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Da região o Vietnam é segundo mais cristão com 8 por cento, o mais irreligioso 30 por cento , o menos budista com apenas 16 por cento e o mais adepto das religiões tribais com 45 por cento .... embora na prática o budismo , taoísmo e as religiões tribais estao sincretizadas e formam um só aspecto do cotidiano do cotidiano religioso do cidadão do Vietnam, é o que dizem os institutos de pesquisas e etc.. .

O que me chama a atenção naquela região da indochina é que justamente onde os cristãos são menos perseguidos tanto abertamentamente como veladamente pelo governo atualmente , é onde tbm estão em menor número a Tailândia... ao contrário de Birmânia, Vietnam , Malásia e Singapura onde são uma minoria considerável e perseguida pelo governo.
Tem certeza que em Singapura os Cristãos são perseguidos? Conheço protestantes de lá e as informações que tenho são de total liberdade de culto!
 

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Tem certeza que em Singapura os Cristãos são perseguidos? Conheço protestantes de lá e as informações que tenho são de total liberdade de culto!
Pelo que eu já li, a liberdade de culto em Singapura é garantida pela constituição local. A Constituição de lá prevê a liberdade de religião, mas o governo pode restringir esse direito em algumas circunstâncias através de leis como a Lei de Harmonia Religiosa e a Lei das Sociedades. Somente Testemunhas de Jeová e representantes da Igreja da Unificação são proibidos de atuar no país.
 

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Por que Testemunhas de Jeová são tão "perseguidas" assim? Rússia, Singapura.... Só porque batem na porta dos outros pra encher o saco?

(desculpem, sou bem leigo em relação a isso)
"Jehovah’s Witnesses have no political affiliations, and they renounce violence. However, they make an easy target for governments looking for internal enemies, as they refuse to bow down to government symbols. Many nationalists call them “enemies of the state.”

As a result, they have often suffered persecution throughout history in many parts of the world.

Jehovah’s Witnesses were jailed as draft evaders in the U.S. during both world wars. In a Supreme Court ruling in 1940, school districts were allowed to expel Jehovah’s Witnesses who refused to salute the American flag. Through subsequent legal battles in the 1940s and 1950s, Jehovah Witnesses helped expand safeguards for religious liberty and freedom of conscience both in the United States and Europe.

In Nazi Germany, Jehovah’s Witnesses were killed in concentration camps; a purple triangle was used by the Nazis to mark them. In the 1960s and ‘70’s, scores of African Jehovah’s Witnesses were slaughtered by members of The Youth League of the Malawi Congress Party for refusing to support dictator Hastings Banda. Many Witnesses fled to neighboring Mozambique, where they were held in internment camps.

Now it is Russia."

http://www.newsweek.com/russia-and-religion-why-putins-regime-so-afraid-jehovahs-witnesses-638640
 

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MIREX: "África deve deixar de olhar para a Europa como eterna culpada dos seus males e única fonte para resolução dos seus problemas" :|

O ministro das Relações Exteriores (MIREX), Manuel Augusto, declarou esta terça-feira que África deve deixar de olhar para a Europa como "eterna culpada dos seus problemas" e que a Europa deve deixar para trás "paternalismo em relação a África", pois só assim se avançará para "uma parceria justa, com benefícios mútuos" para os dois continentes.





"A aproximação entre Europa e África é incontornável. A Europa é o principal parceiro económico de África e África é depositária de grandes reservas de matérias-primas, algumas delas fundamentais para a indústria europeia, por isso, há aqui uma relação de interdependência", afirmou Manuel Augusto, citado pela Lusa, à margem do 1º EurAfrican Fórum, em Portugal.

O ministro, que falava no painel sobre "perspectivas políticas para o futuro das relações entre África e Europa", apelou a que os dois continentes acompanhem o movimento dos tempos" e abandonem "paradigmas que já foram ultrapassados" e "tabus psicológicos" prejudiciais para ambos, tais como o paternalismo da Europa em relação a África, que, segundo o MIREX, "ainda acontece, às vezes, ainda que de forma involuntária".

"Mas também África deve deixar de olhar a Europa como eterno culpado dos seus males e única fonte para resolução dos seus problemas", defendeu Manuel Augusto, afirmando que só assim se avançará para "uma parceria justa, com benefícios mútuos" para os dois continentes.

Manuel Augusto, que recordou que Angola viveu um longo período de guerra, disse, que, terminado o conflito, se virou para os parceiros tradicionais no ocidente, à procura de soluções.

"Pretendia-se e esperava-se, como qualquer país que vem de uma guerra, uma grande conferência de doadores, um plano Marchal para reconstruir Angola, mas foi-lhe negada esta possibilidade, pois dizia-se que Angola era um país rico e não precisava de ajuda", disse também o ministro.

Manuel Augusto explicou que Angola "teve de virar as atenções para o oriente e, em 16 anos de paz, com o parceiro chinês, fundamentalmente, construíram-se estradas e barragens, bem como se fez a reabilitação dos caminhos de ferro, num conjunto de infra-estruturas minimamente aceitáveis para um país que foi destruído pela guerra".

No entanto, garantiu o ministro, a "parceria com a Europa" é importante para resolver problemas como a falta de vias de comunicação ou um tecido industrial desenvolvido e deve ser encarada de forma positiva.

"É preciso consolidar a noção que o facto de Angola e outros países africanos quererem fábricas para transformar os seus produtos não significará menos negócio para os países europeus. Aliás estamos a convidar os países europeus para virem para um mercado quase virgem para investirem e fazerem as fábricas", salientou.

 

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Entenda o conflito do Saara Ocidental, a última colônia africana


Território no norte da África, rico em recursos naturais, está sob ocupação do Marrocos e não é reconhecido como um país

Um território no norte da África que tem o tamanho aproximado do estado de São Paulo e é cercado de um lado pelo oceano Atlântico e do outro pelo deserto do Saara, causa grandes disputas há décadas. O Saara Ocidental é, na prática, a última colônia em toda a África.

Com um governo próprio e cerca de 20% do território já independente — após 43 anos de batalhas, tanto violentas quanto diplomáticas — o pequeno país luta para se tornar totalmente autônomo do Marrocos, país vizinho que rejeita ceder a liberdade.

No lado sarauí, o combate contra o colonizador é liderado pela Frente Polisário, o movimento independentista do país.

O professor de Relações Internacionais da Universidade Federal de Pelotas Rodrigo Duque Estrada explica que esse território independente é cercado pelo maior muro do mundo, o "muro do Saara".

Construída de areia e pedra com tecnologia importada de Israel, essa estrutura tem cerca de 2.700 quilômetros de extensão e foi construído depois da ocupação militar marroquina que ficou conhecida como Marcha Verde. O muro é cercado de minas terrestres, o que impossibilita o trânsito da população e até mesmo dos beduínos que vivem como nômades na região.

Texto completo: https://noticias.r7.com/internacional/entenda-o-conflito-do-saara-ocidental-a-ultima-colonia-africana-22092018

 

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Delayed But Looming: The Question of Bougainville Independence

The referendum for Papua New Guinea’s eastern region is now set for October. How its outcome will be handled remains unclear.


Earlier this month the date of the Bougainville independence referendum was pushed back. Initially — although tentatively — scheduled for June 15, the poll will now be held in October. Under the 2001 peace agreement that followed a decade-long civil war in Papua New Guinea (PNG), it was negotiated that a referendum on the future status of Bougainville would be held prior to mid-2020. While preparations have been ongoing, it is believed the Bougainville Referendum Commission (BRC), headed by former Irish Prime Minister Bertie Ahern, would have been both financially and structurally struggling to meet the referendum’s requirements by June.

While the delay in the referendum isn’t a great surprise, the exact meaning of the referendum continues to be contested. PNG Prime Minister Peter O’Neill recently stated that the referendum is nonbinding, and that after the poll is conducted the PNG parliament will debate the results, and ultimately decide on whether Bouganville will become the world’s newest country. O’Neill’s assertion that ultimate authority lies with the PNG parliament has the potential to once again inflame tensions between Bougainville and Port Moresby should the Bougainville public vote for independence.

The position of Bougainville within PNG has been an uncomfortable one. Geographically and ecologically Bougainville forms the northern part of the archipelago that includes the Solomon Islands, maintaining greater cultural and linguistic links to these southern islands as well. However, during the colonial endeavors of both the British and Germans the archipelago became a contested space, with British controlling the southern islands of the archipelago and the Germans controlling Bougainville.
 

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A América Latina também precisa de um político popular que fale algo do tipo...
Até alguns africanos estão começando a caírem na real e olhando para a frente e aqui temos vários politiqueiros velhos e mofados com discurseiras burras de mais de 50 anos atrás, só temos de jogar essas tranqueiras na lata de lixo da história e elegermos pessoas de mentes mais abertas e modernas assim, senão será só atraso!
 

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O time de Rugby Union provincial (Super Rugby) com sede em Christchurch, o Canterbury Crusaders (equipe mais bem sucedida do hemisfério Sul) mudou a sua logo recentemente (queriam até mudar de nome), em decorrência do ataque à mesquita local em Março.

Original

Novo


Super Rugby: Crusaders announce new logo, keep name

The Crusaders will keep its name going forward, but will be attempting to "evolve their identity" with a new logo.

The Crusaders and NZ Rugby today announced the outcome of its brand review, which will see the Christchurch-based Super Rugby franchise retain its name and "reclaim its meaning through a new brand".

The controversy around the 'Crusaders' name began shortly after the Christchurch mosque attacks in 15 March, where many felt that the name was inappropriate since it comes from 'the Crusades' - a series of religious wars in the Middle Ages between Christians and Muslims.

The Crusaders today attempted to distance itself from that meaning as the franchise presented its "unique brand story" to key stakeholders, which includes the introduction of a new logo, inspired by the region and the whakataukī 'mā pango, mā whero, ka oti te mahi.'

...


A mudança acabou não agradando muita gente...

Super Rugby: Fans blast new Crusaders logo

...

It appears that by trying to please as many people as possible, the Crusaders have managed to alienate everyone. Based on social media, there are considerably more detractors of the new logo than there are supporters.
 
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