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A PMB que mal tem verba de investimento vai ter que gastar com subsídio, ainda bem que o plano de governo do Ed é bem simples: cabaninhas, investir nas feiras, economia criativa e essas coisas mais baratinhas kkkk
 

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Entra e sai prefeito nessa cidade e nenhum pensa em uma forma de fazer a economia da cidade se reinventar e expandir, sem precisar depender tanto de comércio e serviços (que temos sorte de ser um setor até que bem desenvolvido na cidade, senão o buraco seria mais embaixo). O PIB de Belém é ínfimo pro tamanho da cidade, ainda mais uma metrópole, nesse ritmo sempre vamos depender de obras financiadas pelo governo do Estado ou de verba da União.
 

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Eu sempre pensei num complexo e numa cidade industrial na cidade de Benevides e Santa Izabel. Ficam próximos de Belém e ajudaria a impulsionar a economia do estado do Pará.

E também a expansão dos D.I de Ananindeua e Icoaraci com mais incentivos fiscais.
 

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Eu sempre pensei num complexo e numa cidade industrial na cidade de Benevides e Santa Izabel. Ficam próximos de Belém e ajudaria a impulsionar a economia do estado do Pará.

E também a expansão dos D.I de Ananindeua e Icoaraci com mais incentivos fiscais.
Sim. Eu acho muito bom que durante vários anos implementaram diferentes formas de incentivos em cidades do interior do estado ou mesmo Barcarena na área metropolitana, mas Belém nesse meio acabou estagnada sem esse tipo de incentivo. Um investimento em industrialização e logística aproveitando a proximidade do Porto de Vila do Conde e municípios como Benevides e Castanhal que já contam com algumas fábricas, já ajudaria
 

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Passei à tarde pelas obras do BRT Metropolitano.
Logo depois do viaduto do Coqueiro, no sentido Ananindeua, removeram bastante do canteiro central. Parte já tinha sido removida no ano passado, qnd fizeram aquele trabalho de drenagem na rua do Recanto da Saudade, mas eles ampliaram o trabalho de remoção.
Assim, eu fiquei realmente frustrado pq as notícias eram de que já iam começar a trabalhar na construção das vias dedicadas, mas não tem absolutamente nada feito. Só mt terra removida. Coincidentemente, bem na hora que eu tava passando, tinha um compactador passando por uma camada de cimento, mas não acho que já seja a canaleta pq ela deve ser feita em concreto armado e não tinha nenhuma forma instalada lá.
Enfim, acho que não fica pronto neste ano não.
 

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Passei à tarde pelas obras do BRT Metropolitano.
Logo depois do viaduto do Coqueiro, no sentido Ananindeua, removeram bastante do canteiro central. Parte já tinha sido removida no ano passado, qnd fizeram aquele trabalho de drenagem na rua do Recanto da Saudade, mas eles ampliaram o trabalho de remoção.
Assim, eu fiquei realmente frustrado pq as notícias eram de que já iam começar a trabalhar na construção das vias dedicadas, mas não tem absolutamente nada feito. Só mt terra removida. Coincidentemente, bem na hora que eu tava passando, tinha um compactador passando por uma camada de cimento, mas não acho que já seja a canaleta pq ela deve ser feita em concreto armado e não tinha nenhuma forma instalada lá.
Enfim, acho que não fica pronto neste ano não.
Mas para colocar o pavimento rígido precisa preparar a base, etc ... etc. E tem mais neste ponto ainda estavam concluindo um ponto de drenagem e agora com chuva em excesso o serviço demora mais ainda.
 

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Passei à tarde pelas obras do BRT Metropolitano.
Logo depois do viaduto do Coqueiro, no sentido Ananindeua, removeram bastante do canteiro central. Parte já tinha sido removida no ano passado, qnd fizeram aquele trabalho de drenagem na rua do Recanto da Saudade, mas eles ampliaram o trabalho de remoção.
Assim, eu fiquei realmente frustrado pq as notícias eram de que já iam começar a trabalhar na construção das vias dedicadas, mas não tem absolutamente nada feito. Só mt terra removida. Coincidentemente, bem na hora que eu tava passando, tinha um compactador passando por uma camada de cimento, mas não acho que já seja a canaleta pq ela deve ser feita em concreto armado e não tinha nenhuma forma instalada lá.
Enfim, acho que não fica pronto neste ano não.
Mano, terminar esse ano? Kkk Não acredito nem que termine em 2023. Isso é obra de governo. Deixa o Hélder passar para o segundo mandato pra ver se essa obras não vão ficar mais lenta do que já são.

O problema é que a gente sempre se ilude com governo...Mas toda vez é isso, infelizmente rs
 

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Vialoc entrou na 878 Icoaraci Cidade Nova. Quem saiu? Forte ou Belém Rio
Vialoc sempre foi melhor que as outras. Nunca foram perfeitos. Até os motoristas são padronizados com uniformes.

Não sei como está hoje em dia. Se eu não estou enganado é do mesmos donos da Boa Esperança referência estadual no transporte intermunicipal e interestadual.
 

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Belém terá nova pista de BRT; obras iniciarão este semestre



A Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) e outras sete secretarias fazem parte do projeto "BRT Centenário", que será executado em três etapas e prevê a interligação da avenida Augusto Montenegro ao Centro de Belém, a partir do Terminal Tapanã, passando pelas avenidas Centenário, Júlio César, Pedro Álvares Cabral, Senador Lemos e Avenida Visconde de Souza Franco retornando ao ponto de origem. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) liberou R$ 156 milhões para as obras do BRT Centenário. Destes ainda restam R$100 milhões que serão usados na obra, com previsão de início entre abril e junho deste ano.

O secretário municipal de Urbanismo da Seurb, Deivison Alves, explica que o histórico do projeto "BRT Centenário" - como é destinado no Ministério de Desenvolvimento Regional, junto com a Caixa Econômica que é a financiadora - é anterior à sua atual fase e hoje é composto de três etapas. "O BRT Centenário foi um projeto executivo aprovado nos anos passados, que em algum momento se perdeu com a mudança de governo na presidência federal. Perdeu parte do recurso (fundos perdidos) e ficou somente o financiado pela Caixa Econômica.


"Dos R$ 156 milhões que estavam destinados à obra, a prefeitura teve que investir ainda na Augusto Montenegro, com etapas desse valor que era destinado ao Centenário, ao BRT da Augusto Montenegro, que foi a construção do viaduto na Centenário/Augusto Montenegro e Estação Tapanã. A obra custou aproximadamente R$ 60 milhões. Restando para a prefeitura, nesse momento, para concluir todo este BRT Centenário apenas R$ 90 milhões", arguiu o secretário.

Deivison relembra que a atual gestão da Seurb realizou um estudo, para verificar a viabilidade dos recursos às etapas da obras, que foram divididas na primeira etapa que corresponde a 1ª etapa A - com aproximadamente 10 Km - que compreende o trecho do Aeroporto internacional de Belém à avenida Almirante Barroso; segunda etapa, chamada de 1º etapa B, compreendendo também 10km e a avenida Augusto Montenegro vindo pela centenário, até a Júlio César; terceira etapa que é chamada de 2ª etapa B, com 10km e que corresponde ao trecho que vai da avenida Pedro Álvares Cabral, ligando a Júlio César até avenida Visconde de Souza Franco.

São, aproximadamente, 30 km de obras de acordo com o secretário. "O que nós fizemos agora, na nossa gestão, foi um estudo para verificar a viabilidade de usar esses 90 milhões, em conjunto com o Ministério e com a Caixa Econômica que está financiando. Dentro do estudo tivemos a preocupação de dizer onde se encaixam 90 milhões e como se integraria ao sistema BRT já existente", pontuou.


Analisando as três etapas, o que foi viável nesse valor com a contrapartida do município de R$ 10 milhões, ou seja, totalizando 100 milhões para a obra, com a viabilidade para o trecho que chamamos de primeira etapa A, que corresponde do Aeroporto até Júlio César, àrea que será feita 4 estação e 1 terminal, será distribuída nas regiões que contemplam Maracangalha, Marex, Pratinha, Bela Vista, parte do Tapanã, integrando a Augusto Montenegro, integrando a Almirante Barroso, distribuindo para o centro de Belém, São brás. universidade. Este projeto está finalizando a licitação, com previsão de obra para maio em junho, totalizando 18 meses de execução, finalizando em dezembro de 2023. A obra beneficiará a população, contemplará o viaduto Júlio César, paisagismo, iluminação moderna, ciclovia e calçadas acessíveis", disse.

O titular da Seurb afirma que o repasse está aprovado e em caixa, mas ainda é necessário finalizar algumas documentações, que já estão 95% prontas e, finalmente, abrir a licitação para empresas que concorrerão à execução da obra da 1ª etapa A. "O que precisa para fazer o projeto básico avançado para licitar. Então o que acontece é que o projeto básico executivo já está em 95% finalizado. Ainda em janeiro nós vamos terminar esse projeto que faz parte do financiamento. A empresa que ganhou a licitação vai nos entregar para podemos fazer a licitação ainda em fevereiro ou março. Vai ser na concorrência pública. As vezes demora por conta das análises documentais. A ideia mesmo que a obra comece para maio ou junho", afirma,


Sobre as soluções que serão obtidas com este novo corredor, o secretário diz que há uma parceria entre sete secretarias, entre elas, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SeMOB) que irá realizar a parte de operação. "Nós vamos executar o projeto que cabe a nós, que é obra, a infraestrutura. A operação, a Semob já tem um estudo para isso. Mas, em linhas gerais, vai ser contemplada e atendida aquela região do Marex, maracangalha Pratinha, e parte do Tapanã, que ocorre dentro dessa primeira etapa A na Júlio César. Vamos ter quatro estações e um terminal. Ali nós vamos receber e vamos direcionar os passageiros para integrar toda a modalidade BRT para o centro. Com esses equipamentos instalados vamos ter com certeza uma mobilidade muito maior", atentou.

"Em decorrência da obra vamos ter a pavimentação completa, terraplanagem, drenagem, iluminação pública moderna, sinalização vertical e horizontal, além de paisagismo, urbanismo e estruturas de acessibilidade para pedestres e ciclistas. É uma obra bem completa, bem pensada e, com certeza, está sendo bem planejada", complementou.

O secretário de obras conta que também tem um planejamento educativo, importante para que a população saiba das etapas, alterações e entenda que os possíveis transtornos ocasionados pela obra, resultará em benefícios com a sua entrega.


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Onde será este terminal?
 

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Ananindeua sapateou. Vai licitar o transporte público.
 

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Governo reafirma conclusão de obra e JICA garante financiamento para construção do BRT Metropolitano

Em reunião nesta quarta-feira (19) com representantes da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), o Governo do Pará representado pela secretária de Estado de Administração e Planejamento (Seplad), Hana Ghassan, e o diretor geral do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), Eduardo Ribeiro, garantiu a conclusão das obras de requalificação da BR-316 e operação do sistema BRT Metropolitano. O projeto visa a melhoria da mobilidade urbana e do transporte público na Região Metropolitana de Belém, tendo 78% dos recursos financiados pela Agência e 22% por parte do Estado, é uma das obras prioritárias da atual gestão que tem como objetivo beneficiar cerca de 2,5 milhões de pessoas.

O contrato de financiamento foi a principal pauta do encontro dos titulares das pastas do Governo com o represente-chefe da JICA no Brasil, Masayuki Eguchi, e com Ryunosuke Kataoka, também representante da Agência. Na oportunidade, os japoneses garantiram os recursos financiados dentro do programa Ação Metrópole, uma das importantes parcerias do Pará com o Japão em busca do desenvolvimento e infraestrutura da região.

A secretária Hana destacou o compromisso e a importância com o cumprimento e andamento das atividades a partir de uma agenda permanente exclusiva sobre o assunto entre os gestores envolvidos, liderada pelo governador Helder Barbalho. “Essa é uma obra que vai ajudar grande parte da população paraense, por isso ela é tão importante para esta gestão e temos o interesse em concluir o mais rápido possível”.

Ghassan ressaltou ainda que o Estado possui equilíbrio fiscal, “com orçamento garantido, não apenas em contrapartida dessa obra, mas de outras que são estruturantes para o Estado também”. “Estamos bastante otimistas de entregar essa obra no prazo”, afirma.

O diretor geral do NGTM, Eduardo Ribeiro, reforçou que “os recursos orçamentários e financeiros necessários, tanto por parte da JICA, como por parte do Governo do Estado estão assegurados até o final do prazo de financiamento do contrato, que se dá no mês de junho de 2023. Com isso, reafirmamos total prioridade para execução das obras e operação do sistema dentro desse prazo”.

Desde o início das obras, a JICA acompanha o andamento das etapas, incluindo o processo de substituição da empresa executora realizado no ano passado, cumprindo com as diretrizes da Agência. “Todas as providências da superação das dificuldades no contrato foram tomadas pelo Governo”, diz Ribeiro. Ainda segundo ele, todo o processo de operação do sistema já está em andamento a fim de que, concluída a obra, a população passe a utilizar o BRT Metropolitano. “O Estado está empenhado em concluir as obras que deverão estar finalizada e entrando em operação antes do encerramento do contrato de financiamento”, reitera.

^^ O que acontece se a obra não for concluída até junho de 2023?
 
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