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Mameluco sangue azul
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Pernambuco foi o estado brasileiro que mais recursos recebeu este ano para a preparação de seus festejos juninos: R$ 14,7 milhões, dos R$ 50,6 milhões disponíveis para todo o país. Este, por sinal, foi o ano no qual o governo federal mais investiu nessa festa que é mais forte no Nordeste brasileiro.

"Sabemos que para os nordestinos, o São João é tão importante quanto o carnaval. Para alguns, ele é até maior do que isso", explicou o ministro do Turismo, Luiz Barretto, que esteve ontem no Recife, encontando-se com o secretário estadual da mesma pasta, Sílvio Costa Filho. Os dois fizeram à tarde um sobrevôo sobre a costa do estado (para acompanhar obras do Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste, o Prodetur-NE, e, à noite, seguiram para Caruaru.

A principal cidade do Agreste, por sinal, foi a mais beneficiada com recursos federais para os festejos. Caruaru recebeu R$ 1,2 milhão, a maior parte para a contratação de artistas que se apresentariam no Pátio do Forró. Ao todo, 80 municípios pernambucanos receberam investimentos.

Fora Caruaru, os principais são Araripina, Lagoa do Carro, Camaragibe e Petrolina, que juntos receberam R$ 1,5 milhão. O valor repassado a Pernambuco em 2008 é 16 vezes maior do que o do ano passado, quando só R$ 880 mil saíram do Ministério do Turismo. "Além da festa, o São João gera muito emprego e distribuição de renda para esses municípios", argumentou Barretto.

Vôo - O ministro também falou sobre as negociações envolvendo os governos do Brasil e dos Estados Unidos para trazer mais vôos regulares ligando diretamente a América do Norte ao Nordeste brasileiro. "Demora porque não é algo simples. É uma questão diplomática, que envolve princípios de reciprocidade do Itamaraty", explicou.

Ou seja, deve haver a mesma quantidade de vôos chegando e saindo dos dois países, e o mesmo tratamento aos turistas. O problema é que os americanos já usam todas as linhas disponíveis, a maior parte descendo em São Paulo, para onde vão cerca de 400 mil dos 700 mil americanos que visitam o Brasil todos os anos.

"É claro que temos interesse em trazê-los. Tentamos conseguir, sem quebrar tratados, fazer com que sejam criados vôos experimentais, que podem funcionar por até seis meses. Além disso, estamos vendo também formas de desburocratizar os vistos, com a internet."

Outro problema, segundo Barretto, é que as principais companhias áreas americanas que negociam novas vôos, a Delta e a American Airlines, querem também que sejam ampliadas as autorizações para descidas em São Paulo, onde o espaço aéreo já está saturado.

Até amanhã, por sinal, uma missão brasileira comandada pela Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) está em Washington negociando diretamente com os americanos e sob intermédio do Itamaraty. Cerca de 21 novas autorizações já foram concedidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), todas para as regiões Norte e Nordeste do Brasil, mas aguardam essas negociações para que sejam assinadas também pelo Ministério da Defesa.

http://www.pernambuco.com/diario/2008/06/24/economia2_0.asp
 
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