nova dinâmica ao tema.

Um grupo formado por representantes do Governo do Estado e da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar) irá a Brasília no próximo dia 4 de agosto para apresentar ao governo federal um novo plano para a expansão da malha aérea regional em Mato Grosso.



O plano conterá desde reivindicações para melhorar a infraestrutura e a segurança dos aeroportos no interior do estado, até o pedido de retirada de entraves burocráticos tanto na concessão de incentivos fiscais, quanto na liberação do funcionamento de aeroportos pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).



Numa iniciativa da Secretária de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso (Sedtur-MT), todos os agentes envolvidos na questão se reuniram nesta sexta-feira (17.07) em Cuiabá: além de várias secretarias de governo e a Abetar, participaram da reunião representantes da Anac, da Infraero, de Municípios e da bancada federal de Mato Grosso

Para o secretário de Estado de Turismo, Yuri Bastos Jorge, a formação de um grupo de trabalho formado por esses agentes vai dar uma nova dinâmica ao tema. “Não podemos ficar apenas na discussão. Temos que partir para ações que resolvam o problema”, disse ele. “Mato Grosso vai se transformar com a vinda da Copa. Esse é um evento que pode destravar problemas que atravessamos há muitos anos”.



Segundo o secretário, Mato Grosso vai levar uma grande comitiva a Brasília para tratar da questão. “Vamos pedir que todos os nossos deputados federais e senadores estejam envolvidos nisso”, afirmou.



De acordo com o presidente da Abetar, Apostole Lazaro Chryssafidis, bem como para os diretores das empresas Cruiser, Trip e Passaredo, as companhias aéreas regionais têm lutado para sobreviver num mercado com altos custos, sobretudo em itens como combustível e ocupação de aeronaves.



Segundo as empresas, o desconto de 50% sobre o ICMS do combustível que o Governo de Mato Grosso oferece não tem se traduzido em ganho, dado o aumento do preço na bomba. “A nossa empresa passou por uma forte crise, por conta dos prejuízos”, disse Eduardo Busch, da Passaredo.



O representante da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Laerte Santana, avisou às empresas que o Governo do Estado tem feito a sua parte, mas não tem controle sobre os valores cobrados pela Petrobras. Por outro lado, Paulo Almada, da Cruiser, explicou que as exigências da Anac quanto à operacionalização de aeroportos é mais um problema nessa equação. “O que trava o nosso desenvolvimento é o excesso de zelo”, disse ele.



Para o representante da Anac, José Carlos Cunha, porém, nenhum zelo é exagerado quando se trata da segurança dos passageiros. Ele citou inclusive o exemplo de aeroportos em Mato Grosso que não têm nem cerca para isolar a pista.



De acordo com a secretária adjunta de Turismo, Vanice Marques, o próprio fato de o governo ter conseguido reunir representantes de todos os setores da aviação já é um sinal de que os problemas podem ser resolvidos mais rapidamente. "Tem toda a lógica Mato Grosso, por sua localização, se transformar num verdadeiro centro brasileiro distribuidor de voos regionais", afirmou.
 

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Discussion Starter · #19 ·
Cuiabá X Manaus Espírito empreendedor é destaque nos voos da Trip

O presidente da companhia aérea Trip, José Mário Caprioli, disse ter ficado surpreendido com o envolvimento do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, para o lançamento oficial da rota Cuiabá-Manaus-Cuiabá. A inauguração do voo 5460 rendeu uma “ponte aérea” neste sábado (18.07) para a comitiva mato-grossense composta por jornalistas, empresários do segmento turístico e de comunicação e Secretários do Governo de Mato Grosso, com direito a ida e volta.



Em solo mato-grossense Caprioli ressaltou que “o espírito empreendedor que o governador Blairo Maggi carrega da sua vida de iniciativa privada fica muito evidente no modelo de gestão que executa”. Para o presidente da Trip este voo será um divisor de águas para a companhia. Os aeroportos de Mato Grosso e do Amazonas funcionam como hubs para a companhia que tem voos para 73 cidades brasileiras e é a maior empresa de rotas aéreas regionais do país.

Quando a comitiva mato-grossense chegou a Manaus ela foi recepcionada pela comitiva amazonense e pelo governador Maggi que já estava lá. No aeroporto local cada um dos participantes foi saudado com um colar indígena. Lá os representantes dos dois Estados atenderam a imprensa. Maggi ressaltou o potencial de Mato Grosso e que isto tem sido enxergado pelos investidores. Ele salientou que a nova linha vai possibilitar "um novo caminho para Mato Grosso chegar à América Central e à América do Norte".

A imprensa também aproveitou o voo de volta para Cuiabá para gravar entrevistas. No voo estavam o governador Blairo Maggi, o secretário chefe da Casa Civil e de Comunicação Social, Eumar Novacki, o secretário de Turismo, Yuris Jorge, o secretário de Planejamento, Yênes Magalhães, o secretário chefe da Casa Militar, Cel. PM Alexander Maia, e o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf . O prefeito de Várzea Grande, cidade que abriga o aeroporto Marechal Rondon, Murilo Domingos também estava no voo. O prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, não viajou mas foi representado pelo empresário Jaime Okamura.

Em Mato Grosso o receptivo foi montado no hangar do Governo do Estado onde a comitiva mato-grossense, a comitiva amazonense e os empresários da Trip foram recepcionados ao som do rasqueado e ao sabor da culinária regional, com a presença do secretário de Educação, Ságuas Moraes.

A nova rota da Trip liga o Centro-Oeste ao Norte do Brasil ao Valor de R$299,00 fortalecendo as possibilidades de saída para as Américas Central e do Norte. Logo mais às 21 horas a comitiva de Manaus retorna ao Amazonas em um voo exclusivo para o dia de hoje.
 

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O presidente da companhia aérea Trip, José Mário Caprioli, disse ter ficado surpreendido com o envolvimento do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, para o lançamento oficial da rota Cuiabá-Manaus-Cuiabá. A inauguração do voo 5460 rendeu uma “ponte aérea” neste sábado (18.07) para a comitiva mato-grossense composta por jornalistas, empresários do segmento turístico e de comunicação e Secretários do Governo de Mato Grosso, com direito a ida e volta.



Em solo mato-grossense Caprioli ressaltou que “o espírito empreendedor que o governador Blairo Maggi carrega da sua vida de iniciativa privada fica muito evidente no modelo de gestão que executa”. Para o presidente da Trip este voo será um divisor de águas para a companhia. Os aeroportos de Mato Grosso e do Amazonas funcionam como hubs para a companhia que tem voos para 73 cidades brasileiras e é a maior empresa de rotas aéreas regionais do país.

Quando a comitiva mato-grossense chegou a Manaus ela foi recepcionada pela comitiva amazonense e pelo governador Maggi que já estava lá. No aeroporto local cada um dos participantes foi saudado com um colar indígena. Lá os representantes dos dois Estados atenderam a imprensa. Maggi ressaltou o potencial de Mato Grosso e que isto tem sido enxergado pelos investidores. Ele salientou que a nova linha vai possibilitar "um novo caminho para Mato Grosso chegar à América Central e à América do Norte".

A imprensa também aproveitou o voo de volta para Cuiabá para gravar entrevistas. No voo estavam o governador Blairo Maggi, o secretário chefe da Casa Civil e de Comunicação Social, Eumar Novacki, o secretário de Turismo, Yuris Jorge, o secretário de Planejamento, Yênes Magalhães, o secretário chefe da Casa Militar, Cel. PM Alexander Maia, e o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf . O prefeito de Várzea Grande, cidade que abriga o aeroporto Marechal Rondon, Murilo Domingos também estava no voo. O prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, não viajou mas foi representado pelo empresário Jaime Okamura.

Em Mato Grosso o receptivo foi montado no hangar do Governo do Estado onde a comitiva mato-grossense, a comitiva amazonense e os empresários da Trip foram recepcionados ao som do rasqueado e ao sabor da culinária regional, com a presença do secretário de Educação, Ságuas Moraes.

A nova rota da Trip liga o Centro-Oeste ao Norte do Brasil ao Valor de R$299,00 fortalecendo as possibilidades de saída para as Américas Central e do Norte. Logo mais às 21 horas a comitiva de Manaus retorna ao Amazonas em um voo exclusivo para o dia de hoje.


Apesar do Aeroporto de Cuiabá/VG estar acima da média (em infraestrutura) será necessário amplia-lo rapidamente para atender a demanda das novas rotas aéreas...

Cuiabá está agora com mais uma opção para se chegar à América do Norte e Caribe...
 
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