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Notícia interessante sobre a abertura de capital da CVC Turismo, sediada em Santo André - SP, do Valor Econômico (como a notícia informa que é proibida a reprodução, clique no link para ler o artigo completo):
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13/11/2013 às 08h20
CVC dá largada à oferta de ações, que pode movimentar R$ 1 bilhão
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Por Daniela Meibak | Valor

SÃO PAULO - A promotora de viagens CVC publicou nesta quarta-feira o aviso ao mercado de sua oferta inicial de ações. De acordo com o comunicado, a empresa venderá 33,750 milhões de ações ordinárias, cerca de 26% do capital total, mas a oferta poderá ser acrescida de lote adicional (com mais 20%) e lote suplementar (com mais 15%). Os papéis serão listados no Novo Mercado.

Segundo o aviso, a faixa de preço por papel indicada é de R$ 18 a R$ 22, mas o preço final será definido no procedimento do “bookbuilding”. Se considerar a colocação de todos os lotes e o teto da faixa, a empresa poderá captar até R$ 1 bilhão.
 

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Achei estranho a CVC abrir capital agora, justo quando ela deu uma caída, pelo menos ao que parece, muita gente que eu conheço que usava a CVC tem preferido viajar por conta propria, a Decolar tbm ajudou nisso ai, antes a CVC era bem mais forte.
 

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Araras dos Barões
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SP e Rio: o gargalo das megacidades



A concentração econômica e demográfica no Sudeste fez surgir em São Paulo e no Rio de Janeiro as primeiras megacidades do País, que juntas somam 42 milhões de habitantes - população maior que a do Canadá. Saber planejar e gerenciar de forma integrada o desenvolvimento dessas manchas urbanas, para atacar gargalos como congestionamentos e a proliferação de favelas, é um desafio que interessa a toda economia nacional.
As áreas que se formaram em torno das capitais paulista e fluminense são responsáveis por 35% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, equivalente a R$ 1,1 trilhão. Com o principal porto (Porto de Santos), os maiores aeroportos de carga (Cumbica e Viracopos) e as mais movimentadas rodovias (Anhanguera/Bandeirantes, Anchieta/Imigrantes, Dutra, Castello Branco, D. Pedro), São Paulo e Rio centralizaram investimentos industriais durante anos. Qualquer descompasso nessas economias reverbera Brasil afora.
A concentração de capital e trabalho, ao mesmo tempo em que formou os dois maiores centros consumidores, provocou o acelerado crescimento demográfico em curto período, gerando densidade populacional que chega a ser de 2.476 habitantes por quilômetro quadrado, quando a média nacional é de 22.
...Em São Paulo, uma macrometrópole com 173 cidades, 30 milhões de habitantes e PIB de R$ 897 bilhões - comparável ao da Suíça, 18.ª economia do mundo -, foi o que ocorreu a partir da década de 1970, com empresas indo para o interior, criando polos regionais como Campinas e São José dos Campos.
Usando a mesma estrutura logística da Grande São Paulo, as empresas foram em municípios onde os problemas de mobilidade e abastecimento ainda não eram impeditivos - processo classificado como a desconcentração concentrada do setor produtivo. Na última década, enquanto o crescimento populacional da Região Metropolitana de São Paulo foi de 10,2%, na Região Metropolitana de Campinas foi de 19,7%.

Um novo ciclo de investimentos, liderado pela indústria automotiva e pelo pré-sal, transformará cidades em um raio de até 150 quilômetros das capitais, graças às políticas de isenção fiscal e aos altos custos dos centros das megacidades.
Os investimentos de seis montadoras (Chery-Jacareí, Hyundai-Piracicaba, Honda-Itirapina, Nissan-Resende, Mercedes-Benz-Iracemápolis e Toyota-Sorocaba), de 2012 a 2016, vão criar 10 mil empregos diretos e injetar mais de R$ 7 bilhões nas economias das megacidades de São Paulo e Rio.
O pré-sal, na fase de exploração e operação, vai movimentar nos próximos 30 anos cerca de R$ 3,7 trilhões nas duas megacidades, criando 87 milhões de empregos. Os cálculos são do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV)e levam em consideração estimativa de investimentos para 50 bilhões a 60 bilhões de barris. A consequência será mais migração.
Desafio. O desafio é evitar que esse novo ciclo de crescimento da Região Sudeste leve para regiões pobres ou até então dependentes da economia agrícola os efeitos negativos do adensamento populacional e urbano desorganizado. Caraguatatuba, no litoral paulista, já sente os reflexos da expansão da cadeia de petróleo e gás. É a cidade que mais cresce, mas a cobertura por redes de drenagem, saneamento ambiental, transporte urbano e estrutura viária ainda é insuficiente.
http://economia.estadao.com.br/noti...e-rio-o-gargalo-das-megacidades-,170069,0.htm
 

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Conjunto industrial em Nova Odessa terá investimento de R$ 400 milhões

G1 - Piracicaba

Brazilian Business Park anunciou empreendimento nesta segunda-feira.O condomínio ocupará 1,3 milhão de metros quadrados na AnhangueraA empresa Brazilian Business Park (BBP), que atua no setor de condomínios industriais, anunciou nesta segunda-feira (11) investimento de R$ 400 milhões em Nova Odessa (SP). O dinheiro será usado para a instalação de um conjunto empresarial em uma área de 1,3 milhão de metros quadrados localizada às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330).*Quando estiver em funcionamento, o condomínio deve abrigar empresas que vão gerar 15 mil empregos diretos e 25 mil indiretos, segundo informações da Prefeitura de Nova Odessa. A primeira fase do complexo contempla a construção de galpões em 450 mil metros quadrados do terreno, além de 300 mil metros quadrados de vegetação preservada.*A estrutura do empreendimento contará com serviços de recepção bilíngue, portaria, balança, circuito fechado de TV, monitoramento, restaurante, segurança, ambulatório, telecomunicações, transporte de funcionários e departamento de recursos humanos corporativo. Não foi divulgada previsão de prazo para inauguração.*"Aproveitar o eixo Anhanguera-Bandeirantes é uma vertente para o crescimento", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Adriano Lucas Alves. O BBP já tem condomínios em São Paulo, Jarinu (SP), Atibaia (SP) e Santa Bárbara d'Oeste (SP).*De acordo com o prefeito de Nova Odessa, Benjamim Vieira de Souza, o Bill (PSDB), além de atrair empresas, principalmente na área de tecnologia, o empreendimento abrigará uma escola profissionalizante. Os cursos ainda serão definidos.*Também ficará a cargo da empresa a execução de obras na estrada que liga os bairros de chácaras da região conhecida como Pós-Anhanguera à Rodovia Arnaldo Júlio Mauerberg. O objetivo é facilitar o acesso ao Centro da cidade.*


http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18560&c=6&lang=1
 

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Investe SP recebe do Financial Times prêmio por prática inovadora

Agência foi a única brasileira a receber o destaque; segundo a publicação inglesa FDI Magazine, o programa de intercâmbio profissional é que levou à nomeaçãoA Investe São Paulo foi a única agência brasileira reconhecida com o FDI IPA Innovation Awards 2013, criado pela revista britânica FDI Magazine, editada pelo Financial Times. A empresa paulista foi premiada na categoria “melhor prática/troca de experiências” por ter criado o programa de intercâmbio profissional com agências de promoção de investimentos de outros países (IPAs em inglês).A matéria sobre os destaques foi publicada na edição de outubro/novembro da revista e a Investe SP receberá, em dezembro, o diploma com reconhecimento do Financial Times.O IPA Innovation Awards analisa a criatividade e a inovação das dezenas de agências de promoção de investimentos do mundo. A análise é feita por meio de questionários online que são respondidos pelas empresas. Esse ano, na estreia do prêmio, 55 agências se inscreveram.“O programa de intercâmbio possibilita a troca de melhores práticas, a promoção do Estado fora do País e contribui para o desenvolvimento dos profissionais envolvidos”, explica o presidente da Investe SP, Luciano Almeida. Segundo ele, o objetivo da agência é continuar criando outras práticas cada vez mais inovadoras, sendo nomeada inclusive para outras categorias no futuro.A FDI Magazine é uma publicação bimestral do jornal inglês Financial Times focada em investimentos estrangeiros diretos – IED, FDI na sigla em inglês.Nesse momento, o analista de projetos da Investe SP San Ross está vivenciando o quarto programa de intercâmbio realizado pela agência. O roteiro de Ross envolve 40 dias de trabalho na Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), passando pelos escritórios de Lisboa e Porto, em Portugal.Nos últimos 12 meses, foram realizados intercâmbios também com a Jetro, no Japão, a Kotra, na Coreia do Sul, e a UKTI, na Inglaterra. Nesse último foram envolvidas também a Midas, agência de promoção da região de Manchester, e a London & Partners, que promove Londres.Sobre a Investe São PauloCriada em 2008, a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo - executa um papel de articulação entre entidades públicas e privadas para a atração de novos investimentos nacionais e internacionais para o Estado. A Agência também auxilia o empreendedor na busca pelas melhores oportunidades de negócios, com o propósito de estimular a competitividade da economia, a geração de emprego e renda, e a inovação tecnológica no Estado de São Paulo.Até o momento, 62 empresas já anunciaram investimentos no Estado com o apoio da Investe SP, gerando R$ 21,6 bilhões em investimentos e 49,5 mil empregos. No portifólio de clientes estão empresas como Natura, Mercedes-benz, Toyota, Hyundai, Dow Chemical, Foxconn, Caterpillar, Syngenta, Samsung, JCB, entre outras.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18557&c=6&lang=1
 
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Empresa cravinhense apresenta projeto de US$ 23 milhões

A Tribuna - Cravinhos

Deputado federal e autoridades municipais puderam conhecer o projeto de ampliação da empresa Dow Agrosciences.*O município de Cravinhos recebeu na segunda-feira (04/11), a presença do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), que foi recepcionado por autoridades municipais e diretores da Dow AgroSciences. O encontro que aconteceu na empresa cravinhense serviu também para que o projeto de ampliação do local fosse explanado para todos os presentes, sendo que os investimentos apresentados surpreendeu a todos que participaram do evento.“A empresa fará um investimento em torno de 23 milhões de dólares até o ano de 2015, assim poderemos ampliar nossos laboratórios e também o mercado que atendemos”, comenta o responsável pelas Relações Institucionais da empresa, Eduardo Brito Bastos.As autoridades municipais se fizeram representar pelo prefeito de Cravinhos, José Carlos Carrascosa dos Santos (PSDB) e os vereadores Antônio Geraldo Aníbal (PSDB), Hélcio Médico (PP), Carlos Lúcio Cabeça Bertoletti (PRP), Silvio Faitano (PRP) e Claudio Telles (PRP). Além dos diretores da empresa, Carlos Barbieri (Relações Governamentais), Eduardo Brito Bastos (Relações Institucionais), Mário Lopes (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), Otávio Balderrama (gerente de Biotecnologia), Névio Pasine (gerente Controle de Qualidade) e Cacilia Leonelli (gerente da unidade de produção de Cravinhos).“Esse investimento apresentado pelos diretores da empresa possibilitará com que possa ser gerado mais emprego e renda para o nosso município. Realmente me surpreendeu tudo que nos foi apresentado nesse encontro”, diz o prefeito de Cravinhos, José Carlos.*Todos puderam ainda acompanhar as obras de perto e conhecer um pouco do trabalho que é desenvolvido pela empresa Dow AgroSciences.“Impressionante essa empresa que também tem sua unidade em Jardinópolis. Gostei muito do que foi apresentado e que a população de Cravinhos tenha a certeza que os empregos gerados no local serão surpreendentes”, relata o deputado federal, Arnaldo Jardim.Vale salientar que a administração municipal de Cravinhos já solicitou ao Governo Estadual, a implantação de uma escola profissionalizante no município, já que o Parque Industrial da cidade tem crescido e assim surgido a necessidade de mão-de-obra qualificada.



http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18561&c=6&lang=1
 

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Montadoras vão investir R$ 30 bilhões no Sudeste

Responsável por 70% da produção nacional, região vai ganhar novas fábricas até 2016
13 de novembro de 2013 | 16h 07
Cleide Silva, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Maior polo automotivo do Brasil, responsável por 70% da produção nacional de veículos, a Região Sudeste receberá, num período de seis anos, de 2010 a 2016, mais de R$ 30 bilhões em investimentos só das montadoras de veículos, a maior parte em novas fábricas ou na ampliação de instalações atuais.

Nos próximos três anos, dois dos Estados que compõem a região vão inaugurar seis unidades produtivas de veículos. Em São Paulo, vão entrar em operação em 2014 as plantas das chinesas Chery, em Jacareí, e da Shacman, em Tatuí.

No ano seguinte, a japonesa Honda abre sua fábrica de carros em Itirapina e a conterrânea Toyota inaugura unidade de motores em Porto Feliz. Em 2016, será a vez da Mercedes-Benz iniciar a produção de automóveis em Iracemápolis.

Segundo o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, a escolha pelo interior de São Paulo se deu em razão da infraestrutura, custos logísticos com portos e estradas para escoar a produção, proximidade da cadeia de fornecedores e qualidade da mão de obra.

"Também é o maior mercado consumidor brasileiro", destaca Schiemer. A nova fábrica vai produzir o automóvel de luxo Classe C e o utilitário-esportivo de pequeno porte GLA.

O grupo alemão também anunciou neste mês que grande parte de um investimento de R$ 1 bilhão será gasta na unidade de caminhões em São Bernardo do Campo e outra parcela em Juiz de Fora (MG).

No ano passado, inauguraram fábricas paulistas a japonesa Toyota, em Sorocaba, e a coreana Hyundai, em Piracicaba. Além disso, a americana General Motors pode anunciar investimentos de R$ 2,5 bilhões em uma nova unidade no complexo de São José dos Campos.

O Rio recebe a fábrica da japonesa Nissan em Resende no próximo ano e aguarda para dezembro o anúncio oficial da chegada da britânica/indiana Jaguar Land Rover.

O Estado, contudo, perdeu para o Rio Grande do Sul a fábrica de caminhões da marca chinesa Foton, que depois de anunciar uma unidade na região de Resende mudou de planos e foi para Guaíba.

Além das novas fábricas, as montadoras já instaladas no Sudeste anunciaram aportes em ampliação, como a italiana Fiat, que no período de 2011 a 2014 gastará R$ 7 bilhões na unidade de Betim (MG). O grupo também constrói uma filial em Pernambuco, orçada em R$ 4,5 bilhões, incluindo uma unidade de motores.

"Vamos ampliar a capacidade de Betim de 800 mil para 950 mil carros ao ano, o que a tornará a maior fábrica do mundo em capacidade instalada", informa o presidente da Fiat, Cledorvino Belini.

O executivo lembra que a região mineira tem um importante polo de fornecedores de componentes - o segundo maior do País -, "mão de obra de qualidade e comprometida com resultados". Reclama, contudo, da logística desprivilegiada de estar longe de portos e ter de escoar os veículos por rodovias federais precárias.

Competência. Para Ricardo Pazzianotto, sócio da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), os novos projetos "reforçam a competência do Sudeste", que é o maior produtor de veículos no País. São Paulo, Minas e Rio respondem por 70% de toda a produção nacional, que este ano deve passar de 3,7 milhões de veículos.

Em 1990, quando o Brasil tinha muito menos fábricas e produzia 843 mil veículos, a participação dos três Estados na produção brasileira era de 99%, com fábricas concentradas principalmente no ABC paulista, interior de São Paulo e Minas.

Pazzianotto ressalta que, entre os principais atrativos de São Paulo, está a concentração de fabricantes de autopeças. "Estão no Estado 68% dos fornecedores", afirma. Além disso, há facilidades logísticas, com estradas de acesso a várias localidades e ao Porto de Santos. "Tem ainda mão de obra qualificada e em abundância."

O presidente da Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), Luciano Almeida, lembra que São Paulo tem a terceira maior economia da América Latina, atrás do Brasil como um todo e do México.

http://economia.estadao.com.br/noti...investir-r-30-bilhoes-no-sudeste,170068,0.htm
 

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e a land rover terá fábrica no Rio...
investimento de 1 bi...
 

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Empresa cravinhense apresenta projeto de US$ 23 milhões

A Tribuna - Cravinhos

Deputado federal e autoridades municipais puderam conhecer o projeto de ampliação da empresa Dow Agrosciences.*O município de Cravinhos recebeu na segunda-feira (04/11), a presença do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), que foi recepcionado por autoridades municipais e diretores da Dow AgroSciences. O encontro que aconteceu na empresa cravinhense serviu também para que o projeto de ampliação do local fosse explanado para todos os presentes, sendo que os investimentos apresentados surpreendeu a todos que participaram do evento.“A empresa fará um investimento em torno de 23 milhões de dólares até o ano de 2015, assim poderemos ampliar nossos laboratórios e também o mercado que atendemos”, comenta o responsável pelas Relações Institucionais da empresa, Eduardo Brito Bastos.As autoridades municipais se fizeram representar pelo prefeito de Cravinhos, José Carlos Carrascosa dos Santos (PSDB) e os vereadores Antônio Geraldo Aníbal (PSDB), Hélcio Médico (PP), Carlos Lúcio Cabeça Bertoletti (PRP), Silvio Faitano (PRP) e Claudio Telles (PRP). Além dos diretores da empresa, Carlos Barbieri (Relações Governamentais), Eduardo Brito Bastos (Relações Institucionais), Mário Lopes (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), Otávio Balderrama (gerente de Biotecnologia), Névio Pasine (gerente Controle de Qualidade) e Cacilia Leonelli (gerente da unidade de produção de Cravinhos).“Esse investimento apresentado pelos diretores da empresa possibilitará com que possa ser gerado mais emprego e renda para o nosso município. Realmente me surpreendeu tudo que nos foi apresentado nesse encontro”, diz o prefeito de Cravinhos, José Carlos.*Todos puderam ainda acompanhar as obras de perto e conhecer um pouco do trabalho que é desenvolvido pela empresa Dow AgroSciences.“Impressionante essa empresa que também tem sua unidade em Jardinópolis. Gostei muito do que foi apresentado e que a população de Cravinhos tenha a certeza que os empregos gerados no local serão surpreendentes”, relata o deputado federal, Arnaldo Jardim.Vale salientar que a administração municipal de Cravinhos já solicitou ao Governo Estadual, a implantação de uma escola profissionalizante no município, já que o Parque Industrial da cidade tem crescido e assim surgido a necessidade de mão-de-obra qualificada.



http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18561&c=6&lang=1
Não sabia que a Dow era brasileira...
 

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O ITA vai dobrar de tamanho e se modernizar com ajuda do MIT

Revista Exame


O Instituto Tecnológico de Aeronáutica, uma das principais escolas de engenharia do país, vai entrar numa nova fase. Para isso, contará com a ajuda do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nada menos que o melhor do mundo na área

A manhã de terça-feira 27 de agosto seria igual a qualquer outra no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, no interior de São Paulo, não fosse a disposição dos alunos em não assistir às aulas. Algo surpreendente, visto que o ITA, uma instituição militar, é reconhecido por ter alunos dedicados, disciplinados e, sobretudo, brilhantes.

A relação candidato-vaga de seu vestibular é uma das mais altas do Brasil e seus formandos são disputados a tapa no mercado. “Busco sempre contratar gente do ITA”, diz Alberto Carvalho, presidente da fabricante de bens de consumo Procter&Gamble no Brasil e ex-aluno da instituição.

“Os alunos aprendem a lidar com pressão e desenvolvem uma capacidade técnica impressionante.” Esses alunos pararam para clamar por mudanças. “O pessoal que foi estudar no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), de Boston, nos Estados Unidos, pelo Ciência sem Fronteiras, disse que o curso lá era mais estimulante e tinha mais prática de engenharia do que aqui, embora a qualidade dos alunos fosse igual”, diz Victor Montalvão, estudante do 3º ano de computação e um dos líderes do centro acadêmico.

Outra coisa surpreendente: o reitor Carlos Américo Pacheco faz eco às críticas dos estudantes. “Há uma desvantagem clara em relação aos melhores cursos de engenharia do mundo”, afirma Pacheco. “O ITA é uma escola envelhecida.”

Naquela manhã, ele se reuniu com os alunos para ouvi-los. Os estudantes reclamavam que não têm flexibilidade na grade de disciplinas e que alguns professores abusam do poder. No ITA, só no último ano há disciplinas optativas. Não existe, como em outras universidades, o sistema de créditos, que permite ao aluno se especializar em áreas de preferência. Além disso, quando um professor reprova um aluno, ele é desligado da escola.

As reivindicações dos alunos são simbólicas do momento que o ITA vive — elas chegam em meio a um processo de mudança que é o mais significativo desde a fundação, em 1950. No centro da reforma está o objetivo de aumentar o tamanho da instituição. Hoje, a escola tem 600 alunos de graduação e forma 120 engenheiros por ano. O plano é dobrar esse número.

O vestibular deste ano já ofereceu 50% mais vagas para a graduação. O número de alunos de mestrado e doutorado também crescerá, de 1 200 atuais para 1 800 até 2017. Os professores, hoje 150, serão 300 — o ITA vai contratar mais 60 já no ano que vem. Porém, mais do que crescer, a instituição precisa se atualizar.

Para ajudar nessa tarefa, Pacheco pretende fechar até o fim do ano uma parceria com o MIT, considerada a melhor escola do mundo na área tecnológica. De lá virá a inspiração para mudar o currículo dos seis cursos de engenharia oferecidos. “Já detectamos diversas oportunidades para melhorar o ensino no ITA”, diz Jaime Peraire, chefe do departamento de aeronáutica da instiuição americana.

A parceria será uma espécie de retorno às origens: o ITA teve dois reitores americanos, ex-professores do MIT, na década de 50, quando foi criado por militares da Força Aérea Brasileira. Na década seguinte, o ITA forneceu a base de engenheiros que impulsionou a produção de aviões no país, gerando empresas como a Embraer, fundada como uma estatal em 1969, também em São José dos Campos.

A parceria com o MIT inclui projetos de pesquisa conjuntos e um intercâmbio maior de professores e alunos. Assim, a escola brasileira espera dar uma injeção de qualidade na pós-graduação. A maioria de seus cursos de mestrado e doutorado tem nota 4 na avaliação do Ministério da Educação, numa escala que vai até 7.

“Melhorar a pós-graduação vai permitir que os novos professores sintam que podem desenvolver também uma carreira notável como pesquisadores”, diz Carlos de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo, ele mesmo um ex-aluno do ITA.

“Isso é o que mais atrai professores de alto nível.” O ITA vai precisar de professores com mentalidade inovadora para atualizar sua grade de disciplinas. No ano que vem, a escola definirá os detalhes de um sistema de créditos que permitirá, em 2015, escolher matérias optativas a partir do 3º ano da graduação — e não mais no último, como é hoje. As áreas de conhecimento que mais serão contempladas são engenharia de sistemas, de inovação e de materiais, cursos que não existem hoje no ITA.

No plano, está tudo muito bonito, mas, na prática, a mudança sofre com os nós do setor público no Brasil. “Com seu processo de recrutamento, o ITA terá dificuldade de contratar professores com as características adequadas para tocar a modernização”, diz Silvio Meira, outro ex-aluno da escola e fundador do polo de inovação Porto Digital, em Recife.

Meira integra a Comissão de Planejamento Estratégico criada por Pacheco depois que ele virou reitor do ITA, no fim de 2011. O próprio Pacheco sabe que terá dificuldades para tocar o processo. Ele foi secretário executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia no governo Fernando Henrique Cardoso e aprendeu a negociar nos gabinetes de Brasília.

“O perfil político de Pacheco foi decisivo para conseguir, nos ministérios da Defesa e da Educação, a liberação de 300 milhões de reais para a construção de quatro prédios”, diz Fernando Sakane, vice-reitor desde 2003. A própria parceria com o MIT, que vem sendo negociada há mais de um ano, ainda depende de acertos típicos da burocracia.


A expectativa de Pacheco era que a presidente Dilma assinasse um documento firmando o pacto na viagem oficial que estava programada para os Estados Unidos em outubro. O cancelamento da viagem foi um balde de água fria. Mas isso não vai pará-lo. “O MIT é um estímulo, mas vamos encontrar caminho próprio”, diz Pacheco. Que caminho, reitor? “Uma escola capaz de despertar a paixão por estudar e empreender.”

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18562&c=11&lang=1
 

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Mais de 20 empresas manifestam interesse em licitação para exploração de gás em terra

São Paulo - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recebeu até quinta-feira (9) a manifestação de 22 empresas em participar da rodada de licitações, em novembro, para exploração e produção de gás natural em terra.

"[Esse número] atende sim [às expectativas da ANP], pois são áreas em terra.
Já temos 22 e estamos na ordem de grandeza esperada", disse quinta-feira (10) Chambriard após encontro com governador Geraldo Alckmin, na capital paulista. O prazo para manifestar interesse encerra nesta sexta-feira (11).

A 12ª rodada, marcada para os dias 28 e 29 de novembro, ofertará 240 blocos
exploratórios terrestres com potencial para gás natural em sete bacias
sedimentares no Amazonas, no Acre, no Tocantins, em Alagoas, em Sergipe, no
Piauí, em Mato Grosso, em Goiás, na Bahia, no Maranhão, no Paraná e em São
Paulo, totalizando 168.348 Km².

No estado de São Paulo serão licitados cinco blocos, que abrangem cerca de 40
municípios, principalmente na região do Pontal do Paranapanema, no oeste do
estado. Agência Brasil


http://www.portugaldigital.com.br/e...-em-licitacao-para-exploracao-de-gas-em-terra
 

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^^ Legal, No extremo leste temos petróleo em Santos e no extremo Oeste agora temos Gás Natural no Pontal do Paranapanema :cheers:
 

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Lenovo anuncia investimento de US$ 100 milhões no seu primeiro centro de Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil

Projeto recebeu a assessoria da Investe SP; O centro de P&D será instalado no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp

A Lenovo, maior fabricante de PCs do Brasil e do mundo, anuncia nesta segunda-feira, 18 de novembro, que irá investir aproximadamente US$ 100 milhões em um centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de software de última geração na cidade de Campinas, em São Paulo. A instalação, que deve gerar cerca de 100 empregos, representa o primeiro centro de P&D da Lenovo voltado para o desenvolvimento de software para o Enterprise Product Group (EPG) da Lenovo.

O centro de P&D da Lenovo será instalado Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, localizado a cerca de 100 km da capital paulista. O projeto recebeu o apoio da Investe São Paulo, a agência de promoção de investimentos do Estado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.

“Trata-se de uma iniciativa empolgante para a Lenovo, pois vai permitir a expansão da nossa marca do Enterprise Product Group, ao mesmo tempo em que investimos pesadamente em pesquisa e desenvolvimento,” afirmou Roy Guillen, vice-presidente e general manager do Enterprise Product Group da Lenovo. “São Paulo é a mais recente integração ao nosso diversificado portfólio global de centros de projetos da empresa, localizados nos Estados Unidos, Taiwan e China. A Lenovo está comprometida com o desenvolvimento de uma organização de P&D de primeira linha em Enterprise e a nossa estratégia de investir em bancos de talentos locais é essencial para este compromisso, além de ser a abordagem certa para melhorar a inovação.”

O centro de P&D em Campinas é o primeiro do gênero da Lenovo e irá focar em inovação de soluções de software de empresas e tecnologia de servidores high-end, armazenamento de dados e tecnologias em nuvem. O centro deverá ampliar bastante o portfólio global da Lenovo, fornecendo, ao mesmo tempo, soluções inovadoras de software, de alto valor e serviços para o mercado global.

“Os nossos recentes investimentos no Brasil estão sendo privilegiados com o centro de P&D. Esta iniciativa reforça a posição da Lenovo como uma empresa inovadora que investe localmente, criando empregos e tecnologia avançada,” afirma Dan Stone, presidente da Lenovo Brasil.

Nos próximos anos, estima-se que a instalação terá a possibilidade de gerar 220 empregos para desenvolvimento de alto nível, respaldando tanto o Enterprise Product Group como a oferta de armazenamento da Lenovo – a LenovoEMC. As operações estão programadas para iniciar em janeiro de 2014.

O apoio oferecido pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Investe SP, e de outras entidades voltadas para o financiamento de pesquisa e desenvolvimento foram fatores preponderantes para a decisão da Lenovo de investir na região. “São Paulo é responsável por 72% de todos os investimentos públicos feitos no Brasil a cada ano,” explica o presidente da Investe SP, Luciano Almeida. “A grande qualidade da produção científica e de capital humano qualificado consolidaram a região como um polo de pesquisa e desenvolvimento não apenas para o estado, mas também para o país.”

“A cidade de Campinas possui um forte apelo para o desenvolvimento de projetos de informática, não apenas devido ao seu amplo parque industrial, mas também por seu nível elevado em termos de educação e de instalações de pesquisa. A nossa cidade possui uma força de trabalho qualificada, uma logística adequada e uma infraestrutura confiável; todos esses são fatores importantes para o sucesso deste projeto que a cidade acolhe com entusiasmo,” afirma o prefeito de Campinas, Jonas Donizette.

A parceria da Lenovo com a Inova Unicamp, a agência de inovação da universidade, também foi fundamental para a instalação do centro de pesquisa da empresa. A Lenovo pretende oferecer bolsas de estudo para equipes de pesquisa da universidade, conforme acordo com a Unicamp, que permitirá angariar novos talentos em desenvolvimento para ampliação do centro. "A parceria com a Lenovo traz para a Unicamp a oportunidade de conferir ainda mais qualidade à formação de recursos humanos. O ambiente de inovação e produção de conhecimento novo, que será aqui instalado, muito contribuirá para o desenvolvimento de produtos e serviços em benefício da sociedade brasileira" afirmou o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge.

Nesta direção, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Programa Estratégico para Software e Serviços de Tecnologia da Informação – o TI Maior, apoia atividades de empresas que estão montando no Brasil centros de P&D globais, focados em Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). “A Lenovo aprofunda o relacionamento com o Brasil por meio de uma parceria intelectual, maximizando o potencial do mercado com o talento brasileiro em pesquisa e desenvolvimento, afirma o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida.

Confiança em São Paulo

Em julho de 2012, o presidente da Lenovo Brasil, Dan Stone, anunciou ao governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, que a empresa iria investir US$ 30 milhões na cidade de Itu para instalar uma fábrica e um centro de distribuição de vários modelos de PCs. A fábrica emprega atualmente 700 pessoas, devendo chegar a mais de 2.000 quando alcançar a capacidade máxima.

Sobre a Lenovo

A Lenovo (HKSE: 992) (ADR: LNVGY) é uma empresa de tecnologia pessoal de US$ 34 bilhões - a maior fabricante de PCs do mundo e um líder emergente PC Plus - servindo consumidores em mais de 160 países. Dedicada a construir PCs de alta performance e dispositivos de internet móvel, a Lenovo investe em inovação, uma rede abastecimento global altamente eficiente e execução estratégica forte. Formada a partir da aquisição da divisão de PC's da IBM, a Lenovo desenvolve, fabrica e vende produtos e serviços de tecnologia confiáveis, de alta qualidade, seguros e fáceis de usar. Suas linhas incluem os legendários computadores Think e a marca Idea para consumidores de PCs, assim como servidores, workstations e uma família de dispositivos móveis, incluindo tablets e smartphones. A Lenovo, uma empresa global Fortune 500, tem grandes centros de pesquisa em Yamato (Japão), Pequim (China) e Raleigh (Carolina do Nort e/EUA). Para mais informações, acesse www.lenovo.com.br.

Sobre o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp

O Parque Científico e Tecnológico da Unicamp nasceu de uma proposta da Agência de Inovação Inova, da Unicamp, apresentada ao Secretário de Desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo. O Parque Científico e Tecnológico incentiva a pesquisa de colaboração, que visa fornecer soluções para os problemas regionais e nacionais.

A Unicamp é uma das cinco maiores universidades do Brasil, com mais de 50.000 estudantes, professores e pesquisadores em seu campus. A Universidade é composta de cerca de 23 centros de pesquisa e ensino, 21 centros interdisciplinares, duas escolas técnicas e várias unidades de apoio que desenvolvem em conjunto milhares de projetos de pesquisa por ano. Além disso, a Unicamp possui o maior índice de pós-graduação – cerca de 55% do total dos estudantes, e 28% dos candidatos a mestrado ou doutorado.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18566&c=11&lang=1


:banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana:
 
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A Lenovo esta bombando !!

A mesma vai ampliar seu parque industrial em Itu, bem ali na divisa com Sorocaba.

A Lenovo comprou a CCE também.

Fonte: atualmente estou trabalhando lá :)
eita....

tirou o reinado da positivo....

:lol:
 

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Voith inaugura linha de produção em São Paulo visando pré-sal

Petronotícias


A Voith Turbo, do grupo Voith GmbH, inaugurou em São Paulo uma nova linha de produção. A planta vai fabricar de variadores de velocidade Vorecon, usados no controle dos compressores elétricos durante a extração de petróleo offshore. Segundo a empresa, a construção da unidade,que possui mil metros quadrados, durou 14 meses e exigiu 200 toneladas de concreto e aço.

De acordo com a Voith, a produção local de Vorecons será destinada, principalmente, aos projetos do pré-sal. Para isso, a linha demandou R$ 11 milhões e foi construída na mesma área que abriga a fábrica da Voith Turbo, na cidade de São Paulo. O principal cliente final será a Petrobras, que especificou o equipamento para todos os compressores dos FPSOs.

Ralf Dreckmann, vice-presidente executivo da Voith Turbo na América do Sul, afirma que a companhia já assinou dois contratos envolvendo o pré-sal. “O primeiro, firmado em 2012, inclui 60 Vorecons para oito plataformas. Cerca de 40% dos produtos já foram entregues. Este ano, nós recebemos um novo pedido para outros 28 variadores de velocidade para quatro FPSOs do campo de Cessão Onerosa. Com a nova linha de produção, os Vorecons serão fornecidos diretamente pela Voith no Brasil, permitindo-nos atender a legislação local de conteúdo local”.

No processo utilizado pela Petrobrás, o óleo bruto extraído dos campos é armazenado em navios, enquanto parte do gás retorna ao campo submarino, para posterior utilização. Antes de retornar, o gás passa por compressores cuja velocidade é controlada pelo Vorecon Voith e acionado por motor elétrico. Como resultado, o gás tem uma pressão constante de até 550 bar, independente da sua densidade, que é altamente variável.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=18574&c=6&lang=1
 
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