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Axé!
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Lula&Dilma santidade SSC
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Bolsonaro as vezes vai pro All In , porque é a Unica forma que a Midia da visibilidade a ele, se ele for falar dr forma corretinha e justinha, midia nao vai da espaco para divulgacao, entao ele chuta o balde e depois recolhe, mesmo que molhe algo, so em enxurgar depois..ja melhora tudo.
 

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Análise: Bolsonaro ainda não entendeu as nuances de Trump
Após Trump sugerir que a cloroquina seria eficaz contra a covid-19, duas pessoas morreram nos EUA ao ingerirem o remédio, que ainda não tem eficácia comprovada


Donald Trump vinha negando a gravidade do novo coronavírus. Fez isso ao lado de Jair Bolsonaro, na porta do resort de Mar-a-Lago, na Flórida, ao dizer que não estava "nem um pouco preocupado" com a chegada do vírus. Foi segundos depois de dizer que Bolsonaro fazia um "grande trabalho no Brasil", mas se recusar a reduzir as tarifas de produtos brasileiros. Bolsonaro, que não fala inglês e não tinha tradutor, manteve o olhar vago. Dois dias depois, o brasileiro, que disse se inspirar em Trump, deu início ao seu discurso de que a pandemia é uma fantasia superdimensionada.

Seja porque foi convencido de que o coronavírus afetaria a sociedade americana, seja pelo apetite político, Trump mudou. No dia 29 de fevereiro, os EUA tiveram a primeira morte por coronavírus e o presidente seguia desconectado dos alertas mundiais. Sua popularidade, que estava em 44,3% no meio do mês, começou a cair. Em 11 de março, a OMS declarou o coronavírus uma pandemia e Trump, que já tinha perdido 2 pontos de aprovação, anunciou que restringiria a entrada de voos da Europa.

No dia 13, o presidente americano declarou emergência nacional, mas só no dia 16, depois de Nova York já ter fechado todo o comércio não essencial, deu a resposta que os americanos cobravam, admitindo que a situação não estava controlada, o combate ao vírus duraria meses e a economia entraria em recessão. A taxa de aprovação voltou a subir imediatamente e continua alta, passando dos 44%.

Trump minimizou de forma irresponsável o vírus. Vendeu falsas esperanças de que uma vacina esteja pronta antes do que cientistas imaginam e sugeriu que a cloroquina seria eficaz contra a covid-19. Após a fala do presidente, duas pessoas morreram nos EUA ao ingerirem o remédio, que ainda não tem eficácia comprovada.

Mas é verdade também que há pelo menos 10 dias Trump pede, todos os dias, em suas redes sociais e em coletivas de imprensa, que os americanos fiquem em casa e cumpram o distanciamento social. "Cada americano tem uma missão a cumprir na defesa da nossa nação. Sigam as orientações: fiquem em casa e salvem vidas", disse Trump.

Ele também trava um cabo de guerra com os governadores, mas, ao mesmo tempo, divulga no Twitter as restrições estaduais de circulação e as defende. "Governadores, prefeitos, comércio e cidadãos estão trabalhando com urgência e rapidez em torno de um objetivo comum, que é salvar vidas", disse o presidente, há três dias.

A impressão que fica é a de que quem auxiliou Bolsonaro a fazer o pronunciamento da noite de terça-feira, 24, não acompanhou nada disso, nem viu as fotos da Times Square vazia ou os tuítes em que Trump pede distanciamento social. Mas, certamente, quem escreveu o texto de Bolsonaro viu o presidente americano na Fox News.

Nos últimos dois dias, Trump vem flertando com a volta ao negacionismo, o que transpareceu na entrevista à Fox. Ele disse que o remédio não pode ser mais amargo do que a doença e mostrou que quer relaxar as medidas de isolamento. Na TV, afirmou que os EUA "não foram construídos para parar" e queria o país reaberto para negócios na Páscoa, 12 de abril.

Ele foi duramente criticado, e não é à toa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera os EUA, com 65 mil casos e quase mil mortos, o novo epicentro da pandemia. Os casos no Estado de Nova York dobram a cada três dias e o governador já avisou que faltará leitos e respiradores. Pelo menos 40% dos internados em NY tem menos de 54 anos. Não há sinais de que o fim do isolamento social seja recomendado pelos médicos antes da Páscoa.

Então, Trump deu um passo atrás. Prometeu que nada será feito sem o aval de especialistas. Indicou que a ideia de retomar atividades na Páscoa é uma meta que não necessariamente será colocada em prática. O presidente tinha ao seu lado Anthony Fauci, respeitado como a voz da sensatez nas coletivas da Casa Branca. O médico e chefe do Instituto de Doenças Infecciosas dos EUA já disse que nunca foi atropelado por Trump, quando explica que uma medida não pode ser tomada em nome da segurança da população.

"O melhor para nossa economia é uma vitória muito forte sobre o vírus", disse Trump na noite de terça-feira, pouco antes de Bolsonaro começar a falar no Brasil.

A reportagem do Estado que revela que o discurso de Bolsonaro foi planejado junto ao "gabinete do ódio" ajuda a entender por que o brasileiro resolveu copiar partes de falas de Trump, ignorando a mudança de tom do próprio americano. Por enquanto, ele nunca defendeu que as pessoas saiam às ruas e ignorem as orientações médicas de distanciamento social.

A ideia de reabrir a economia foi jogada no ar pelo presidente exatamente nos dias em que os congressistas americanos negociavam a aprovação do pacote de socorro econômico de US$ 2 trilhões. Era um recado ao Congresso, que chegou a um acordo sobre o texto nesta madrugada.

A mera importação do discurso do americano já não faria sentido se desconsideradas as peculiaridades de cada país. Os EUA não têm comunidades como as nossas favelas, pobres, de alta densidade populacional e com condições precárias de saneamento e dificuldades de acesso -- focos preocupantes para a disseminação de qualquer tipo de doença. Mas, ainda que a intenção fosse puramente plagiar Trump, faltou algo. Os americanos estão em isolamento há 10 dias, com apoio de Trump e dos governadores, e não consta que isso vá mudar tão cedo.
Dá pra sentir o jornalista espumando e fazendo malabarismo pra não dar o braço a torcer e elogiar o Trump.

A matéria é tão rancorosa que credita no presidente americano duas mortes de idiotas que foram tomar medicação sem prescrição médica. Se não bastasse, ainda vêem defeitos na postura do Trump em tentar reativar a economia. Segundo esse jornalista, ele recuou na meta de voltar a normalidade até a Páscoa e passou a ouvir orientação dos médicos para tal, mas no próprio pronunciamento ele afirma que nenhuma medida seria tomada sem o aval da medicina.

Mas falando do Bolsonaro, acredito muito mais que o pronunciamento atabalhoado seja resultado de pressão do Paulo Guedes e do empresariado do que algo para imitar o Trump.

Só quero ver até quando esses jornalistazinhos vão continuar ignorando o aspecto econômico da crise.
 

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Paulistano
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Curioso, por que o Bolsonaro não usou os mesmos discursos de hoje no pronunciamento de ontem? Hoje ele foi simplesmente genial e diferentemente do que propagam ele está sendo demasiadamente são.

- É mais fácil fazer demagogia diante de uma população assustada, do que falar a verdade. Isso custa popularidade. Não estou preocupado com isso! Aproveitar-se do medo das pessoas para fazer politicagem num momento como esse é coisa de COVARDE! A demagogia acelera o caos.

- Se estivesse pensando em mim, lavaria as mãos e jogaria para a platéia, como fazem uns. Penso no povo, que logo enfrentará um mal ainda maior do que o vírus se tudo seguir parado. NÃO CONDENAREI O POVO À MISÉRIA PARA RECEBER ELOGIO DA MÍDIA OU DE QUEM ATÉ ONTEM ASSALTAVA O PAÍS!

- Quase 40 MILHÕES DE TRABALHADORES AUTÔNOMOS já sentem as consequências de um Brasil parado. Sem produzir, as empresas NÃO TERÃO COMO PAGAR SALÁRIOS. SERVIDORES DEIXARÃO DE RECEBER. Não tem como desassociar emprego de saúde. Chega de demagogia! NÃO HÁ SAÚDE NA MISÉRIA!

- Não queremos descaso com a questão da Covid-19. Apenas buscamos a dose adequada para combater esse mal sem causar um ainda maior. Se todos colaborarem, poderemos cuidar e proteger os idosos e demais grupos de risco, manter os cuidados diários de prevenção e o país funcionando.

- Com muita serenidade, juntos, podemos vencer essa batalha!
🇧🇷
 

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A verdade é que, desde antes de ser eleito, todas as merdas que Bolsonaro fala deixam os eleitores (agora população) NORMAIS ***** da vida pela imbecilidade em que ele trata alguns temas.

Mas ai vem

Mídia
Oposição
Seu baleia
Tucanos
E, claro, os nossos lindos esquerdistas, indo dos velhos petistas aos novos psolistas, passando pelos lacradores e etc.

E conseguem falar mais merda ainda, tentando chupar a laranja até não sobrar mais uma gota e, simplesmente, toda a raiva some.

Começa uma nova semana, uma nova pauta e tudo de novo..
 

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'Guedes vai colocar R$ 600 bilhões na economia, falei com ele hoje', diz Abílio Diniz
Segundo o empresário e presidente do Conselho de Administração da Península Participações, ministro da Economia vai dividir a quantia em diferentes medidas


O empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações, disse na noite desta quarta-feira, 25, que falou com o ministro Paulo Guedes e foi autorizado a divulgar que o ministério vai injetar R$ 600 bilhões para a retomada econômica do País.

"Na retomada, é preciso dinheiro. Paulo Guedes vai colocar R$ 600 bilhões na economia. Falei com ele hoje e ele me autorizou a dizer", disse durante discussão com presidentes de empresas do varejo nacional transmitida pela XP Investimentos.

De acordo com o empresário, mesmo com as convicções liberais, o ministro da Economia está "na mesma página" quando se fala em investimentos para a retomada. "Paulo Guedes é liberal, mas em momentos de crise somos todos keynesianos", disse. Ele afirma ainda que o investimento informado por Guedes será feito em várias medidas que o ministro arquiteta.

Diniz disse também que "não é momento de discutir se o isolamento deve ser horizontal ou vertical, pois o País já está parado". Para ele, é preciso que se informe uma previsão de fim da paralisação dos comércios e da economia para que haja esperança para os pequenos empreendedores e autônomos. Ele cobrou ainda que haja planejamento para que as atividades sejam retomadas.
Esses são os 600 bilhões que a Carla Zambelli tava falando mais cedo na CNN e o Randolfe confundindo com 600 milhões.

Enfim, é inevitável o governo ter que tentar alavancar a economia, ainda mais com o impacto negativo do pronunciamento.

Pelo menos temos um cara como o Paulo Guedes na frente dessa futura expansão fiscal, porque se fosse um desenvolvimentista da Unicamp, veríamos a insolvência do país em questão de poucos meses.
 

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Corte em salários de servidores públicos bancaria renda mínima para 55 milhões, diz estudo
A proposta já chamou a atenção de parlamentares e deverá ser apresentada como projeto no Congresso Nacional até a próxima semana


BRASÍLIA - A redução de 30% no salário de servidores federais, estaduais e municipais seria suficiente para bancar um programa de renda mínima para 55 milhões de brasileiros. É o que conclui estudo do economista Matheus Garcia, associado do Movimento Livres, que tem entre os integrantes economistas de viés liberal como a ex-diretora do BNDES Elena Landau e o ex-presidente do Banco Central Pérsio Arida.

A ideia é sugerir um programa que ampare a população que vai ficar sem renda com a pandemia do novo coronavírus, mas que tenha o menor impacto fiscal possível. “Nossa ideia é mostrar que dá para fazer um programa de renda básica, mas alguém tem que pagar. Viemos de uma situação fiscal difícil, a ideia é mostrar alternativas para o país não sair tão fragilizado dessa crise”, afirmou.

A proposta já chamou a atenção de parlamentares e deverá ser apresentada como projeto no Congresso Nacional até a próxima semana. Já há no Congresso projetos que preveem a redução de salário do funcionalismo para fazer frente à crise do novo coronavírus e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu a contribuição de todos os poderes.

O plano de Garcia foi chamado de “CoronaMarshall”, em uma referência ao plano norte-americano para reconstruir os países afetados pela Segunda Guerra Mundial. A intenção é atender 55 milhões de brasileiros adultos que não têm emprego formal, não recebem aposentadorias nem são beneficiários de programas de assistência social, como o Bolsa Família.

O custo estimado para alcançar esse público é de R$ 11 bilhões por mês com o pagamento de R$ 200. Um programa de auxílio de R$ 300 custaria R$ 17 bilhões por mês. Na semana passada, o governo propôs um programa de auxílio para informais de R$ 200, mas, segundo fontes, o valor pode subir para R$ 300 por mês.

Utilizando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, a estimativa é que uma taxação de 30% nos salários dos funcionários públicos que ganham acima de um salário mínimo arrecadaria R$ 8,4 bilhões. “Mas os dados da Pnad estão subestimados. Acreditamos que a arrecadação chegaria próximo a R$ 11 bilhões mensais, sendo suficiente para cobrir os custos do auxílio de R$ 200”, afirma.

Já para um programa de R$ 300 mensais, sem impacto fiscal, seria necessário encontrar outras fontes de recursos. “É claro que R$ 200 é longe do ideal, mas é o que conseguimos em um primeiro momento. É uma proposta que pode ser aprimorada, mas não podemos esquecer da política social nem da fiscal”, acrescenta.

Segundo o economista, alternativas como taxar servidores aposentados daria uma “potência fiscal” ao projeto, mas são mais complicadas de implementar. “Neste momento é difícil comunicar que idosos, como grupo de risco para o coronavírus, tenham que dar uma contribuição”, completa.

A proposta é deixar de fora, além dos servidores que ganham um salário mínimo, os funcionários da saúde e segurança. Cerca de 15% do funcionalismo contribuiria para um fundo, que custearia o programa de renda mínima. Haveria redução de jornada para esses servidores.

Garcia ressalta que, apesar de a alíquota ser a mesma, a contribuição dos mais ricos será maior e os 5% maiores salários arcaria com 25% da arrecadação total.

O plano apresentado pelo Movimento Livres parte do princípio que será necessário isolamento social por um período. “Quando começamos o estudo, na semana passada, estava claro que a discussão sobre a necessidade de isolamento social já tinha sido superada. Vemos que o que era óbvio já não é mais óbvio”, afirma, em referência ao pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro de ontem, quando ele criticou o fechamento das escolas e o fechamento do comércio. “Sem dúvida, a quarentena é extremamente importante para o momento atual. Seria uma irresponsabilidade muito grande adotarmos outro cenário”, completa.
 

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Tudo pra melhor.
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Hoje vi uma noticia no Instagram do Ricardo Amorim dizendo que mais de 500.000 pessoas perderam o emprego no Canada. Uma mentira. O que aconteceu foi que o governo autorizou o saque do seguro desemprego mas mantendo o emprego. Outra coisa foi o plano anunciado hoje que dará 2000 dólares por 4 meses para praticamente todos que estão empregados (ou são autonomos).
 

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Creio que medidas liberais são as melhores para o desenvolvimento econômico de qualquer país. Mas em momentos de crises, essas medidas keynesianas podem dar uma grande guinada no PIB. Se o Guedes focar esses investimentos em infra estrutura, seria um boom econômico nos próximos anos.

Aliás, agora que a economia mundial foi pro brejo, e que a dívida vai crescer mesmo, seria bom se o guedes pegasse uns 50 bilhões daquelas reservas, que daria agora 250 bilhões de reais, e colocasse tudo em infra estrutura...
 

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Com relação a esses números do governo, acho uma imprudência ficar falando 200, 300, XXX bi.

A conta deveria ser: cortar aonde der e puder, acha o total. estima a quantidade de pessoas que vai receber, isso talvez não mude, seus 80mi. estima a quantidade de meses proposta,ie 6. E ai faz a conta pra saber quanto vai dar pra cada um exatamente. Chegou no prazo? Refaz a conta pra ver a viabilidade de continuar, checando novamente as varriáveis.

Não dá no caso do BR pra pensar em um número aleatório a se distribuir e ir fazendo o inverso pensando no rombo mensal. É suicídio financeiro isso.

abc
 

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Axé!
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^^
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Pra quem não sabe, o forista Papai Noel mora no Canadá. Deve estar falando o que de fato aconteceu.

Sobre o rage com a Globo... Quem mandou bolsonaro dar entrevista pra record no dia do debate da vênus platinada? Que necessidade ele tinha de fazer aquilo?
Começou a briga e agora que está apanhando quer chamar a pró?
 

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Uma coisa que irá favorecer o presidente é essa injeção de dinheiro no bolso das pessoas. Já falam em R$ 500,00 per capta.

Se cumular com o benefício do bolsa família, aí o povo nem lembra de pronunciamento e tudo.

Outra coisa, o presidente precisa reduzir seu salário e dos ministros e mandar uma emenda para reduzir dos deputados, além do servidores federais hehe
 

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Axé!
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Subiu para 300 e estão negociando para ir a 500.

Lembrando que isto é para os informais, vai haver uma compensação aos trabalhadores com corte de salário e pagamento por parte do governo.
Duvido que o PL passe no congresso. kkkkkkkkk
Como já falaram aqui, todos os políticos estão na verdade a favor da economia (até porque a maioria deles têm empresas). Os do executivo estão orquestrando a quarentena, mas os do legislativo sabem muito bem que esse PL vai colocar o presidente como salvador da pátria. Bestas que não são, vão dar logo um jeito de desfazer a quarentena e botar o povo pra trabalhar de novo. Quem morrer, morreu.

Resultado: ninguém vai ver um centavo do GF e bolsonaro ainda vai levar uma terceira culpa: não saber governar. HAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHA
 

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O problema do Brasil é que nossa situação fiscal é muito precária, então qualquer esforço que o governo faça agora vai custar caro lá na frente, ainda mais sabendo a dificuldade que essa classe política horrorosa que tá aí tem em entender a urgência do mundo real.

Outros países podem se dar ao luxo de fazerem isso, não possuem orçamentos completamente engessados e intocáveis, funcionalismo tratado como divindade a ser servida pelo resto da população, e todo resto de porcaria que foi concebida junto com a CF de 88.

Aqui todo esforço que vai ser feito vai custar muito caro, ainda mais com a queda generalizada da arrecadação. A esperança é que diante dessa situação os políticos criem vergonha na cara e mexam nessas coisas, porque buscar contornar esse problema ou jogar a conta pra outro pagar não vai dar.
 
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