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Discussion Starter #1 (Edited)
Como volta e meia aparece alguma notícia relevante sobre o setor de telecomunicações no Brasil (fusão e aquisição de operadoras, novos players no mercado, novos serviços e tecnologias etc), pedi pra moderação para criar esse thread. Assim não precisa criar um novo tópico toda vez que aparece alguma notícia importante/interessante.

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Os principais grupos de telecomunicação do país são:

- Vivo, controlada pela espanhola Telefônica;
- Claro, Embratel e NET, controlados pela mexicana América Móvil, do bilionário Carlos Slim.
- Oi, controlada pela Andrade Gutierrez e por fundos de pensão;
- TIM, controlada pela Telecom Italia;
- GVT, controlada desde 2009 pelo conglomerado francês Vivendi.

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Total de linhas: 270 milhões

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Market Share - Banda Larga

Net - 28,7%
Oi - 28,5%
Telefônica/Vivo - 18,6%
GVT - 12,0%
CTBC - 1,7%
Embratel - 0,9%
TIM - 0,3%
Outras - 9,1%

Total de acessos: 21 milhões

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Total de acessos: 18 milhões

Fonte: http://www.teleco.com.br/

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Resumo do setor nos últimos meses:

- a Telefônica se tornou a maior controladora da Telecom Itália e pode ter que vender a TIM Brasil por imposição do CADE;

- a Oi iniciou o processo de fusão com a Portugal Telecom e lançou um novo satélite para o serviço de tv paga;

- o grupo francês Vivendi desistiu por hora de vender a GVT;

- a GVT iniciou negociações para criar um joint venture no setor de tv paga com a americana Dish, mas as negociações fracassaram;

- a estatal Telebras participará da construção de um cabo submarino ligando o Brasil à Europa.
 

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Discussion Starter #2 (Edited)
Fiz um resumo sobre as principais tecnologias e termos utilizados atualmente no setor. Algumas coisas foram simplificadas para facilitar o entendimento.


TELEFONIA MÓVEL E RADIOFREQUÊNCIAS

Para quem não conhece, as radiofrequências são como as pistas da estrada por onde trafegam as informações de rádio, tv, celular, wifi, satélites... enfim, praticamente toda comunicação sem fio. Isso quer dizer que a mesma estrada serve para diferentes aplicações, e que uma não interfere na outra, em princípio.

O espectro de frequências "pertence" ao governo, que pode permitir o uso de uma determinada faixa sem que os transmissores tenham que comprá-la (caso dos serviços de rádio e tv, que são outorgados), ou pode leiloar pedaços impondo diversas obrigações para quem vence a disputa (caso dos serviços de telefonia móvel).

Normalmente, quando surge uma nova tecnologia móvel (2G, 3G, 4G), o governo, através da Anatel, leiloa uma nova faixa de frequência. No Brasil, são utilizadas, até agora, cinco faixas para telefonia móvel.

As redes GSM operam nas frequências de 850, 1800 e parcialmente na de 1900 MHz. Essas redes são de segunda geração (2G), e substituíram as antigas redes TDMA (quem teve TIM no começo dos anos 2000 deve lembrar). A transmissão de dados no GSM é realizada através das tecnologias GPRS (velocidade máxima de 170 Kbps, com média de 40) e EDGE (velocidade máxima de 470 Kbps, média de 100). Quem tem smartphone já viu aquele "E" no display do aparelho, sinalizando que a internet está no 2G.

As redes 3G operam nas frequências de 1900 e 2100 MHz, e para transmitir dados utilizam as tecnologias HSPA (velocidade máxima de 14,4 Mbps) e HSPA+ (que as operadoras chamam de 3GMax ou 3GPlus, podendo atingir velocidades comerciais de até 42 Mbps; no Brasil, a média é de 3 Mbps).

Já as redes 4G, que começaram a ser implantadas no Brasil no ano passado, operam sobre a frequência de 2500 MHz (ou 2,5 GHz). A tecnologia utilizada para a transmissão de dados é a LTE, que pode entregar velocidades comerciais de até 100 mbps. No Brasil, as operadoras garantem uma média de 5 Mbps, mas o usuário pode atingir com facilidade até 40 Mbps, já que ainda é baixo o número de clientes.

A principal diferença entre as frequências está no alcance e na capacidade de transmitir dados. Redes com frequência mais baixa (até 1000 MHz) conseguem atender áreas maiores com uma menor quantidade de antenas (as chamadas Estações Rádio Base, ERBs). Já as frequências mais altas, acima de 1000 MHz, possuem um alcance menor, porém, conseguem transmitir uma maior quantidade de dados (o que é ideal para áreas populosas).

O Brasil é um dos poucos países do mundo a utilizar a frequência de 2,5 GHz para o 4G, e é por isso que um iPhone 5 comprado nos EUA não funciona no 4G daqui.

Esse ano, a Anatel pretende leiloar uma frequência adicional para o 4G: a de 700 MHz, hoje ocupada parcialmente pela tv analógica.

Existe ainda a frequência de 450 MHz, que foi entregue às operadoras que compraram a faixa de 2,5 GHz. Essa faixa deveria ser destinada à implantação da banda larga rural, mas as operadoras não querem utilizá-la porque os equipamentos são muito caros nessa frequência, já que poucos países a utilizam.

BANDA LARGA MÓVEL

A qualidade da banda larga móvel (3G ou 4G) depende de dois fatores principais: capacidade da ERB e quantidade de usuários conectados à mesma antena simultaneamente. A capacidade da ERB está ligada principalmente a três fatores:

- backhaul: cabo de cobre, fibra óptica ou linha de rádio que conecta a ERB à rede da operadora;

- tamanho da frequência: uma faixa de frequência é composta por vários blocos (800~820 MHz; 820~835 MHz etc). Um bloco pode ter 10, 20 ou 40 MHz, e quanto maior o bloco, mais caro no leilão. A Claro e a Vivo normalmente possuem os blocos maiores.

- capacidade dos equipamentos: os equipamentos eletrônicos das ERBs, tais como os rádio-transmissores, são projetados para atender sob medida a região onde estão localizados. Caso a demanda seja subestimada ou a operadora não amplie a capacidade da antena conforme a demanda aumente, a rede vai ficar congestionada.

São quatro os principais fornecedores de redes móveis: Nokia Siemens Networks (NSN), Huawei, Alcatel e Ericsson.


BANDA LARGA FIXA

Hoje são três os principais tipos de rede fixa: sobre cobre (xDSL), sobre cabo coaxial (HFC) e sobre fibra óptica (FTTx).

xDSL e FTTx

As redes xDSL são a evolução da internet discada. Enquanto o modem de internet discada literalmente ligava para o provedor (por isso a linha ficava ocupada), o modem xDSL utiliza uma frequência diferente dentro do mesmo cabo telefônico (frequências diferentes não interferem umas nas outras e por isso podem compartilhar o mesmo cabo).

As tecnologias mais comuns são o ADSL (velocidades de até 8 Mbps, utilizado por Oi e Telefônica), o ADSL2+ (até 24 Mbps, utilizado por GVT, Oi e Telefônica) e o VDSL2 (até 100 Mbps, utilizado pela GVT).

O xDSL consiste, basicamente, em uma placa eletrônica que transmite dados através dos cabos de telefonia. Essa placa é como se fosse o modem da operadora, e pode ficar localizada numa central que atende um bairro todo ou num armário de rua.


Placa xDSL com capacidade para 72 assinantes.

O que determina a velocidade do serviço, além do tipo de tecnologia, é a distância entre a casa do cliente e a placa xDSL. Quanto maior a distância, maior a degradação do sinal. Em operadoras como a Oi e a Telefônica, que até recentemente utilizavam centrais para atender bairros inteiros, essa distância pode chegar a até 6 quilômetros, o que impede velocidades superiores à 1 Mbps.

Já a GVT, e recentemente Oi e Telefônica, utiliza armários ópticos de rua, os chamados DSLAMs. Com uma distância de até 1200 metros entre o armário e o cliente, é possível atingir velocidades de até 15 Mbps com o ADSL2+ e entre 25 e 50 Mbps com o VDSL2. Cada armário possui entre 600 e 2500 portas xDSL, sendo que cada porta é capaz de atender a um único cliente.


Armário de rua da GVT (à esquerda).


Armário de rua da GVT.

Fonte - Imagens

Redes que utilizam armários de rua são chamadas de FTTC (fiber-to-the-curb), pois levam a fibra até o armário e chegam até o cliente (a chamada "última milha") com uma conexão xDSL.

FTTH

Redes que levam a fibra até dentro da casa do assinante são chamadas de FTTH (fiber-to-the-home). Elas normalmente oferecem velocidades entre 50 e 200 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps ou mais. Entre as grandes operadoras, essa tecnologia só é usada comercialmente por GVT e Telefônica.

As redes de fibra são conhecidas como "redes à prova de futuro", pois para entregarem velocidades maiores basta trocar os equipamentos das pontas (modem do cliente e placa do armário). Outra vantagem é que elas permitem a implantação de IPTV, que consiste basicamente em um serviço de tv a cabo utilizando o mesmo protocolo usado na internet (IP). O IPTV tem como vantagens a capacidade de transmitir um número ilimitado de canais no mesmo cabo e entregar recursos interativos avançados. A Telefônica é a única grande operadora a oferecer o serviço comercialmente (restrito ao estado de São Paulo).

O custo de implantação do FTTH ainda é alto, mas vem caindo rapidamente. A GVT pretende substituir gradualmente seus acessos xDSL por fibra, e a rede óptica da Telefônica cobre cerca de 2 milhões de residências no estado de São Paulo.

A Oi oferece o FTTH/IPTV em escala reduzida no Rio e em BH, e a concessionária de energia do Paraná, a Copel, já atende Curitiba e algumas cidades do interior com banda larga e telefonia sobre fibra.

Cabo (HFC)

O HFC (Hybrid Fiber Coax) é a evolução das redes de tv a cabo, utilizando fibra óptica até perto da casa do cliente e o tradicional cabo coaxial na última milha. Esse tipo de rede pode entregar velocidades de até 300 Mbps, mas tem como desvantagem o fato de dezenas ou mesmo centenas de clientes compartilharem o mesmo cabo (semelhante ao que ocorre com as antenas de celular), o que pode diminuir a velocidade de conexão em horários de pico.

A única grande operadora a utilizar essa tecnologia em escala nacional é a NET, que oferece velocidades de até 120 Mbps.


Além das tecnologias de "última milha", o desempenho das redes fixas também depende do backhaul (rede que conecta as centrais ou os armários ópticos) e do backbone nacional e internacional das empresas. O backhaul de redes fixas quase sempre é implementado com cabos de fibra óptica. Já o backbone nacional, para atender cidades e regiões mais isoladas geograficamente, pode utilizar também conexões via rádio e satélite, o que encarece muito os serviços de banda larga nesses locais (situação comum na região Norte). O backbone internacional é sempre feito com cabos submarinos:


fonte
 

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Discussion Starter #3
Virgin Mobile usará rede da Vivo para sua operação virtual brasileira

A Virgin Mobile finalmente anunciou acordo com a Vivo para utilizar a infraestrutura de rede da subsidiária da Telefónica para sua operação móvel virtual (MVNO) no Brasil, mas ainda aguarda o sinal verde da Anatel para anunciar uma data de lançamento.

As conversas com a Vivo já se arrastavam desde 2012 e a Virgin Mobile tinha expectativa de concluí-las até dezembro daquele ano, para lançar a operação no Brasil até o fim de 2013. Embora a Virgin já tivesse acordo com a Telefónica para usar as redes da Movistar no Chile (onde a operação foi lançada ainda em 2012) e na Colômbia (lançada em 2013), as negociações por aqui se mostraram mais complexas do que o esperado, como chegou a admitir em entrevista ao MOBILE TIME o vice-presidente da Virgin Latin America, Jeffrey Buckwalter.

Vencida esta etapa, a Virgin aguarda agora o sinal verde da Anatel para obtenção da licença de MVNO, cujo pedido deu entrada na agência nesta quinta, 23.

México

A Movistar também será a rede da operação mexicana da Virgin Mobile, que deve entrar em operação ainda em 2014. A estrutura comercial no México já começou a ser montada com enfoque em vendas, marketing e serviços.

http://www.teletime.com.br/23/01/2014/virgin-mobile-usara-rede-da-vivo-para-sua-operacao-virtual-brasileira/tt/366522/news.aspx

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Edital de 700 MHz exigirá velocidades mínimas para banda larga móvel

O edital de licitação das faixas de 700 MHz, que está sendo desenhado pela Anatel, deverá trazer pelo menos uma mudança conceitual muito importante em relação aos demais editais para faixas de espectro realizados até aqui. A intenção da Anatel é que, pela primeira vez, o foco não seja mais na cobertura do serviço, mas, sim, na oferta. Com isso, em lugar de exigir que a cobertura dos 700 MHz esteja em um determinado número de municípios, a exigência será para que haja ofertas de determinadas velocidades de serviços de banda larga móvel. Num exemplo hipotético do que se deve esperar do edital, a agência pode dizer que em municípios com mais de 50 mil habitantes deverá haver, necessariamente, ofertas de banda larga móvel acima de 10 Mbps em tanto tempo, e 15 Mbps em tanto tempo. O que já se sabe é que serão metas ambiciosas, muitas delas de longuíssimo prazo (15 anos, por exemplo). A boa notícia para as empresas é que esse atendimento provavelmente poderá ser feito por qualquer espectro e tecnologia que elas tenham disponível. Inclusive faixas não-licenciadas (Wi-Fi) poderão ser utilizadas.

Mas a engenharia para que se chegue a que tipo de oferta será exigida e em que municípios não é simples, porque a agência precisa ter um dimensionamento real do que existe de infraestrutura hoje e estimar o que existirá no futuro. A Anatel está trabalhando para consolidar uma informação essencial, mas que a agência ainda não tem: qual o quadro real da estrutura de backhaul e backbone das redes móveis atuais. Ou seja, a agência quer saber, no limite, qual é a rede que dá suporte a cada estação radiobase (ERB), para, a partir daí, poder projetar o custo de obrigar as empresas a terem determinadas ofertas de banda larga móvel. Essa equação é essencial para saber o preço que será estabelecido para a faixa de 700 MHz.

Além da exigência de oferta de determinadas qualidades de serviço, a agência deverá incluir no edital obrigações em relação ao backhaul das ERBs, determinando os casos em que essa estrutura deverá ser necessariamente ótica e quando isso não é necessário.

Outra implicação importante dessa nova forma de colocar as exigências é que estabelecendo que as ofertas deverão ter padrões mínimos de velocidade, a Anatel acabará tornando mais complicada a cobrança sobre os indicadores de qualidade das empresas. Isso porque o Regulamento Geral de Qualidade do SMP exige padrões de qualidade que são relativos à velocidade estabelecida em contrato. O que as empresas fizeram foi deixar de comercializar os pacotes de banda larga por velocidade e passaram a comercializá-los por franquia de dados ou por termos genéricos, como "velocidade 4G", ou "velocidade 3G", mas colocam em contrato velocidades mínimas baixas. Se prevalecer a ideia da Anatel de estabelecer os patamares de velocidade na oferta como obrigação do edital, esse problema metodológico deve sumir. De outro lado, a vida das operadoras fica mais complicada.

http://www.teletime.com.br/23/01/2014/edital-de-700-mhz-exigira-velocidades-minimas-para-banda-larga-movel/tt/366576/news.aspx
 

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Virgin faz acordo de rede com Vivo, espera Anatel liberar licença

A Virgin Mobile, que tem entre os principais acionistas o grupo britânico Virgin, anunciou nesta quinta-feira acordo de compartilhamento de redes de telecomunicações com a Vivo e pedido de licença para lançar operadora celular virtual no Brasil.

A companhia também fechou acordo de compartilhamento com a Telefónica, controladora da Vivo, no México, onde também prepara lançamento de sua operações após ingressar na América Latina em 2010, já tendo estabelecido operadoras no Chile e Colômbia.

No Brasil, onde o mercado celular é praticamente dividido entre as operadoras Vivo, Claro, TIM e Oi, a Virgin Mobile reforçará o grupo de operadoras móveis virtuais, que é formado por Porto Seguro, unidade do grupo segurador de mesmo nome, e Datora Telecom.

A Virgin não informou quando espera iniciar a operação comercial, comentando apenas que prevê que isso será feito "o quanto antes for possível", após a liberação da licença pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/01/virgin-faz-acordo-de-rede-com-vivo-espera-anatel-liberar-licenca.shtml
 

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Hellas
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Boa iniciativa, FGB. Afinal, para o funcionamento desse espaço chamado SSC, essa infra é fundamental. Boas informações também!
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Um pergunta: No interior existem muitos provedores de internet a radio. Pelo que entendo, eles compram um LINK de alguma grande operadora e distribuem o sinal seguindo seus proprios criterios. Qual rede esse link utiliza?
 

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Queria FTTH... mas pelo visto vai demorar muito para cidades do interior receber esta tecnologia. Me contentaria se a GVT ao menos viesse para minha cidade, porque aturar a OI não é fácil.
 

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freiheit über alles
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^^ Na minha cidade as duas operadoras locais tão cabeando a cidade toda com fibra.

O bom desses ISP local é que é bem menos burocrático.

E o serviço é relativamente decente.
 

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no encalço do meliante
O elemento se evadiu
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Gente, preguiça de pesquisar.
Mas a título de curiosidade, na média quantas operadoras de celular
existem em uma cidade americana? e na Alemanha e Portugal?
 

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Discussion Starter #9
Boa iniciativa, FGB. Afinal, para o funcionamento desse espaço chamado SSC, essa infra é fundamental. Boas informações também!
Obrigado, Lafaveiga!

Um pergunta: No interior existem muitos provedores de internet a radio. Pelo que entendo, eles compram um LINK de alguma grande operadora e distribuem o sinal seguindo seus proprios criterios. Qual rede esse link utiliza?
Esses links fazem parte do backbone óptico de grandes operadoras, notadamente a Embratel. Mas existem outras empresas menores ou especializadas que oferecer o serviço, como a Unotel.

Queria FTTH... mas pelo visto vai demorar muito para cidades do interior receber esta tecnologia. Me contentaria se a GVT ao menos viesse para minha cidade, porque aturar a OI não é fácil.
Como o Squibb comentou, existem centenas de pequenos ISPs (provedores de internet) atuando no interior. Essas empresas estão gradualmente substituídos os acessos via rádio por FTTH. Talvez na sua cidade já tenha algum se preparando.

Gente, preguiça de pesquisar.
Mas a título de curiosidade, na média quantas operadoras de celular
existem em uma cidade americana? e na Alemanha e Portugal?
Eu não sei te responder, mas grandes operadoras nacionais não passam de 4 ou 5. O que existem são as de alcance regional, mas eu não conheço o mercado desses países. Algum colega que mora no exterior deve saber responder.
 

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Gente, preguiça de pesquisar.
Mas a título de curiosidade, na média quantas operadoras de celular
existem em uma cidade americana? e na Alemanha e Portugal?

Em Portugal há 3 operadoras móveis que servem todos o país (Portugal Telecom, Vodafone e Zon), mas se quiseres fornecem um pacote completo de internet (fibra ou adsl), televisão, telefone fixo e móvel. Não conheço nenhuma operadora regional, as que haviam foram todas incorporadas nas maiores. :)
 

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Em Fevereiro teremos mais um Satélite na Orbita para o Brasil, o Amazonas 4A será lançado de Kourou na Guiana Francesa e no Terceiro Trimestre será o Star One C4 da Embratel para assinantes da Claro TV
 

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Discussion Starter #15
Embratel vai disputar mercado latino de satélite para DTH com C-4 a ser lançado no fim do ano

A Star One, subsidiária integral da Embratel, e maior operadora de satélites da América Latina (atualmente com uma constelação de sete satélites) está pronta para ficar mais agressiva no mercado latino-americano. Com o lançamento do novo satélite - o C-4- previsto para o final deste ano, a empresa prepara-se para entrar com vigor na disputa da oferta satelital para o rico mercado de DTH não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.

Segundo seu presidente, Gustavo Silbert, com este satélite, que está consumindo investimentos de US$ 320 milhões, a empresa irá ampliar bastante a capacidade para o mercado de TV paga via satélite - o DTH- pois virá equipado exclusivamente com a banda ku (serão 48 transponders), tecnologia usada na transmissão de sinais de vídeo. "Com este satélite, iremos ampliar muito a capacidade da Claro TV para todo o Brasil, e passaremos a disputar também o DTH fora do Brasil", afirmou o executivo.

Conforme Silbert, a ampliação da oferta de vídeos na TV paga, aliada às mudanças tecnológicas, como a adoação da alta definição nas imagens (HD) aumenta a demanda por mais banda satelital não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Antecipando-se a este novo posicionamento, a Star One já negocia com uma empresa fora do Brasil a venda de capacidade de seu satélite C-3 para o DTH. Mas será o C-4, com um número maior de transponders, a principal porta de saída da empresa para outros mercados que não o brasileiro.

Banda Ka
Se este novo satélite a ser lançado pela Embratel é grande, o da próxima geração, que deverá estar no espaço sideral no primeiro semestre de 2016, é ainda maior. Com investimentos de US$ 400 milhões, o D-1 (que vai substituir o B-4) virá com 24 transponders ku e outros 16 em banda Ka. A tecnologia Ka para a comunicação de dados é tão mais avançada que esses 16 transponders equivalem a outros 360 da banda Ku.

O executivo concorda com a avaliação do Ministério das Comunicações, de que a chegada da banda Ka no país irá provocar a queda nos preços da banda larga via satélite para o usuário final. Mas, por enquanto, assinalou ele, a empresa pensa em se manter focada no mercado corporativo. A única experiência que a Embratel tem com o usuário final é no programa Gesac, do Ministério das Comunicações.

Silbert disse que a banda Ka do D-1 será usada principalmente para a complementação do backhaul das operadores de telefonia celular, seja na rede 3G como na 4G. "É impossível fibrar todo o Brasil para ampliar a capacidade de dados das operadoras de celular", afirma. O satélite e a banda Ka serão, na visão do executivo, fundamentais para ampliar esta infraestrutura. Em sua avaliação, a ampliação da concorrência - além da Embratel, mais empresas estão construindo novos satélites com banda Ka para irradiar no Brasil - irá promover maiores quedas nos preços.

Com dois satélites a serem lançados, a pergunta que fica é se a Star One vai disputar a licitação da Anatel de novas posições orbitais, prometida para este ano. A esta pergunta, o Silbert responde: "todos os concorrentes gostariam de saber a resposta", que ficará a sete chaves e só será conhecida no dia do leilão.

http://www.telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/25231-embratel-vai-disputar-mercado-latino-de-dth-com-o-satelite-c-4-a-ser-lancado-no-fim-do-ano
 

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Discussion Starter #16
Boingo disputa contratos de Wi-Fi em mais 10 aeroportos no Brasil

Embora a norte-americana Boingo opere uma rede global de hotspots Wi-Fi em shopping centers, hotéis, restaurantes e outras áreas de grande concentração de pessoas, a estratégia para o mercado brasileiro está focada, pelo menos nesse primeiro momento, em apenas uma frente: aeroportos.

Além do contrato recém-anunciado com a concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Guarulhos para projeto, instalação e gerência de sua nova rede, a Boingo está participando ainda de concorrência para as redes Wi-Fi de ao menos outros dez aeroportos no brasileiros, revela o diretor de desenvolvimento de negócios da empresa no Brasil, Marco Ferraz Romero. "Estamos em negociação e o resultado (dessas concorrências) deve sair em breve, porque alguns desses aeroportos querem novas redes já para a Copa do Mundo e, dependendo do projeto, ainda há tempo", conta Romero.

GRU

O contrato com o Aeroporto de Guarulhos foi assinado ainda na segunda quinzena de dezembro e a Boingo agora está concluindo as negociações com os fornecedores de equipamentos e do link de banda larga para o lançamento comercial da operação.

"Estamos trocando tudo, cabeamento, fibra, antenas e o link de banda larga está sendo cotado com algumas operadoras e devemos fechar isso até o final da semana que vem", diz.

A Boingo trabalha com dois cronogramas: um para a rede Wi-Fi propriamente dita, que deve ficar pronta, segundo Romero, entre o final de março e o começo de abril; e outro para o sistema de antenas distribuídas (DAS), que permitirá a oferta de infraestrutura para serviços de dados e telefonia das teles e deve ser concluído até maio.

"E ao mesmo tempo em que damos andamento à implantação da infraestrutura, partiremos também para a negociação com as operadoras, até porque não é apenas uma questão de valores e uma vez a infraestrutura concluída ainda precisaremos integrar nossa rede (DAS) aos sistemas das teles", explica.

Por enquanto, a Boingo está usando a infraestrutura que já estava instalada no Aeroporto de Guarulhos para oferecimento do acesso gratuito a passageiros, que por enquanto não tem limitação de tempo de conexão, mas com velocidade limitada a 1 Mbps por usuário e bloqueio de serviços de VoIP ou streaming de vídeo. Quando a nova rede estiver pronta, o acesso pago (por horas ou mensal) terá uma velocidade de 5 Mbps por usuário e permitirá acesso a esses serviços.

http://www.teletime.com.br/24/01/2014/boingo-disputa-contratos-de-wi-fi-em-mais-10-aeroportos-no-brasil/tt/366662/news.aspx
 

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Embratel vai disputar mercado latino de satélite para DTH com C-4 a ser lançado no fim do ano

A Star One, subsidiária integral da Embratel, e maior operadora de satélites da América Latina (atualmente com uma constelação de sete satélites) está pronta para ficar mais agressiva no mercado latino-americano. Com o lançamento do novo satélite - o C-4- previsto para o final deste ano, a empresa prepara-se para entrar com vigor na disputa da oferta satelital para o rico mercado de DTH não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.

Segundo seu presidente, Gustavo Silbert, com este satélite, que está consumindo investimentos de US$ 320 milhões, a empresa irá ampliar bastante a capacidade para o mercado de TV paga via satélite - o DTH- pois virá equipado exclusivamente com a banda ku (serão 48 transponders), tecnologia usada na transmissão de sinais de vídeo. "Com este satélite, iremos ampliar muito a capacidade da Claro TV para todo o Brasil, e passaremos a disputar também o DTH fora do Brasil", afirmou o executivo.

Conforme Silbert, a ampliação da oferta de vídeos na TV paga, aliada às mudanças tecnológicas, como a adoação da alta definição nas imagens (HD) aumenta a demanda por mais banda satelital não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Antecipando-se a este novo posicionamento, a Star One já negocia com uma empresa fora do Brasil a venda de capacidade de seu satélite C-3 para o DTH. Mas será o C-4, com um número maior de transponders, a principal porta de saída da empresa para outros mercados que não o brasileiro.

Banda Ka
Se este novo satélite a ser lançado pela Embratel é grande, o da próxima geração, que deverá estar no espaço sideral no primeiro semestre de 2016, é ainda maior. Com investimentos de US$ 400 milhões, o D-1 (que vai substituir o B-4) virá com 24 transponders ku e outros 16 em banda Ka. A tecnologia Ka para a comunicação de dados é tão mais avançada que esses 16 transponders equivalem a outros 360 da banda Ku.

O executivo concorda com a avaliação do Ministério das Comunicações, de que a chegada da banda Ka no país irá provocar a queda nos preços da banda larga via satélite para o usuário final. Mas, por enquanto, assinalou ele, a empresa pensa em se manter focada no mercado corporativo. A única experiência que a Embratel tem com o usuário final é no programa Gesac, do Ministério das Comunicações.

Silbert disse que a banda Ka do D-1 será usada principalmente para a complementação do backhaul das operadores de telefonia celular, seja na rede 3G como na 4G. "É impossível fibrar todo o Brasil para ampliar a capacidade de dados das operadoras de celular", afirma. O satélite e a banda Ka serão, na visão do executivo, fundamentais para ampliar esta infraestrutura. Em sua avaliação, a ampliação da concorrência - além da Embratel, mais empresas estão construindo novos satélites com banda Ka para irradiar no Brasil - irá promover maiores quedas nos preços.

Com dois satélites a serem lançados, a pergunta que fica é se a Star One vai disputar a licitação da Anatel de novas posições orbitais, prometida para este ano. A esta pergunta, o Silbert responde: "todos os concorrentes gostariam de saber a resposta", que ficará a sete chaves e só será conhecida no dia do leilão.

http://www.telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/25231-embratel-vai-disputar-mercado-latino-de-dth-com-o-satelite-c-4-a-ser-lancado-no-fim-do-ano
Quais são as dimensões do lançamento deste novo satélite? A velocidade será potencializada consideravelmente?
 

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Ela olha no olho...
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Gente, preguiça de pesquisar.
Mas a título de curiosidade, na média quantas operadoras de celular
existem em uma cidade americana? e na Alemanha e Portugal?
Na Irlanda são 6 e todas tem outros serviços que não somente planos de telefonia móvel, como internet, pacote de dados etc;


Vodafone, O2, Meteor, Three, Eircom (emobile), Tescomobile
 
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