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AÇÃO No Dia Internacional do Meio Ambiente, Belém recebeu mais de um bilhão de sementes

Balões verdes colorindo o céu da cidade e trazendo a vida em forma de sementes. Essa foi a imagem que a Prefeitura de Belém quis oferecer ontem, em comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente. A programação esteve dentro da V Semana Municipal de Meio Ambiente, que iniciou na última segunda-feira (2) e termina hoje, e tem como tema “Belém frente às mudanças climáticas”.
Os balões foram lançados de três pontos da cidade: no Entroncamento, na avenida Duque de Caxias e na praça da República. Segundo Silvia Santos, secretária municipal de Meio Ambiente, a campanha inédita lançou 20 mil balões biodegradáveis contendo um milhão de sementes de espécies como cedro-cinza, acácia pingo-de-ouro, jacas e melancias.
“ Nós entendemos que tem balão que não vai cair somente aqui na cidade de Belém, mas na Região Metropolitana, porque nós também sabemos que o meio ambiente não tem barreiras físicas. Ele rompe fronteiras e essa campanha com a dissipação dos balões com as sementes e as mensagens ambientais vai ao encontro dessa nossa necessidade de mostrar à população que o comprometimento ambiental não é só com a cidade de Belém e sim com toda
região metropolitana”.

PARTICIPAÇÃO - Durante a programação de ontem, o prefeito Duciomar Costa fez o plantio da muda de número dois mil, desde o início da gestão em 2005, e que passará a integrar o time de árvores na praça da República, que enfeitam e transformam o nosso ar mais puro. “Consta nos nossos registros que em 395 anos nós temos apenas registrados pela Semma 20 mil árvores da espécie mangueira e colocar aqui que apenas neste curto espaço de tempo, nós plantamos 2 mil árvores. Então para nós é um ganho significativo e qualitativo que vem respaldar o nome da cidade das mangueiras”, conta Silvia Santos. Segundo ela, em breve a rodovia Augusto Montenegro vai receber mudas de mangueiras.
Mais de 70 instituições, tanto de ensino público e privado, quanto secretarias municipais e estaduais montaram seus stands na praça ontem para, em uma forma multiplicadora pelo número de pessoas que ali transitam, mostrar o que fazem para preservar o meio ambiente.
Uma faculdade particular distribuiu mudas de árvores para reflorestamento como ipê roxo, jatobá e mogno. Em um caminhão da Prefeitura, mudas de ipê e target, plantinha que quando em contato com a terra, se prolifera e é capaz de formar um lindo jardim.

Mais árvores no Utinga

Estudantes plantaram seis espécies nativas no lançamento do programa “1 Bilhão de Árvores Para a Amazônia”, do governo do Estado. Ontem, Dia Internacional do Meio Ambiente, as crianças semearam dezesseis variedades no Parque Ambiental do Utinga. Apresentado como o maior programa de reflorestamento florestal do planeta, a meta é em 2013 promover a recomposição de áreas verdes integrada com ações que gerem emprego e renda.
Com o plantio de um bilhão de sementes, a expectativa do governo estadual é promover a retenção de 100 milhões de toneladas de carbono. Foram assinados cinco documentos para auxiliar o andamento do programa. Um deles é o protocolo de intenções, firmado entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e a Conservação Internacional (CI) do Brasil, que prevê a constituição do Fundo para Conservação da Biodiversidade em Terras Indígenas. Outro decreto criou o comitê supervisor do zoneamento econômico-ecológico (ZEE).
Com a Fundação Nacional do Índio, foi firmado termo de cooperação técnica para a aplicação de amplo programa de proteção e promoção dos povos indígenas na Amazônia. Também serão parceiras do programa instituições de ensino e pesquisa para viabilizar a produção das mudas.
Em três anos, através do Cadastro Ambiental Rural, a meta é cadastrar 250 mil imóveis rurais para possibilitar a recuperação das áreas. Através do pagamento por serviços ambientais, a expectativa é beneficiar 100 mil famílias. O programa deve gerar 50 mil empregos, segundo estimativa do secretário da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Pará (Aimex), Justiniano Neto, através do investimento global de R$ 4 bilhões para recuperar 20 milhões de hectares.

Fonte: Portal ORM
 
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