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Boas Novas para o setor de parques!

Será que teremos novidades como ampliações ou novas inaugurações de parques com o fato abaixo noticiado ?


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Parques recebem isenção permanente de impostos de importação

25/10/2019 16:21 |
Marcos Martins


Acaba de ser aprovada a isenção permanente de imposto de importação de equipamentos para os parques temáticos e aquáticos no Brasil








Este era considerado o principal obstáculo para o desenvolvimento do setor, que fatura mais de R$ 3 bilhões por ano no Brasil, recebe 30 milhões de visitantes, gera mais de 15 mil empregos diretos e 100 mil empregos indiretos. A expectativa é que esses números cresçam ainda mais.

Até hoje, o imposto de importação, somado ao custo do frete em função do grande porte dos equipamentos, praticamente inviabilizava um maior desenvolvimento dos parques no País. A isenção definitiva era um pleito do setor e que já durava quase três décadas. A questão vinha sendo conduzida pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) com apoio do Ministério do Turismo.

Quem também compreendeu a importância da iniciativa foi a Secretaria Executiva da Câmara de Comercio Exterior (Camex) do Ministério da Economia. Depois de ter sido aprovada por unanimidade na reunião plenária do Comitê Técnico 1 (CT1) do Mercosul, a resolução número quatro, publicada hoje no Diário Oficial da União, oficializa a conquista, dando a vigência para 10 de janeiro de 2020.

“Os empresários podem aproveitar e contribuir ainda mais para o incremento do Turismo em suas regiões por meio da atratividade dos empreendimentos em operação e da oportunidade para abertura de novos. Nossos parques já figuram como um dos principais destinos latino-americanos. Eles são âncoras econômicas nos locais onde estão instalados, induzindo o desenvolvimento e gerando empregos e renda para a população”, comenta o ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antônio. Ele conclui um esforço que contou com a participação ativa dos ex-ministros Marx Beltrão, Vinicius Lummertz e suas equipes.

“Essa era a nossa grande luta e sua conquista vai significar uma virada na história dos parques e atrações turísticas no País, estimulando os investimentos, a renovação e o surgimento de novas instalações”, comemora o presidente do Sindepat, Murilo Pascoal, que é CEO do Beach Park. “Temos acreditado no Brasil como a próxima fronteira de desenvolvimento dos parques. Mas, para isso se concretizar, era fundamental contar com a mudança.”

“Para se ter uma ideia, nos últimos dois anos todos os empreendimentos associados ao Sindepat inauguraram pelo menos uma grande novidade. Isso ainda sem a isenção definitiva”, reforça Pascoal. O executivo lembra da vocação do Brasil para os parques, pelo clima e pelo estilo da população. E ainda o fato de que todo o País se favorece dos investimentos no setor, pois as atrações são bem distribuídas e estão em diversos Estados.

“O imposto chegava a mais que dobrar o valor de equipamentos e isso bloqueou por muitos anos o desenvolvimento, no Brasil, do setor de entretenimento familiar, um dos que mais movimenta viagens de lazer ao redor do mundo. Agora, entramos definitivamente no mapa de grandes e novos investimentos e, também, de forte crescimento dos parques existentes”, pontua o presidente do Wet’n Wild (SP), Alain Baldacci, também ex-presidente do Sindepat.

POPULARIDADE
O mais recente raio-x da Themed Entertainment Association (TEA) revela que o total de visitantes nos grandes parques do planeta, pela primeira vez, ultrapassou meio bilhão de entradas. O número equivale a quase 7% da população mundial.

Segundo o índice, há apenas cinco anos o número de visitas em relação à população global era de 5%. O ano foi favorável ao entretenimento temático na maior parte das regiões do planeta e o segmento cresceu pelo menos 4% em todos os principais mercados.





https://www.panrotas.com.br/mercado/economia-e-politica/2019/10/parques-recebem-isencao-permanente-de-impostos-de-importacao_168717.html
 

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A Azul anunciou duas rotas inéditas em sua malha para a alta temporada. A aérea voará de Belém para Boa Vista, a partir de 7 de dezembro, e de Porto Alegre para Jaguaruna, em Santa Catarina, entre os dias 20 de dezembro e 13 de janeiro.
 

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MTur vai ao Japão buscar investimentos e quer rever acordo aéreo

Redação
28/10/2019


O MTur (Ministério do Turismo) esteve no Japão, na última sexta-feira (25), para o Encontro dos Ministros do Turismo dos países do G20. Na ocasião, Daniel Nepomuceno, secretário-executivo da pasta, apresentou o panorama no setor no país e ações para alavancar o turismo no Brasil. Também pediu uma atualização do acordo de serviços aéreos vigentes entre os dois países.

Entre as ações apresentadas estão a abertura total das companhias aéreas brasileiras ao capital estrangeiro; ativação e profissionalização da gestão de parques no Brasil, com concessões ao setor privado, além de medidas voltadas à desburocratização e ao aquecimento.

Akaba Kazuyoshi, ministro de Território, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão, interessou-se em estreitar o relacionamento com o Brasil. Ele se disponibilizou a contribuir com a promoção do país no outro lado do mundo e acrescentou que há interesse das empresas nipônicas em levar investimentos.


Mtur: revisão de acordo sobre serviços aéreos

Brasil e Japão têm um acordo sobre serviços aéreos datado de 1956. Desde então, foram feitas reuniões e negociados memorandos de entendimento buscando ajustes de suas provisões. Entre eles, o ponto que se refere à quantidade de frequências e as rotas que as empresas de cada país podem utilizar. O Memorando de Entendimento mais recente é de 2014, tendo como principal resultado a flexibilização das operações de compartilhamento de código.

O secetário-executivo do Mtur comentou que o acordo é muito antigo e precisa de uma atualização. "Temos limitações de número de frequências e do exercício de direitos de tráfego, principalmente quanto à quinta liberdade do ar, que permitiria às empresas aéreas explorarem tráfego em pontos intermediários, por exemplo, o que poderia tornar mais atrativas as ligações entre os dois países”, destacou completou.

Além do Japão, o Mtur também esteve na China, recentemente, apresentando os projetos do setor e buscando investimentos.

https://hoteliernews.com.br/noticias/mtur-vai-ao-japao-buscar-investimentos-e-quer-rever-acordo-aereo-84939
 

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:)


MP do Turismo trará prejuízo de R$ 110 milhões a artistas, diz Ecad

A medida provisória foi proposta pelo Ministério do Turismo e está sob análise da equipe econômica

Entrevista com Isabel Amorim, presidente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad)



BRASÍLIA - A presidente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Isabel Amorim, disse ao Estado que as ações do governo para estimular o turismo e a economia são bem vindas, mas não podem ser feitas "à custa dos artistas". A referência é à Medida Provisória apelidada de “A Hora do Turismo” que, entre outras coisas, isenta os hotéis do pagamento de direitos autorais por músicas executadas em quartos de estabelecimentos, medida que pode tirar da classe artística R$ 110 milhões por ano.

“Apoiamos reformas que beneficiem o desenvolvimento do turismo e a economia do País, mas não é necessário que isso seja feito à custa dos artistas”, afirmou Amorim, antecipando que a expectativa é a de que “a medida não seja assinada pelo presidente da República”. Como revelou o Estado, a MP foi proposta pelo Ministério do Turismo e está sob análise da equipe econômica, passo que antecede a decisão final do presidente.

A proposta mantém a cobrança da taxa de direitos autorais em áreas comuns dos hotéis, como recepção e restaurantes, mas retira a cobrança daquelas consideradas privadas, como quartos e cabines de embarcações. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como a senhora avalia a MP “A Hora do Turismo”?

Apoiamos reformas que beneficiem o desenvolvimento do turismo e a economia do País, mas não é necessário que isso seja feito à custa dos artistas. Esta proposta de isenção (de cobrança nos quartos de hotéis) é temerária e prejudicial para toda a classe artística. A música disponibilizada nos quartos, seja na programação musical de rádio ou televisiva, é um atributo importante para o maior conforto dos clientes, agregando valor ao negócio.

Qual a estimativa do Ecad de perda de arrecadação?

A medida trará um prejuízo de R$ 110 milhões anuais para mais de 100 mil compositores, intérpretes e músicos. O valor cobrado por aposento representa em média R$ 0,60 por diária, sendo que, de acordo com o município em que está localizado o hotel, concedemos um desconto de região socioeconômica, previsto em nosso regulamento, que varia entre 15% e 60%. Além de serem retirados da cadeia produtiva musical, estes valores certamente não influenciarão na diminuição do valor das diárias dos hotéis, representando, única e exclusivamente, um benefício injustificado para o empresariado, em detrimento dos artistas.

O valor arrecadado pelo Ecad hoje é suficiente?

Nossos números refletem a relevância da nossa atividade para a cadeia produtiva da música no Brasil. Em 2018, o Ecad distribuiu R$ 971 milhões para mais de 326 mil titulares. Até outubro de 2019 foram R$ 832 milhões para mais de 358 mil titulares. Nos últimos cinco anos, houve um crescimento de 43% dos valores distribuídos. Estes números falam por si e tornam inquestionável a relevância e a evolução da gestão coletiva brasileira, composta pelas associações e pelo Ecad. Infelizmente ainda há, por parte de alguns setores, como o de hotéis, uma resistência ao pagamento de direitos autorais, o que causa impacto em nossos resultados.

Há margem para o Ecad ceder e isentar ou reduzir alguma cobrança?

O Ecad possui um Regulamento de Arrecadação, com fatores de cobrança baseados em critérios internacionais e aprovados pelas associações que nos administram. Nele já existe a previsão de redução da cobrança em casos específicos. No caso dos hotéis, o Ecad vem buscando, ao longo dos anos, adaptar os valores à realidade dos estabelecimentos. Passamos a aceitar a taxa de ocupação informada pelos próprios hotéis (em vez da média estimada pelo Ibope), concedemos descontos de acordo com a categoria socioeconômica do estado e nível populacional do município em que o hotel está localizado, entre outras iniciativas que buscam viabilizar o pagamento.

O Ecad irá procurar o governo ou Congresso para tratar sobre a MP do Turismo? Quais argumentos o escritório deve encaminhar?

Esperamos que a medida não seja assinada pelo presidente da República. Caso isso ocorra, certamente procuraremos apresentar nossos argumentos durante a análise a ser feita pela devida comissão no Congresso. As associações e o Ecad estão permanentemente abertos ao diálogo, em busca do necessário entendimento.

Qual a leitura da senhora sobre a gestão da área cultural do governo Jair Bolsonaro?

Acho que não nos cabe, neste momento, opinar sobre a gestão cultural do governo, e sim continuar conscientizando o governo e a sociedade sobre o importante trabalho que fazemos em prol da música, um dos maiores bens deste País.

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,mp-do-turismo-trara-prejuizo-de-r-110-milhoes-a-artistas-diz-ecad,70003102247
 

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Digam o que quiserem do nazi mas o governo dele tá suando muito pra destravar a economia. Justiça seja feita.
 

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Digam o que quiserem do nazi mas o governo dele tá suando muito pra destravar a economia. Justiça seja feita.
Remover as névoas ideológicas da visão, conseguir ver o trabalho que está sendo feito e admitir as medidas positivas é um excelente sinal. O orgulho cego é aquilo que impede a maioria da esquerda de se reconectar com a realidade.
 

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liberal em formação
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Alguém sabe como vai o número de turistas internacionais no BR esse ano? Não sei onde achar.

Será que está havendo um crescimento, uma queda ou continua praticamente a mesma coisa em relação aos anos anteriores? Será que houve algum efeito advindo das tentativas do novo governo federal em destravar a entrada de turistas no país?
 

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Ao mesmo tempo deve ter aumentado a participação de turistas norte-americanos na % total, compensando a queda abrupta de argentinos.



E Bolsonaro prometeu, mas tem que ir lá dar um chute na bunda dos xenófobos do Itamaraty e Polícia Federal para agilizar a isenção de vistos para chineses.

A China tem classe média maior que a população dos EUA, e é justamente essa população atrapalhada pelo visto burocrático, não o pobre que vem ilegal via Paraguai.



Se combinar direitinho, quem sabe até o Brasil seja um dos únicos países do mundo a ter isenção de visto por parte dos chineses também:



 

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Jeito de Mato
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É um dos meus sonhos conhecer a Caiman.

Onçafari faz um trabalho incrível. Começou na Caiman, mas já estão atuando em outras fazendas no Pantanal, e também no Cerrado da Bahia, Amazônia e na Mata Atlântica.

Falei com um dos sócios da Onçafari, e falou que existem mais ou menos 150 onças somente na Caiman, com cada vez mais filhotes cada estação reprodutiva.
A Fazenda San Francisco Agro Ecoturismo também oferece safari, o turista pode até passear na tradicional chalana, imortalizada na música "Chalana", de Mario Zan e Arlindo Pinto, interpretada por Sérgio Reis e Almir Sater. Localizada no Pantanal Sul, em Miranda (MS).

http://instagr.am/p/p%2FBk8Ko3bh227/
http://instagr.am/p/p%2FBfEohsyh-Q3/
 

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Jeito de Mato
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Hong Kong foi a cidade mais visitada do mundo em 2019; Rio deixa de ser uma das 100 primeiras

O ranking é da Euromonitor International, empresa global de pesquisa de mercado. Rio cai no ranking apesar de ter aumentado número de chegadas. Veja ranking.

Assim como nos últimos cinco anos, Hong Kong segue sendo a cidade mais visitada do mundo. Apesar de ter registrado uma queda de 8,7% no número de visitantes em relação a 2018, a metrópole chinesa anotou 26, 7 milhões de chegadas na projeção deste ano.

O ranking é fruto de um relatório da Euromonitor International, empresa global de pesquisa de mercado, que reúne cerca de 400 cidades para compor o relatório.

Como o ranking foi fechado antes de novembro e dezembro, a empresa realiza um cálculo estimado que contemple o quantitativo que esses dois meses ainda vão gerar.

Atrás de Hong Kong, a segunda cidade mais visitada também segue sendo Bangkok, a capital da Tailândia, e o terceiro lugar ficou com Macau, na China.

O Rio de Janeiro, cidade brasileira mais bem colocada, sai do ranking das 100 mais visitadas, apesar de ter registrado aumento no número de chegadas.

Em 2018, ocupou o 98º lugar, mas, levando em conta os números de 2019, a projeção derruba a cidade em seis posições. No ano passado, foram 2, 2 milhões de chegadas na capital fluminense. Neste ano, foram 2, 3 milhões de chegadas.

Confira abaixo as 20 cidades mais visitadas em 2019

  1. Hong Kong (China): 26.716.800 chegadas em 2019
  2. Bangkok (Tailândia): 25.847.800 chegadas em 2019
  3. Macau (China): 20.637.100 chegadas em 2019
  4. Singapura (Singapura): 19.760.800 chegadas em 2019
  5. Londres (Reino Unido): 19.559.900 chegadas em 2019
  6. Paris (França): 19.087.900 chegadas em 2019
  7. Dubai (Emirados Árabes): 16.328.300 chegadas em 2019
  8. Deli (índia): 15.196.500 chegadas em 2019
  9. Istambul (Turquia): 14.715.900 chegadas em 2019
  10. Kuala Lumpur (Malásia): 14.072.400 chegadas em 2019
  11. Nova York (Estados Unidos): 14.010.000 chegadas em 2019
  12. Antália (Turquia): 13.332.100 chegadas em 2019
  13. Mumbai (Índia): 12.442.400 chegadas em 2019
  14. Shenzhen (China): 12.324.100 chegadas em 2019
  15. Phuket (Tailândia): 10.965.200 chegadas em 2019
  16. Tóquio (Japão): 10.443.100 chegadas em 2019
  17. Roma (Itália): 10.317.000 chegadas em 2019
  18. Agra (Índia): 10.127.400 chegadas em 2019
  19. Taipé (Taiwan): 9.981.700 chegadas em 2019
  20. Pattaya (Tailândia): 9.951.900 chegadas em 2019
Segundo Marília Borges, analista sênior da Euromonitor International, a Copa América e o Rock in Rio ajudaram a manter o Rio na faixa de dois milhões de turistas.

"Investimentos em atrações turísticas, como a roda-gigante Rio Star, dão senso ao movimento dessas empresas. Além disso, a deterioração do real frente ao dólar acaba tornando o destino mais atrativo aos turistas que vem do Hemisfério Norte. Todos esses fatores podem contribuir para que o Rio de Janeiro mantenha a posição frente a ascensão de outras cidades que passam a ganhar popularidade", disse ao G1.

Método do relatório

As chegadas são definidas como turistas internacionais, ou seja, qualquer pessoa que visita outro país por pelo menos 24 horas, por um período não superior a 12 meses e permanecer em alojamento coletivo ou privado, pago ou não.

Cada chegada é contada separadamente e inclui pessoas que viajam mais de uma vez por ano e pessoas que visitam várias cidades durante uma viagem.

As chegadas abrangem todos os propósitos da visita, como negócios, lazer e encontros com amigos e parentes.

Os analistas excluem visitantes domésticos, visitantes do mesmo dia, pessoas em trânsito e passageiros de cruzeiros, pois, segundo a Euromonitor International, isso pode distorcer números de chegadas em importantes passagens de fronteira e destinos de cruzeiros, respectivamente.

O relatório exclui também pessoas com emprego remunerado no exterior. Estudantes que ficam no país por um período superior a 12 meses são excluídos e são considerados residentes temporários.

Militares também não entram na conta.


https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2019/12/03/hong-kong-foi-a-cidade-mais-visitada-do-mundo-em-2019-rio-deixa-de-ser-uma-das-100-primeiras.ghtml
 

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Ao mesmo tempo deve ter aumentado a participação de turistas norte-americanos na % total, compensando a queda abrupta de argentinos.



E Bolsonaro prometeu, mas tem que ir lá dar um chute na bunda dos xenófobos do Itamaraty e Polícia Federal para agilizar a isenção de vistos para chineses.

A China tem classe média maior que a população dos EUA, e é justamente essa população atrapalhada pelo visto burocrático, não o pobre que vem ilegal via Paraguai.



Se combinar direitinho, quem sabe até o Brasil seja um dos únicos países do mundo a ter isenção de visto por parte dos chineses também:



De verdade sem ser xenófobo, mas nunca deseje turismo chinês em massa para o Brasil , eles são o pior tipo de turista que eu já vi na minha vida , morando em Vancouver e cercado de chinês , além de serem mão de vaca , literalmente não aceitam pagar nenhum valor fechado , tudo quer negociar , eles não sabem se comportar , falando alto, gritando, cuspindo no chão, se noção nenhuma de senso , eles não esperam a vez , vão se aglomerando ... Na noite então são sempre os primeiros a darem PT , ficam em estado deplorável variando de agressivos a deprimidos .... A fama do turista chinês é bem ruim aqui no Canadá , na França , Na Tailândia , Austrália .
 

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Morei 14 anos em uma cidade de veraneio de quintuplica a população por 2 meses com turista farofeiro. No problem. Pode vir chinesada.

O povo fresco da França, Vancouver, Austrália e outros países cujos nativos tem síndrome de vilarejo e querem o dinheiro dos turistas, mas querem também continuar na vida pacata sem forasteiros atrapalhando, eles que barrem a chinesada. Aí sobra mais para cá.


PS: E brasileiro tem que ser PROIBIDO de reclamar de turista estrangeiro. Acho bizarro como aqui São Paulo deve ser a única maior cidade de um país com renda média para cima, em que você vai no centro histórico e vê mais nóias do que a meia dúzia de turistas gringos perambulando.
 

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Jeito de Mato
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Prefeitura do Rio diz que cidade recebeu 1,7 milhão de turistas neste réveillon

Maioria é visitante nacional e apenas 20% estrangeiro. Turistas de São Paulo lideraram o ranking com 29,6%. Queima de fogos levou 2,9 milhões de pessoas à orla de Copacabana.

O Réveillon do Rio bateu recorde de turistas em 2020. Segundo a Riotur, a cidade que tem a maior festa da virada a céu aberto no país recebeu 1,7 milhão de turistas. Desses, 80% são brasileiros e 20% estrangeiros. A queima de fogos levou 2,9 milhões de pessoas à orla de Copacabana. (...)

Réveillon do Rio bate recorde de turistas

Festa atraiu 1,7 milhão de visitantes do país e do exterior

O réveillon carioca bateu o recorde de 1,7 milhão de turistas nacionais e estrangeiros. Na avaliação do presidente da Empresa de Turismo do município do Rio de Janeiro (Riotur), Marcelo Alves, foi um número "fantástico". "Para o Rio de Janeiro, é uma grande vitória isso. É motivo de muita comemoração e alegria e desafios para a frente, fazer com que a cidade respire mais esse principal negócio que é o turismo”, disse hoje (1º) em entrevista à Agência Brasil. Desse total de turistas, 80% eram brasileiros de outros estados e 20% estrangeiros.

No próximo dia 12, o Rio ainda será palco de uma ação estratégica inédita planejada para manter os turistas na cidade. Trata-se de um ‘show’ de abertura oficial do carnaval do Rio, aproveitando o palco principal da festa do réveillon em Copacabana. (...)


https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/12/31/fogos-shows-e-ruas-lotadas-a-festa-de-ano-novo-nas-capitais-brasileiras.htm


https://meiahora.ig.com.br/geral/2020/01/5847036-reveillon-leva-milhoes-a-copacabana.html#foto=1


https://oglobo.globo.com/rio/veja-explosao-de-luzes-cores-que-iluminou-ceu-de-copacabana-no-reveillon-2020-24166994


Réveillon Rio 2020 - Foto Fernando Maia | Riotur by Riotur.Rio, no Flickr

 

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Como transformaram Bonito em um dos melhores destinos de Ecoturismo do País

A cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, já foi eleita 14 vezes o melhor destino de ecoturismo do Brasil, pela revista Viagem & Turismo, sendo 12 delas, consecutivas. E, além disso, já ganhou o prêmio internacional de Best Destination for Responsible Tourism World da World Travel Market (WTM). Os prêmios que consagram o local como a capital do ecoturismo, movimentam a economia da região e influenciam diretamente no crescimento das empresas do município.

Mas Bonito (MS) faz parte de um ecossistema maior, já que o estado praticamente zerou o desmatamento ilegal de Mata Atlântica, entre os anos de 2016 e 2017, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica do Inpe. (...)

O relatório emitido pelo Observatório do Turismo de Bonito, apresentou que em 2017 os atrativos da cidade receberam mais de 201.220 visitantes, que geraram uma receita estimada de R$ 305 milhões ao município. E agora no primeiro semestre de 2018 já foram recebidos mais de 80 mil turistas.

Com 21.500 habitantes, Bonito (MS) aparece com frequência na lista de destinos mais desejados por turistas nacionais e internacionais. Os estados brasileiros que mais visitam a localidade, são: São Paulo (31,13%), Rio de Janeiro (11,11%), Paraná (9,51%), Rio Grande do Sul (7,87%) e Mato Grosso do Sul (7,80%). Já os turistas internacionais são representados em sua grande maioria por Paraguai (1,46%), Argentina (1,22%), Alemanha (0,83%), França (0,69%) e Holanda (0,65%).

Atualmente Bonito e região oferecem mais de 50 atrativos que proporcionam interações variadas com a natureza – entre elas: flutuações em nascentes e rios de águas cristalinas, que são habitats de diversos peixes e plantas; mergulho em lagoas que escondem mistérios em torno de sua real profundidade; rapel em abismos que podem chegar a 72m de altura; cachoeira com título de maior do estado; tirolesas; arvorismos; trilhas; grutas; etc.

Sustentabilidade em primeiro lugar

Um dos principais fatores que contribuíram com a conquista deste título, são as fortes referências de turismo responsável e sustentável, com incentivo e fiscalização na região. Dentre as principais ações sustentáveis que a cidade promove, estão:

  • Limite diário de visitação nos atrativos (...)
  • Proibição da pesca (...)
  • Negócios sustentáveis (...)
Inovação no turismo

Além da sustentabilidade, empresas que nasceram em Bonito (MS), como a Bonitour Viagens e Turismo, estão inovando no setor de turismo. Inspirada no sucesso internacional do destino, a Bonitour está apostando no uso da tecnologia como meio para que outros destinos obtenham o mesmo sucesso que a cidade de Bonito.

E para promover essa oportunidade no mercado, a principal aposta da empresa é o Roteiro Fácil, um dos principais e-commerces de turismo do país, que recebeu apenas em 2017, mais de 365 mil acessos.

Bonito sempre foi considerado uma referência no ecoturismo, graças à comunidade local e de empresários, que iniciaram a regulamentação da atividade turística no município. No entanto, tão importante quanto criar regras e diretrizes, o diferencial do destino foi mantê-las.

A expectativa da Bonitour é levar a sua expertise, conquistada em Bonito, para demais regiões, possibilitando que outros atrativos utilizem a sua plataforma e possam facilitar a vida do turista, que poderá montar a própria viagem, enquanto está sentado no sofá da sua casa.









https://www.facebook.com/pg/bonito.incomparavel/photos/?ref=page_internal
 

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Poxa não tinha pensado por esse lado. Que vexame mesmo.

Se for considerado o pior legado da história entre as cidades sedes de JO, seria justo.


Por outro lado a queda no número de turistas argentinos em 2019 deve ter contribuído bastante, já que os hermanos são os principais turistas estrangeiros no Brasil, de longe.

E o número de turistas estrangeiros no Rio aumentou em 2019. Poderia ter aumentado mais se não fosse a crise na Argentina. Poderia estar lá na rabeira do top 100. Poderia ser muito maior se não fosse o flop geral que está a cidade.
 
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