SkyscraperCity Forum banner
Status
Not open for further replies.
1 - 20 of 4985 Posts
Ancelmo Gois - 23.04.2014 | 12h50m

AS FOTOS DE HOJE


A culpa nem sempre é do outro



Todo mundo reclama do governo. E não faltam razões para isso. Mas, às vezes, a culpa é também nossa, da sociedade. Três exemplos recentes de vandalismo. Primeiro: nos quatro primeiros meses deste ano, 36 ônibus foram incendiados no Rio. Um prejuízo de R$ 12,5 milhões. Destino também lamentável tiveram outros dois ônibus com ar-condicionado que foram apedrejados, em frente à prefeitura do Rio, no último dia 15 (veja um deles na foto do alto). E ambos tinham sido colocados nas ruas dois dias antes. Por causa dos ataques, foram recolhidos para recuperação. Outro exemplo: de quinta para sexta passada, a cabine da Guarda Municipal (foto menor à esquerda), na Praça Paris, na Glória, foi atacada, teve a porta arrancada e a cadeira furtada. Já este orelhão, na Rua Coronel Moreira César, em Icaraí, Niterói, foi ao chão após a ação de uns mal-educados... ou seriam criminosos? É como a coluna sempre diz: aqui no Brasil tem muita gente que acha que o problema são os outros.
See less See more
  • Like
Reactions: 5
GENTE BOA

Luiz Fernando Janot deixa Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio

ISABELA BASTOS
23.04.2014 13h48m



O arquiteto Luiz Fernando Janot renunciou ao cargo de membro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio. Saiu por causa do apoio dado pela entidade à primeira etapa do concurso do BNDES para o prédio anexo do banco, no Centro. Ele não concorda com uma das regras do concurso que, segundo ele, tiraria dos arquitetos o direito sobre os projetos apresentados. “Um projeto de arquitetura tem etapas distintas. Não se divide. Não se pode pegar uma obra de uma pessoa e entregar para outro fazer”, diz Janot, que é coordenador de concursos do Instituto dos Arquitetos do Brasil.

Janot reclama da posição do presidente do CAU-RJ, Sydnei Menezes, no episódio; e diz que o concurso teria colocado em extremos opostos o Conselho e o IAB. “Cobrei uma posição, mas ele ficou me enrolando, dizendo que ia ver. Na reunião do conselho, votaram moções de apoio a ele. Me senti ludibriado”.

Sydnei nega que o concurso do BNDES esteja infringindo o direito autoral dos arquitetos e diz que não há impasse das entidades. “O BNDES já se manifestou publicamente sobre isso. Todos objetivamos a mesma coisa, que é concurso público, com garantia de direito autoral e de acompanhamento do projeto. De nossa parte essas questões estão resolvidas”.

Janot não é o primeiro a demonstrar descontentamento com o concurso. O arquiteto, urbanista e ex-governador do Paraná Jaime Lerner recusou o convite do BNDES para ser um dos jurados do concurso. Ex-presidente da União Internacional dos Arquitetos, Lerner também não teria gostado de saber que a disputa está sendo duramente criticada pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil.
See less See more
Artigo
Um momento, por favor!

Ivo Barreto superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
Publicado: 23/04/14 - 10h00
Atualizado: 23/04/14 - 15h19


Ivo Barreto, superintendente do Iphan no Rio
Foto: Agência O Globo

Encaminhando-se para completar seus 450 anos, além da oportunidade de comemorar uma data significativa para um rico e diverso passado vivido, a cidade do Rio de Janeiro e suas profundas transformações – não nos atendo apenas às de agora – nos colocam a oportunidade e a necessidade de refletir sobre os passos dados até aqui e as perspectivas construídas para seu futuro neste percurso. Neste contexto, o patrimônio cultural carioca, enquanto pauta, tem assumido papel cada vez mais presente na condução e influência de aspectos significativos da transformação da cidade, o que torna pertinente e ilustrativo abordá-lo, enquanto processo, nesta reflexão.

O debate sobre o patrimônio cultural e a preservação dos espaços de memória da cidade do Rio de Janeiro possuem íntima relação e sua interface acontece desde os primeiros anos, quando da criação de uma política de preservação do patrimônio histórico e artístico nacional. Tal relação se dá não apenas pela pujança inequívoca do acervo cultural da cidade naquele momento. Nascia em 1937 uma política de preservação do Patrimônio Nacional, através da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN) que, embora pautada pela busca em salvaguardar um acervo representativo da Memória Nacional, carrega no seio de sua execução uma relação quase afetiva com a cidade, uma vez que fora em seu território, permeado de registros de seu percurso histórico, que nasceu, cresceu e se formou uma significativa parte dos técnicos que desde aquele momento se encarregavam de colocar em prática a busca pelo registro do conjunto de bens representativos do Patrimônio Nacional. Obviamente, o fato de ser a capital do país potencializava ainda mais o olhar para a cidade na busca destes registros a serem preservados.

Passados mais de 75 anos desde este início, não é de se admirar que, dentre o acervo tombado como Patrimônio Nacional, o Rio de Janeiro responda por parcela significativa das inscrições, é claro. Não é por menos, como vimos, a capacidade de se atribuir ao Rio uma relevância nacional era caminho seguro para o início deste processo e lugar comum entre os técnicos. Obviamente, a busca por uma lista representativa dos bens que emanavam "valor nacional", no entendimento do corpo técnico envolvido, perseguiu, ao longo deste tempo, a diversificação dos registros pelo país. Ainda assim, foram casos como o Rio de Janeiro, de um patrimônio diverso e de valor distinto, que influenciaram mudanças significativas no entendimento da construção desta política.

Embora possa se entender como vanguardista, a busca pela proteção de um Patrimônio Nacional ao mesmo tempo em que conferia destaque aos bens tombados como representantes deste acervo, fazia aflorar uma questão de base: nem só de patrimônio nacional se constrói a memória das comunidades. Esta questão, contudo, não se deu abruptamente, mas se constituiu a partir de um debate que passa a apontar a pertinência e a necessidade de preservação de conjuntos mais simples da cidade, porém representativos para a compreensão de seu percurso histórico e intimamente ligado ao afetivo de suas comunidades. Como compreender um Patrimônio Nacional, muitas vezes de significado distante e inalcançável, se perdíamos o patrimônio local e o regional, pelos quais as noções de memória muitas vezes se dão com naturalidade, em função de sua íntima relação com sua população?

Este debate alcança seu ápice quando da publicação de três documentos fundamentais à condução de uma nova orientação da política de preservação: o Compromisso de Brasília (1970), o Compromisso de Salvador (1971) e a Carta de Petrópolis (1987). Estes dois documentos iniciais resultam do debate fomentado entre técnicos e gestores do patrimônio nacional, governadores e prefeitos de várias partes do país, pelos quais se manifesta a inadiável necessidade de atuação solidária na preservação do patrimônio brasileiro, única alternativa para a salvaguarda de um acervo diverso e todos os seus valores. Neste sentido, delibera-se, dentre outras coisas, pelo incentivo à elaboração, por parte de estados e municípios, de legislações específicas que amparassem a atuação e criação de órgãos estaduais e municipais de patrimônio cultural pelo país, fazendo-se possível abordar e proteger, por meio deste compartilhamento da capacidade de ação, os valores locais e regionais, inalcançáveis ao discurso (e à legislação) do Patrimônio Nacional. Já a Carta de Petrópolis, mais adiante temporalmente, solidifica este debate abordando conceitos mais abrangentes de percepção urbanística e tratamento das áreas históricas na cidade, falando sobre o conceito de Sítio Histórico Urbano, entendido enquanto espaço de valores produzidos no passado e no presente, em processo dinâmico de transformação, porém dotado de diretrizes cumulativas dos registros sociais que a vivência da comunidade imprime no território da cidade. É neste momento em que se consolida o abandono da noção homogênea (e purista) da "cidade monumento", alçando vez ao protagonismo da "cidade documento", que se permite adaptar e registrar seu percurso histórico sem, contudo, perder sua memória cumulativa.

Apesar de debatido em 1987, nada mais atual que esta reflexão no Rio de hoje. Fala-se ainda, na Carta de Petrópolis – em continuidade aos documentos anteriores –, da necessária atuação conjunta das esferas de governança atribuindo ao planejamento urbano papel fundamental no futuro das áreas históricas, envolvendo, portanto, não apenas os gestores do patrimônio cultural e dos centros históricos mas, ainda, a própria gestão da cidade, nesta missão. Em especial, fala-se também da necessidade de participação da comunidade no processo decisório do planejamento. E é na junção destas duas vertentes que o desafio se coloca.

Em meio a tantas transformações, a cidade do Rio de Janeiro aborda uma oportunidade temporal de adaptar-se de maneira única e jamais experimentada em sua história contemporânea, com investimentos para isso, e tornar-se uma cidade mais acessível, de mobilidade mais bem resolvida, de espaços públicos mais bem constituídos ao exercício da cidadania e do direito à cidade. Espera-se, pois, que seja mais evidente a constituição dos mecanismos de participação cidadã neste processo, uma vez que tais transformações são de tal ordem, que a sua legitimação, acreditamos todos (comunidades e gestores), não se dá apenas pelos seus instrumentos jurídicos legais, mas sim pela efetiva participação cidadã nas escolhas da cidade, devidamente organizada e capitaneada pelos motores públicos desta transformação.

Auxiliando a possibilidade de democratização da construção das políticas de preservação (e urbanas, a esta altura), a abertura destes conceitos no campo do patrimônio cultural, felizmente não se dá isoladamente. Vem junto com todo este debate a ampliação do conceito de patrimônio cultural que abandona o terreno firme do patrimônio material (edifícios, cidades, obras de arte, etc.) e passa a alcançar outros aspectos de nossa memória, aspectos intangíveis, não materiais. Nasce a ferramenta do Registro do Patrimônio Imaterial, que no Rio, mais uma vez, encontra exemplos inúmeros, tais como as Matrizes do Samba Carioca, o Jongo, a Capoeira e o ofício das Baianas do Acarajé, já reconhecidos como patrimônio imaterial brasileiro. Apesar de recente, é destas trincheiras de trabalho nas quais temos vivenciado lições de debate público das políticas de preservação, a exemplo da Capoeira, que recentemente formou seu Conselho de Mestres, arregimentado através do trabalho conjunto de gestores e mestres de Capoeira na articulação dos grupos de mestres presentes em todas as regiões do estado, em busca da composição de recorte representativo desta comunidade para debater o caminho, as prioridade e demandas da política de preservação dessa manifestação cultural. Trata-se de um processo mais lento, sem dúvida, mas de legitimidade construída a muitas mãos.

É neste contexto que os valores locais, regionais e nacionais do patrimônio do Rio se encontram trabalhados. Mais uma vez em posição de vanguarda, o Rio há décadas já possui em suas estruturas estadual e municipal institutos dedicados à preservação de seu patrimônio, o que nos garantiu até agora, com muito esforço de todos estes, a manutenção de um Sítio Histórico Urbano complexo e diverso, com registros de inúmeros momentos de seu passado, convivendo lado a lado com seus aspectos imateriais, o que faz de seu acervo o espelho da diversidade da cultura carioca, constituindo a Paisagem Cultural do Rio de Janeiro, recentemente reconhecida como Patrimônio Mundial. Num contexto de tamanhas transformações, estar dotado de estruturas voltadas ao tema, já solidificadas nas diversas instâncias de governo, apenas reforça a capacidade (e dever) de cada gestor de assumir seu papel na preservação da memória do Rio, prezando pela composição local-regional-nacional, sendo certo que a cada um cabe uma tônica de atuação e objetos complementares – porém muitas vezes distintos –, mas que apenas em conjunto suportam um discurso coeso desta diversidade de valores.

Neste sentido, a responsabilidade que pousa nas mãos de cada um destes gestores, em suas mais diversas áreas e instâncias, passa pela capacidade de exercer seu papel na implementação destas diretrizes e debates, de forma a garantir que a cidade complete seus 450 anos contando com uma estrutura renovada, no sentido do direito à cidade, mas ainda dotada de sua herança histórica e cultural, sem perder os testemunhos que sustentam (e seguirão sustentando) estes valores ao longo do tempo. Esta, sem dúvida, é uma senhora responsabilidade que deve ser pesada a cada dia, pois se é da cultura que se vale a sociedade para sustentar sua memória, é da preservação da diversidade e autenticidade de seu patrimônio cultural que se vale a cidade para sustentar sua identidade. E isso, meu caros, não dá pra fazer sozinho.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/um-momento-por-favor-12266219#ixzz2zjukUfvy
© 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
See less See more
Ancelmo Gois - 23.04.2014 | 12h50m

AS FOTOS DE HOJE


A culpa nem sempre é do outro



Todo mundo reclama do governo. E não faltam razões para isso. Mas, às vezes, a culpa é também nossa, da sociedade. Três exemplos recentes de vandalismo. Primeiro: nos quatro primeiros meses deste ano, 36 ônibus foram incendiados no Rio. Um prejuízo de R$ 12,5 milhões. Destino também lamentável tiveram outros dois ônibus com ar-condicionado que foram apedrejados, em frente à prefeitura do Rio, no último dia 15 (veja um deles na foto do alto). E ambos tinham sido colocados nas ruas dois dias antes. Por causa dos ataques, foram recolhidos para recuperação. Outro exemplo: de quinta para sexta passada, a cabine da Guarda Municipal (foto menor à esquerda), na Praça Paris, na Glória, foi atacada, teve a porta arrancada e a cadeira furtada. Já este orelhão, na Rua Coronel Moreira César, em Icaraí, Niterói, foi ao chão após a ação de uns mal-educados... ou seriam criminosos? É como a coluna sempre diz: aqui no Brasil tem muita gente que acha que o problema são os outros.
Já era!!! Virou moda fazer arruaça..qualquer rusga que tiver...explode um confronto.
See less See more
Já era!!! Virou moda fazer arruaça..qualquer rusga que tiver...explode um confronto.
Não trabalham, não estudam, ficam acampados lá no centro e a unica diversão daquela gente é dar prejuizo aos outros. Se tivessem trabalhando ou estudando, não precisariam estar lá.
Cultura do Vandalismo acabando com o Rio.
Ancelmo Gois - 23.04.2014 | 12h50m

AS FOTOS DE HOJE


A culpa nem sempre é do outro



Todo mundo reclama do governo. E não faltam razões para isso. Mas, às vezes, a culpa é também nossa, da sociedade. Três exemplos recentes de vandalismo. Primeiro: nos quatro primeiros meses deste ano, 36 ônibus foram incendiados no Rio. Um prejuízo de R$ 12,5 milhões. Destino também lamentável tiveram outros dois ônibus com ar-condicionado que foram apedrejados, em frente à prefeitura do Rio, no último dia 15 (veja um deles na foto do alto). E ambos tinham sido colocados nas ruas dois dias antes. Por causa dos ataques, foram recolhidos para recuperação. Outro exemplo: de quinta para sexta passada, a cabine da Guarda Municipal (foto menor à esquerda), na Praça Paris, na Glória, foi atacada, teve a porta arrancada e a cadeira furtada. Já este orelhão, na Rua Coronel Moreira César, em Icaraí, Niterói, foi ao chão após a ação de uns mal-educados... ou seriam criminosos? É como a coluna sempre diz: aqui no Brasil tem muita gente que acha que o problema são os outros.

Ancelmo.com
Jorge Antonio Barros - 23.04.2014 | 19h40m

FLAGRANTE

Carona da morte



Da série "a culpa é sempre do outro", vejam o flagrante enviado pelo nosso repórter por um dia, Luan de Souza, diretamente da selva de pedra de Copacabana. Foi hoje de manhã na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Nessas horas não aparece um guarda municipal nem um PM para parar o ônibus e levar o rapaz para a delegacia mais próxima.
See less See more
2
Rio 2016 é tema do terceiro Hangout On Air com o prefeito Eduardo Paes

23/04/2014 16:42:00

O prefeito Eduardo Paes vai participar nesta quinta-feira (24/04), às 19h, do terceiro Hangout On Air da Prefeitura do Rio. O tema desta edição será a preparação do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016. Ao vivo e com transmissão pela internet, Paes será entrevistado por quatro jornalistas especializados no tema. O encontro será mediado pela jornalista Mariana Procópio – chefe de redação da rádio Bandnews. O hangout será transmitido pela página Sempre Presente e poderá ser acompanhado de qualquer dispositivo (computador, tablet ou smartphone). Mais informações na página da Prefeitura do Rio no Facebook.

A prefeitura convidou jornalistas especializados para discutir o desafio e as estratégias da cidade para receber os Jogos Olímpicos em 2016. São eles: Caio Barbosa, do jornal O Dia; Michel Castellar, do Lance!; Italo Nogueira, da Folha de São Paulo; e Jamil Chade, correspondente do Estado de S. Paulo. Será a primeira vez que uma cidade da América do Sul receberá a principal competição esportiva do planeta.

– Queremos esclarecer para os cariocas como está sendo a nossa preparação para os Jogos Olímpicos. É muito importante ouvir as questões e as opiniões de jornalistas especializados neste tema. Será uma oportunidade única para todos esclarecerem suas dúvidas e também podermos debater sobre o legado que esse evento trará para a cidade – explicou Paes.

Cada participante falará de um local diferente, escolhido previamente. Caberá ao moderador, manter o equilíbrio no tempo de cada pergunta e resposta.

O Hangout On Air, que é uma ferramenta da Google que permite que várias pessoas conversem via vídeo com transmissão ao vivo na web, já foi usado por políticos como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a ex-primeira ministra australiana, Julia Gillard, e por todos os candidatos à presidência na última eleição francesa. O debate online tem o objetivo de aumentar a participação popular na administração pública e discutir com transparência sobre as principais questões da cidade.

A primeira edição do Hangout da Prefeitura do Rio aconteceu em agosto de 2013 e o tema foi livre. O prefeito foi entrevistado por cinco representantes da sociedade civil, entre eles o músico Tico Santa Cruz e o cofundador da mobilizadora Meu Rio, Miguel Lago.

Na segunda edição, realizada em novembro do ano passado, Eduardo Paes foi entrevistado sob a ótica do tema mobilidade. O professor de Engenharia Urbana e Ambiental da PUC-Rio, Fernando Mac Dowell foi um dos participantes.

OS PARTICIPANTES

Eduardo Paes – prefeito da cidade do Rio de Janeiro.

Mariana Procópio – Formada em Comunicação Social e com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, é chefe de redação da rádio Bandnews FM, desde 2011. Com passagem pela TV Bandeirantes, como repórter, Mariana acompanhou de perto os principais episódios da cidade do Rio, nos últimos 10 anos. Começou a carreira no jornal O Povo e também teve passagem pela Gazeta Mercantil.

Caio Barbosa – Formado em Comunicação Social e Ciências Sociais na Universidade Federal Fluminense (UFF), é repórter e colunista do jornal O Dia. Por sete anos, foi repórter esportivo do Diário Lance! e também nos jornais Extra e O Fluminense. Trabalhou também no Globoesporte.com e na TV Globo.

Italo Nogueira – Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ítalo Nogueira trabalha na Folha de São Paulo há sete anos. É especialista em Jogos Olímpicos e também na cobertura do cotidiano da cidade do Rio de Janeiro.

Jamil Chade – Correspondente do jornal O Estado de S. Paulo na Suíça, é graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP e mestre em relações Internacionais pela Universidade de Genebra, na Suíça, e já passou por mais de 40 países. Tem dois livros publicados "O Mundo Não é Plano" (2010) e "Rousseff (2011). Em sua coluna no jornal da capital paulista, trata de diversos assuntos internacionais, entre eles Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

Michel Castellar – Formado em Comunicação Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é especialista em Jogos Olímpicos. Há sete anos escreve no jornal esportivo Lance!, veículo onde também mantém o blog Rio 2016, que aborda assuntos relacionados aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos que a cidade carioca receberá. Começou a carreira no jornalismo esportivo no jornal O Estado de S. Paulo.
See less See more
24/04/2014 00:36:43
Coveiros vão entrar em greve no Rio
Paralisação acontecerá amanhã em 12 cemitérios do Rio. Categoria quer salários atrasados

O Dia

Rio – Com salários atrasados, coveiros de 12 cemitérios do Rio prometem cruzar os braços a partir de amanhã. A paralisação está programada para começar às 9h e seguir até as 13h. Sepultamentos só serão realizados no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, Zona Portuária, o único dos 13 cemitérios administrados pela Santa Casa de Misericórdia que ficará fora da greve.

De acordo com o diretor social do Sindicato dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas do Estado do Rio, Marcos Flávio Mendonça, os funcionários do Cemitério do Caju não aderiram à paralisação porque estão com os salários em dia.


No São João Batista, não haverá enterros das 9h até as 13h. Só o Cemitério do Caju não aderiu à greve
Foto: Márcio Moraes / Agência O Dia

Além de receber pagamentos e benefícios trabalhistas como férias, os funcionários reivindicam melhores condições de trabalho.“Os empregados estão numa situação muito difícil. Muitos estão passando necessidade. Alguns já foram despejados de suas casas”, denunciou Mendonça.

O diretor acusa a Santa Casa de não negociar com a categoria para acertar os vencimentos em atraso e os encargos trabalhistas que não estão sendo pagos. “Além de não receber os salários, os funcionários não estão conseguindo tirar férias.Muitos trabalhadores estão sendo mandados embora, forçando todos a entrar na Justiça para conseguir receber o que é de direito”, disse.

A Santa Casa da Misericódia admitiu que a entidade passa por uma crise financeira e que há uma conversa com os administradores dos cemitérios para tentar pagar as pendências o mais rápido possível.

A situação nos cemitérios da cidade é um problema que se arrasta desde 2010. O auge da crise ocorreu no ano passado, quando a Santa Casa foi acusada de vender jazigos sem autorização da prefeitura e de sonegar documentos e notas fiscais. O então provedor Dahas Zarur foi afastado do cargo.
See less See more
^^

A Santa Casa anda bem mal das pernas. Os funcionários do hospital aqui no castelo também fizeram greve recentemente.
Ancelmo.com
Jorge Antonio Barros - 23.04.2014 | 19h40m

FLAGRANTE

Carona da morte



Da série "a culpa é sempre do outro", vejam o flagrante enviado pelo nosso repórter por um dia, Luan de Souza, diretamente da selva de pedra de Copacabana. Foi hoje de manhã na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Nessas horas não aparece um guarda municipal nem um PM para parar o ônibus e levar o rapaz para a delegacia mais próxima.
Quando fui semana passada no Forte de Copacabana, nao vi NENHUM policial, nenhumzinho em todas as ruas que passei por Copacabana.
Vou nem dizer o que essa foto da noticia parece...
See less See more
  • Like
Reactions: 1
Projeto prevê ligação marítima do Galeão com o Centro do Rio.
O secretário estadual de Turismo levou a proposta ao ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil, em Brasília.
Magnavita também pediu ajuda para inclusão da promoção dos aeroportos regionais no Plano Estadual de Turismo.



RIO — O Rio poderá ter uma ligação marítima ligando o Aeroporto Tom Jobim ao Centro antes das Olimpíadas de 2016. O projeto foi levado, nesta quarta-feira, pelo secretário estadual de Turismo, Cláudio Magnavita, ao ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, em Brasília. Magnavita também pediu ajuda do ministro para a inclusão da promoção dos aeroportos regionais no Plano Estadual de Turismo.

— Esta ligação será fundamental para as Olimpíadas, e o apoio da SAC, Infraero e Anac será fundamental para que o projeto saia do papel e vire realidade. Por outro lado, a implantação dos novos aeroportos regionais, como o de Angra dos Reis, Paraty, Volta Redonda, Resende, Itaperuna, Campos dos Goytacazes, Macaé e Cabo Frio devem ser acompanhados de um plano de promoção e captação de voos e estimulo de tráfego de turistas — defendeu Magnavita.

Segundo o secretário, o Rio será o primeiro a desenvolver um plano estadual de turismo, priorizando o desenvolvimento das ligações aéreas regionais.
— A chegada dos novos aeroportos mudará completamente o crescimento do fluxo turístico em todo o estado. Angra dos Reis, Paraty e Cabo Frio passarão a ter muito mais competitividade no cenário nacional e temos que estar preparados para este momento — acrescentou Magnavita.
Moreira Franco considerou importante a integração da promoção turística com estes terminais regionais.
— Investir na aviação regional é um compromisso do governo. Encurta distâncias, facilitando a vida das pessoas — afirmou o ministro, acrescentando que a proposta da ligação marítima entre o aeroporto do Galeão e o Centro do Rio deve ser uma iniciativa do estado e do município e que o projeto deve final deve ser apresentado à Secretaria de Aviação Civil.

Ainda em Brasília, o secretário de Estado de Turismo do Rio de Janeiro foi recebido pelo presidente em exercício da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Claudio Passos, que analisou a proposta da ligação marítima do Galeão de forma experimental, já para a Copa, e repassou a proposta para o grupo técnico que está cuidando da operação logística do megaevento esportivo.

Na ocasião, também foi definido uma ação integrada de assistência ao turista, com distribuição de material de orientação ao passageiro nos postos de informação turística da Setur-RJ durante a Copa.
— Uma das nossas missões durante a Copa do Mundo é dar assistência aos visitantes e é natural que a Anac utilize os nossos canais para orientar o passageiro — concluiu Magnavita.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/projeto...leao-com-centro-do-rio-12282940#ixzz2zplVwcna
© 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
See less See more
Internautas vão escolher presentes para os 450 anos do Rio
Votação vai até o dia 30 deste mês. Cidade foi dividida em cinco áreas.


Uma homenagem à Bossa Nova pelas ruas de Ipanema pode ser um dos presentes para o Rio em seus 450 anos Rafael Moraes/20-08-2012 / Agência O Globo

RIO - O Rio completa 450 anos de fundação no dia 1º de março do ano que vem. Porém, o carioca já vai escolher o presente este mês, em votação que vai até a próxima quarta-feira no site Rio 450 anos. Até o início desta semana, mais de 70 mil pessoas haviam votado.

A enquete começou no dia 17 de março, quando, depois de uma consulta pública realizada pela prefeitura, foram apresentadas 30 ideias finalistas para
a festa de 2015. A cidade foi dividida em cinco áreas, cada uma receberá um presente ou será contemplada com um evento.

Na região da Zona Sul, Tijuca e arredores, as cinco opções são as seguintes: festival de chorinho em Vila Isabel, festival em homenagem à Jovem Guarda na Tijuca, reconstituição da batalha de Uruçumirim na Glória, tratamento histórico-artístico do Rio Carioca e festival de bossa nova em Ipanema.
Na Barra, quatro ideias de moradores podem virar realidade.

Cosme Velho pode receber melhorias

Três autores assinam a ideia da homenagem ao ritmo musical tipicamente carioca, nascido na Zona Sul na década de 1950: Leonardo Fuks, residente no Jardim Botânico; Paulo Rego, morador de Ipanema; e Beatriz Buccolo, que vive em São Paulo.
— A bossa nova é 100% carioca. Foi criada no Rio no século XX, por figuras sagradas da música, e se tornou algo internacional. A proposta é transformar os 450 anos do Rio em 450 minutos de bossa nova em um palco — explica Fuks, que é músico.

O arquiteto Rodrigo Azevedo, morador do Cosme Velho, foi o idealizador do projeto para revitalizar o Rio Carioca por meio da História e da arte:
— O Rio Carioca dá nome aos cidadãos que nascem na cidade. Então, por que não abrir o Rio? Poderiam ser feitos grandes painéis de azulejos pintados por crianças, contando a história da cidade. Hoje, ele está dentro de uma calha de concreto, queremos trazê-lo para a superfície novamente, renaturalizar sua borda. As muretas atuais seriam substituídas por um guarda-corpo vazado.

A outra proposta para a Zona Sul, de autoria de Júlio Cesar Bitterncourt Francisco, morador de Porto Alegre, e de Lena Eva-Lis Lundgren, uma sueca radicada no bairro de Humaitá, também faz um resgate histórico: a reconstituição da batalha de Uruçumirim, quando portugueses e índios expulsaram os franceses da Baía de Guanabara, em 1567.
— Sem essa batalha, o Rio não existiria hoje. Foi uma luta decisiva, que tem de ser mantida viva na memória e receber o seu devido valor — comenta Lena.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros...ara-os-450-anos-do-rio-12268276#ixzz2zpmxJfsF
© 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
See less See more
Ancelmo.com
Jorge Antonio Barros - 24.04.2014 | 20h30m

NATUREZA

Os golfinhos estão de volta



Desde 1896, eles fazem parte do brasão da cidade do Rio de Janeiro. Estão por esses mares sabe-se lá quando, provavelmente desde a fundação do mundo. Depois de terem desaparecido nos últimos dois anos, os golfinhos estão de volta à orla do Rio, constata Liliane Lodi, bióloga marinha e coordenadora do projeto Ilhas do Rio, do Instituto Mar a dentro, que faz um levantamento e monitoramento de cetáceos, desde o ano passado. Assista ao vídeo.

O projeto resultou na comunidade virtual "Onde estão as baleias e os golfinhos", que já tem mais de 1.143 membros no Facebook. Dentro do conceito de "ciência cidadã", o projeto pede a colaboração de todos para achar os cetáceos, com informações de localização, fotografias e vídeos que ajudem a identificar as espécies, assim como traçar suas rotas pelos mares do Rio.

– O mar está coalhado de cardumes e isso tem atraído golfinhos-flíper (Tursiops truncatus), aquele do filme (foto acima), assim como baleias-de-bryde (Balenoptera edeni) (foto abaixo). A qualidade da água e a oferta de alimentos são os fatores principais para a aparição desses animais – explica Liliane, lembrando que até o fim do ano o grupo terá concluído o mapa das áreas de ocorrência das diferentes espécies de baleias e golfinhos.

Atualmente, a incidência maior dos cetáceos na orla do Rio é em Ipanema, Copacabana, Barra da Tijuca e Recreio. Se você tem fotos e/ou vídeos de baleias, botos e golfinhos, envie o material para a página Onde estão as baleias e os golfinhos, informando data, local hora e número de animais vistos. A natureza agradece.


See less See more
2
1 - 20 of 4985 Posts
Status
Not open for further replies.
Top