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A Obra

Em março de 2010 estarão prontas as pistas adicionais, de 23 km, da Marginal do Tietê. Em cada sentido haverá 3 novas faixas. E em outubro de 2010 serão entregues também 4 novas pontes e 3 viadutos. Com a ampliação espera-se uma redução no tempo das viagens pela via expressa em 33%. A Marginal é hoje a mais movimentada via expressa do país (e uma das mais movimentadas do mundo). Seis por cento de toda a carga do país passa por suas faixas, diariamente.

A história da Marginal do Tietê

Quem passa pela Marginal do Tietê percebe que a avenida tem longas retas e poucas curvas, sempre acompanhando o curso do rio. Esse não é o traçado natural do Tietê. Até o início do século 20 o Tietê era extremamente sinuoso, cheio de voltas. E não existia a Marginal.

O Tietê começou a mudar em 1938, num processo que terminou na década de 1960. Além da construção de um canal (uma espécie de emparedamento do rio), o curso do Tietê também sofreria profundas alterações. É o que se chamou na época de retificação do rio. As voltas viraram extensas retas, as margens foram ocupadas por avenidas, e as várzeas, áreas alagáveis, deram lugar a edificações.

A retificação

A mudança do curso do rio Tietê – ou sua retificação – foi feita depois da alteração realizada no rio Pinheiros. E houveram diferenças marcantes entre os dois processos.

A obra no Pinheiros ficou a cargo de uma empresa privada canadense, a São Paulo Tramway, Light and Power Company (para encurtar, a Light), que em troca recebeu terrenos nas novas margens do rio. E o novo curso do Pinheiros o deixou “encostado” às colinas de sua antiga margem esquerda. A retificação e a canalização do Tietê ficaram a cargo do governo, que preferiu criar o novo curso do rio seguindo o eixo central da planície.

O nome da Marginal do Tietê

Marginal do Tietê não é nome próprio – é apelido. O que muita gente chama de Marginal do Tietê é um pedaço do Anel Viário Metropolitano, que tem o mesmo status de uma rodovia estadual – tanto que é identificado oficialmente por uma sigla, como as outras estradas – SP 015.

O nome oficial da via, desde 1991, é Prof. Simão Faiguenboim. A Marginal do Tietê é o trecho da SP 015 entre a Marginal Pinheiros e a rodovia Ayrton Senna.

A ideia original da Marginal do Tietê

Em 1957 foi inaugurado o primeiro trecho da Marginal do Tietê – era a avenida Marginal Direita do Tietê. O último trecho a ser construído, entre a ponte Aricanduva e a divisa com Guarulhos, ficou pronto em 1977. Também aos poucos foram criadas pontes e vias de ligação da Marginal do Tietê com outras avenidas.

Construída aos poucos, a Marginal do Tietê é a junção das seguintes avenidas:

Av. Marginal Direita do Tietê
Av. Otaviano Alves de Lima
Av. Assis Chateaubriand
Av. Condessa Elizabeth de Robiano
Av. Morvan Dias de Figueiredo
Av. Embaixador Macedo Soares
Av. Presidente Castelo Branco

São no total 24,5 km de avenidas em cada margem do Tietê, percorridas diariamente por cerca de 1,2 milhões de veículos (ou melhor, 1,2 milhões de viagens) – número que faz dela a via mais movimentada do Brasil.

O aprofundamento da calha

Sem as várzeas originais para permitir o armazenamento e lento escoamento para o rio da água da chuva, alagamentos se tornaram frequentes, prejudicando o tráfego na Marginal e afetando casas e instalações industriais e comerciais. O problema se estendeu por décadas, desde a construção da marginal do Tietê até quase o final do século 20. Na década de 1980 houve um início de ampliação, retomado em 1998, graças a financiamento de uma instituição japonesa de desenvolvimento, o JBIC (Japan Bank for International Cooperation).

A cargo do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), a obra foi dividida em duas fases. Na primeira, concluída em 2000, foram aprofundados 16,5 km da calha do Tietê. Em média, o leito foi escavado 2,5 metros.

Na fase 2 da obra, novamente com recursos do JBIC e do governo do Estado, foram ampliados mais 24,5 km da calha do rio. Segundo o DAEE, na segunda fase foram retirados 6 milhões de metros cúbicos de solo e mais 800 mil metros cúbicos de rochas. Com o aprofundamento do leito e o alargamento da calha, a vazão do Tietê aumentou de 640 para 1.060 metros cúbicos de água por segundo.

O rio Tietê

A maioria dos rios deságua no mar. O Tietê não. Ele nasce perto do litoral, em Salesópolis, mas suas águas correm no sentido oposto, para o interior. A Serra do Mar impede o Tietê de percorrer os 22 km que separam a nascente do mar. Em vez disso, são 1.136 km (parte atravessando a cidade de São Paulo) até chegar ao rio Paraná, em Três Lagoas, divisa com Mato Grosso do Sul.

Em tupi, Tietê significa rio verdadeiro, ou águas verdadeiras, ou grande volume de água. Há registro do nome Tietê de 1748. Ele também já foi chamado de Anhembi ou Anhambi.

Pontes

Além de novas pistas de rolamento, a Nova Marginal dará à cidade quatro novas pontes (Complexo Bandeiras, Cruzeiro do Sul, Tatuapé e Complexo Dutra/ Castelo Branco) e três viadutos. Chamados de obras de arte, pela complexidade de sua construção, as pontes e os viadutos ficarão prontos em outubro de 2010.

Os novos viadutos ficarão na saída da Santos Dumont, no final da Dutra e na avenida Salim Farah Maluf.

Em algumas das pontes já existentes serão feitas mudanças na estrutura e prolongamentos, permitindo a passagem das novas pistas de rolamento.

Ponte das Bandeiras e Cruzeiro do Sul


Ponte da Casa Verde (com pequeno trecho estaiado em vermelho)


Ponte Freguesia do Ó


Ponte Jânio Quadros


Ponte do Limão


Ponte do Piqueri


Complexo Tamanduateí


Meio Ambiente

Menos trânsito, menos poluição, mais árvores

Árvores absorvem dióxido de carbono (CO2), um dos gases do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global. A Nova Marginal, com suas quase milhares de árvores adicionais, vai ajudar a minimizar o problema. Nos próximos 20 anos essas árvores deverão ter absorvido 15 mil toneladas de carbono (número baseado em pesquisa do Instituto Florestal de São Paulo). Nestas páginas, você vai poder acompanhar em breve um pouco da história dessas árvores.

Um estudo produzido antes do início das obras indicou que 4.589 árvores, de espécies e tamanhos os mais diversos possíveis, viviam à beira da via e nos canteiros. Todas elas foram catalogadas e recebram um número. Desse número inicial, 559 árvores serão suprimidas, e 4.030 permanecerão na via expressa. Parte delas – 935- será transplantada para áreas próximas de seu “endereço” atual, algumas vezes a poucos metros de distância.



O método de transplante, muito complexo, não é inédito no pais, mas seu número, sim. Cada uma dessas quase mil árvores serão mudadas sem perder suas folhas ou ter seu caule e galhos danificados. O processo dura algumas horas para cada exemplar e implica em alterações no fluxo de trânsito da via. Algumas árvores chegam a pesar 25 toneladas, o que implica em máquinas grandes e muito cuidado em seu manuseio.

Além disso, serão plantadas mais 4.600 árvores à margem da via expressa e mais 83 mil mudas grandes nas ruas transversais e próximas às Marginais. Com as outras 63 mil mudas que serão plantadas no Parque Várzeas do Tietê, serão mais de 150 mil árvores na região.

Outro benefício da ampliação da via expressa é o menor consumo de combustível pelos veículos que nela trafegam – e menor consumo de combustível significa menor emissão de poluentes, e menos repercussões para a saúde de quem vive perto ou mesmo passa pela via expressa.

A Marginal do Tietê tem longos – e demorados – congestionamentos todos os dias. Com 30 km de vias paradas nos horários de pico, a Marginal do Tietê representa cerca de 25% do total de congestionamentos medidos em São Paulo.

Não parece, mas os veículos parados (ou quase, naquele para e anda, engata primeira, freia, para...) poluem um bocado. A aceleração inicial, com o carro saindo de velocidade 0, exige potência do motor – e mais combustível queimado, com a consequente emissão de poluentes. Mesmo em marcha lenta (quando o carro está parado, com o motor funcionando) há queima de quantidade significativa de combustível e liberação de vários tipos de poluentes.

Motores de carros, motos e caminhões liberam, em maior ou menor quantidade, monóxido de carbono (CO), óxidos de enxofre e de nitrogênio, aldeídos e outras substâncias tóxicas ou que contribuem para o efeito estufa, um dos responsáveis pelo aquecimento global - é o caso do CO2.

Estima-se que os congestionamentos da Marginal do Tietê levem a um consumo anual extra de 1,5 milhão de litros de combustível (gasolina, álcool e principalmente diesel, usado pela maioria dos caminhões). O corte no consumo resultará em redução da poluição do ar na cidade – e menos doenças respiratórias e outros problemas graves. Só como exemplo, deixarão de ser liberados no ar por ano cerca de 18 toneladas de compostos de Nox, tais como NO2 (considerando a média de 15 gramas de Nox liberados por litro de combustível gasto por um motor).

As árvores que vão mudar de endereço

Plantar uma pequena muda de árvore é relativamente simples. Basta preparar a cova, com a profundidade certa e com a adubação adequada para a espécie que vai ser plantada, colocar a muda, preencher com terra o buraco e regar.

Mas e se a “mudinha” tiver 10 metros de altura, com mais de 50 cm de diâmetro no tronco – e umas 20 toneladas? E, para complicar mais, com raízes profundas, solidamente presas ao solo?

É assim nas obras da Nova Marginal. O projeto exige a mudança de quase mil árvores – exatamente 935.

Para o trabalho são usados guindastes, grandes caminhões, retroescavadeiras. Agrônomos, jardineiros, operadores de máquinas e motoristas trabalharam em equipe para transplantar as árvores.

Só a seleção das árvores demorou 3 meses. Foram analisadas todas as árvores que devem ser retiradas para as obras, das quais perto de 1.000 foram consideradas aptas para a transferência.

Não dá certo simplesmente arrancar a árvore e levá-la para sua nova localização. Ela precisa ser preparada, num trabalho que começa com a escavação de uma espécie de fosso ao redor do tronco.

Na primeira fase da escavação, feita com enxadas, as raízes superficiais são aparadas. Depois é a vez das retroescavadeiras, que aprofundam a vala. A terra em volta da raiz é embrulhada com plástico, evitando que se desprenda a terra em volta das raízes (o chamado torrão).

Entra em ação o guindaste. Faixas largas são amarradas na base do tronco e presas à torre do guindaste, que puxa a árvore para cima.

Se o novo lugar da árvore for próximo ao antigo, o próprio guindaste a leva até lá. Para deslocamentos maiores é usado um caminhão.

Compensação ambiental

No dia a dia é fácil entender o conceito de compensação. Quer emendar um feriado? Compensa trabalhando alguns minutos ou horas a mais por dia. Não foi possível ir à festa de aniversário? Compensa enviando flores, ou um presente caprichado.

Em relação ao ambiente, não é muito diferente. Algumas obras são necessárias, mesmo provocando danos ambientais. Para compensar esses danos, algumas contrapartidas – as compensações – são exigidas de quem executa a obra.

No caso da Nova Marginal, a compensação ambiental pedida pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo incluiu o de um grande número de árvores nos canteiros da via, em ruas vizinhas e no Parque Várzea do Tietê. Ao todo serão suprimidas 559 árvores e plantadas cerca de 150 mil novas árvores, com um custo estimado de R$ 48 milhões.

Fonte: http://www.novamarginal.sp.gov.br
 

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Ponte das Bandeiras e Cruzeiro do Sul



Ponte Jânio Quadros




Meio Ambiente




eu considero sendo esses os dois pontos mais criticos. o acesso da dutra à marginal, e o acesso ao centro pela ponte das bandeiras.
 

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Da capital do RECÔNCAVO
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Muito bom, espero que resolva mesmo o problema do trânsito dessa região.


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Scooter/motorbike lover
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É uma pena que o governo paulista não pensou em planejar um complexo viário de acesso exclusivo de ônibus ao Terminal do Tietê; a presença de um trevo deste porte iria facilitar a entrada e saída dos coletivos na rodoviária e iria melhorar muito o trânsito na região do Carandiru. Hoje, um ônibus que vem de Campinas e entra na rodoviária do Tietê tem que dar uma volta enorme por dentro do bairro do Carandiru, algo que seria desnecessário se houvesse uma ponte entre a pista expressa da Marginal sentido Ayrton Senna e a rodoviária, de uso exclusivo dos veículos que atendem à estação.

Também dever-se-ia pensar numa via exclusiva para ônibus rodoviários na Marginal, como forma de estimular o transporte coletivo intermunicipal.
 

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bom, como prometido, estou postando as fotos que eu tirei, estao ruins, ja q foi tirada de um onibus em movimento....e em dia de chuva! :eek:hno:

bom, como eu nao sei me localizar na marginal, eu nao vou por legendas......

ai vao elas..:banana:


favelinha tá indo.....;)







http://lh6.ggpht.com/_Amscjlis6mg/SnGpcnOKmhI/AAAAAAAABDk/lkxFBo8W0Ig/s640/DSC01411.JPG]/img]
por essa foto, da pra ver bem q vao transplantar todas as arvores que tiverem condicoes....


[img]http://lh5.ggpht.com/_Amscjlis6mg/SnGpfKEXQNI/AAAAAAAABDo/vJSjTAr-tlA/s640/DSC01412.JPG


































- trevo anhanguera










 

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Crucismogiensis
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A retificação

A mudança do curso do rio Tietê – ou sua retificação – foi feita depois da alteração realizada no rio Pinheiros. E houveram diferenças marcantes entre os dois processos.

A obra no Pinheiros ficou a cargo de uma empresa privada canadense, a São Paulo Tramway, Light and Power Company (para encurtar, a Light), que em troca recebeu terrenos nas novas margens do rio. E o novo curso do Pinheiros o deixou “encostado” às colinas de sua antiga margem esquerda. A retificação e a canalização do Tietê ficaram a cargo do governo, que preferiu criar o novo curso do rio seguindo o eixo central da planície.
Projeto de retificação:


Imagem aérea das obras de retificação na altura da Lapa:
 

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^^Passei na sexta, indo pro aero e tb achei impressionante, aliás, parabéns ao A380, o thread ficou muito bom mesmo.
 

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Alguem sabe se a legislação brasileira permite a cobrança de pedágio pelo mecanismo "free-flow" (em que não há cabines, e sim, sensores e conjuntos de câmeras)? Numa hipotética concessão da Marginal Tietê, esse sistema poderia ser utilizado, ou existem limitações jurídicas?
A Autopista Central no Chile utiliza o sistema (é uma auto-estrada urbana localizada em Santiago, que conta com 45% do tráfego e com a maior arrecadação de tarifa nas rodovias urbanas e interurbanas daquele país)

O sistema também foi citado para implantação na própria marginal em 2006. Segue o link do portal G1: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPau...RGINAL+TIETE+DEVE+TER+PEDAGIO+ELETRONICO.html
 

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Alguem sabe se a legislação brasileira permite a cobrança de pedágio pelo mecanismo "free-flow" (em que não há cabines, e sim, sensores e conjuntos de câmeras)? Numa hipotética concessão da Marginal Tietê, esse sistema poderia ser utilizado, ou existem limitações jurídicas?
A Autopista Central no Chile utiliza o sistema (é uma auto-estrada urbana localizada em Santiago, que conta com 45% do tráfego e com a maior arrecadação de tarifa nas rodovias urbanas e interurbanas daquele país)

O sistema também foi citado para implantação na própria marginal em 2006. Segue o link do portal G1: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPau...RGINAL+TIETE+DEVE+TER+PEDAGIO+ELETRONICO.html
O Sem Parar utilizado em estradas paulistas (e agora também shoppings) não seria um caso desses ?
Ou a dúvida é seria permitido ter cobrança *apenas* eletrônica ?
 

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Alguem sabe se a legislação brasileira permite a cobrança de pedágio pelo mecanismo "free-flow" (em que não há cabines, e sim, sensores e conjuntos de câmeras)? Numa hipotética concessão da Marginal Tietê, esse sistema poderia ser utilizado, ou existem limitações jurídicas?
A Autopista Central no Chile utiliza o sistema (é uma auto-estrada urbana localizada em Santiago, que conta com 45% do tráfego e com a maior arrecadação de tarifa nas rodovias urbanas e interurbanas daquele país)

O sistema também foi citado para implantação na própria marginal em 2006. Segue o link do portal G1: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPau...RGINAL+TIETE+DEVE+TER+PEDAGIO+ELETRONICO.html
Limitações jurídicas existem, mas acho que não em especial a este sistema. Segundo uma lei estadual é proibida a cobrança de pedágio em distância inferior a 35 quilômetros da Praça da Sé. A CCR (concessionária do Rodoanel) e o TJ vivem brigando sobre isso.
 

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Limitações jurídicas existem, mas acho que não em especial a este sistema. Segundo uma lei estadual é proibida a cobrança de pedágio em distância inferior a 35 quilômetros da Praça da Sé. A CCR (concessionária do Rodoanel) e o TJ vivem brigando sobre isso.
Essalei já foi declarada nula diversas vezes pelo TJ. O qu acontece é que juizes de instâncias inferiores insistem em ignorar a jurisprudência do próprio tribunal. A CCR ViaOeste já teve problemas com essa mesma lei e venceu. A CCR RodoAnel também deve ter ganho de causa. Obrigado pela contribuição!

O questionamento é exatamente sobre a exclusividade da utilização do sistema "free-flow". O Sem Parar/Via Fácil [da STP - Serviços e Tecnologia de Pagamento (que tem como acionistas a CCR, a OHL Brasil, a Primav EcoRodovias, GSMP SA e CCBR Catel)], é uma forma opcional de cobrança sempre existindo as cabines manuais. A legislação impede que a cobranç seja feita apenas por meio eletrônico? Outro ponto é que o sistema "free-flow" permite além da cobrança por "tags" (Sem Parar/Via Fácil), a cobrança por foto das placas (como as multas por radar), em que não se faz necessária a aquisição de serviços de terceiros, no caso, da STP.
 

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acredito q será possível isso com a utilizacao das novas etiquetas por radiofrequencia q serao obrigatorias (acho q a partir de 2010) em todos os carros novos, contendo todas as infos dos proprietarios...eh lei federal, li isso ja varias vezes em diversos jornais, inclusive, uma vez vi justamente que o plano do governo era liberar a cobrança por km, ao inves de bloqueios. Mais ou menos assim, vc entra na rodovia e registra a entrada, depois, ao sair registra de novo, ai o sistema calcula qtos km vc rodou, e gera a cobrança com base numa tarifa por km que já existe hj.....
 

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Imagem aérea das obras de retificação na altura da Lapa:
SemiOFF:
Esse site (www.geoportal.com.br) que o Caco usou é sensacional. Ele permite ver São Paulo (não sei se o resto do País também) via satélite. Em 1958.
 

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Eu vou ser franco sobre esse projeto: Eu amei!!!!!! As marginais do jeito que estavam, eram cheias de defeitos, mal planejamento, e afunilamentos!
Agora vai ficar coisa de primeiro mundo! Parabéns a Serra e Kassab! Quem me dera se o Rio de Janeiro tivesse uma dupla com essa competência! Parabéns São Paulo!
 

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As obras realmente estão num ritmo muito bom.

Comparativamente, enquanto o governo federal anuncia projetos, fala em obras e muito bla bla com o PAC, o governo paulista já está bem mais adiantado. Seja tocando o rodoanel, a nova marginal e até mesmo as linhas do metrô.

Quem dera os aeroportos de Guarulhos e Viracopos, e o porto de Santos fossem propriedade do governo estadual.
 

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Para Alguns Desinformados Várias OBRAS paulistas de Serra e Kassab São com DInheiro FEDERAL! me poupem do fanatismo e ignorancia politica...

RodoAnel é um Crime 1 km anda custando por lá até 50 milhões de reais... e isso não sai na mídia sei lá porque!
 
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