SkyscraperCity banner
1 - 12 of 12 Posts

·
Registered
Joined
·
6,607 Posts
Discussion Starter · #1 ·
Prefeitura quer aumentar em 87% a quilometragem de vias destinadas a bicicletas na cidade e incentivar forma alternativa de transporte



Trinta anos depois de implantadas as primeiras ciclovias na cidade, a capital paranaense volta a investir nas bicicletas como meio de transporte. Uma equipe do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba (Ippuc) está debruçada sobre o Plano Diretor Cicloviário, com o objetivo de aumentar em 87% a quilometragem de vias destinadas a bicicletas em Curitiba.

Mais que aumentar a quantidade de ciclovias e afins, a ideia é estruturar uma rede de vias destinadas a bicicletas que possibilite a mobilidade plena dos usuários com mais segurança. A iniciativa surgiu depois que uma pesquisa feita pela prefeitura mostrou que 86% dos ciclistas utilizam a bicicleta como transporte para o trabalho e não para o lazer.

O levantamento, feito com base em 2,8 mil entrevistas com ciclistas, mostrou que a maior preocupação dos usuários é com a segurança. Na maior parte das vezes, os ciclistas disputam espaço com os carros nas ruas, já que no passado as ciclovias foram pensadas com a função de lazer.

O Plano Diretor Cicloviário ainda não está finalizado, mas mostra diretrizes para resolver esse problema. O ponto de partida é a malha existente – calcula-se que Curitiba conte, hoje, com cerca de 100 quilômetros de vias destinadas a bicicletas, sendo 70 quilômetros de calçadas compartilhadas e 30 de ciclovias exclusivas.

Ampliação

De acordo com o coordenador de mobilidade urbana do Ippuc, José Álvaro Twardowski, o primeiro passo foi pensar em um projeto de recuperação e revisão da malha existente, com base em uma visão integradora. “Estamos fazendo um diagnóstico da infraestrutura existente e estudando se alguns trechos vão permanecer”, afirma.

O segundo passo será investir em campanhas educativas, para mostrar o papel do ciclista no sistema e como os condutores devem tratá-lo. O terceiro passo será investir na ampliação da malha, com quatro tipo de vias, segundo a necessidade: ciclovia, calçada compartilhada, ciclofaixa e faixa compartilhada. E é aqui que os esforços da equipe do Ippuc se concentram.

Cinco projetos já estão definidos. Em primeiro lugar, decidiu-se que mais 45 quilômetros de vias devem ser incorporadas à malha curitibana nos próximos anos, com a implantação de uma ciclofaixa na Marechal Floriano Peixoto, uma calçada compartilhada ao longo do Rio Barigui, uma ciclovia no trecho Norte da Linha Verde e outra no novo Eixo de Integração localizado no Sul da cidade.

Também está nos planos uma rede metropolitana de ciclovias, com uma extensão estimada de 42 quilômetros. O projeto está sendo desenvolvido junto ao Plano Diretor Multimodal, que abarca o novo projeto de desvio ferroviário, que seria feito seguindo os contornos rodoviários da cidade. Uma rede cicloviária seria implantada junto à nova ferrovia, ao redor da cidade e em trechos da linha férrea desativada.

Por fim, para colocar de vez os curitibanos sobre duas rodas, o Ippuc pretende complementar o plano com equipamentos de apoio como paraciclos (espécie de estacionamento aberto para bicicleta), bicicletários (estacionamentos fechados) e um sistema de bicicletas de aluguel.

Mesmo com todo o esforço, a quantidade de vias destinadas a bicicletas ainda estará longe dos 4,8 mil quilômetros de vias destinadas a carros em Curitiba. Segundo Twardowski, porém, o Plano Diretor Cicloviário será capaz de cobrir todas as possibilidades do sistema viário básico, ou seja, vias estruturais, coletoras e setoriais.

Fora dessas vias, o ciclista deverá dividir espaço com os carros. “Aí vale o que diz o Código de Trânsito Brasileiro: a bicicleta também é um meio de transporte. As campanhas educativas devem ajudar a conscientizar os motoristas”, diz Twardowski.



http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=906933&tit=Plano-poe-Curitiba-sobre-duas-rodas

Malha pode desafogar o trânsito

A notícia de que Curitiba investirá em uma malha cicloviária é esperada há anos por usuários de bicicleta e especialistas em transporte e mobilidade. Segundo eles, uma rede cicloviária não resolverá os problemas de trânsito, mas pode ajudar.

Para o diretor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Carlos Hardt, Curitiba saiu na frente há 30 anos, quando implantou as primeiras ciclovias, mas parou no tempo. “Elas foram destinadas ao lazer e não à mobilidade”, diz.

Hardt acha que os investimentos são bem vindos, mas poderiam ter sido feitos antes. Ele avalia que as bicicletas podem funcionar como uma alternativa ao transporte coletivo, mas alerta que no começo o sistema poderá não ser usado. “É um aspecto cultural que nós não temos, um hábito que acaba sendo perdido na infância.”

O coordenador do programa de extensão da Universidade Federal do Paraná (UFPR), José Carlos Assunção Belotto, diz que a previsão de vias destinadas a bicicletas na Linha Verde e na Marechal Floriano Peixoto, formando uma “cruz”, devem ser úteis. Ele lembra, porém, que a melhor alternativa é a ciclofaixa. “Assim o ciclista fica separado do pedestre e do carro. Aumenta a velocidade média e a segurança”, diz.

Para o ciclista Jorge Brand, membro do movimento Bicicletada, um ponto negativo é a ausência de usuários de bicicleta na elaboração do projeto. “É um descaso”, critica. O primeiro erro, segundo Brand, é implantar uma ciclofaixa na Marechal Floriano, em um trecho restrito entre a Linha Verde e o Boqueirão. “Se não vai até o centro não adianta. Estão dando preferência para os carros. Nada vai acontecer enquanto nossos administradores não andarem de transporte coletivo ou bicicleta.” (TC)

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=906934&tit=Malha-pode-desafogar-o-transito

Preferência para as bicicletas​

As ciclovias ou ciclofaixas são uma infraestrutura para a bicicleta. Mas uma cidade que dá atenção aos ciclistas não se restringe a elas. Ver a bicicleta como um meio de transporte, não exclusivamente de lazer, é colocá-la em vias preferenciais, dentro do transporte público (nos ônibus ou ao menos com bicicletários junto aos terminais e principais paradas de ônibus), compartilhando vias exclusivas de transportes públicos, em zonas com velocidade controlada.

No caso de Curitiba, sempre digo que a bicicleta será levada a sério quando houver uma ciclofaixa na Avenida Visconde de Guarapuava. Se Nova Iorque criou ciclofaixas no centro de Manhattan, seu centro financeiro e comercial, se Paris criou faixas exclusivas e outras compartilhadas com ônibus na Rue Rivoli, umas das mais movimentadas de seu centro, não há nenhuma justificativa técnica de não termos uma ciclofaixa na Visconde de Guarapuava.

O Plano Cicloviário em execução pela prefeitura, capitaneado pelo Ippuc, é certamente de grande valia. Mas poderia ser aberto à discussão – e principalmente, aberto à inovação. O Ippuc já foi um dos grandes centros de inovação urbana do Brasil – talvez O centro de inovação.

O transporte não motorizado e coletivo é o investimento mais em voga em lugares tão grandes e até mais complicados que Curitiba (Nova Déli, na Índia, Melbourne, na Austrália, e São Paulo estão investindo com força nisso). Curitiba tem o histórico de investir em transporte público de qualidade. E também sempre teve coragem de inovar. Este é o momento de inovar.

Bruno Latour, um grande estudioso das inovações tecnológicas, disse recentemente que ninguém imaginava fazer sentido pensar em bicicletas nas cidades há 20 anos, e tampouco em bondes. Hoje, é o que se faz nas cidades.

Há 20 anos Curitiba criou sua rede de ciclovias. Agora é insuficiente, mas foi inovadora. É hora de inovar novamente. Se nossa aposta, em Curitiba, é pelo transporte público e pelo transporte não poluente e integrados ao meio urbano, novamente devemos colocar as ideias para circular. Uma ciclovia circundado o parque Barigui é boa? Sim. Melhor seria uma ciclofaixa ligando o Cajuru ao Barigui, passando pelo comércio, pelas universidades e escolas, pelo centro - enfim, colocando um transporte não poluente em evidência, com os projetos de qualidade que Curitiba sabe fazer.

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=906936&tit=Preferencia-para-as-bicicletas
 

·
Registered
Joined
·
650 Posts
Eu não concordo com estas ciclovias compartilhadas...

Todos os pedestres usam a faixa da ciclovia pra andar, já que as calçadas ao lado geralmente são de petit-pavet, que é uma beleza pra tropeçar ou escorregar, e aí quem anda de bike tem que ficar andando na calçada.. é o contrário
 

·
Registered
Joined
·
122 Posts
Eu sou contra essa ciclovia metropolitana.
Prefiro que transformem aquela linha férrea em trem suburbano como tà rolando uma ideia ai. Vai melhorar muito mais o transporte urbano do que transformar aquilo em ciclovia, sinceramente.
 

·
Registered
Joined
·
472 Posts
Eu acho um desperdício de dinheiro aumentar ciclovias, da onde que as pessoas vão largar o conforto e velocidade do carro para ficar pedalando e suando na rua se expondo a ventos, poeira, fumaça, excesso de barulho. Isso é sonho de certos planejadores. O brasileiro não é como europeu ou chines que tem costume e tradição em andar de bikes. Aqui essa moda não pega. Como eu já disse é so jogar dinheiro fora.
 

·
Inconsciente Coletivo
Joined
·
6,114 Posts
Eu acho um desperdício de dinheiro aumentar ciclovias, da onde que as pessoas vão largar o conforto e velocidade do carro para ficar pedalando e suando na rua se expondo a ventos, poeira, fumaça, excesso de barulho. Isso é sonho de certos planejadores. O brasileiro não é como europeu ou chines que tem costume e tradição em andar de bikes. Aqui essa moda não pega. Como eu já disse é so jogar dinheiro fora.
Não precisam os usuários de carros aderirem ao projeto. Quem mais se benificiaria de um bom sistema cicloviário é quem sente falta dos R$1,50 da passagem do ônibus. É bem possível que um empresário não entre nessa, mas o pessoal mais sensível ao preço do ônibus aderindo em massa, libera espaço para as classes mais abastadas começarem a utilizar o transporte público, e consequentemente menos carros nas ruas.

Pode ter certeza que o povo mais pobre não faz questão de pegar vento, fumaça, Sol na cara se for para poupar R$3,00 ou R$4,00 por dia.

É um transporte limpo e barato, muito barato. Fora que melhora a saúde do povo e faz o estado poupar com consultas, remédios, etc.

É uma idéia boa.
 

·
Banned
Joined
·
1,860 Posts
Essas "ciclovias" compartilhadas são uma porqueira. Cheia de placas e postes no meio da via. Na verdade são calçadas de asfalto, feitas de maneira bem porca por sinal.
 

·
Registered
Joined
·
6,607 Posts
Discussion Starter · #7 ·
Não precisam os usuários de carros aderirem ao projeto. Quem mais se benificiaria de um bom sistema cicloviário é quem sente falta dos R$1,50 da passagem do ônibus. É bem possível que um empresário não entre nessa, mas o pessoal mais sensível ao preço do ônibus aderindo em massa, libera espaço para as classes mais abastadas começarem a utilizar o transporte público, e consequentemente menos carros nas ruas.

Pode ter certeza que o povo mais pobre não faz questão de pegar vento, fumaça, Sol na cara se for para poupar R$3,00 ou R$4,00 por dia.

É um transporte limpo e barato, muito barato. Fora que melhora a saúde do povo e faz o estado poupar com consultas, remédios, etc.

É uma idéia boa.
Concordo, eu não sou muito bom nestes assuntos de transportes, mas minha opinião é de quanto melhor diversificar (bicicletas, metro, onibus) melhor.

Pode ser até que aconteça algo inédito em Curitiba, e virar uma Amsterdã brasileira, nunca se sabe.
 

·
Que que eu escrevo aqui?
Joined
·
2,288 Posts
Não precisam os usuários de carros aderirem ao projeto. Quem mais se benificiaria de um bom sistema cicloviário é quem sente falta dos R$1,50 da passagem do ônibus. É bem possível que um empresário não entre nessa, mas o pessoal mais sensível ao preço do ônibus aderindo em massa, libera espaço para as classes mais abastadas começarem a utilizar o transporte público, e consequentemente menos carros nas ruas.

Pode ter certeza que o povo mais pobre não faz questão de pegar vento, fumaça, Sol na cara se for para poupar R$3,00 ou R$4,00 por dia.

É um transporte limpo e barato, muito barato. Fora que melhora a saúde do povo e faz o estado poupar com consultas, remédios, etc.

É uma idéia boa.
Nem são pessoas mais pobres não. Provavelmente muita gente que mora razoavelmente perto do trabalho, prefira esse meio por ser mais rápido e prático que ir de carro ou ônibus para o trabalho. Sem falar nas pessoas que pedalariam em benefício ao meio-ambiente. Em São Paulo volta e meia tem pedaladas na Avenida Paulista de pessoas que clamam por ciclovias. Se houvesse como ir para a faculdade de bicicleta eu provavelmente iria, é uma tristeza e uma demora o trânsito de São Paulo.
 

·
Arquiteto e Urbanista!
Joined
·
1,559 Posts
Concordo, eu não sou muito bom nestes assuntos de transportes, mas minha opinião é de quanto melhor diversificar (bicicletas, metro, onibus) melhor.

Pode ser até que aconteça algo inédito em Curitiba, e virar uma Amsterdã brasileira, nunca se sabe.
HUAHUHUHU

nao adianta diversificar, tem que potencializar o que existe e dar alternativas CONCRETAS, que funcionem, não pra dar fama a cidade como acontece com Curitiba.

E amsterdã? HUAHUHUAHUA aff nem vo comenta



O Ippuc tem fama de fazer projetos apenas pra tampar peneira, e vai indo, indo, uma hora o negócio vai saturar mesmo.
O projeto em si pode até parecer bom, mas nao é, motorista nao respeita bicicleta, as vezes nem quando tem uma faixa exclusiva, e além do mais, a ciclovia nao é toda conectada, muuuitos lugares importantes e com grande quantidade de usuários nao são beneficiados...
mas tudo q vem é bom, então.....Que o projeto ajude Curitiba!
 

·
Registered
Joined
·
1,151 Posts
Sempre andei de bike, até vir morar em Curitiba...

E alem dessas cicloXXX, deveriam ser feitos bicicletarios espalhados pela cidade, isso é a maior dificuldade que se encontra quando se sai de bicicleta.


E galera, não generalizem sua "apreciação" por bicicletas. Se você acha ruim pegar vento na cara, tem um número consideravel de pessoas que acha totalmente o contrário.
 

·
Registered
Joined
·
7,837 Posts
Sempre andei de bike, até vir morar em Curitiba...

E alem dessas cicloXXX, deveriam ser feitos bicicletarios espalhados pela cidade, isso é a maior dificuldade que se encontra quando se sai de bicicleta.


E galera, não generalizem sua "apreciação" por bicicletas. Se você acha ruim pegar vento na cara, tem um número consideravel de pessoas que acha totalmente o contrário.
em Goiânia todos os terminais de ônibus que estão sendo reformados tem bicicletário,mais aqui faltam as ciclovias,a idéia e interessante por que evita a caminhada que se tem de fazer do ponto de ônibus até em casa e também evita a espera pelos ônibus de linhas alimentadoras que geralmente demoram muito.
 

·
HL
Joined
·
3,222 Posts
Eu sou contra essa ciclovia metropolitana.
Prefiro que transformem aquela linha férrea em trem suburbano como tà rolando uma ideia ai. Vai melhorar muito mais o transporte urbano do que transformar aquilo em ciclovia, sinceramente.
Eu acho um desperdício de dinheiro aumentar ciclovias, da onde que as pessoas vão largar o conforto e velocidade do carro para ficar pedalando e suando na rua se expondo a ventos, poeira, fumaça, excesso de barulho. Isso é sonho de certos planejadores. O brasileiro não é como europeu ou chines que tem costume e tradição em andar de bikes. Aqui essa moda não pega. Como eu já disse é so jogar dinheiro fora.
Curitiba é uma cidade fantástica! Meus sogros vivem aí e todo ano passo uns dias na cidade. Acho excelente ter algumas opções de deslocamento, a baixos custos, alem de ser uma cidade que proporciona a caminhada, com belas paisagens urbanas, então acho que ciclivias e ciclofaixas só teriam a acrescentar.

Moro em Brasília, que tem um projeto para construção de ciclovias, mas por enquanto a maior parte não passa de lenda. Porem, me adaptei muito bem a usar bicicleta por aqui, apesar das consideraveis distâncias da cidade. Lhes digo que me proporcionou outra qualidade de vida.

Um bom desenho urbano deve levar em conta diversos modais, sempre integrados. O transporte por trilhos sem dúvida é ótimo, mas para atingir bem toda a cidade leva décadas e a um custo bem alto. Uma opção que existe em BSB é transportar bicicletas no metrô, o que populaizou significativamente o uso de bicicletas. Em geral, sempre houve um grande número de atletas (são 10 mil federados atualmente) e o uso como veículo econômico, sobretudo quando um salário mínimo mal dá pra sustentar a família. Mas o que se vê cada vez mais é que as pessoas estão abandonando seus automóveis e se deslocando distâncias cada vez maiores, independente de ter metrô ou não para auxiliar. As empresas e órgãos públicos aos poucos estão se adaptando e construindo vestiários e bicicletários decentes e os motoristas já estão dividindo bem as pistas com os ciclistas (segundo o código de transito, se o condutor estiver sobre a bicicleta essa se equipara a veículo e não pode transitar por calcadas, exceto quando expressamente autorizadas!!)

O automóvel é também um modal, bem cômodo em alguns momentos, mas nenhuma cidade funciona se priorizar apenas ele. A classe média brasileira, assim como a americana e de quase todos os países do mundo foi adestrada a cultuar o automóvel como estilo de vida, mas aos poucos, em algumas cidades, já está percebendo que usar automóvel nem sempre é agradável. Eu prefiro só usar o meu para sair a noite, já que é mais cômodo, mas fora isso ando de bicicleta ou outros modais em 90% dos meus deslocamentos. Detalhe: Moro a 20km do meu trabalho e esse é um deslocamento pequeno em BSB.

Só pra constar, 1km de ciclovia custa 1/10 do mesmo 1km de rodovias, ocupa menos espaço, já que é menos larga e tem uma vida útil de décadas, enquanto o modal rodoviário deve ser revisto anualmente... A manutenção de rodovias é um dos maiores buracos negros do dinheiro público em quanlquer país que tenha priorizado os automóveis. Chegaria a afirmar que o investimento em ciclovias é um investimento que se faz uma vez, enquanto no investimento rodoviário deve-se separar um recurso ad eternum. Eu tenho minha concepção do que é "jogar dinheiro fora"
 
1 - 12 of 12 Posts
Top