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Discussion Starter #22
PELOURINHO DE CABEÇÃO

O Pelourinho de Cabeção situa-se no largo da Junta de freguesia em Cabeção, Mora, distrito de Évora. O pelourinho foi classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público a 11 de Outubro de 1933.

In:wikipedia.com



Foto de Manuel Pinto in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #23 (Edited)
PELOURINHO DE ALGODRES



Foto de Vitor Oliveira/Portuguese_eyes :)
 

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Discussion Starter #24
PELOURINHO DE LINHARES



Foto de Lusitana in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #25
PELOURINHO DE MATANÇA

O pelourinho de Matança, situa-se na freguesia de Matança, concelho de Fornos de Algodres, distrito da Guarda, Portugal. Terá sido erguido após a concessão de foral a esta localidade por D. Manuel II em 1514 e situa-se num pequeno largo no centro da povoação.

É composto por um soco octogonal com três degraus sobre o qual se ergue a coluna de fuste octogonal e liso, com base quadrada. A coluna é encimada por um corpo constituído por um tronco de pirâmide de base octogonal invertida sobre o qual assenta uma gaiola rematada por um segundo tronco de pirâmide octogonal, este último coroado por uma esfera.

Classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto 23 122, DG 231 de 11-10-1933.

In:wikipedia.com



Foto de João Sousa in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #26
PELOURINHO DE MELO

O Pelourinho de Melo situa-se na freguesia de Melo, no concelho de Gouveia, distrito da Guarda, Portugal.

O pelourinho data do século XVI e foi erguido como símbolo da dignidade de sede de concelho que Melo possuiu até 1834. O pelourinho é de pedra e ergue-se sobre cinco degraus de secção quadrangular apresentando um corpo principal facetado com remate em diferentes níveis volumétricos e um escudo português com as cinco quinas (cinco escudetes com cinco besantes cada). Tem uma pequena cruz de ferro no topo.

Foi classificado como Monumento Nacional em 1915.

In:wikipedia.com



Foto de Lusitana in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #27
PELOURINHO DE PINHEL

O Pelourinho de Pinhel situa-se no centro da Praça Sacadura Cabral, em Pinhel. Representa a autonomia judicial do concelho, sendo classificado como Monumento Nacional pelo IPPAR desde 1910 [1].


[editar] Características
Este monumento foi edificado no século XVI, sendo de arquitectura civil, estilo manuelino e um "pelourinho de gaiola".

Sendo um dos mais importantes símbolos da cidade de Pinhel, este monumento é constituído por cinco degraus octogonais (estando o primeiro semi-enterrado), uma coluna octogonal de base quadrada (devido a curvas no início da mesma), e o capitel, de base circular, seguido por um remate em gaiola através de oito colunelos de base anelar (decorados com motivos vegetalistas estilizados), terminados em cone invertido, sendo o topo do pelourinho composto por um chapéu em forma de cone.

Como curiosidade o facto deste ter sofrido uma inclinação nos anos 40 do século XX, tendo sido fixados ferros nas pedras dos degraus do mesmo nível, com o objectivo de garantir a sua estabilidade.

In:wikipedia.com



Foto de geoppp in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #28
PELOURINHO DE SORTELHA



Foto de Nuno Tavares in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #29
PELOURINHO DE ALFEIZERÃO

O Pelourinho de Alfeizerão localiza-se na povoação e freguesia de mesmo nome, Concelho de Alcobaça, Distrito de Leiria, em Portugal. Classificado como Imóvel de Interesse Público (23 122, DG 23,1 de 11-10-1933).


Características
É um pelourinho em estilo manuelino, que data do século XVI.

Sobre uma base circular de três degraus, ergue-se o fuste dividido em duas peças com estrias espiraladas fiadas de quadrifólios entre as caneluras. O remate, constituido por um tronco-piramidal de base quadrada, ornamentada com flores-de-lis e duas torres numa das faces, e uma figura humana com manto noutra face, assenta sobre um capitel envolvido por folhas de acanto.

In:wikipedia.com



Foto de Carlos Luis Cruz in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #30
PELOURINHO DE ÓBIDOS

O Pelourinho de Óbidos situa-se em Santa Maria (Óbidos), distrito de Leiria, Portugal. Está classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910 [1].

É um estrutura cilíndrica, construída em granito, que na Idade Média servia de ponto de aplicação da justiça. Apresenta em uma das faces o escudo com as armas reais e do outro o camaroeiro de D. Leonor, que esta rainha doou à vila em memória da rede em que os pescadores lhe trouxeram o seu filho morto num acidente de caça.

In:wikipedia.com



Foto de Paulo Juntas in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #31
PELOURINHO DE ENXARA DOS CAVALEIROS

O Pelourinho de Enxara dos Cavaleiros situa-se na aldeia com o mesmo nome, na freguesia de Enxara do Bispo, Concelho de Mafra, Distrito de Lisboa, Portugal. Está classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1931.

A data provável da sua construção será 1519, data da atribuição de foral por D. Manuel. Nos anos 1940/50 monumento foi desmembrado e aberto um poço no seu lugar. Em 1969/70, toda a praça foi reconstruida tendo o pelourinho regressado ao seu lugar original, instalado sobre um soco constituído por três degraus octogonais de parapeito, talvez quinhentista, sobre o qual se ergue directamente o fuste facetado. Este é constituído por três troços distintos: o primeiro, de maiores dimensões, levanta-se até meia altura, é mais largo no arranque, e regista ainda vestígios de elementos decorativos indistintos na base; tal como o último troço, mais pequeno, pode ser uma peça original. Entre ambos ergue-se um troço de fuste de pedra e talhe distintos, obviamente da última reconstrução. Sobre este fuste não chegou a ser colocado o remate original, que ainda existia em 1951.[1].

In:wikipedia.com



Foto de João Correia in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #32
PELOURINHO DE MANIQUE DO INTENDENTE

O Pelourinho de Manique do Intendente (Azambuja) situa-se na Praça dos Imperadores (no centro da aldeia), em frente à antiga Casa da Câmara. Nunca ninguém lá foi enforcado. É uma das melhores atracções depois do Palácio Pina Manique e da Ponte D. Maria II.

Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

In:wikipedia.com



Foto de Francisco Santos in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #33
PELOURINHO DE PÓVOA DO VARZIM

O Pelourinho da Póvoa de Varzim é constituído por uma coluna de pedra com a esfera armilar de D. Manuel I, assente sobre degraus. Simboliza a renovação do foral à Póvoa de Varzim, em 1514, por D. Manuel I.

Está classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910 [1].

In:wikipedia.com



Foto de Pedro PVZ in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #34
PELOURINHO DE CONSTÂNCIA

O Pelourinho de Constância, situado na actual Praça Alexandre Herculano, Constância, foi construído em 1821, em substituição ao que foi destruído durante as invasões francesas.

Este pelourinho apresenta uma base com dois degraus octagonais, sobre a qual assenta uma coluna encimada por um capitel jónico, que termina com uma esfera armilar em ferro forjado.

À volta da base do pelourinho podemos observar oito frades, colocados no início do século XX.

Está classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1933 [1]

In:wikipedia.com



Foto de João Carvalho in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #35
PELOURINHO DE PAIALVO

O Pelourinho de Paialvo situado no lugar de Paialvo, freguesia de Paialvo, concelho de Tomar, está colocado sobre uma plataforma em pedra, com três degraus circulares, sobre a qual assenta o fuste constituído por duas pedras, e apresentando no topo um cone truncado com uma esfera por cima, ambos em pedra.

Paialvo, foi no passado sede de concelho (até 1836) e o seu pelourinho é a prova do antigo poder municipal da vila.

Está actualmente classificado como Imóvel de Interesse Público pelo IPPAR, desde 1933 [1].

In:wikipedia.com



Foto de João Carvalho in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #36
PELOURINHO DE SETÚBAL

O Pelourinho de Setúbal está localizado na Praça Marquês de Pombal (antiga Praça de São Pedro), em Nossa Senhora da Anunciada, concelho e distrito de Setúbal, Portugal. A sua coluna de mármore branco possui um capitel do tipo coríntio.

Está classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910 [1].


Inscrições
No pedestal, do lado sul, lê-se:

Este pelourinho
se mudou da praça
... Ribeira para esta
Real
no anno de 1774.
Do lado poente:

Tudo executado
despeza da Camara
d´esta villa sendo juiz
de fóra Leandro de Souza
da Silva
Alcaforado
Do lado norte:

E por decreto de S.M.F.
nomeado inspector das
obras públicas d´esta villa
José Bueno de Cabedo Cor.el
do Regim.to e Gov.or da Praça
Director d´esta João Vasco M.el
de Braun sarg.to môr da mesma
Engenh.o e command.e d´artilheria
Do lado nascente:

Por ordem do ill.mo
e
Exm.o Sr. Marquez
do
Pombal
do Conc.o de Estado

In:wikipedia.com





Fotos de Igiul in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #37
PELOURINHO DE PONTE DA BARCA

O pelourinho de Ponte da Barca, localizado originalmente no Largo da Misericórdia da vila, junto ao edifício dos Paços do Conselho, está actualmente no chamado "Jardim dos Poetas", para onde foi transferido já no século XX, junto a um alpendre sobre uma arcada, de 1752, que serviu de estabelecimento para feirantes.

O conjunto do pelourinho foi completamente concebido em granito. Está sobre uma plataforma de quatro degraus quadrangulares (algumas fontes referem apenas três). A base da coluna é, tal como o resto do pelourinho, simples na sua concepção, sendo constituída apenas por um plinto (cúbico) e um toro, que não é mais que um anel arredondado sob o fuste que se apresenta liso, sem ornamentação e de secção circular, sobre o qual se apoia uma esfera onde estão gravadas as armas reais, a Cruz de Cristo e as faixas do brasão dos Magalhães, senhores donatários da vila. O remate, constituído por um plinto sob uma pirâmide quadrangular truncada no vértice superior onde se apoia uma esfera de pequenas dimensões, não constaria do pelourinho inicial e foi substituído no final do século XVII ou inícios do século XVIII. Notam-se, ainda, alguns vestígios dos ferros de sujeição.

Ainda que a vila já tenha recebido foral em 1125 de Dona Teresa, confirmado por D. Afonso II, em 1217, o actual pelourinho refere-se, no entanto, à doação de um Foral Novo, em 1513, por D. Manuel I, à então designada Vila da Nóbrega, que nessa altura crescera particularmente em população residente.

Está classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910.

In:wikipedia.com



Foto de Manuel Anastácio in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #38
PELOURINHO DE GALEGOS

O Pelourinho de Galegos situa-se no Largo do Pelourinho, no lugar de Galegos, freguesia de Vale de Nogueiras, concelho de Vila Real, distrito de Vila Real. Calcula-se que este pelourinho tenha sido edificado no início do Século XVI, altura em que D. Manuel concedeu foral a Galegos.

Trata-se dum pelourinho constituído por uma base circular formada por pedras de granito, sobre a qual assenta uma outra pedra circular com um encaixe central para o fuste. O fuste de uma só peça, tem a forma de um paralelepípedo e é encimado por um capitel em forma de cubo com entalhes em X.

Este pelourinho foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 11 de Novembro de 1933 [1].

In:wikipedia.com



Foto de João Carvalho in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #39
PELOURINHO DE LORDELO

O Pelourinho de Lordelo situa-se na freguesia de Lordelo, concelho de Vila Real, distrito de Vila Real. Calcula-se que este pelourinho tenha sido edificado no início do século XVI, altura em que D. Manuel concedeu foral a Lordelo juntamente com Alijó.

Trata-se de um pelourinho constituído por uma base circular formada por três degraus de granito e sobre a qual assenta o fuste de uma só peça, o qual tem a forma de um paralelepípedo octagonal e é encimado por um capitel em forma de duas pirâmides sobrepostas. A base original era formada por uma rocha com os degraus circulares, como a actual.

Este pelourinho foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 11 de Outubro de 1933 [1].

In:wikipedia.com



foto de João Carvalho in:wikipedia.com
 

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Discussion Starter #40
PELOURINHO DE SÃO JOÃO DAS AREIAS

O Pelourinho de São João de Areias foi erigido no século XVI, devendo ser contemporâneo da atribuição do foral de D. Manuel I (10 de Abril de 1514) ao antigo concelho de São João de Areias. É classificado como sendo do "tipo em pinha". Protecção: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933.

Localização
Ao entrar na Vila de São João de Areias, passada a Praça da República, virando à esquerda, surge, imponente, o pelourinho do antigo concelho.

Surpreende pela sua altura, cerca de 6 metros, pelas proporções harmoniosas e pelo apurado trabalho nos pormenores.

É obra de um notável canteiro desconhecido, em nada inferior aos que por essa altura acabaram de torcer as cordas e dar os “nós” na abóbada da Sé de Viseu. O artista dominou completamente o granito duro e difícil de trabalhar da nossa região.

As pessoas de São João de Areias orgulham-se de possuir tamanha preciosidade e têm razão de sobeja para tal. Só para o ver vale a pena visitar esta Vila.


[editar] Descrição
O pelourinho de São João de Areias é constituído, como a maioria, por 4 partes: uma plataforma, composta por quatro degraus, uma base, no meio da plataforma, uma coluna constituída por três elementos (base, fuste e capitel) e um remate, peça decorativa em pinha.

Mário Guedes Real descreveu-o assim: “...É constituído por quatro degraus oitavados de talhe singelo e regulares em altura. Sobre o trono por eles formado ergue-se a base cúbica da coluna, de cantos superiores chanfrados, na qual repousa o plinto redondo, em escócia limitada por moldura toral e varinha. O fuste, de esbelto galbo, é do tipo de vara encordoada, dextritorsa, de quatro vergas nascendo a prumo dos ângulos da base e espiralados numa volta inteira. Capitel em gola bem pronunciada, entre molduras de astrágalo estreitas, de secção sensivelmente crescente. Ábaco largo, de oito faces, suportando o remate cónico, de dois troços igualmente em espiral torcida à direita, separados por pequena gola, sendo o primeiro de oito ramos e de muito maior altura que o segundo que seis estrias levemente decoram. Coruchéu de quatro bolas cantonais, sobre um anel destacado e rematado por botão donde emerge a grimpa de ferro com galo de cata-vento a modo de campanário...”.

Função dos pelourinhos
Na Idade Média a instituição do foral era acompanhada da edificação de um pelourinho, símbolo da autonomia e da jurisdição de um concelho; no séc. XV e na primeira metade do séc. XVI, segundo alguns historiadores, os pelourinhos deixam de estar associados à execução da justiça e adquirem um carácter prioritariamente simbólico e artístico, nomeadamente durante o reinado de D. Manuel I, funcionando assim, como símbolo da presença do poder régio, peça a juntar às Ordenações Manuelinas (nova colectânea reformada das leis do reino) e à Reforma dos Forais, na tentativa de centralização do poder.

No entanto, apesar do pelourinho de São João de Areias ter funcionado como símbolo régio, funcionou também como de poste de justiça. Dois orifícios, um na base com um ferro engastado e outro no fuste, indicam os locais onde estiveram cravados ganchos ou argolas de ferro, a que amarravam, pelas pernas e pelo peito, os delinquentes e criminosos expondo-os durante algum tempo e em determinados dias, nomeadamente em dias de mercado, ao escárnio e à vergonha pública - “exposição no pelourinho” - e onde eram açoitados ou mutilados consoante a gravidade do delito e os costumes da época.

Aliás, ainda no século XIX se associava à execução da justiça. A quando da 3ª Invasão Francesa, (da Guerra Peninsular) a população destes sítios foi alertada para abandonar as suas aldeias a fim de evitar a acção dos invasores. Por aqui passaram entre os dias 20 e 22 de Setembro de 1810. Pilharam o que lhes foi possível, furando pipas a tiro, fazendo luz à custa de azeite e de lençóis a servirem de torcida, etc. Um senhor, já velho, decerto incapaz de aguentar a jornada para outros sítios, escondeu-se no telhado da sua casa, defronte do pelourinho, carregou a sua arma e murmurou: «Não hei-de morrer sem matar um francês! ». O tiro partiu, se matou ou não o francês não se sabe, sabe-se, isso sim, que os soldados rapidamente o apanharam, amarraram ao pelourinho e o torturaram até à morte!


[editar] Câmara e edificação do pelourinho
Os pelourinhos localizavam-se no interior das vilas, normalmente em frente do edifício da câmara.

A Casa da Câmara do antigo concelho de São João de Areias no séc. XVI, deveria pois situar-se, se existia, na actual Praça Silva Carvalho, onde se ergue o pelourinho, isto supondo, como tudo leva a crer, que o local onde se situa o pelourinho é o original.

A Câmara do concelho de São João de Areias deveria ser constituída por um Juiz Ordinário, por dois Vereadores, um Procurador do Concelho e outros oficiais, alguns deles referidos no Foral Manuelino. Eram eleitos localmente, pelos homens-bons do concelho, sendo sorteados a partir de uma pauta com os “elegíveis” da terra. Os eleitos eram confirmados pelos Corregedores das Comarcas, que tinham por missão fiscalizar a administração concelhia, ou pelos Desembargadores da Corte. O Senhorio (Bispo de Viseu) não se poderia intrometer; nomeava, no entanto, o Ouvidor a quem cabia uma “justiça intermédia”, entre os juizes da terra e os tribunais régios. Os membros da Câmara eram anualmente renovados.

Às câmaras, diz-nos Romero Magalhães, cabia as tarefas judiciais e administrativas, tendo-lhes sido, na época, delegadas as tarefas de cobrança das sisas, de alistar os moradores para a constituição de Ordenanças e escolher os oficiais de entre os que residiam nos concelhos, de desenvolver infra-estruturas no campo sanitário e na defesa contra as epidemias e, nos aspectos económicos, foi-lhes delegado o poder de decidir sobre a fixação de taxas de géneros alimentares e outros, bem como regulamentar a entrada e a saída desses bens tendo em vista o abastecimento da terra.

Os antigos pelourinhos eram erigidos a expensas dos concelhos, sem obedecer a um critério uniforme, antes na dependência da habilidade do pedreiro ou da quantia para isso disponível.

Os da primeira metade do séc. XVI são considerados por alguns historiadores produtos de encomenda régia, servindo como catálogos/mostruários dos principais motivos ornamentais usados pelo manuelino; o pelourinho de S. João de Areias terá seguido esta regra. Faz-nos lembrar as colunas do portal da Capela de S. Miguel, da Universidade de Coimbra, ou as colunas da janela manuelina da denominada “Casa de D. Duarte” em Viseu, com as quais mostra notáveis semelhanças no desenho da escócia, no encordoado do fuste e no ábaco.

In:wikipedia.com



Foto de DGEMN (Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais) in:wikipedia.com



Foto de António Neves in:wikipedia.com
 
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