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Claro que o texto é divuldação deles, mas tá legal pra dar uma idéia do que foi feito nesses últimos anos.


fonte: http://www.cptm.sp.gov.br/e_noticias/webnoticias/one_news.asp?IDNews=1245

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO - 22/05/2006 19:16

EM 14 ANOS, CPTM TRANSFORMA FERROVIA CENTENÁRIA NA MAIS MODERNA DO BRASIL

No ano de seu 14º aniversário, comemorado no dia 28 de maio, a CPTM
concentra todos os esforços na recuperação da Linha F [Brás – Calmon Viana]. Iniciadas em março, com prazo de um ano para conclusão, as obras para a construção de três novas estações [USP Leste, Jardim Helena e Jardim Romano], e modernização de outras duas [Comendador Ermelino e Itaim Paulista], seguem a todo vapor.

As intervenções avançam, principalmente, na Estação Itaim, onde a plataforma central já foi demolida. Os operários começaram os serviços de fundação, com o estaqueamento de 192 pontos de sustentação para a construção da nova plataforma. As futuras estações Jardim Romano e Jardim Helena também receberam os containeres para a implantação dos canteiros. Vale lembrar que os serviços são realizados sem alteração na circulação das composições.

Para ampliar a capacidade de transporte na região, a Linha F ainda receberá o reforço de mais 10 trens que estavam fora de operação, bem como a revitalização de outros 49, em circulação [119 carros], que passarão por troca de piso, bancos, portas e pintura. Os serviços acontecerão em etapas até 2009, mas os primeiros dois trens, da série 5.500, devem voltar a circular em junho.

Com mais trens, estações e melhoria dos sistemas de energia, sinalização e vias, os intervalos entre as composições serão reduzidos de nove para sete minutos nos horários de pico. Desta forma, a CPTM prepara a Linha F para aumentar, com conforto e segurança, em mais 70 mil o número de passageiros transportados diariamente, hoje na ordem de 120 mil. Serão investidos R$ 250,6 milhões neste projeto.

Ao mesmo tempo, para estender os serviços da Linha C [Osasco – Jurubatuba] até o Grajaú, a empresa constrói mais 8,5 Km de via dupla, sinalizada e eletrificada, intercaladas por três novas estações [Autódromo, Interlagos e Grajaú], que serão atendidas pelo acréscimo de mais 12 trens à frota. Orçado em R$ 245,35 milhões, o projeto prevê um aumento de 45 mil usuários por dia na linha, que, atualmente, transporta 110 mil.

Para se ter uma idéia, na futura Estação Grajaú já é possível ver a plataforma central, que terá 240 metros de extensão e capacidade para trens da Série 5.500, com 12 carros. No local, foi concluída a terraplanagem para a implantação das duas vias permanentes [ida e volta] e do pátio de manobras e estacionamento de trens [com até quatro composições] da unidade, que será o ponto final da Linha C. As obras das outras duas estações prosseguem com serviços de fundação e infra-estrutura.

Ferrovia é tecnologia
Em geral, costuma-se associar o transporte ferroviário às coisas antigas, ao romantismo, principalmente devido ao papel que teve no desenvolvimento das cidades, no século XIX. Hoje, embora a CPTM tenha herdado praticamente as mesmas linhas que funcionam em solo paulista desde 1867, um cenário futurista passa a tomar conta da ferrovia em São Paulo. Investimentos da ordem de US$ 1,6 bilhão já foram aplicados para modernizar a malha, a partir de 1995.

Nesse período, a CPTM ganhou nada menos que 11 novas estações, com arquitetura arrojada e facilidades de acesso para usuários com mobilidade reduzida: sete na Linha C e outras quatro no Expresso Leste [Luz – Guaianazes]. Outras duas estações vitais para o sistema metroferroviário – Luz e Brás – foram totalmente modernizadas. A frota também recebeu mais novos 88 trens de última geração – 30 da série 2.000 para o Expresso Leste, 10 da série 3.000 para a Linha C e outros 48 da série 2.100, que atendem à Linha D [Luz – Rio Grande da Serra] e C.
A tecnologia de ponta não se restringe apenas aos trens e estações. Um exemplo é a recente aquisição de um veículo de manutenção, considerado um dos mais modernos das ferrovias brasileiras. Fabricado na Europa pelo Grupo Geismar, o equipamento será utilizado para a inspeção e serviços preventivos de rede aérea de energia, e ainda auxiliará no socorro da frota de trens de passageiros e locomotivas. A máquina, cujo valor investido foi de R$ 4,9 milhões, permitirá otimizar recursos, agilizar procedimentos e propiciar melhores condições de trabalho às equipes de campo e de engenharia.

Outro aparelho de alta performance em uso na CPTM é o termovisor, semelhante a uma filmadora handcam com monitor acoplado, capaz de detectar, por meio de raios infravermelhos, pontos de aquecimento provocados por mau contato em componentes e conexões. Esta, por sua vez, é uma das principais causas das panes nos sistemas de alimentação elétrica dos trens. O recurso é similar ao que foi utilizado na transmissão da última edição da tradicional corrida de São Silvestre, em que a temperatura dos atletas e da pista era representada por diferentes cores – quanto mais vermelho, mais quente.

A empresa também investiu cerca de R$ 800 mil nos últimos meses na aquisição de aparelhos de alta performance para otimizar a manutenção preventiva da frota, realizada nos seus abrigos e oficinas. O pacote envolveu a compra de 190 unidades, distribuídas em 32 itens de aparelhos, máquinas, ferramentas e instrumentos de medição. A iniciativa soma-se a mais de 20 ações desencadeadas por um programa voltado exclusivamente para melhoria da performance da frota, chamado "Trem Disponível e Confiável".

PPP’s
Incluso na carteira de projetos das Parcerias Público-Privadas [PPP’s] do governo estadual, o Expresso do Aeroporto interligará o Aeroporto de Guarulhos ao centro de São Paulo, aproveitando a faixa ferroviária da CPTM. A linha será implantada numa nova via exclusiva, com 31 km de extensão e duas estações terminais [uma na Barra Funda e outra no aeroporto]. Utilizando a mesma via, será implantado o Trem de Guarulhos, serviço que permitirá uma conexão ferroviária de alta qualidade entre as duas maiores cidades da região metropolitana: São Paulo e Guarulhos.

Outro projeto que deverá entrar no rol das PPP’s estaduais é o Expresso Bandeirante, ligação ferroviária de 93 Km entre Campinas e São Paulo, passando por Jundiaí e chegando até a Estação Barra Funda. A idéia é compartilhar a mesma faixa – não as vias – de alguns pontos da Linha A da CPTM e das linhas de transporte de carga. O tempo da viagem seria de aproximadamente 50 minutos e a velocidade máxima do trem de 160 Km por hora [110 Km/h operação comercial], com intervalo médio entre trens de 10 minutos, tempo que poderá ser reduzido para 7 minutos. O custo estimado para implantação do projeto gira em torno de R$ 2,7 bilhões.
 

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Inconsciente Coletivo
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Caramba, será que eles não poderiam se expandir pelo interior, e ocupar as antigas ferrovias pra fazer trens urbanos também??? Já pensou Campinas, Ribeirão, e companhia limitada com trens urbanos, seria uma bela duma mão na roda!!! Bauru uma vez "tentaram" (se tivessem tentado de verdade, conseguiriam, pois era um proposta muiiito viável!) implantar trens urbanos na malha férrea aqui, pena que foi um golpe político!!!

Parabéns CPTM, parabéns SP e seus empreendedores! :)
 

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Acho que a CPTM só se aplicaria às regiões metropolitanas do estado, que fora a da capital, são Campinas e Santos.

Campinas não tem um VLT, Santos um VLT em projeto ?
 

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Inconsciente Coletivo
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Sim, ma esse projeto de Santos faz tempo que tá patinando! Campinas foi outra cidade que "tentaram" implantar um trem urbano na malha atual! Se não tivessem feito "nas coxa" hoje taria igual o de SP, talvez melhor!

Ah, a empresa poderia se expandir oras, criar outra, "Companhia Paulista de Trens Urbanos do Interior"! :)
 

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Acho que isso por determinação constitucional é obrigação das prefeituras... e apesar da Sabesp ser estadual e a distribuição de água ser obrigação municipal, isso decorre de uma mudança na constituição. Difícil justificar quando há limites de endividamento pegando em todas as autarquias e empresas do governo estadual, investir em algo fora do escopo de atuação do estado.

Vote no candidato de Bauru que prometer resolver isso...
 

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Rumo ao fim do mundo!
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Acho interessante essa idéia dos trens urbanos no interior... dai poderiam ligar cidades próximas mas que são interdependentes umas das outras, como numa região metropolitana, assim, não teria problemas quanto ao fato de ser "obrigação da prefeitura"
 

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Não conheço bem a estrutura das linhas ferreas de Campinas, mas em santos dá vontade de chorar ao passar pelas cidades de praia grande, mongagua, itanhaem e peruibe e ver aquela linha férrea totalmente abandonada daria para fazer sem investimentos milhonários um sistema de transportes sobre trilhos ligando Santos a Peruibe e insentivar o crescimento local e o turismo.
Dá dó ver aquilo tudo abandonado e tem trechos que sem gasto de desaprobpriação nenhum da para implantar a segunda via fazendo assim Ida e Volta.
 
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