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Eu não sei nem o que comentar... que tal o GF bancar o aluguel de todo mundo, cpf e cnpj, por 90 dias? Sim, é sério...

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Projeto de Lei propõe suspensão por 90 dias da cobrança de alugueis de pessoas e empresas]
Projeto de Lei propõe suspensão por 90 dias da cobrança de alugueis de pessoas e empresas - Diário do Rio de Janeiro

O Senador Weverton Rocha, do PDT, submeteu ao Congresso Nacional o Projeto de Lei número 884, que prevê a suspensão da cobrança do pagamento de aluguéis durante a pandemia do coronavírus, inicialmente pelo período de três meses. “O prazo de 90 dias parece-nos razoável para que haja melhor percepção da realidade que enfrentaremos em curto prazo”, afirmou o parlamentar.

Se fosse até aí já estaria ruim mas até dava pra pensar no assunto. Só que nada é tão ruim que não possa piorar...

O senador do Maranhão propõe que o Governo Federal assuma integralmente o pagamento de todos os alugueis devidos por indivíduos e empresas, desde que o proprietário do imóvel tenha patrimônio não superior a R$ 2.500.000,00 de reais em seu imposto de renda. Os alugueis cobertos pela medida não poderão ultrapassar cinco mil reais por mês.

abc
 

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Well, STF...

abc

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Moraes suspende dívidas de PR e MA com a União e manda usar dinheiro para conter coronavírus
Moraes suspende dívidas de PR e MA com a União e manda usar dinheiro para conter coronavírus

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (25) o pagamento da dívida dos estados do Paraná e do Maranhão com a União por seis meses. Ele também determinou que o dinheiro seja usado exclusivamente em ações de combate ao coronavírus.

Com isso, quatro estados já tiveram dívidas suspensas por decisões do ministro em razão da pandemia. Antes, São Paulo e Bahia também obtiveram decisões liminares (provisórias) determinando a suspensão dos débitos.
Com a decisão, a União não poderá cobrar os valores e nem executar contrapartidas durante esse período.
 

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Este vídeo explica bem como é que são as coisas, embora a Paula seja sarcástica e engraçada, ela diz coisas muito sérias e que realmente fazem sentido, mas o pior cego é aquele que não quer ver!
 

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Se não tomarem providências drásticas e imediatas com relação ao que se vê neste vídeo, o bicho vai pegar e todos vão achar o catastrófico ano de 2019, assim como outros anos anteriores que tiveram uma certa conflagração, verdadeiros paraísos pelo o que está por vir! Alguma coisa tem que ser feita, não dá mais para continuar assim!
 

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Todos aqui sabem que passo longe de ser bolsominion, e eu fiquei de cara com tão ruim foi o pronunciamento ontem, de ficar puto mais uma vez com o Bolsonaro, mas daí hoje, assistindo o JN, eu fiquei tão enojado com a forma como eles abordam toda a situação, que não tem como escolher o lado deles em detrimento do governo. Não agora ao menos. A imprensa poderia criticar e teria toda a razão, mas a manipulação da informação e a tentativa de criar narrativa é tão descarada que chega a ser inacreditavel. Dai a gente fica nessa sinuca de bico, como bem retratastes. Muito triste realmente presenciar meio que em câmera lenta o país cair num provável novo abismo de vários anos.
A imprensa hoje é o maior cabo eleitoral do Bolsonaro. O elegeu, vai reelegê-lo, e ainda vai eleger o candidato que ele indicar.
 

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"Bolsonaro já não governa mais" - O Antagonista

“O presidente Bolsonaro, por escolha própria, está completamente isolado”, diz Merval Pereira.
“Não tem partido, não tem o apoio dos governadores, não tem diálogo dentro do Congresso. Já não governa mais (…).
Como é espontâneo por sua natureza tosca, Bolsonaro revelou em entrevistas o que lhe aflige – o efeito da crise econômica que certamente virá recair sobre o seu governo. Não se mostra capaz de enxergar além do horizonte puramente eleitoral."
 

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Os esquerdistas saíram do limbo no País? Tem muita gente tentando aproveitar a crise do vírus que é mundial para causar uma crise no Governo brasileiro. É de uma baixeza sem tamanho.
Ontem eu vi um tuíte que resume muito bem essa esquizofrenia da esquerda. Pena que não achei pra repostar aqui.

Mas dizia basicamente o seguinte: Em Bogotá, a esquerda foi pra imprensa pedir a quarentena; quando o governo decretou confinamento, e chegou o desemprego junto, a mesma esquerda está convocando protestos na rua contra a quarentena.
Outro tweet foi bem provocativo: alguém sabe como está a quarentena no Chile?

Bolsonaro, com toda a histeria dele, desarmou uma bomba. Pode perceber que só a Globo ficou contra ele, todo mundo concordou mas não quer admitir.

Complementando: Ha a possibilidade também do não pagamento de alugueis em abril (não sei se eh verdade).
Tem o projeto de lei. Mas se eu não pagar meu aluguel eu sou é despejado.
Achei engraçado como Maia, o super primeiro-ministro, não consegue articular um mísero projeto de lei pra suspender os salários dos nobres deputados, nem colocar pra frente projetos do Executivo. Mas arrancar dinheiro da União pra fazer proselitismo ele sabe bem :confused:
 

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COLUNISTA
William Waack
Colunista

Sopa para o azar
Bolsonaro escorregou feio na falsa disputa entre saúde da economia e saúde das pessoas
William Waack, O Estado de S.Paulo
26 de março de 2020 | 03h00

No Brasil, a ideia de morrer pela coletividade é um conceito distante. A complacência com a morte e a violência é o que expressa melhor um traço da nossa sociedade – basta observar como nós, brasileiros, conseguimos conviver com taxas horrendas de criminalidade há tanto tempo. Enquanto nos orgulhamos e exaltamos a nossa cordialidade, bom humor e alegria de viver.



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Presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto Foto: Sergio Lima/AFP
Com decisiva ajuda do presidente Jair Bolsonaro, mas não só dele, o debate sobre a crise do coronavírus e suas consequências aqui descambou para um ácido maniqueísmo entre saúde das pessoas versus saúde da economia. Debate que, no fundo, mal encobre uma falsa dicotomia. Não dá para separar uma coisa da outra.



No extremo lógico do argumento abraçado por Bolsonaro vamos chegar a uma questão ética que ele provavelmente nem percebe, e que está contida na expressão “darwinismo social”. Simplificando bastante, significa tolerar que os mais frágeis sucumbam, pois assim determinam as “leis” da evolução social – além da noção (pouco difundida na nossa sociedade) do “bem comum”.
Bolsonaro e a defesa que faz da “saúde da economia” (simploriamente, ele deixou-se identificar com um lado na falsa dicotomia) espelham o fato de a sociedade brasileira tolerar a convivência com brutalidade (e desigualdade e miséria), mas, como cálculo político, traduz um perigoso erro de leitura da realidade. Pois, em política, mesmo com nossas notórias hipocrisias, ninguém conseguirá sobreviver associado à noção de que os mais frágeis precisam perecer pelo bem comum da economia.

Bolsonaro não é um jogador de xadrez e, por isso, é difícil assumir que seus atos sejam uma sequência de lances. Ele é um ser político intuitivo que reage a estímulos dados por um grupo restrito de “conselheiros” obcecados por posturas ideológicas que pouco passam de fantasias perigosas, à paranoia das “conspirações” e ao cálculo prático de quais vantagens políticas se oferecem no prazo mais imediato. Além de copiar o deus Trump, que viu os índices de popularidade subirem quando começou a falar que as pessoas querem voltar a trabalhar.

No caso da crise do coronavírus, ele a enxerga como uma ameaça pessoal trazida pela deterioração provável (só se discute o tamanho) da economia e, consequentemente, dos seus índices de aprovação e chances eleitorais. Ocorre que, nessa competição para superar adversários eleitorais reais ou imaginários – governadores de Estado –, ele abriu uma fissura institucional de consequências políticas difíceis de serem antecipadas (só se discute o tamanho).
É o fato de que passaram a existir várias autoridades no enfrentamento da crise, em vários níveis da Federação. Sem que exista – além da formalização de comitês vários – uma liderança central que seria essencial para enfrentar o que vem por aí, em qualquer sentido. Ao contrário do que parece supor Bolsonaro, o público dificilmente fará uma distinção entre quem disse o quê neste momento sobre como combater a crise.

“Quem tinha razão” vai importar muito pouco lá na frente, pois o País – parte-me o coração ter de dizer isso – já entrou na dupla catástrofe de saúde pública e de economia devastada. A questão da liderança surge mais uma vez como um peso negativo no enfrentamento de nossos problemas – faltaram lideranças consequentes em todos os graves episódios e, sobretudo, lideranças com visões além dos seus interesses políticos mais próximos.
Terminei o texto da semana passada afirmando que o coronavírus era uma ameaça grave para Jair Bolsonaro. Entendido, como ele foi, como uma liderança surgida numa onda disruptiva, a onda de 2018. Não calculava, porém, que a crise pudesse diminuí-lo com tanta rapidez. É o que acontece, como se diz em gíria, quando alguém se empenha em dar tanta sopa para o azar.

 

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Na entrevista da CBN, o Witzel estava full pistola contra o governo federal. Reclamou que o Gov. Federal fala contra as medidas estaduais de contenção, mas covardemente não poem nada no papel pq convenientemente quer se insentar de qualquer medida.

Mencionou que poderá ter que abandonar o distanciamento social para entrar numa situação em que há escolha entre quem vive e quem morre. Falou em caos economico e social uma porção de vezes.
 

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'Guedes vai colocar R$ 600 bilhões na economia, falei com ele hoje', diz Abílio Diniz
Segundo o empresário e presidente do Conselho de Administração da Península Participações, ministro da Economia vai dividir a quantia em diferentes medidas


O empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações, disse na noite desta quarta-feira, 25, que falou com o ministro Paulo Guedes e foi autorizado a divulgar que o ministério vai injetar R$ 600 bilhões para a retomada econômica do País.

"Na retomada, é preciso dinheiro. Paulo Guedes vai colocar R$ 600 bilhões na economia. Falei com ele hoje e ele me autorizou a dizer", disse durante discussão com presidentes de empresas do varejo nacional transmitida pela XP Investimentos.

De acordo com o empresário, mesmo com as convicções liberais, o ministro da Economia está "na mesma página" quando se fala em investimentos para a retomada. "Paulo Guedes é liberal, mas em momentos de crise somos todos keynesianos", disse. Ele afirma ainda que o investimento informado por Guedes será feito em várias medidas que o ministro arquiteta.

Diniz disse também que "não é momento de discutir se o isolamento deve ser horizontal ou vertical, pois o País já está parado". Para ele, é preciso que se informe uma previsão de fim da paralisação dos comércios e da economia para que haja esperança para os pequenos empreendedores e autônomos. Ele cobrou ainda que haja planejamento para que as atividades sejam retomadas.
Eu não sei pra onde vai esse dinheiro, só sei que como sempre pro bolso do povo é que não vai, se perde no meio do caminho no meio de "créditos" e "investimentos".
 
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