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Fasten your seat belt
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Discussion Starter · #1 ·
Diariamente, as ruas de Campo Grande recebem uma média de 72 novos veículos particulares. Segundo estatística do Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul), a Capital encerrou abril com 291.240 veículos, acréscimo de 6.521 em relação à frota de 284.719 unidades existentes no fim de janeiro. O crescimento se torna mais acentuado a cada mês, apontam os números do Detran/MS.

De janeiro para fevereiro, passaram a circular, em Campo Grande, 2.014 novos veículos particulares – de 284.719, em janeiro, a frota aumentou para 286.733 no mês seguinte. De fevereiro para março (288.934 veículos), o avanço foi de 2.201 unidades. O acréscimo de veículos aumenta para 2.306 de março para abril.

Considerando o aumento médio mensal, o número de novos veículos, na cidade, é de 72 por dia – do avanço de fevereiro para o de abril, passaram-se 90 dias. No entanto, levando-se em conta os alargamentos mensais das diferenças no número da frota, essa média diária é crescente: o incremento de fevereiro corresponde a 69 novos veículos por dia; o de março, de 71 veículos diários; e o de abril, de 76.

As motos são as que mais colaboram para o crescimento da frota. O mês de abril encerrou com 68.721 motocicletas nas ruas de Campo Grande. Em janeiro, havia 65.954 veículos desse tipo. O aumento absoluto de 2.767 corresponde à variação de 4%. Trata-se de avanço relativo significativo se comparado com o de automóveis, que foi de 0,84% no mesmo período.

A média de habitantes por veículo já se aproxima de 2 para 1.
 

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A princípio toda cidade parece ser bem estruturada, mas nem Brasília conseguiu conter o caos no trânsito. Agora é a hora de CG pensar em uma solução efetiva para controlar o número de carros que circulam pela cidade. Quem sabe um VLT ou um sistema de ônibus bem planejado e confortável?
 

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Campo Grande é Feliz!!
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^^
Sim concordo!!
Mas ontem eu vi no jornal q CG possuia mais de 310 mil veiculos..
Ai não seii oq se engloba nesses veiculos!!!
Carro, moto, ônibus, caminhão?!!?
 

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Fasten your seat belt
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Discussion Starter · #6 ·
De qualquer forma eu acho que Campo Grande está longe de uma situação caótica no sentido de fluidez do trânsito, até porque nos últimos 13 anos o investimento da cidade na expansão do sistema viário foi contínuo, vide as grandes avenidas construídas no período, e a previsão é de que nos próximos dois anos haja investimentos no sistema semafórico, no recapeamento das avenidas de maior fluxo e na construção de corredores de ônibus, que a meu ver suplantam o aumento da frota. Eu acho que o maior problema da cidade hoje é a violência no trânsito, o número de acidentes está altíssimo.
 

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Volume ainda não é problema.
O fluxo só aumenta nos horarios de pico, que são entre as 7h e 8h da manhã e as 17h e 18h. Nesses horarios as ruas recebem um volume razoavel de carros, mas tudo escoa muito bem e não tem problemas de cruzamentos fechados e engarrafamentos.

A não ser caso tenha algum acidente algumas ruas ou algumas das poucas avenidas mais estreitas da cidade. O transporte coletivo é bom, mas corredores e pistas exclusivas de onibus seriam ótimas. :D
 

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CGr / MS / C-O / BR
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A Rui Barbosa é um caos. Deviam proibir estacionamento nela, já que possui somente 2 faixas para carros e 1 faixa para ônibus (onde deveria ser o estacionamento do lado esquerdo da via). O pior é que ela é uma das poucas vias que fazem o trajeto Região Sul -> Centro. Tem a Via Morena e a Norte-Sul, mas pra chegar no centrão mesmo, é preciso pegar outras ruas.
 

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Campo Grande é um exemplo para cidades como Maceió e Belém que, embora maiores em população (cerca de 1,2 milhão na RM de Maceió e 2,1 milhões na RM de Belém, contra cerca de 800 mil em Campo Grande), têm muito menos veículos nas ruas e muito mais problemas no trânsito.

Parabéns para a capital sul-mato-grossense, que ainda consegue dar conta do intenso fluxo de veículos.
 

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CGr / MS / C-O / BR
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^^ basta saber se quando tivermos 1,2 milhão ou 2,1 milhões vamos sofrer com os mesmos problemas.
Um ponto positivo, ao meu ver, é que Campo Grande não fica perto de nenhuma outra cidade. Dificilmente haverá alguma conurbação (exceto com Terenos, a 20km da cidade). É melhor ter um trânsito dependente de 1 administração do que de várias.
 

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A Rui Barbosa é um caos. Deviam proibir estacionamento nela, já que possui somente 2 faixas para carros e 1 faixa para ônibus (onde deveria ser o estacionamento do lado esquerdo da via). O pior é que ela é uma das poucas vias que fazem o trajeto Região Sul -> Centro. Tem a Via Morena e a Norte-Sul, mas pra chegar no centrão mesmo, é preciso pegar outras ruas.
Então, a parte mais estreita da rui barbosa é somente no centro, ali apartir da rua 26 de agosto. Entre a 26 e a Zahran, ela tem 3 faixas. :)
 

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CGr / MS / C-O / BR
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^^ na rua Trindade (prolongamento da Rui Barbosa, do viaduto do Morenão à Zahran) ela tem 3 faixas, mas não tem estacionamento dos dois lados. O estacionamento fica sobre a calçada.
 

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Discussion Starter · #14 · (Edited)
Acho que em um sistema viário tão estruturado quanto o de Campo Grande (avenidas e ruas bem largas) a probabilidade de existirem grandes problemas de congestionamento são muito pequenas, mesmo com a população chegando a 1,5 milhão ou 2 milhões. O que eu acho que deverá ser corrigido ao longo deste crescimento são os pontos de estrangulamento, como por exemplo os semáforos que não são integrados e alguns cruzamentos já saturados como o da Via Park com a Mato Grosso.
 

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Discussion Starter · #15 · (Edited)
Viaduto vai ligar avenida Via Parque à rua Rubens Gil de Camillo

Um viaduto vai ligar a avenida Via Parque à Rua Rubens Gil de Camillo, passando por cima da Rua Paulo Coelho Machado (antiga Furnas) e da Avenida Afonso Pena. A obra pretende desafogar o tráfego da Afonso Pena, facilitando aos motoristas que transitam pela Fernando Corrêa da Costa e querem acessar a Via Parque com destino ao Parque dos Poderes ou região Sudeste da cidade, bem como o fluxo inverso, explicou com exclusividade ao Midiamax o prefeito Nelsinho Trad Filho (PMDB).

O prefeito esteve ontem à tarde vistoriando as obras na Rua Paulo Coelho Machado, próximo ao shopping, e na ocasião discutiu a construção do viaduto com o secretário municipal de Serviços e Obras Públicas, Antônio de Marco, e com o presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Carlos Alfredo Lanteri. O prefeito determinou que ambos façam os estudos técnicos e o levantamento de custos para ver a viabilidade da obra.

"É uma obra fundamental para dar maior fluidez ao tráfego de veículos, sobretudo porque esta área está ganhando novas incorporações imobiliárias", disse Nelsinho Trad, referindo-se às duas torres que a empreteira Klabin construirá ainda este ano ao lado da Autobel, na Via Parque.

"Os recursos para a edificação do viaduto virão de termo de compromisso a ser firmado com os investidores imobiliários, conforme determina a Lei Complementar de número 74, que dispõe sobre o uso do solo", revelou o secretário de Planejamento Urbano, Paulo Nahas.

Segundo o prefeito, a ampliação da Rua Paulo Coelho Machado, que agora atravessa a Avenida Afonso Pena, já foi feita pensando pensando na construção do viaduto. "Essa ampliação será necessária para que possamos edificar o viaduto", explicou o prefeito. A obra deve solucionar o problema de trafegabilidade na região pelo período de 50 anos, completou.

A intenção de Nelsinho Trad é iniciar a construção do viaduto ainda no segundo semestre deste ano. "Se isso ocorrer, sua conclusão deverá ser efetivada até a metade do próximo ano", revelou o prefeito.
 
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