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ESTALEIRO SÓ ERA ASSIM
DÉCADA DE 70

O Estaleiro Só S. A. era um dos seis maiores estaleiros brasileiros na década de 70.
Faliu há alguns anos, deixando uma área nas margens do Lago Guaíba, que poderia ser aproveitada para projetos de urbanização, tornando aquela área uma nova região, cada vez mais valorizada pela proximidade do futuro BarraShopping Sul (inaugura em agosto/2008), Estádio beira Rio, Museu Iberê Camargo (inaugura em 2008), etc...

LOCALIZAÇÃO:





ELE ERA ASSIM, EM 1972:





Agora veja duas propagandas do Estaleiro, institucionais, em revistas antigas da época (Manchete):

DE 1972:


DE 1975:




Já foram feitas várias tentativas de leiloar esta área, todas sem sucesso, há anos atrás.

Agora, há uns meses atrás, 2006, foi lançado um prjeto para reurbanização da área, já mostrado aqui no SSC, mas que repito, para ilustrar melhor e chamar atenção para a área.

Vejam o projeto, chamado de PONTAL DO ESTALEIRO (o GersonLDN sempre fala nele nos seus threads...)

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JESUS CRISTO!!

QUE MARAVILHA!! :applause:


Eh um dos meus "xodos" esse Pontal do Estaleiro!!....depois que vi o novo projeto fiquei apaixonado.

Inacreditavel a FEPAM e outros orgaos municipais terem embargado esta obra
magnifica por causa da construcao de alguns predios residencias.
Eles preferem ver um matagal cheio de lixo....filhos da p.!!
PQP.........

Espero que o quadro seja revertido!!

PS: Algumas fotos acima do estaleiro e do projeto sao ineditas aqui.......

Vou buscar mais algumas que ainda tenho.......


:)
 

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Discussion Starter · #7 · (Edited)
Alguns comentários que achei pela internet, alguns positivos e outros negativos: (tem mais, aguardem... tenho que reiniciar o meu computer agora, deu tilti)


12/07/2006

TV Câmara
Projeto Pontal do Estaleiro em destaque no Porto Alegre em Debate

O Porto Alegre em Debate desta semana, com exibições diárias pela TV Câmara, Canal 16 da NET, às 20h30min, recebe o arquiteto responsável pelo projeto Pontal do Estaleiro, Jorge Debiagi. A proposta, orçada em R$ 130 milhões, inclui hotel, prédios residenciais e comerciais, área de lazer e entretenimento, num complexo de 10 mil metros quadrados, previsto para ser localizado entre a Avenida Padre Cacique e o Lago Guaíba, em terreno do antigo Estaleiro Só.

O Pontal do Estaleiro, entretanto, como lembrado durante o programa, para ser construído depende de análises de técnicos da prefeitura municipal, além de alteração de uma lei municipal. Também participam do programa o secretário municipal do Planejamento, Isaac Ainhorn, o arquiteto Julio Celso Vargas, e o vereador Carlos Todeschini (PT), que discutiram questões como acessibilidade da área e implicações que envolvem impacto ambiental.

O QUE: Projeto Pontal do Estaleiro
QUANDO: Programa Porto Alegre em Debate, às 20h30min
ONDE: TV Câmara - Canal 16 da NET

Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)




Nota que saiu na Zero Hora, na época (2006):

Um futuro para o Estaleiro Só

Projeto com edifícios, hotel e áreas de lazer depende de mudança de lei.


Um superprojeto arquitetônico e urbanístico pretende dar um destino para o Estaleiro Só e, ao mesmo tempo, uma nova cara à zona sul de Porto Alegre. Com edifícios residenciais, hotel, marina, salas comerciais e área de lazer à beira do Guaíba, o Pontal do Estaleiro tem de sensibilizar a prefeitura e a Câmara para rever uma lei que barra construções habitacionais naquela região.

Localizado entre a Avenida Padre Cacique e o Guaíba, no bairro Cristal, o terreno do Estaleiro Só foi adquirido pela empresa SVB Participações em um leilão no ano passado. Até então, a área, de 41 mil metros quadrados, havia sido colocada à venda diversas vezes depois da falência da indústria.

Em conjunto com a Debiagi Arquitetos e Urbanistas, a SVB promete transformar o local, hoje ocupado por depósitos abandonados, em um complexo que reúne lazer e sofisticação. O projeto será apresentado oficialmente na manhã de hoje.

O empreendimento, estimado em R$ 130 milhões, prevê a construção de cinco edifícios residenciais de 12 andares (220 apartamentos e uma área de 32.160 mil metros quadrados), um hotel com 200 apartamentos e centro de convenções, estacionamento com 1.449 vagas, prédios para escritórios e consultórios, uma marina, um píer para embarcações turísticas, uma esplanada pública de lazer e espaço para bares, restaurantes, lancherias e danceterias.

O Pontal do Estaleiro vem sendo avaliado em reuniões com a prefeitura e a Câmara, já que é necessária uma mudança na legislação para sua concretização - uma lei específica para a área veda o uso do terreno para complexos habitacionais.

- O projeto só é viável com a área residencial, por uma questão de caráter econômico e urbanístico. A composição da obra é voltada para ter vida a todo momento, até por segurança. A avaliação com a prefeitura e com a Câmara está bem encaminhada. Nossa expectativa é de que a lei seja votada nos próximos meses - disse o arquiteto Jorge Debiagi, responsável pelo projeto.

Com a construção da sede da Fundação Iberê Camargo (em andamento na Padre Cacique, em frente área do Estaleiro, com previsão de inauguração em 2007) e a possível instalação do Teatro da Ospa em um terreno vizinho, a região se consolidaria como um pólo de desenvolvimento da Capital.

- Estamos resgatando uma das regiões mais bonitas da cidade. A idéia tem tudo para dar certo - disse Debiagi.


Artigo - 28/7/2006 - Especial
Um monstro ameaça deitar na beira do Guaíba e encobrir o por-do-sol


Um reflexão sobre o projeto Pontal do Estaleiro que pretende construir edifício de apartamentos e realizar outras obras na beira do Lago Guaíba, em Porto Alegre

por Sérgio Becker

O que é mais lógico, fácil e provavelmente mais indicado em todos os sentidos, mudar o arcabouço legislativo municipal que rege a ocupação urbana ou alijar um mega-projeto arquitetônico que além de um impacto ambiental insuportável, provocaria a grave desvalorização de milhares de imóveis da região pretendida e, devido sua grandeza exagerada, a inevitável privatização do por-do-sol sobre o Guaíba numa grande área ? Suscito a pergunta a propósito do projeto urbanístico denominado Pontal do Estaleiro e discorro sobre o tema na primeira pessoa, em forma de artigo, primeiro porque me é mais cômodo e, por segundo, porque me sinto credenciado para tanto. É que fui aplaudido por minha intervenção na reunião expositiva do projeto, realizada na noite de quarta –feira ( 26/7 ), no Clube Jangadeiros, quando perguntei qual o motivo para construir ``espigões`` à beira do Guaíba ?

Não tive maior afinidade com o Estaleiro Só, mas como velho portoalegrense me orgulhava da sua existência, porque se constituía numa ligação produtiva da cidade, entre a comunidade e o lago. Além disso, nele trabalhou o engenheiro Amaury Braga, que foi meu contemporâneo no Grupo Escolar Pedro I e nas peladas pelas calçadas da rua Santiago Dantas, na década de 50 uma das últimas do bairro Glória. Ao lembrar desta época, recordo que meu falecido pai, o enfermeiro José Becker Filho, que trabalhou 25 anos no HPS, teve que recuar um mínimo de quatro metros do muro fronteiro para construir a casa na qual me criei, em obediência ao Plano Diretor, para um provável e futuro alargamento da rua. O qual, eu, já envelhecido, não vislumbro ver ocorrer ainda em vida. Aliás, a quadra da rua ganhou asfalto sobre os paralelepípedos, para a passagem de uma linha de ônibus e caminhões com alimentos, mas não ganhou até hoje uma placa sequer de sinalização de trânsito.

Mas, o estaleiro faliu, em mais um exemplo trágico desta política ecologicamente suicida implantada no país de prioridade e monopólio do rodoviarismo, em detrimento do transporte ferroviário e náutico. E o terreno que ocupava, de 6,2 hectares, por várias vezes foi oferecido em leilão judicial ao longo dos últimos anos. Até que recentemente, uma empresa paranaense arrematou a área para, de acordo com o Plano Diretor, construir ali equipamentos de lazer.

Para surpresa dos amantes da paisagem da orla, surge uma proposta de projeto arquitetônico com destinação de pequena faixa para lazer e ciclovia e uma dezena de enormes edifícios para shopping, hotel, restaurantes, apartamentos, enfim:

- Um elefante branco, definiu meu filho, Márcio, sócio do Jangadeiros e que me convidou para a reunião de quinta-feira.

- Um elefante só, não, uma manada, pretendi corrigí-lo...

Acontece que o autor do mega-projeto, arq. Jorge Debiagi reconheceu que ele fatalmente provocará a desvalorização de milhares de moradias da região, basicamente bairro Cristal, por criar uma enorme muralha entre toda aquela área residencial e o Guaíba. Ele também reconheceu que a concepção do projeto assim como está, exigirá modificações na atual legislação de ocupação urbana, tanto na questão da altura elevada dos prédios como, principalmente, na questão das centenas de apartamentos previstos, pois o Plano Diretor não permite a construção de moradia junto à orla. Ele alegou que a introdução de moradias se justificaria para dar segurança à área total. O que não se sustenta, até pelo exemplo do Centro de Porto Alegre, onde moram pelo menos 30 mil famílias que não têm outra alternativa e se constitui, segundo todos os levantamentos da Polícia, em área de alto risco. Sobretudo à noite, quando não há policiamento e só um dos serviços públicos municipais funciona, o do recolhimento de lixo.

O único ganho aparente que a execução do projeto provocaria seria no âmbito econômico-social, diante dos empregos que geraria para sua construção e, posteriormente, pelas atividades de prestação de serviço que porventura viessem a ser oferecidos. O arquiteto chegou a usar o exemplo da uma padaria, que proporcionaria a oferta de pão quentinho para os freqüentadores do lugar. Como se a Zona Sul carecesse deste serviço. Também foi citada a marina integrante do projeto como fator propulsor do Turismo Náutico. Ora, eu lembraria que a administração municipal anterior, ao invés de incentivar os três clube náuticos existentes na Zona Sul – todos com exemplar infra-estrutura e que não escondem as dificuldades de manutenção, devido o enxugamento do quadro social ativo e pagante – optou por construir uma nova marina na extremidade sul do porto de cunho social, para fomentar o esporte náutico entre jovens carentes. Como não criou uma alternativa financeira para uma atividade de custos elevadíssimos, temos hoje uma marina nova e abandonada, sem contar na frustração daqueles que poderiam ter sido beneficiados com bolsas de cursos de navegação nas escolas dos clubes existentes, conforme lembrou meu filho, Márcio, que já atuou na Escola Barra Limpa, do Clube Jangadeiros.

Aliás, em nenhum momento a gente teve qualquer informação sobre uma pesquisa de mercado quanto à necessidade dos serviços previstos e sobre uma garantia do resultado do empreendimento. Como ele vincula a moradia aos serviços, quem garante que só sejam construídos e vendidos os apartamentos ?

Mas, a questão fundamental diz respeito ao meio ambiente. Questionado sobre os dejetos que o empreendimento acrescentaria ao já problemático saneamento na área, o arquiteto garantiu que um empreendimento desta ordem tem resposta para todos os problemas. Mas, não respondeu satisfatoriamente a uma questão levantada pela respresentante da Agapan na reunião expositiva. Se o mega-projeto não abriria um precedente para tornar a Orla do Guaíba uma nova Camboriú ? Talvez não respondesse, também, a uma provocação que meu filho me sugeriu: ``quantos abaixo-assinados serão necessários para a desistência da construção deste elefante-branco ? `` Provocação que me levou à reflexão de que, enquanto os empreendedores e seus tecnocratas vão buscar mudanças na legislação para erguer uma torre dentro de uma caixinha, os moradores da Zona Sul, os preservacionistas, os amantes da cidade e admiradores do por-do-sol portoalegrense precisam agir, se unir e se mobilizar. Sonhei até com um nome para a campanha, o qual submeto e ofereço aos companheiros de luta pela qualidade de vida na cidade: Movimento Guaíba Livre.

* O autor é jornalista. email: [email protected]


Projeto do Estaleiro Só divide opiniões na Capital


A proposta de urbanização da área do Estaleiro Só, no bairro Cristal, em Porto Alegre, divide opiniões. O projeto, denominado Pontal do Estaleiro, será divulgado oficialmente hoje pelos empreendedores que arremataram a área - a SVB Participações e Empreendimentos. A proposta da SVB é instalar sete prédios, incluindo cinco residenciais, um comercial e um hotel internacional, além de uma esplanada pública, totalizando 100 mil metros quadrados de construção.
A polêmica está relacionada à posição geográfica do terreno de 53.649 metros quadrados, localizado na orla do lago Guaíba, na avenida Diário de Notícias. A presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Meio Ambiente (Agapan), Edi Fonseca, é contrária a qualquer tipo de construção privada na beira do lago. "Os governos deveriam priorizar e propor o acesso público à orla. Isso é privatização, mesmo que se abra uma parte para acesso da população, no longo prazo significa privatização", opina.
Edi lembra que há um projeto de recuperação do espaço que vai desde a Usina do Gasômetro até o bairro Belém Novo e que contempla a despoluição do Guaíba. A prefeitura já iniciou a retirada de bares da margem e a instalação de parques e praças. "O cidadão e o turista devem ter acesso ao Guaíba", defende, afirmando que, se houver proposta de mudança na Lei Complementar nº 470, de 2002, a Agapan vai mobilizar a população contra o projeto.
O secretário municipal de Meio Ambiente (Smam), Beto Moesch, discorda. "Como um estaleiro já funcionou no local, que é privado, a área já está extremamente impactada", justifica. Ele ressalta, porém, que a proposta ainda precisa ser formalizada e que a Smam fará uma análise do impacto ecossistêmico, paisagístico e urbanístico da obra. Moesch espera não encontrar resistência para alterar a lei, já que a construção de prédio residencial, hoje proibida, pode ter um impacto menor que uma torre comercial. "Não vamos apenas defender, mas ajudar a acelerar o processo de aprovação da construção que vai beneficiar a população da Capital", afirma.
O arquiteto e urbanista Nestor Nadruz, que integra o Conselho do Plano Diretor do município, ressalta a importância de uma análise viária da região. "Nada contra o projeto, mas atualmente a avenida (Diário de Notícias) é o único caminho para a Zona Sul da cidade. É preciso considerar que a instalação do Cristal Shopping e outros podem impactar a circulação da cidade", observa.
O vice-presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Carlos Alberto Santana, não tem conhecimento dos detalhes do empreendimento, mas avalia que, embora particular, a utilização da área deve levar em consideração a extrema importância paisagística e ambiental para Porto Alegre.
Ao contrário do que informou o Jornal do Comércio, na edição de ontem, o Grupo Maggi não tem qualquer relação com o empreendimento que será desenvolvido na área do antigo Estaleiro Só, nem o empresário Fischel Báril faz parte do referido grupo.

(Fonte: Jornal do Comércio)



Projeto que pretende recuperar área do Estaleiro Só é apresentado na Sociedade de Engenharia do RS
19.09.2006



Os cerca de 80 presentes na reunião-almoço na Sede Social da Sociedade de Engenharia do RS puderam conhecer um pouco mais sobre o projeto “Pontal do Estaleiro”. O seu autor, arq. Jorge Debiagi, apresentou, através de vídeos e slides, a obra que pretende recuperar a área do Estaleiro Só.

Para tal recuperação e incremento da região, está prevista a construção de empreendimentos residenciais, escritórios profissionais, estabelecimentos comerciais, como um shopping a céu aberto, e também a criação de espaços de convivência e socialização, como calçadão, ciclovia, bares, restaurantes e praças públicas.

Ao abrir a reunião, o presidente da Sociedade de Engenharia do RS, Eng. Newton Quites, saudou os presentes e ressaltou a importância do projeto para os profissionais da engenharia e arquitetura “entre outras ações, este é um empreendimento que gerará renda e oportunidades de empregos para engenheiros e arquitetos. Esta é uma das razões que deu origem à iniciativa de apresentá-lo nesta reunião”.

Segundo Jorge Debiagi, certamente a implantação do projeto deverá gerar acima de mil empregos diretos e indiretos. Além disso, sob a perspectiva comercial e turística, o Pontal do Estaleiro pretende transformar a região em um importante pólo comercial da zona sul, e, assim, movimentar a economia de toda a capital.

O projeto, desenvolvido pela SVB Participações e Debiagi Arquitetos, aguarda a conclusão do relatório de impacto ambiental e, logo após, sua aprovação pelo executivo municipal para começar a ser colocado em prática, o que deve acontecer no prazo de 12 meses, conforme informou o arq. Debiagi.

Na ocasião, a engª Sandra Tonon foi nomeada oficialmente Diretora Cultural da Sociedade de Engenharia do RS . Sandra também assumiu recentemente a coordenação do curso Cooks SERGS feminino.


Holding Pontal do Estaleiro
(retirado deste site: http://teatrodochatpoa07.wordpress.com/2007/06/05/noticias-desde-porto-alegre/)

Um outro “evento urbanístico” que está ocorrendo na cidade são projetos de ocupação da orla do Guaíba na Zona Sul da Cidade, próximo ao Hispodromo Cristal, e ao futuro museu Iberê Camargo. Por ali está prevista a implantação do BarraShopping Sul (antigo projeto Cristal Shopping, realizado há mais de 10 anos), um imenso complexo comercial que já tem suas obras iniciadas (começaram no início deste ano); próximo dele está prevista a implantação do Pontal do Estaleiro, um complexo residencial e comercial (com hotéis, centro de convenções, marina, etc) que ocupará a atual área do Estaleiro Só, hoje abandonada. Com a implantação desses dois empreendimentos é provável que um novo pólo se forme da região, gerando um grande crescimento e adensamento no local, o que está gerando grande polêmica. A Zona Sul da cidade é considerada o “pulmão verde” de porto alegre, por ter uma densidade costrutiva baixa (o que começa a mudar, agora que estão começando a contruir grandes edifícios por lá) e grande quantidade de arborização.
Com esses projetos é provável que a cidade se expanda naquela direção, cambiando o caráter da área.


Histórico Estaleiro Só
http://saturno.crea-rs.org.br/jornal/74/geral_06.htm

Comentários sobre o projeto Pontal do Estaleiro

http://www.skyscrapercity.com/archive/index.php/t-393609.html
http://www.cdlpelotas.com.br/detalhe_noticia.asp?id_noticia=352
http://sodesign.blogspot.com/2006/08/porto-alegre-turstica.html

Encontro da Governadora Yeda com os empresários do BarraShopping:
http://www.rs.gov.br/index.php

notícias sobre o projeto do BarraShopping
http://www.portoimagem.com/noticia012.html
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=467256



Empreendimento

7/6/2006 - 4:50:00 PM
Empresa quer urbanizar área do Estaleiro Só
Por Jornal do Commercio

As pretensões do empreendedor só serão viabilizadas, no entanto, com a alteração da Lei Complementar nº 470, de 2002, que, entre outras coisas, veda a construção de prédios residências naquele trecho da orla do Guaíba. O diretor-presidente da SVB Participações e Empreendimentos, Saul Veras Boff, o diretor do Grupo Maggi, Fischel Baril e o arquiteto Jorge Debiaggi já apresentaram, em maio, ao prefeito José Fogaça, um esboço do projeto. O passo seguinte será convencer os vereadores de Porto Alegre a alterar a lei. Caso haja flexibilização do poder legislativo municipal, a primeira etapa a ser implementada inclui uma a construção de uma esplanada, com 30 metros de largura por 700 metros de comprimento ao longo da orla. Segundo o arquiteto responsável pelo projeto, Jorge Debiagi, a plataforma pública contemplará, de um lado, bares e restaurantes e, de outro, o lago Guaíba. Debiagi explica que o início das obras desta primeira fase depende da aprovação do projeto e tem previsão de um ano para a conclusão. Também será instalado um píer com 150 metros de comprimento e acima um prédio com danceteria, churrascaria e pizzaria. No prédio comercial está previsto um espaço no térreo para gastronomia, supermercado, além de local de entretenimento, com o museu do estaleiro. Os edifícios residenciais terão em torno de cem apartamentos com 300 e 350 metros quadrados cada. "Um projeto desse porte não pode prescindir de edifícios residenciais, por que são eles que dão vida a uma região", destaca Debiagi. A área residencial está entre as restrições da atual lei. De acordo com o vereador Adeli Sell, que apóia a iniciativa de instalar o projeto, a Câmara de Vereadores vai aguardar até agosto uma iniciativa da prefeitura para mudar a legislação. Caso não ocorra, a própria Câmara Municipal vai fazer a proposta de alteração. "O local é o pontal de entrada da Zona Sul e essa área nobre não pode continuar desativada", afirma o vereador. O arquiteto responsável pelo projeto diz que as restrições legislativas podem ser contornadas, já que são baseadas no risco de enchentes. Segundo Debiagi, será necessário fazer uma proteção à área, que hoje está no mesmo nível do Guaíba.

Fonte: Jornal do Commercio - POA/Karen Viscard




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este projeto eh muito maneiro ... fizeram uma barulhada na mídia qdo apresentaram .... de quem seria o investimento?
 

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:applause: :applause:


Adorei este thread, super interessante!

Sempre tive curiosidades sobre o Estaleiro Só, não imaginava que ele era tão grande assim!


Este projeto do Pontal do Estaleiro é sem dúvidas um dos mais fantásticos do país! Será um grande marco arquitetônico para a cidade.


Vou conversar com um professor meu que trabalha na parte de aprovação de projetos para ver o andamento da mudança de lei. Seria uma ignorância barrar este projeto!


Este texto do Sérgio Becker me dá raiva! O cara é extremamente ignorante! Dá nojo saber que tem pessoas como ele que tem tais idéias. Vou mandar um e-mail para ele, ele não merece ser feliz sendo tão burro e idiota! :devil:
 

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Discussion Starter · #14 ·
^^ Bah, bota burro nisso ! Tinha curiosidade em saber o que tu escreveu pra ele ... eheheh

Mas até, saliento algumas partes do que ele escreveu, de tão absurdas !
Acho que é mais para aparecer na imprensa que ele faz isso...

Olha só:

(...) "perguntei qual o motivo para construir ``espigões`` à beira do Guaíba ?"

Onde espigões ? Sã bem baixinhos os prédios !!!!

(...) "e uma dezena de enormes edifícios para shopping, hotel, restaurantes, apartamentos (...):

De novo ! Onde ele ve enormes edifícios ????


(...) "arq. Jorge Debiagi reconheceu que ele fatalmente provocará a desvalorização de milhares de moradias da região, basicamente bairro Cristal, por criar uma enorme muralha entre toda aquela área residencial e o Guaíba. (...)"

Milhares de moradias ???
Onde ?
O Morro Santa Teresa tem uma favelinha e mais uns pequenos condomínios la em cima. E com certeza estão mais altos que os prédios do projeto!!!
Só se os moradores (meia dúzia) não querem enxergar os edifícios, e somente o Guaíba ... nada a ver ! Esse cara é burro mesmo !!!!

E por aí vão as asneiras do tal Sergio Becker !:eek:hno: :eek:hno: :eek:hno:


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NON FVCOR FVCO
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Nesse fim de semana, eu pretendo mandar emails para as Assoaciações de Bairros, que insistem em ser contra prédios altos (e pra eles, alto é 6 andares).
Vou colar aqui depois. Aguardem :D
 

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Discussion Starter · #20 ·
Uma curiosidade:

o meu cunhado, marido de minha irmã mais velha, trabalhou no Estaleiro Só.

Um dia ele me convidou pra ir num lançamento/batismo de um navio.
Era um NAVIO grande, mas não me lembro quando era isso.

Mas sei que a madrinha do Navio era a Ieda Maria Vargas Athanasio, aquela famosa Miss Universo gaúcha de trocentos anos atrás. Ela tava super bonita, apesar de já de uma certa idade.

Foi uma festa e tanto no estaleiro ...


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