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Leão
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É bom lembrar que Via Loc domina os ônibus de Marituba. E geralmente os ônibus de Marituba da Vialoc são consevardos, inclusive com motorista com roupa da empresa

Via loc é a empresa mais ajeitadinha em relação as outras.
 

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Nos últimos dez dias, houve avanços nas obras do BRT Metropolitano.
O trabalho de remoção da cobertura vegetal no canteiro central está na frente do Ecoparque.
Depositaram mais tubulação em frente à Unimed.
Instalaram canteiros nas calçadas perto da Unimed e havia caminhão dentro descarregando alguma coisa. Acho que os trabalhos de construção das passarelas vão começar.
Estão escavando a área onde vão ser instaladas as canaletas do BRT. A olho nu (e destreinado), acho que pelo menos 60cm de profundidade já tem, começando ali pela frente da Unimed. Já tem inclusive pedra/seixo depositado lá no canteiro central.
Percebi também tipo umas valetas em zigue zague no canteiro central. Não consegui entender se é pra ajudar a drenar essa água da chuva ou se é pra instalar algum tipo de tubulação.
Máquinas trabalhando no terminal Ananindeua.
Acho que a diminuição das chuvas e a aproximação das eleições vão servir pra darem uma bora corrida nessa obra.
Eu tenho pra mim que eles vão querer inaugurar esse viaduto do Terminal Ananindeua e Av Ananin antes da eleição pra dar uma aliviada na questão dos retornos da BR e na confusão que vai rolar qnd começarem o trabalho de troca de asfalto.
 

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Nos últimos dez dias, houve avanços nas obras do BRT Metropolitano.
O trabalho de remoção da cobertura vegetal no canteiro central está na frente do Ecoparque.
Depositaram mais tubulação em frente à Unimed.
Instalaram canteiros nas calçadas perto da Unimed e havia caminhão dentro descarregando alguma coisa. Acho que os trabalhos de construção das passarelas vão começar.
Estão escavando a área onde vão ser instaladas as canaletas do BRT. A olho nu (e destreinado), acho que pelo menos 60cm de profundidade já tem, começando ali pela frente da Unimed. Já tem inclusive pedra/seixo depositado lá no canteiro central.
Percebi também tipo umas valetas em zigue zague no canteiro central. Não consegui entender se é pra ajudar a drenar essa água da chuva ou se é pra instalar algum tipo de tubulação.
Máquinas trabalhando no terminal Ananindeua.
Acho que a diminuição das chuvas e a aproximação das eleições vão servir pra darem uma bora corrida nessa obra.
Eu tenho pra mim que eles vão querer inaugurar esse viaduto do Terminal Ananindeua e Av Ananin antes da eleição pra dar uma aliviada na questão dos retornos da BR e na confusão que vai rolar qnd começarem o trabalho de troca de asfalto.
Sobre a retirada da Cobertura vegetal". É necessário retirar essa camada de terra preta para que não se tenha problema com o pavimento rígido. Sobre as tubulações ,essa região da Unimed, é um local que recebe uma quantidade grande de águas pluviais. Quanto as valetas em zig zag também não tenho ideal só olhando mesmo.

Quanto a passarela dessa estação espero que saia logo e libere o acesso, assim pode retirar o sinal semafórico.
Quanto ao retorno das obras no terminal Ananindeua , já estava na hora. E sobre entregar a Avenida Ananin e o viaduto , é necessário pra desafogar o transito quanto de fato começar os serviços na região do centro de Ananindeua. E a parte mais demorada do viaduto já esta pronto, então não tem porque enrolar.
 

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Vi um daqueles ônibus "novos" de Castanhal, são da cor laranja e estranhamente tem porta nos dois lados igual os padron.
 
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Belém - Pará
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Vereadores debatem subsídio para o transporte público em Belém



Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Belém desta quarta-feira (18), o principal tema debatido pela Casa foi a subsídio do transporte público, debate que tem se avolumado em decorrência do aumento da tarifa para R$4 na capital seguida de uma greve dos rodoviários, que resultou em um reajuste no salário da categoria. Para o vereador Mauro Freitas (PSDB), o tema foi tabu no parlamento durante muitos anos, mas a discussão sobre ele não pode mais ser postergada diante da situação dos cidadãos que depende do transporte público todos os dias.

"Antes achavam que era subsídio era ajuda ao grupo empresarial, então não tocamos no assunto. Hoje, porém, está bem claro que não existe outra salvação do transporte público. É isso e a licitação, claro, pois ela vai garantir as normas a serem seguidas. Mas tem que haver desoneração sim, tanto municipal quanto estadual. Vamos discutir de forma técnica. Recentemente vi um colega da Câmara de Ananindeua falar sobre gratuidades para portadores de câncer. Chamei a atenção dele porque toda gratuidade imputa em aumento da passagem. Tudo sai de um lugar só: os R$4 reais da passagem", avaliou, ao lembrar que diversas cidades pelo Brasil contam com subsídios para o transporte público.



Na opinião do vereador Miguel Rodrigues (Podemos), é fundamental a entrada do governo do Pará na discussão sobre as melhorias do transporte público na capital. Já Amaury da APPD (PT) entende que o debate exige cautela, para que temas que apesar de relacionados são diferentes não se misturem dentro de soluções ineficazes. "Sempre que tem aumento de salário ou de gratuidade vem esse chororô dos empresários em um debate que não leva a lugar nenhum. Mas nenhuma empresa faliu por conceder gratuidade a pessoas com deficiência ou idosos. Vai falindo por não pagarem impostos, por querer passar a perna no município e no estado. A nossa gratuidade é uma conquista", conta ele.



Roni Gás (Pros) se declarou contra a medida. Na opinião dele, o usuário já paga a tarifa correspondente a passagem e não precisa ver o dinheiro dos impostos indo para o bolso dos empresários do transporte público. Na opinião dele, é preciso que as empresas reorganizem as finanças e otimizem a gestão. "Para incentivar eles a prestarem um serviço pelo qual eles já são pagos para executar? Quantos empresários de outros ramos tem a mesma dificuldade com combustível? Já pensou se a prefeitura e o estado começar a isentar todo mundo, porque estão com dificuldades? Todo mundo tem suas dificuldades, agora os empresários de ônibus tem que se programar, se planejar, para não passar o que estão passando, que é uma realidade, mas tem que prestar um serviço de qualidade para a população, porque eles já recebem para isso", conta.

Para Igor Andrade (SD), os argumentos de Roni desconsideram a inflação galopante do Brasil nos últimos anos, especialmente quando se fala de combustíveis. "Em 2019, o litro do diesel em média era R$3,40, que foi o último ano do reajuste da tarifa urbana. Agora, em 2022, o litro do diesel está mais de R$7. Só aí você já tem uma diferença grande no custo operacional. Nesse intervalo, houve várias paralisações dos trabalhadores reivindicando aumento, foi concedido um aumento, inclusive esse ano novamente. Nesse intervalo aumentou tudo, pneu, manutenção, salário, custo dos combustíveis, peças se tornaram mais caras. Mas eu concordo com um ponto: o usuário está sendo penalizado, porque ele está sendo o único ente pagador", diz.
https://news.google.com/publications/CAAqBwgKMPOLnQswhJa1Aw?hl=pt-BR&gl=BR&ceid=BR:pt-419

 

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PQP tem uns vereadores em Belém que precisam de uma aula de economia e precisam se atualizar sobre a conjectura econômica nacional e internacional.
Infelizmente são tipos que só enxergam que o empresariado dos transportes é o inimigo de todos. o Argumento dos dois vereadores( PT e PROS) são superficiais. Fala do valor da tarifa como fosse o valor que a SEMOB calculou.

Se não houver uma solução rápida, não duvido que mais empresas pequenas saiam do sistema. E até mesmo que a licitação não receba propostas. Ou que a menor tarifa proposta seja perto de R$6,00
 

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Vereadores debatem subsídio para o transporte público em Belém



Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Belém desta quarta-feira (18), o principal tema debatido pela Casa foi a subsídio do transporte público, debate que tem se avolumado em decorrência do aumento da tarifa para R$4 na capital seguida de uma greve dos rodoviários, que resultou em um reajuste no salário da categoria. Para o vereador Mauro Freitas (PSDB), o tema foi tabu no parlamento durante muitos anos, mas a discussão sobre ele não pode mais ser postergada diante da situação dos cidadãos que depende do transporte público todos os dias.

"Antes achavam que era subsídio era ajuda ao grupo empresarial, então não tocamos no assunto. Hoje, porém, está bem claro que não existe outra salvação do transporte público. É isso e a licitação, claro, pois ela vai garantir as normas a serem seguidas. Mas tem que haver desoneração sim, tanto municipal quanto estadual. Vamos discutir de forma técnica. Recentemente vi um colega da Câmara de Ananindeua falar sobre gratuidades para portadores de câncer. Chamei a atenção dele porque toda gratuidade imputa em aumento da passagem. Tudo sai de um lugar só: os R$4 reais da passagem", avaliou, ao lembrar que diversas cidades pelo Brasil contam com subsídios para o transporte público.



Na opinião do vereador Miguel Rodrigues (Podemos), é fundamental a entrada do governo do Pará na discussão sobre as melhorias do transporte público na capital. Já Amaury da APPD (PT) entende que o debate exige cautela, para que temas que apesar de relacionados são diferentes não se misturem dentro de soluções ineficazes. "Sempre que tem aumento de salário ou de gratuidade vem esse chororô dos empresários em um debate que não leva a lugar nenhum. Mas nenhuma empresa faliu por conceder gratuidade a pessoas com deficiência ou idosos. Vai falindo por não pagarem impostos, por querer passar a perna no município e no estado. A nossa gratuidade é uma conquista", conta ele.



Roni Gás (Pros) se declarou contra a medida. Na opinião dele, o usuário já paga a tarifa correspondente a passagem e não precisa ver o dinheiro dos impostos indo para o bolso dos empresários do transporte público. Na opinião dele, é preciso que as empresas reorganizem as finanças e otimizem a gestão. "Para incentivar eles a prestarem um serviço pelo qual eles já são pagos para executar? Quantos empresários de outros ramos tem a mesma dificuldade com combustível? Já pensou se a prefeitura e o estado começar a isentar todo mundo, porque estão com dificuldades? Todo mundo tem suas dificuldades, agora os empresários de ônibus tem que se programar, se planejar, para não passar o que estão passando, que é uma realidade, mas tem que prestar um serviço de qualidade para a população, porque eles já recebem para isso", conta.

Para Igor Andrade (SD), os argumentos de Roni desconsideram a inflação galopante do Brasil nos últimos anos, especialmente quando se fala de combustíveis. "Em 2019, o litro do diesel em média era R$3,40, que foi o último ano do reajuste da tarifa urbana. Agora, em 2022, o litro do diesel está mais de R$7. Só aí você já tem uma diferença grande no custo operacional. Nesse intervalo, houve várias paralisações dos trabalhadores reivindicando aumento, foi concedido um aumento, inclusive esse ano novamente. Nesse intervalo aumentou tudo, pneu, manutenção, salário, custo dos combustíveis, peças se tornaram mais caras. Mas eu concordo com um ponto: o usuário está sendo penalizado, porque ele está sendo o único ente pagador", diz.
https://news.google.com/publications/CAAqBwgKMPOLnQswhJa1Aw?hl=pt-BR&gl=BR&ceid=BR:pt-419

É só botarem eles pra sentar na cadeira com a caneta na mão.. quero ver quanto tempo dura a "ideologia".
 

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Infelizmente são tipos que só enxergam que o empresariado dos transportes é o inimigo de todos. o Argumento dos dois vereadores( PT e PROS) são superficiais. Fala do valor da tarifa como fosse o valor que a SEMOB calculou.

Se não houver uma solução rápida, não duvido que mais empresas pequenas saiam do sistema. E até mesmo que a licitação não receba propostas. Ou que a menor tarifa proposta seja perto de R$6,00
Se os empresários são inimigos, porque não municipalizam o serviço de transporte e a prefeitura arca com tudo? Aí quero ver kkk
 

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Falando em ônibus, esses dias saiu uma reportagem interessante no DOL sobre: Empresas de ônibus alegam prejuízos de quase R$ 500 milhões

A impressão de ter menos ônibus é fato: "Devido à crise sanitária e a redução no número de passageiros, sindicato diz que sistema teve que fazer um “ajuste” na quantidade de veículos em circulação, que ainda está reduzida, na ordem de 27%. “Nossa frota real é de 1,7 mil veículos hoje, mas 1.237 estão em operação nas ruas de Belém. Caso a quantidade de passageiros aumente, mais carros serão colocados nas ruas”, diz Natanael."

Eles falam que o número de passageiros caiu o mesmo percentual de 2020 para 2022, foi de 905 mil para os atuais 608 mil.

Em resumo, nos dias de semana eles estão rodando com o quantitativo que era de sábado, no sábado com o quantitativo de domingo e aos domingos é loteria pegar um específico.
 

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Belém - Pará
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Estudantes de engenharia visitam canteiro de obras na BR-316





Durante esta manhã (19), dezenas de estudantes do 8º e 9º semestres do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária de uma faculdade particular, em Belém, estiveram no canteiro de obras da BR-316, conhecendo de perto algumas etapas da execução do projeto de restruturação da rodovia, executado pelo Governo do Pará, por meio do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM).

A visita fez parte das aulas práticas da disciplina de drenagem urbana ministrada pela engenheira e professora Helenice Menezes. Segundo ela, a manhã foi dedicada à aula prática para que os alunos tivessem a oportunidade de sair de sala de aula e conhecer uma obra dessa magnitude, associando com a teoria. “Na área metropolitana de Belém, essa é a maior obra que temos para que os alunos consigam visualizar bem, principalmente a importância da atividade de drenagem”.

Ela explicou que dentro da engenharia ambiental e sanitária, assim como na civil, a drenagem urbana é primordial para evitar os alagamentos por conta das frequentes chuvas na região. “Para uma obra dessa magnitude, não dá para pensá-la sem um sistema de drenagem adequado exatamente para conduzir as águas pluviais e evitar os alagamentos no momento de fortes chuvas. E aqui foi perfeito, pois além da parte de drenagem, que era o foco principal, a gente conseguiu visualizar outros pontos importantes da obra, como por exemplo, ter noção do gerenciamento de resíduos sólidos que também é muito importante. Tivemos acesso às licenças ambientais que são necessárias, e acabou que extrapolou bem mais que o nosso foco, a gente saiu com um ‘plus’ perfeito”, afirma.
Para a estudante do 8º semestre, Isabella Alves, a visita no canteiro permitiu de acompanhar de perto alguns trabalhos, o que agregou conhecimento e foi esclarecedor. “É muito importante para gente ter acesso porque vemos muito na teoria dentro da faculdade e estando aqui na obra, a gente tem a oportunidade de ter um primeiro contato, ver as coisas sendo produzidas e ajuda muito no conhecimento. É uma obra grandiosa que vai ajudar muito a população”, comenta.

Titular do NGTM, o engenheiro Eduardo Ribeiro destaca que dentro do segmento, a obra executada ao longo dos primeiros 10.8 km da rodovia BR-316 é multidisciplinar, havendo execuções de concreto, drenagem, pavimento e outros, portanto, uma grande oportunidade para os estudantes, no sentido de ampliarem a visão sobre as intervenções que estão sendo feitas de diversas formas dentro da engenharia.

“Existe obras viárias, construção civil e tudo numa relação de ambiente urbano onde há desafios de impactar o mínimo possível a vida das pessoas, e no ambiente degradado, que proporcionará um balanço de impacto positivo até o final da obra a partir do ordenamento no trânsito e de soluções em relação às questões de drenagem, por exemplo. Todas essas intervenções previstas têm como objetivo final proporcionar melhorias de mobilidade que repercutirão nas questões ambientais, sociais e econômicas para as pessoas que transitam e moram no entorno da BR, daí a complexidade das intervenções”, esclarece.


 
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