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» Aviação | Publicada em 14/7/2009, 13:07:00
http://www.panrotas.com.br/noticia-...reas-cai-no-1o-semestre_49180.html?pesquisa=1

Participação das maiores aéreas cai no 1º semestre

A Anac divulgou hoje os dados comparativos da aviação comercial referentes ao primeiro semestre do ano. Segundo o levantamento, entre os meses de janeiro a junho, a Webjet foi a única empresa brasileira que ganhou maior participação e mercado comparado com o mesmo período de 2008. A companhia aérea, que dominava apenas 1,65% do mercado, agora tem 4% do market share.

O Grupo Gol/Varig teve queda na participação de 44,11% para 40,66%, enquanto a Tam recuou de 49,15% no primeiro semestre de 2008 para 47,90% neste semestre. A OceanAir também registrou queda na participação, passando de 3,21% para 2,74%. Como a Azul não operava no primeiro semestre de 2008, o market share acumulado da empresa neste ano atinge 2,81%.

No mercado internacional, o cenário foi bastante diferente para a Gol, que no primeiro semestre de 2008 detinha 28,03% de participação de mercado e, agora, tem 13,86%. Já a Tam teve aumento de 15,41 pontos percentuais na participação em relação ao primeiro semestre de 2008, atingindo 86% de market share.

Veja os dados comparativos da aviação comercial referentes ao mês de junho.
 

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Assunto relacionado (Mercado Aéreo)

Expectativa
Aviação prevê aumento de passageiros

Rio de Janeiro. Corretoras de valores e bancos que acompanham o setor aéreo estão revisando suas estimativas de crescimento da demanda por voos nacionais em 2009. A Itaú Securities, por exemplo, previa expansão zero este ano, mas já mudou a projeção para uma alta de até 4%. No Santander, a avaliação é de aumento de 1% no fluxo de passageiros transportados, mas a instituição deve divulgar, em agosto, um relatório com um novo porcentual.

Entre alguns dos motivos para o otimismo, a perspectiva de um crescimento maior do Produto Interno Bruto (PIB), que reflete positivamente no setor aéreo. O analista do setor aéreo da Itaú Securities, Victor Mizusaki, afirma que existe, ainda, a possibilidade de uma terceira revisão. "Como quase 70% do custos das companhias aéreas é atrelado ao dólar, o fato de o mercado estar esperando uma maior apreciação do real acaba beneficiando as companhias aéreas", afirma Mizusaki.

Ele lembra também que há um efeito sazonal, já que tradicionalmente o segundo semestre é o mais forte em vendas para as empresas aéreas. O analista do Santander, Caio Dias, afirma que o que vem surpreendendo o mercado é o desempenho das companhias de médio porte (Azul, OceanAir e WebJet). "O que surpreendeu não foi nem as companhias aéreas de grande porte, que estão em linha com o que a gente esperava. O que fez o crescimento em junho foi o resultado que já vem surpreendendo da Azul, WebJet e OceanAir", diz.

Juntas, WebJet e OceanAir registraram crescimento de 216% no fluxo de passageiros transportados em junho, em relação ao mesmo mês de 2008. A Azul só começou a operar em dezembro de 2008. Na mesma base de comparação, a expansão conjunta de Tam e Gol/Varig foi de 0,98% no mesmo período. Já entre as regionais o aumento de demanda foi de 21%. Os cálculos são do consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio, com dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Publicado em: 17/07/2009

http://www.otempo.com.br/otempo/not...&IdSubCanal=&IdNoticia=116239&IdTipoNoticia=1
 

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Descasamento entre a oferta de assentos e o fluxo de passageiros

Aéreas vao acirrar competiçao
24-07-2009


As companhias aéreas brasileiras vão acirrar a competição nos preços promocionais nas passagens no segundo semestre por causa do descasamento entre a oferta de assentos e o fluxo de passageiros efetivamente transportados em voos nacionais de janeiro a junho.

A avaliação é do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), que concluiu uma análise setorial do primeiro semestre de 2009. Nesse período, a oferta de assentos nos aviões acumulou alta de 10,2%, enquanto a demanda subiu apensas 3,2%, na comparação com igual período do ano passado.

O resultado do desequilíbrio entre oferta e demanda foi uma acentuada queda, de 4,29 pontos porcentuais, na taxa de ocupação das aeronaves no primeiro semestre deste ano (63,15%) em relação ao mesmo período do ano passado (67,44%).

"Baratear os preços é geralmente o recurso que as empresas com excesso de oferta usam na tentativa de estimular a demanda ou atrair passageiros dos concorrentes", afirma o consultor do Snea, Ricardo Gondim.

O diretor técnico do sindicato, Ronaldo Jenkins, concorda que o descasamento entre oferta e demanda vai gerar uma maior concorrência tarifária, mas lembra que isso será ruim para os resultados financeiros das companhias aéreas. "Pode haver uma maior competição de preços, mas até um determinado limite.

Algumas empresas no mundo estão optando por parar avião, mesmo pagando o leasing, porque está voando com uma rentabilidade muito baixa, que não paga o custo", diz Jenkins. Os dois especialistas em aviação lembram que um dos principais motivos que levou à queda na taxa de ocupação dos aviões no primeiro semestre foi o fato de as empresas manterem seus planos de expansão de frota.

A demanda por voos nacionais não acompanhou o aumento da oferta de assentos. E lembram que o resultado só não foi pior por causa dos preços. "O mercado doméstico está com um comportamento não tão ruim quanto se esperava, justamente por causa das promoções", diz Gondim.

Nos voos internacionais operados por companhias brasileiras, o Snea vê com preocupação o aumento da incidência de casos da nova gripe no País e no resto do mundo, especialmente na América do Sul, aliada à crise mundial, que reduziu as viagens de lazer e de negócios.

Os voos ao exterior acumulam queda de 5,5% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. A oferta de assentos, por sua vez, recuou 3% na mesma base de comparação.

"O transporte aéreo internacional sentiu mais ainda a crise. Além do mais, a nova gripe é uma dificuldade adicional, pois muita gente deixou de viajar ao Cone Sul. Para nós, infelizmente, a liberdade tarifária fez com que a empresa nacional não tenha condição de competir com as empresas do exterior", afirma Jenkins, se referindo à liberdade tarifária em voos internacionais em implementação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


Fuente: www.cruzeirodosul.inf.br
 
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