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A principal divisão da Sony hoje é a Playstation, e essa é a maior perda, já que irá atuar aqui somente através de distribuidor. Tendência de aumento significativo nos preços, e volta da preferência aos produtos contrabandeados. Resta a Microsoft resistindo com fabricação local.
Vale ressaltar que a Sony tomou um baque gigantesco com o adiamento, devido a pandemia, de diversas produções cinematográficas da Sony Pictures. Tudo indica que a gigante japonesa está passando por uma reformulação, e escanteará os mercados emergentes, como o do Brasil. Achei muito interessante a aposta da Microsoft com um console de entrada (sem drive blu-ray) por $299,99, enquanto o console de entrada (sem drive blu-ray) da Sony está por $399,99 - os preços do PS5 foram divulgados hoje pela Sony - , e o console principal das empresas concorrentes custando $499,99. No Brasil o novo console da Microsoft fará tanto sucesso quanto o Xbox 360 fez. É claro que com o dólar nas alturas ficará bastante complicado adquirir qualquer console da nova geração.
 

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Pelo menos o atual diretor de negócios do Banco do Nordeste foi escolhido pelo senador Ciro Nogueira. Espero que essa proximidade traga muitos projetos para o Piauí, e não para o bolso do senador.
 

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Pelo menos o atual diretor de negócios do Banco do Nordeste foi escolhido pelo senador Ciro Nogueira. Espero que essa proximidade traga muitos projetos para o Piauí, e não para o bolso do senador.
Quem vê jura que não vai pelo menos metade pro bolso dele né kkkkk
 

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Passando pela duplicação da BR 316 até Demerval Lobão, me supreendi com as obras de terraplanagem bastante avançadas, só que uma coisa me chamou atenção. Como vão fazer para duplicarem o trecho que passa debaixo do viaduto do rodoanel? Obra essa que foi entregue recentemente.
Como nada nesse estado é planejado, o viaduto só é suficiente para a passagem de uma pista simples.
 

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Ranking
Veja abaixo o ranking do mapa tributário:
RegiãoCarga tributária
Mato Grosso do Sul8,62%
Bahia8,10%
Amapá7,84%
Acre7,55%
Piauí7,55%
Alagoas7,39%
São Paulo7,32%
Amazonas7,20%
Ceará7,17%
Roraima7,10%
Rio Grande do Norte6,99%
Paraíba6,86%
Tocantins6,55%
Sergipe6,44%
Minas Gerais6,38%
Mato Grosso6,32%
Distrito Federal6,30%
Maranhão6,16%
Pernambuco6,10%
Rondônia6,05%
Para5,73%
Espírito Santo5,72%
Santa Catarina5,60%
Goiás5,48%
Rio Grande do Sul5,32%
Rio de Janeiro5,30%
Paraná4,70%

Fonte de dados: Confederação Nacional da Indústria e SEBRAE
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Em termos de competitividade, o Piauí só é mais atraente que o Acre, estado com limitações logísticas e estratégicas imensas por sua localização (muito longe dos grandes centros, no meio da Amazônia, dificuldade de escoamento de produção, falta de cidades de porte que gerem massa crítica local, entre outras). É impressionante como o Piauí, com uma capital que tem uma RM de mais de 1 milhão de habitantes, que está a menos de duas horas de avião de Brasília, com uma malha rodoviária que permite que as empresas locais se comuniquem facilmente com portos como Itaqui e, principalmente, Pecém (ou, no caso de Picos, por exemplo, até Suape), com um grupo político que vai fazer 20 anos no poder (ou seja, teve tempo e condições de executar um projeto estruturante), não tenha estabelecido condições mínimas de competitividade em questões como carga tributária, capacitação de mão de obra e infra-estrutura. Faz quanto tempo que prometem o Porto Seco de Teresina, um novo aeroporto, um centro de convenções? 700 metros de elevado para a estação Bandeira do metrô levaram quase 10 anos, um viaduto simples na Miguel Rosa outros tantos, o minúsculo Centro de Convenções sem previsão, a duplicação das BR's na saída de Teresina assumidas pelo governo do Estado demorando mais que a duplicação da 316 até Demerval Lobão... Não que seja culpa só do governo estadual. A despeito do discurso "muderno" e de inegáveis melhoras na malha viária da cidade, tudo o que o prefeito de Teresina faz é anti-capital, anti-empresariado, anti-modernidade; exemplos são o cartel dos ônibus, o descaso com o trade turístico (nem as atrações turísticas são conservadas, como a Estaiada e o Encontro dos Rios), o caso do Uber, do fechamento arbitrário da Ambev na pandemia (que produzia apenas álcool em gel com apoio em liminar), entre muitos outros.
Empresário não é santo, ninguém é. Mas, quem empreende no Piauí tem muita coragem (ou é amigo do rei), tiro meu chapéu.

 

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Em termos de competitividade, o Piauí só é mais atraente que o Acre, estado com limitações logísticas e estratégicas imensas por sua localização (muito longe dos grandes centros, no meio da Amazônia, dificuldade de escoamento de produção, falta de cidades de porte que gerem massa crítica local, entre outras). É impressionante como o Piauí, com uma capital que tem uma RM de mais de 1 milhão de habitantes, que está a menos de duas horas de avião de Brasília, com uma malha rodoviária que permite que as empresas locais se comuniquem facilmente com portos como Itaqui e, principalmente, Pecém (ou, no caso de Picos, por exemplo, até Suape), com um grupo político que vai fazer 20 anos no poder (ou seja, teve tempo e condições de executar um projeto estruturante), não tenha estabelecido condições mínimas de competitividade em questões como carga tributária, capacitação de mão de obra e infra-estrutura. Faz quanto tempo que prometem o Porto Seco de Teresina, um novo aeroporto, um centro de convenções? 700 metros de elevado para a estação Bandeira do metrô levaram quase 10 anos, um viaduto simples na Miguel Rosa outros tantos, o minúsculo Centro de Convenções sem previsão, a duplicação das BR's na saída de Teresina assumidas pelo governo do Estado demorando mais que a duplicação da 316 até Demerval Lobão... Não que seja culpa só do governo estadual. A despeito do discurso "muderno" e de inegáveis melhoras na malha viária da cidade, tudo o que o prefeito de Teresina faz é anti-capital, anti-empresariado, anti-modernidade; exemplos são o cartel dos ônibus, o descaso com o trade turístico (nem as atrações turísticas são conservadas, como a Estaiada e o Encontro dos Rios), o caso do Uber, do fechamento arbitrário da Ambev na pandemia (que produzia apenas álcool em gel com apoio em liminar), entre muitos outros.
Empresário não é santo, ninguém é. Mas, quem empreende no Piauí tem muita coragem (ou é amigo do rei), tiro meu chapéu.
Concordo plenamente. Falta projeto no Estado do Piauí, pois temos inúmeras riquezas. Por exemplo, é inacreditável como os nossos governantes não auxiliam os produtores rurais no Sul do Estado. Penso que, já que o crescimento industrial do Estado é lento, cabe a nos investir no agronegócio. Estamos na região conhecida como MATOPIBA, assim, deveríamos aproveitar essa situação e extrair a nossa riqueza da terra. Infelizmente, a mim me parece que o Welligton Dias tem alguma animosidade para com os produtores rurais do nosso Estado. Se houvesse interesse, e respeito, por parte do Governo do Estado, quiçá estaríamos descobrindo outras fronteiras agrícolas dentro do nosso Estado.
 

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Eu não entendo a relação dos empresários com a política. Os empresários tem o poder econômico elegem todos os políticos, com raras exceções, desde sempre. Por que temos os governos que temos? seja em âmbito federal, estadual e municipal.
 

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Eu não entendo a relação dos empresários com a política. Os empresários tem o poder econômico elegem todos os políticos, com raras exceções, desde sempre. Por que temos os governos que temos? seja em âmbito federal, estadual e municipal.
Primeiro porque nem todo empresário participa da política. Segundo, se você juntar todos os empresários o número final não será maior do que o número da população apta a votar, mesmo sabendo do poder de convencimento por parte dos empresários. O que eu quero dizer: a classe empresarial apoiará candidatos que seguem o seu interesse, que na maioria das vezes estão distantes dos interesses principais de grande parte da população, como alimentação, segurança, saúde, educação... Isso ocorre porque a classe empresarial já superou todas essas necessidades primeiras, pois ela tem recursos de sobra para obter alimentação, segurança, saúde, educação... no setor privado, e assim, ela passa a ter outras necessidades, como as pautas liberais, que favorecem os seus empreendimentos privados. Existe um conceito chamado Pirâmide de Maslow que explica bem essa questão. De acordo com esse conceito, os seres-humanos vivem em busca da satisfação de determinadas necessidades. A perspectiva de satisfação dessas necessidades é o que gera a força motivadora nos indivíduos. A pirâmide de Maslow é usada, então, para demonstrar a hierarquia dessas necessidades. Ou seja, descreve quais são as mais básicas (base da pirâmide) e as mais elaboradas (topo). As necessidades base são aquelas consideradas necessárias para a sobrevivência, enquanto as mais complexas são necessárias para alcançar a satisfação pessoal e profissional. Por fim, é perfeitamente comum que em nações pobres lideranças populares sejam eleitas, do contrário não haveria democracia, pois uma classe minoritária (empresarial), que tem interesses distantes dos interesses da população em geral, decidiria quem serão os governantes. Apesar disso tudo, não podemos desconsiderar todas as politicagens, falsas promessas e corrupção que existem em torno do pleito eleitoral, o que acaba criando situações onde as classes são ludibriadas e acabam votando em candidatos que não defendem os seus interesses, e estes muitas vezes acabam perpetuando-se no poder, como o PSDB na capital, e o PT, no estado. Nesses casos, temos lideranças que se entranharam firmemente no poder político e na máquina pública, e inviabilizaram qualquer alternativa política. Então, a população acaba votando nos mesmos simplesmente por falta de opção.
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Primeiro porque nem todo empresário participa da política. Segundo, se você juntar todos os empresários o número final não será maior do que o número da população apta a votar, mesmo sabendo do poder de convencimento por parte dos empresários. O que eu quero dizer: a classe empresarial apoiará candidatos que seguem o seu interesse, que na maioria das vezes estão distantes dos interesses principais de grande parte da população, como alimentação, segurança, saúde, educação... Isso ocorre porque a classe empresarial já superou todas essas necessidades primeiras, pois ela tem recursos de sobra para obter alimentação, segurança, saúde, educação... no setor privado, e assim, ela passa a ter outras necessidades, como as pautas liberais, que favorecem os seus empreendimentos privados. Existe um conceito chamado Pirâmide de Maslow que explica bem essa questão. De acordo com esse conceito, os seres-humanos vivem em busca da satisfação de determinadas necessidades. A perspectiva de satisfação dessas necessidades é o que gera a força motivadora nos indivíduos. A pirâmide de Maslow é usada, então, para demonstrar a hierarquia dessas necessidades. Ou seja, descreve quais são as mais básicas (base da pirâmide) e as mais elaboradas (topo). As necessidades base são aquelas consideradas necessárias para a sobrevivência, enquanto as mais complexas são necessárias para alcançar a satisfação pessoal e profissional. Por fim, é perfeitamente comum que em nações pobres lideranças populares sejam eleitas, do contrário não haveria democracia, pois uma classe minoritária (empresarial), que tem interesses distantes dos interesses da população em geral, decidiria quem serão os governantes. Apesar disso tudo, não podemos desconsiderar todas as politicagens, falsas promessas e corrupção que existem em torno do pleito eleitoral, o que acaba criando situações onde as classes são ludibriadas e acabam votando em candidatos que não defendem os seus interesses, e estes muitas vezes acabam perpetuando-se no poder, como o PSDB na capital, e o PT, no estado. Nesses casos, temos lideranças que se entranharam firmemente no poder político e na máquina pública, e inviabilizaram qualquer alternativa política. Então, a população acaba votando nos mesmos simplesmente por falta de opção.
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Acho que a resposta é mais complexa. O nível de políticos que temos é do mesmo nível de empresariado que temos. Veja as estruturas associativas empresariais, FIESP, FEBRABAN, Fecomércio, Fiepi etc. São estruturas de oligarquias. São pessoas que estão há décadas no poder. A sucessão é de Pai para filho, até parece que estamos falando de estruturas de governo, mas são estruturas privadas, que se organizam como as piores estruturas políticas. Os políticos que tem influência nas decisões, são todos eleitos por essa estrutura empresarial. O que se pode esperar deles?
 

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Segundo fontes confiáveis, Casas Bahia vai inaugurar loja em Picos-PI, até o final deste ano.
O local segundo me informaram, será no antigo ponto da Loja Rabelo, na Avenida Getúlio Vargas.
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