Skyscraper City Forum banner
1 - 20 of 20 Posts

·
Registered
Joined
·
1,948 Posts
Discussion Starter · #1 ·
Mecanismos consolidados mundialmente como plataforma de desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação, os parques tecnológicos têm como objetivo promover e incentivar o desenvolvimento econômico e tecnológico, por meio da atração de investimentos e da geração de novas empresas intensivas em conhecimento.

A partir da integração entre universidades, institutos de pesquisa, setor privado e órgãos públicos, busca-se assegurar o desenvolvimento de atividades intensivas em conhecimento e tecnologia, com a criação de um ambiente favorável ao surgimento de novas empresas de base tecnológica, à geração e difusão do conhecimento e ao fomento da capacitação tecnológica em setores-chave para o desenvolvimento nacional.

No Estado de São Paulo, 30 localidades já possuem iniciativas efetivas para implantação destes complexos, das quais 16 já se encontram com credenciamento provisório no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, criado pela Secretaria de Desenvolvimento - SD: Barretos, Botucatu, Campinas (Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp e Pólis de Tecnologia da Fundação CPqD), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Santo André, Santos, São Carlos (Parque Eco Tecnológico e Parque Tecnológico de São Carlos), São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo (Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Atualmente, encontram-se em atividade o Pólis de Tecnologia da Fundação CPqD, em Campinas, e os parques tecnológicos de São Carlos e São José dos Campos.




Campinas

Criado em 1999, o Pólis de Tecnologia da Fundação CPqD é um ambiente tecnológico onde estão instalados laboratórios de pesquisa únicos no país e importantes empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação da região de Campinas. Esse conjunto forma um ambiente tecnológico que favorece a interação entre empresas e clientes do setor de TIC, oferecendo o aporte necessário para alinhar produtos e sistemas com padrões nacionais e internacionais. O complexo empresarial está situado em um terreno de 360 mil m², com infraestrutura completa de serviços.



São Carlos

O município de São Carlos reúne dois empreendimentos com credenciamento provisório no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos: o Parque Eco Tecnológico Damha e o Parque Tecnológico de São Carlos.

Criado pelo ParqTec em convênio com o governo do Estado de São Paulo, o Sebrae e a Finep, o Parque Tecnológico de São Carlos foi inaugurado em julho de 2008. Tem por objetivo aumentar a competitividade do setor produtivo regional, com a participação de universidades públicas e privadas, centros de pesquisas, órgãos de governo e empresas de base tecnológica que atuam principalmente nas áreas de tecnologia de informação e comunicação, novos materiais, instrumentação eletrônica, automação e robótica, química fina e ótica.

O Parque Eco Tecnológico Damha será voltado aos setores de tecnologia de informação e comunicação, biomassa, engenharia de materiais e energias renováveis. A implantação de seu núcleo de inovação, com uma incubadora e áreas de apoio e suporte, está prevista para ocorrer em 2011.



São José dos Campos

Implantado em março de 2006, o Parque Tecnológico de São José dos Campos reúne instituições públicas e privadas que visam transformar conhecimento em riqueza por meio do desenvolvimento de inovações tecnológicas com foco no mercado. Tem por objetivo estimular e gerenciar o fluxo de conhecimento e de tecnologias entre universidades, instituições de P&D, empresas e mercados, facilitando assim a criação e o desenvolvimento de empresas baseadas na inovação.
 

·
Registered
Joined
·
4,997 Posts
Parque Tecnológico de São José dos Campos recebe credenciamento definitivo

Empreendimento é o primeiro a atingir tal status no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos

O Parque Tecnológico de São José dos Campos recebeu na terça, 28 de dezembro, o credenciamento definitivo no Sistema Paulista de Parques Tecnólogos (SPTec). Assim, o empreendimento torna-se a primeira iniciativa a receber o status definitivo no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, cumprindo os requisitos previstos no decreto n° 54.196/2009, que regulamenta o SPTec e define as entidades de apoio e empresas de base tecnológica que poderão se beneficiar dos incentivos estaduais.



Localizado na Rodovia Presidente Dutra, km 137,8, o parque, que conta com indústrias petroquímicas e dos setores automobilístico, de defesa e farmacêutico, é voltado à produção de pesquisa e desenvolvimento nas áreas aeroespacial e de aeronáutica.



Além de empresas de base tecnológica, Faculdade de Tecnologia (Fatec) e o Centro de Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi), o local ainda abriga a Embraer - empresa-âncora do Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Aeronáuticas (CDTA), em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) - e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde será implantado o Laboratório de Estruturas Leves do Instituto de Pesquisas Tecnológicas.



Também está instalada no parque a Vale Soluções em Energia - empresa-âncora do Centro de Tecnologias em Energia (CTE), em parceria com a USP de São Carlos e o CTA. Há, ainda, o Centro de Inovação em Tecnologia de Informação e Comunicação, que conta com três parceiros: Instituto Genius, Universidade Federal de São Paulo e Laboratório Nacional de Computação Científica. Saiba mais no site: www.pqtec.org.br.



Investimentos estaduais
Nos últimos cinco anos, foram investidos mais de R$ 7,5 milhões em obras e equipamentos para o PqTec SJC. Parte desses recursos estão sendo investidos na construção de um condomínio de empresas, com cerca de 5 mil m² de área útil. O novo espaço deverá abrigar empresas de base tecnológica, nas áreas de equipamentos eletrônicos, aeronáutica, automação, componentes eletrônicos, energia, saúde, software house, tecnologia de geoinformação e web design. Além disso, foram investidos recursos na implantação da Fatec e do futuro Laboratório de Estruturas Leves do IPT.




Sobre o SPTec
Criado pelo Governo do Estado de São Paulo para dar apoio e suporte à formação de parques tecnológicos, o SPTec tem como objetivo atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica. Segundo definição da International Association of Science Parks (Iasp), parques tecnológicos são empreendimentos criados e geridos com o objetivo permanente de promover pesquisa e inovação tecnológica, estimular a cooperação entre instituições de pesquisa, universidades e empresas, além de dar suporte ao desenvolvimento de atividades empresariais.



Esse tipo de empreendimento está em processo de consolidação por meio de estratégias de desenvolvimento de aptidões regionais, centradas na articulação entre instituições de ensino superior, poder público e organizações estatais e privadas, em áreas de potencial tecnológico. Nesse sentido, a expectativa é que as empresas se fortaleçam, potencializem suas atividades e, com o auxílio da pesquisa institucional, alavanquem mercados globais e alta tecnologia.



Existem 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos no Estado, sendo que o Parque Tecnológico de São José dos Campos passa agora a contar com o credenciamento definitivo no sistema, enquanto outras 18 iniciativas estão com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos (duas iniciativas: ParqTec e EcoTecnológico), São José do Rio Preto, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.



Incentivos
As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, chamado "Pró-Parques". Instituições de apoio e empresas de base tecnológica poderão utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para realização de investimentos e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=213413&c=6
 

·
Registered
Joined
·
11,260 Posts
Governo libera recursos para Parque Tecnológico de Ribeirão Preto

Empreendimento será voltado ao desenvolvimento de tecnologias na área da saúde

O secretário de Desenvolvimento, Luciano Almeida, assinou na terça-feira, 21, convênio com a Universidade de São Paulo (USP) para liberação de recursos que serão investidos na construção do centro tecnológico do Parque Tecnológico de Ribeirão Preto. O empreendimento será voltado à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos nas áreas de saúde, biotecnologia, bioenergia e tecnologia da informação e comunicação (TIC), com destaque para produção de equipamentos médico-hospitalares, fármacos e cosméticos.

O acordo prevê a liberação de R$ 4,5 milhões do Governo para a construção de um prédio com três pavimentos e 3.160 m² de área construída. O edifício abrigará o centro tecnológico, que servirá de apoio para a atração de empresas, oferecendo serviços técnicos e laboratórios. O local contará com todo o suporte para o desenvolvimento de atividades de cooperação entre empresas de base tecnológica e instituições de pesquisa.

Parque tecnológico

O Parque Tecnológico de Ribeirão Preto será implantado em uma área de 300 mil m² no campus da USP - que compreende uma área total de 5 milhões de m², no bairro Monte Alegre.Em outubro de 2010, a Secretaria de Desenvolvimento repassou R$ 2 milhões em recursos do aporte estadual para a construção do edifício da incubadora e do núcleo administrativo. Com a assinatura do novo convênio, chegam a R$ 6,5 milhões os investimentos realizados pelo Governo no projeto.

O parque também pretende reunir um centro empresarial e um centro tecnológico de biotecnologia, além de Faculdade de Tecnologia (Fatec), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), laboratório da Fundação para o Remédio Popular (Furp) e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de natureza empresarial.

Potencialidades

Ribeirão Preto é reconhecida como um grande polo de saúde. O município está entre os primeiros do Brasil no ranking nacional na proporção médico por habitante. No total, existem cerca de 3 mil médicos na cidade, o que equivale a um profissional para cada 160 habitantes. A região concentra também um Arranjo Produtivo Local (APL) de equipamentos médico-hospitalares e odontológicos, que conta com cerca de 70 empresas, sendo 80% microempreendimentos que, juntos, empregam mais de 1.750 trabalhadores.

A rede de saúde de Ribeirão Preto desponta como uma das mais importantes e desenvolvidas do país, com 17 hospitais, 35 unidades de saúde, farmácias, clínicas e laboratórios. Integram a rede de saúde de Ribeirão Preto o Hospital das Clínicas e o Instituto da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, além das faculdades da USP, da Unaerp, do Centro Universitário Barão de Mauá, do Centro Universitário Moura Lacerda e da Unip.

Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)

O projeto do Parque Tecnológico de Ribeirão Preto faz parte do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec), criado pelo governo do Estado de São Paulo para dar apoio e suporte a essas iniciativas, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica. Segundo definição da International Association of Science Parks (Iasp), parques tecnológicos são empreendimentos criados e geridos com o objetivo permanente de promover pesquisa e inovação tecnológica, estimular a cooperação entre instituições de pesquisa, universidades e empresas, além de dar suporte ao desenvolvimento de atividades empresariais.

Esse tipo de empreendimento está em processo de consolidação por meio de estratégias de desenvolvimento de aptidões regionais, centradas na articulação entre instituições de ensino superior, poder público e organizações estatais e privadas, em áreas de potencial tecnológico. Nesse sentido, a expectativa é que as empresas se fortaleçam, potencializem as atividades e, com o auxílio da pesquisa institucional, alavanquem mercados globais e tecnologia de ponta.

No Estado de São Paulo, existem 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos, sendo que, 19 já estão com credenciamento provisório no SPTec: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos (duas iniciativas: ParqTec e EcoTecnológico), São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Incentivos estaduais

As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, chamado "Pró-Parques". Instituições de apoio e empresas de base tecnológica poderão utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para pagamento de bens e mercadorias a serem utilizados em investimentos e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

Noticia de 24/12/2010
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=213310
 

·
Registered User
Joined
·
2,732 Posts
Piracicaba terá Centro de Gaseificação de Biomassa
Gás extraído do bagaço da cana-de-açúcar será utilizado para geração de energia elétrica, produção de biocombustível líquido e bioplástico

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo anunciou a aprovação da primeira fase do projeto do Centro de Desenvolvimento de Gaseificação de Biomassa (CDGB) no futuro Parque Tecnológico de Piracicaba (162 km da capital).

O projeto, que deverá receber investimento de R$ 80 milhões, será viabilizado por uma parceria entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o IPT, o centro abrigará, em uma área de 80 mil m², uma planta piloto que desenvolverá a tecnologia de gaseificação do bagaço de cana-de-açúcar, a exemplo da corrida tecnológica que se desenrola em outros países para consolidar esse processo, só que com diferentes matérias-primas, como a palha de milho e o carvão.

A gaseificação é vista como uma ferramenta de mitigação de emissão de gases de efeito estufa. O gás de síntese do bagaço de cana será avaliado em três aplicações: para a geração de energia elétrica, produção de biocombustível líquido e como precursor de biopolímeros, os chamados monômeros do plástico.

A atual fase do projeto está voltada para a produção do gás. Para os primeiros cinco anos está prevista a produção de 500 kg/hora de gás de biomassa. Além do bagaço, outras matérias-primas de biomassa serão pesquisadas.

Os parceiros industriais investirão conjuntamente na planta piloto de gaseificação e, isoladamente, nos projetos de pesquisa do aproveitamento de gás de síntese. Essas duas fases terão apoio da Rede Nacional de Combustão e Gaseificação, que conta com projetos de pesquisa financiados pela Fapesp.

Um papel fundamental da planta piloto será aperfeiçoar os equipamentos empregados na gaseificação. Durante os três anos de operação da planta, deverão ser processadas 3 mil toneladas de biomassa.

Atualmente, o bagaço é usado para a produção de energia, mas seu rendimento energético é de 20%. No novo processo, o rendimento poderá dobrar, chegando a 40%.

Um dos principais desafios do projeto é reduzir o custo do investimento. “A literatura internacional afirma que o investimento é de cerca de US$ 3 por watt e nós temos que otimizar esse valor, chegando a US$ 1,5 por watt”, disse Fernando Landgraf, diretor de inovação do IPT.

O grupo que apoia o projeto é composto por quatro empresas – Oxiteno, Petrobras, Brasken e Cosan – e quatro instituições – Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP) e IPT. Cada empresa parceira deverá contribuir com R$ 2 milhões durante a execução do projeto.

O IPT, junto com o CTC e o CTBE, está articulando um consórcio com empresas públicas e privadas, além de institutos e universidades do Brasil e do exterior.

A Esalq e a cidade de Piracicaba, uma das maiores produtoras de cana-de-açúcar no Brasil, contribuem com a infraestrutura necessária para a instalação da planta piloto.



http://www.desenvolvimento.sp.gov.br/noticias/?ID=1658
 

·
Registered
Joined
·
13,243 Posts
Edifício Sede de Sorocaba

Este será o edifício sede do Parque Tecnológico de Sorocaba.



Unidades satélites, universidades e empresas de tecnologia


O mesmo será voltado para tecnologias de metal-mecanica, robótica e saúde.

Será construído em uma área de 800 mil m2 de terreno ao lado da Toyota.

Esse é o mapa da Zona Tecnológica com 20 milhões de m2, que por projeto de lei municipal transformou em Zona Industrial uma imensa área Rural, o que objetivou a vinda da Toyota para o local.


O que já está sendo feito:

Avenida que liga o parque tecnológico a Rodovia Castello Branco e ao centro de Sorocaba


Avenida que liga a zona industrial a zona tecnológica


Toyota


Benefícios já sentidos

Valorização imobiliária, construção de grandes condomínios e shoppings

Bairro Santa Paulina em construção


Condomínio Clube para a classe operária Marcco Sorocaba




Shopping Plaza


Shopping Cidade
 

·
Registered User
Joined
·
2,732 Posts
Governador vistoria obras do Parque Tecnológico de Botucatu
Investimento do Estado na obra, que deve ser concluída em 2012, supera R$ 5 milhões

Em sua passagem por Botucatu nesta sexta-feira, 21 de janeiro, o governador Geraldo Alckmin vistoriou as obras do Parque Tecnológico da cidade, que está sendo implantado em uma área de 286 mil m² na rodovia Gastão Dal Farra, a quilômetros da rodovia João Hipólyto Martins (SP 209), que liga a rodovia Castello Branco a Botucatu.

Os parques tecnológicos são empreendimentos criados e geridos com o objetivo permanente de promover pesquisa e inovação tecnológica, estimular a cooperação entre instituições de pesquisa, universidades e empresas, além de dar suporte ao desenvolvimento de atividades empresariais.

Com cinco unidades da UNESP, uma Etec e uma Fatec do Centro Paula Souza, além de outras universidades, Botucatu possui um forte potencial na área de ciência e pesquisa biológica. "Vai ser um parque muito importante para a geração de empregos, porque vai atrair novas empresas para a cidade", disse Alckmin após caminhar pelas dependências do local.

O Parque Tecnológico de Botucatu está sendo implantado pela prefeitura da cidade, com recursos repassados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.

Parques Tecnológicos

Em todo o Estado de São Paulo, existem 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos, sendo que o de São José dos Campos, São Carlos, e Campinas já estão em funcionamento. O Parque Tecnológico de Piracicaba está em fase avançada de construção.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=213572
 

·
Registered
Joined
·
1,948 Posts
Discussion Starter · #9 ·
Parque Eco Tecnologico Damha- São Carlos SP

fonte: www.parqueecotecnologico.com.br

O Parque Eco Tecnológico Damha São Carlos veio criar, ampliar e aprimorar oportunidades de investimento e negócios envolvendo novas tecnologias, estimulando a sinergia entre universidades, institutos de pesquisa e empresas no município, já reconhecido internacionalmente como pólo de ciência, tecnologia e inovação.

O empreendimento é um projeto da Damha Urbanizadora, uma empresa do Grupo Encalso Damha (colocar link para o site da Damha Urbanizadora) e faz parte do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, programa lançado pela Secretaria de Desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo e viabilizado por meio de parcerias público-privadas e recursos de órgãos e agências de fomento do Governo Estadual, Federal, da Prefeitura de São Carlos e de diversas Universidades e Institutos de Pesquisa.
Rua interna
A estrutura do Parque Eco Tecnológico Damha São Carlos prevê a implantação de um Núcleo de Inovação, com uma Incubadora de Empresas e um Centro de Serviços, sob a gestão do Instituto Inova, com laboratórios, escritórios de administração, consultoria e comunicação. Em torno desse núcleo serão desenvolvidas ações e atividades que visam a criação e o fortalecimento de empresas de base tecnológica.

Sua localização é também estratégica, em entroncamento rodoviário às margens da Rodovia Tales de Lorena Peixoto Filho - SP-318. O local fica próximo ao campus da UFSCar, da unidade da Embrapa Agropecuária Sudeste, de um centro tecnológico da TAM e da fábrica Tecumseh. Fica, também, a 5 minutos do centro da cidade de São Carlos, dos campi da USP - São Carlos, da unidade da Embrapa Instrumentação, do campus da Unicep e do campus da Fadisc. Próximo ao Parque também ficam os campi da Unesp de Araraquara e de Rio Claro. Além disso, o Parque está localizado a 100 km de Ribeirão Preto, 120 km de Campinas e 240 km de São Paulo.

Via de acesso ao empreendimento
O envolvimento direto de grupos de pesquisa da USP, da UFSCar, da Unesp e da Embrapa em torno do projeto é outro diferencial do Parque Eco Tecnológico de São Carlos, que conta também com apoio do Sebrae, da Ciesp/Fiesp, do Senac e Senai, entre vários outros parceiros.

As atividades do Parque são também apoiadas por programas diversos ligados ao Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, Estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, e Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia da Prefeitura de São Carlos.

Objetivos

Atrair empreendimentos inovadores.
Apoiar áreas estratégicas de desenvolvimento e sua transformação em negócios, riqueza, salários e impostos.
Aproximar empresas, centros de pesquisas e universidade.
Ambiente de inovação com geração de conhecimento.
Integrar áreas de tecnológicas, empresariais, residenciais, esportivas e ecológicas.
Fortalecimento das empresas já existentes.
Qualidade de vida com trabalho, educação, lazer, cultura, esporte e desenvolvimento com sustentabilidade.

1º Parque Tecnologico de 1ª Geração no Brasil

Parque Eco Tecnológico Damha é o primeiro parque tecnológico de 3ª geração do País. Um projeto no qual o espaço de lazer, esportes e moradia se integram a um complexo empresarial e de negócios, com foco em novas tecnologias e inovação, proporcionando maior qualidade de vida. O objetivo desse projeto é proporcionar moradia, trabalho e momentos de lazer, longe de congestionamentos e deslocamentos típicos das cidades e regiões metropolitanas.

O projeto do Parque Eco Tecnológico Damha é integrado ao Parque Eco Esportivo Damha – um complexo imobiliário de 12 milhões de m², onde 3,6 milhões são de área totalmente preservada, o que envolve a identificação e catalogação de espécies da fauna e flora nativa. Além de condomínios residenciais, trilhas ecológicas, ciclovia, hípica, restaurante internacional, centro de eventos e o Damha Golfe Club (com um projeto moderno e a alta tecnologia empregada no setor), considerado pela revista americana Golf Digest, o 3º melhor Campo de Golf do Brasil. Um empreendimento que atingiu a perfeita interação entre o convívio com a natureza, lazer, inovação, negócios e a arte de morar e viver bem.

Americana Symetrix construirá fábrica de semicondutores em São Carlos.

A empresa americana Symetrix Corporation anunciou nesta quinta-feira que irá construir no futuro Parque Tecnológico de São Carlos (231 km da capital paulista) uma fábrica de semicondutores. Segundo a empresa, a unidade será a primeira da América Latina na produção de memórias e sensores e deverá consumir US$ 1 bilhão em investimentos.

O projeto é uma parceria entre a Symetrix e o grupo Damha, que é o responsável pela área de 1 milhão de m2 aonde será construído o parque tecnológico, previsto para ser entregue no primeiro trimestre de 2009. A Unesp (Universidade Estadual Paulista) também participa da iniciativa com suporte científico e tecnológico a unidade.

A primeira etapa da fábrica está prevista para ser entregue em 2011, com a produção de chips de memórias para utilização em bilhetes de transporte público, telefonia digital, TV digital e movimentações bancárias.

Segundo o pró-reitor de Pesquisa da Unesp, José Arana Varela, o chip que será produzido é de uma tecnologia superior aos encontrados atualmente em vários cartões de créditos, por exemplo, que também são conhecidos como Smart Card.

"A memória ferroelétrica --nome oficial do chip-- é fundamental em qualquer tipo de dispositivo eletrônico", explicou Varela.

A previsão é que já na primeira etapa do projeto, quando serão investidos US$ 150 milhões, sejam criados mais de 700 empregos diretos, com a contratação de pessoal com mão-de-obra qualificada --a maioria com curso superior--, nas áreas de química, física, matemática, designer, entre outros.

O representante da Symetrix no Brasil afirmou que a escolha por São Carlos foi definida devido a existência de várias instituições de ensino superior voltadas a tecnologia de ponta. "A cidade foi definida dada o largo investimento em tecnologia desde a década de 40".

A patente deste chip pertence ao brasileiro Carlos Paes de Araújo, que é professor da universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e é um dos proprietários da Symetrix.

De acordo com o prefeito de São Carlos, Newton Lima Neto, que também é vice-reitor licenciado da Universidade Federal de São Carlos, a cidade está preparada para receber empresas no pólo tecnológico, que fica na Rodovia SP-318, que liga São Carlos a Ribeirão Preto, e próximo ao aeroporto Mário Pereira Lopes.

Semicondutores

O mercado mundial de semicondutores atingiu US$ 22,7 bilhões em agosto deste ano, representando um crescimento de 5,5% sobre o mesmo mês de 2007 e 2,4% sobre julho de 2008. Segundo a Sia (Associação da Indústria de Semicondutores, na sigla em inglês), o valor das vendas no acumulado do ano até agosto atingiu US$ 170,2 bilhões.

"As vendas globais de semicondutores se manteve forte em agosto, com as vendas de computadores pessoais e telefones celulares sendo os principais motores da procura. Mas a pressão sobre preços de certos tipos de memória freou o crescimento global da indústria", afirmou o presidente da Sia, George Scalise.



Instituto Inova: responsável pelo gerenciamento do parque



Sede Administrativa






Symetrix Corporation
 

·
Registered
Joined
·
3,110 Posts
Parque Tecnológico de Limeira (PARQTEL)

O PARQTEL é o resultado da sinergia das equipes formadas pelos profissionais da Agência de Inovação – INCAMP e Inova nos Municípios - juntamente com os da Prefeitura Municipal de Limeira e Incubadora de Empresas de Limeira.

A partir de um Convênio de Cooperação assinado no ano de 2007, teve em 2008 suas atividades intensificadas no sentido de implementar um Parque Tecnológico que será um marco para a cidade de Limeira e região. Nesse ano a equipe realizou levantamentos de dados e informações, reuniões e discussões com o objetivo de verificar a viabilidade deste novo empreendimento.

Passados um ano dessa parceria, o grupo já tem sintetizado a forma de constituição, tanto legal como de infraestrutura física. Foram longas e penosas as etapas para a construção e idealização do Projeto de Implantação, pois, sabemos que tal etapa é a primeira de muitas outras que ainda virão.

O movimento empreendedor no país está sendo alavancado por inúmeras iniciativas de apoio a rede de inovação nos municípios. Exemplos podem ser observados em vários Estados brasileiros: São Paulo – Pólo Tecnológico de São José dos Campos, Fundação Parque Tecnológico de Paraíba – ParqTc e Parque Tecnológico de Bodocongó PB; sendo assim o PARQTEL mostra ser um projeto de valor inestimável na consolidação de ações de políticas públicas da Prefeitura de Limeira em favor do Desenvolvimento.

O projeto já está em fase adiantada e a área que será trabalhada, numa fase inicial, será de 51 mil metros quadrados, na Avenida Vitório Bortolan, Pq. N. Sra. Das Dores - região Oeste da cidade, devidamente designada para a obra (terreno de propriedade da Prefeitura que já obteve autorização da Câmara Municipal para implantação do Parque). Também há previsão de expansão dessa área para 200.000 metros quadrados. Nesse momento, serão 21 lotes destinados às empresas de Base Tecnológica, hoje o Parque já conta com dois prédios que são ocupados por uma Incubadora de Agronegócios e um Laboratório da CETESB.

Nessa primeira etapa foi dada inicio ao levantamento dos custos totais do Parque, todos os projetos de implantação da infra-estrutura física do Parque (terraplanagem, galeria de águas pluviais, terraplanagem; Galeria de águas pluviais; Rede de esgoto (coleta, afastamento e ligações); Rede de água (sistema de distribuição e ligações); Pavimentação estão em fase de licitação.

Além da infra-estrutra básica, estão previstos a construção de um prédio para gestora, uma guarita e uma Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, além de uma área destinada à serviços (bancos, escritórios de contabilidade, e outros serviços) que poderão atender os empresários e pessoas da região.

O mais importante é ressaltar que o empreendimento tem características especificamente projetadas para serviços tecnológicos e gestão de ciência , tecnologia e inovação, e inclui-se aí o incentivo ao nascimento de empresas voltadas às tecnologias sustentáveis. O Parque, além da missão de fomentar empresas de base tecnológica nascentes, será também um impulsionador no surgimento de tecnologias sustentáveis, projetando uma visão de longo prazo.

http://www.incamp.unicamp.br/parqtel/Feira.html

Unicamp e prefeitura de Limeira firmam acordo para implantar Parque Tecnológico

[2/4/2009] Na tarde desta quinta-feira, dia 2 de abril, a Unicamp e a Prefeitura de Limeira firmaram um acordo para a implantação do Parque Tecnológico de Limeira, dando início à segunda fase do projeto, que envolve, entre outros, a elaboração de uma proposta para credenciamento no Sistema Paulista de Parques, da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. O documento foi assinado pelo reitor José Tadeu Jorge e pelo prefeito Silvio Félix da Silva, durante uma cerimônia realizada no gabinete do prefeito.

A segunda fase do projeto de implantação envolve a definição de um Conselho Consultivo e Diretivo do Parque, prospecção de possíveis parceiros nacionais e internacionais, bem como assessoria para definição de infraestrutura. Também estiveram presentes na cerimônia Sergio Fernando Sterzo, secretário de Governo e Desenvolvimento de Limeira, e Carlos Alberto Baldan, da Secretaria de Desenvolvimento do Estado, além de Eduardo Gurgel do Amaral, coordenador do Sistema Local de Inovação da Agência de Inovação Inova Unicamp; Davi Sales, gerente da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp) e Iara Regina Ferreira, do programa Inova nos Municípios da Agência Inova Unicamp.

De acordo com o reitor José Tadeu Jorge, a implantação de um parque tecnológico necessita ter parceiros, inclusive uma universidade. No caso de Limeira, essa parceria foi fortalecida com a instalação do novo campus da Unicamp em Limeira, cujas atividades tiveram início neste ano. O prefeito Silvio Félix afirmou que pretende desapropriar uma área próxima ao local onde será implantado o Parque, com a finalidade aumentar o espaço ocupado.

O protocolo de intenções, entre a Unicamp e a prefeitura de Limeira, para a implantação do Parque Tecnológico, foi firmado em julho de 2006. A Incamp está envolvida na implantação e gestão do projeto. Segundo o gerente Davi Sales, essa iniciativa é importante, pois representa uma ampliação na atuação da incubadora, aproximação da universidade com o setor empresarial, incentivando iniciativas empreendedoras e aumentando a interação com outras incubadoras.

http://www.unicamp.br/unicamp/divul...irmam-acordo-para-implantar-parque-tecnologic
 

·
São Carlos / Assis - SP
Joined
·
1,112 Posts
Este será o edifício sede do Parque Tecnológico de Sorocaba.





Cinceramente...
Eu não gostei dessa área central do PQ Tecnológico de Sorocaba...:eek:hno:
Mais parece um estádio de futebol !
Mas o restante tá legal !
Parabéns Sorocaba e outras citys do interiorrrrrrzão de SP q estão montando seu próprio PQ Tecnologico ! (copiando se São Carlos...hehe !)
Brincadeira !:lol::lol::lol:
Flw!:)
 

·
Registered User
Joined
·
2,732 Posts
Cabe a cada prefeitura se esforçar para tornar esses parques um sucesso ou um fracasso. Gostei dos investimentos feitos na infra-estrutura em Sorocaba, embora São Carlos esteja alguns passos adiantes por contar com ensino voltado à área tecnológica, um prefeito que é ex-reitor de universidade tecnológica e por já contar com empresas do setor.

As cidades que se anteciparem e fizerem o maior esforço e investirem mais quanto antes lograrão sucesso antes que isso se banalize e cada cidadezinha de 50.000 habitantes tenha o seu "parque tequinológico".
Já as cidades que fizerem corpo mole terão belos matagais chamados de parques tecnológicos..

:lol::lol:
Pois é. :lol:

Mas, também, as cidades médias do Estado de São Paulo, em geral, têm potencial para abrigar parques tecnológicos, pois, embora seja muito importante o empenho da Prefeitura em fazer o projeto preliminar e ceder o terreno para o Estado, além de o Estado liberar os recursos para a construção da área central dos parques tecnológicos, em boa parte o crescimendo tecnológico (nos parques) depende da presença da iniciativa privada.

O que ocorre é que o Estado dá grandes incentivos para a iniciativa privada se instalar nos parques e, naturalmente, realizar pesquisas e etc... Não apenas incentivos tributários, mas também incentivos relacionados a uma articulação entre as empresas privadas e instituições de ensino, além da existência de um gerenciamento central do parque, e mesmo uma articulação entre as empresas instaladas no local. Coisas assim são muito importantes. Desde que os municípios que abriguem os parques tenham uma quantidade moderada de empresas e indústrias, além de instituições de ensino, as possibilidades de os parques tecnológicos vingarem são muito grandes, fazendo o Estado e o Município o seu trabalho. Mas é claro que o Estado faz toda uma análise a respeito disso antes de dar o credenciamento definitivo para os parques tecnológicos.

E claro que existem os maiores, como os de SJC, Sorocaba, e São Carlos, que são três que, até agora, tem absolutamente tudo para se tornarem grandes centros de pesquisas, sendo referências nacionais. Mas a maior parte, é claro, deve caracterizar-se por ser parques tecnológicos realmente bem regionais, mas que, para os municípios localmente, e para suas regiões, podem trazer grandes benefícios.

-

Projeto do Parque Tecnológico de Botucatu:
 

·
Registered
Joined
·
13,243 Posts
Se parece com o Maracanãnzão, você quer dizer né? Faz algumas décadas que não se constroem estádios circulares. Aquilo é uma aberração arquitetônica totalmente obsoleta e anacrônica.(trolling...)
Sim, o formato circular do emprrendimento permite deslocamento mais rápido entre os setores, além de lembrar elementos atomicos, engrenagens e robótica. O que teria a ver com o perfil do município.
 

·
Registered
Joined
·
13,243 Posts
Mais duas imagens do PqTec de Sorocaba





Se a cidade de Sorocaba fizer bem a lição de casa o Pqtec será ainda mais desenvolvido que a Zona Administrativa, criada a partir do início da década de 80, quando os recuros financeiros e materiais eram infinitamente menores. Foto abaixo.
 

·
Registered User
Joined
·
2,732 Posts
Santos prepara expansão de parque tecnológico
Valor Econômico

A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, pretende destinar uma área de seis quilômetros quadrados para abrigar, na área continental da cidade, o segundo núcleo do Parque Tecnológico de Santos. O local escolhido fica no bairro de Guarapá, a cerca de 33 quilômetros do centro de Santos, vizinho ao futuro porto Barnabé Bagres. A caracterização do terreno como apto a receber atividade de tecnologia e inovação constará da lei de uso e ocupação do solo, que está em revisão, disse o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos do município, Márcio Antonio Lara. A proposta terá de ser examinada pela Câmara Municipal, o que pode ocorrer ainda no primeiro trimestre. A expectativa é que o novo polo tecnológico esteja funcionando em dois anos.

Hoje, a parte insular de Santos - onde historicamente a cidade se desenvolveu - conta com o primeiro núcleo do parque tecnológico. São 220 mil metros quadrados não contínuos, ocupados pelas instalações de universidades e centros de pesquisa, com os quais as empresas podem fazer acordos para usar laboratórios e outros recursos, com a finalidade de desenvolver inovação. Com o segundo núcleo, a ideia é criar áreas onde as companhias possam estabelecer seus próprios centros de desenvolvimento. "O núcleo terá um formato mais tradicional, com uma nova infraestrutura para receber centros de pesquisas e empresas de inovação que dependem de áreas mais extensas para implementação", explica Lara.

De acordo com Lara, Santos tem potencial atrativo e demanda para expandir essa oferta. "Já está acontecendo. Por exemplo, temos aqui na região central a Halliburton e a Schlumberger, duas grandes empresas que compõem a organização nacional da indústria do petróleo e têm contratos com a Petrobras. Companhias dessa natureza promovem inovação, que gera efeito de atração de novas empresas", afirma o secretário. Ainda no âmbito do pré-sal, diz Lara, a Petrobras - que está construindo uma sede em Santos - já decidiu que trará para a cidade um núcleo do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) para atuar no desenvolvimento de pesquisa logística e inovação no pré-sal.

Um trabalho realizado pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e financiado pelo governo do Japão identificou o segmento de TI como um dos vetores de desenvolvimento da região santista, ao lado de atividades como porto, retroporto, logística, energia, ambiente e turismo. A expectativa de Lara é que o credenciamento da primeira etapa do parque ocorra no segundo semestre. Atualmente estão sendo elaborados dois planos - um de ciência e inovação e outro de marketing -, cuja meta é identificar empresas do setor e o potencial de atração de novos empreendimentos.

http://www.investimentos.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=14246&c=6&lang=1
 

·
Registered
Joined
·
4,997 Posts
Polo de SP é destaque em pesquisas

Um novo modelo de gestão e incentivo à inovação tecnológica está sendo colocado em prática nas instalações do parque tecnológico de São José dos Campos. A iniciativa foi inspirada no modelo de construção da indústria aeronáutica brasileira, que teve como base a criação do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), diz o diretor do parque, Marco Antônio Raupp.

Em dezembro, o parque de São José dos Campos recebeu o credenciamento definitivo do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o parque de São José tornou-se a primeira referência para a criação de um marco nacional, com novas regras e políticas de incentivo fiscal, voltadas às entidades de pesquisa e empresas que integram esse mesmo ambiente. O local já recebeu cerca de R$ 1 bilhão (US$ 588 milhões) em investimentos públicos e privados. Inaugurado em 2006, o local abriga quatro Centros de Desenvolvimento Tecnológico (CDTs) que contam com empresas-âncora como Embraer, Vale Soluções em Energia (VSE) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Estão presentes também instituições de ensino e pesquisa, como o ITA e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Entre os centros de desenvolvimento destaca-se o da Aeronáutica, que abriga dois laboratórios de ponta, únicos na América do Sul: um de estruturas leves e outro de integração de sistemas e software embarcado. Com investimentos de R$ 90,5 milhões (US$ 53,2 milhões), o laboratório de estruturas leves tem a missão de ajudar o país a dominar tecnologias de novos materiais, capazes de reduzir o peso das aeronaves e essenciais para manter a competitividade da indústria brasileira no cenário internacional, segundo seus administradores. O laboratório está em fase de implantação e a previsão é de que num prazo de um ano esteja completamente operacional. Quatro projetos de pesquisa serão desenvolvidos no local, com o apoio financeiro da Fapesp, Finep, Embraer e IPT: dois na área de compósitos (materiais compostos como fibras de carbono em matriz polimérica) e dois de estruturas metálicas. Entre professores e pesquisadores, o laboratório terá cerca de 200 profissionais, com nível de mestrado, doutorado e experiência internacional, prevê o diretor.

O laboratório de sistemas, por sua vez, estará focado no desenvolvimento de soluções integradas para os segmentos de comando, controle, comunicação, computação e inteligência, conhecidos pela sigla C4I, destinados ao setor de defesa. Outro projeto que será desenvolvido é o de um simulador reconfigurado de engenharia, utilizado em vários tipos de aviões, além de sistemas computacionais embarcados e de avançados sistemas eletrônicos de comandos de voo, conhecidos como "fly-by-wire".
http://www.investimentos.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=14274&c=11&lang=1
 

·
São Carlos / Assis - SP
Joined
·
1,112 Posts
Um novo modelo de gestão e incentivo à inovação tecnológica está sendo colocado em prática nas instalações do parque tecnológico de São José dos Campos. A iniciativa foi inspirada no modelo de construção da indústria aeronáutica brasileira, que teve como base a criação do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), diz o diretor do parque, Marco Antônio Raupp.

Em dezembro, o parque de São José dos Campos recebeu o credenciamento definitivo do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o parque de São José tornou-se a primeira referência para a criação de um marco nacional, com novas regras e políticas de incentivo fiscal, voltadas às entidades de pesquisa e empresas que integram esse mesmo ambiente. O local já recebeu cerca de R$ 1 bilhão (US$ 588 milhões) em investimentos públicos e privados. Inaugurado em 2006, o local abriga quatro Centros de Desenvolvimento Tecnológico (CDTs) que contam com empresas-âncora como Embraer, Vale Soluções em Energia (VSE) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Estão presentes também instituições de ensino e pesquisa, como o ITA e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Entre os centros de desenvolvimento destaca-se o da Aeronáutica, que abriga dois laboratórios de ponta, únicos na América do Sul: um de estruturas leves e outro de integração de sistemas e software embarcado. Com investimentos de R$ 90,5 milhões (US$ 53,2 milhões), o laboratório de estruturas leves tem a missão de ajudar o país a dominar tecnologias de novos materiais, capazes de reduzir o peso das aeronaves e essenciais para manter a competitividade da indústria brasileira no cenário internacional, segundo seus administradores. O laboratório está em fase de implantação e a previsão é de que num prazo de um ano esteja completamente operacional. Quatro projetos de pesquisa serão desenvolvidos no local, com o apoio financeiro da Fapesp, Finep, Embraer e IPT: dois na área de compósitos (materiais compostos como fibras de carbono em matriz polimérica) e dois de estruturas metálicas. Entre professores e pesquisadores, o laboratório terá cerca de 200 profissionais, com nível de mestrado, doutorado e experiência internacional, prevê o diretor.

O laboratório de sistemas, por sua vez, estará focado no desenvolvimento de soluções integradas para os segmentos de comando, controle, comunicação, computação e inteligência, conhecidos pela sigla C4I, destinados ao setor de defesa. Outro projeto que será desenvolvido é o de um simulador reconfigurado de engenharia, utilizado em vários tipos de aviões, além de sistemas computacionais embarcados e de avançados sistemas eletrônicos de comandos de voo, conhecidos como "fly-by-wire".
http://www.investimentos.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=14274&c=11&lang=1
SJC q se cuide, pois são carlos etá buscando mais um título com "pólo aéronautico", é claro q não será tãão demasiado como o de SJC, mas trará concorrencia! XD
Flw!
 
1 - 20 of 20 Posts
This is an older thread, you may not receive a response, and could be reviving an old thread. Please consider creating a new thread.
Top