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a revolta da francesinha
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A zona vai melhorar muito. Era dar uma limpeza nos edificios da Praça e terminar o arranjo de Bombarda. Podiam tornar pedonal a parte oeste da praça pela zona do cemitério inglês, ligando à Bombarda.
 

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A zona vai melhorar muito. Era dar uma limpeza nos edificios da Praça e terminar o arranjo de Bombarda. Podiam tornar pedonal a parte oeste da praça pela zona do cemitério inglês, ligando à Bombarda.
Realmente já estava na altura de avançarem com o arranjo de Miguel Bombarda, seria um grande passo para aquela zona.
 

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Nova candidatura para financiar Materno-Infantil

A autoridade gestora do Programa Operacional do Norte vai iniciar, esta semana, o processo para abertura da nova candidatura de financiamento do Centro Materno-Infantil. Após a Câmara autorizar a obra, as reacções são de satisfação, mas há críticas aos atrasos.

A entidade que gere os fundos do ON2 vai reunir hoje com a administração do Centro Hospitalar do Porto (CHP) para iniciar o arquivamento da candidatura que previa um apoio de 21,7 milhões de euros ao Centro Materno-Infantil do Norte (CMIN), então orçado em 42,2 milhões de euros.

Logo que o processo seja encerrado, será enviado um convite ao CHP - vai gerir o Materno-Infantil - para apresentar uma nova candidatura, adequada ao projecto aprovado pela Câmara do Porto na semana passada, explicou, ao JN, fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

Na nova proposta, o valor do financiamento poderá ter "ligeiras" diferenças. De acordo com as regras do ON2, a candidatura terá de ser aprovada, no máximo, até 31 de Dezembro de 2013 e executada até 31 de Dezembro de 2015.

As novas datas permitem recuperar os 18 meses perdidos desde a aprovação da candidatura. O presidente da Administração Regional de Saúde do Norte afirmou, anteontem, que espera ver o CMIN pronto em Maio de 2013.

O projecto recebeu um parecer favorável da Câmara do Porto na passada quinta-feira, mas a aprovação, que implica o corte de um piso, a reformulação da cobertura e a construção de um arruamento de acesso à Rua da Torrinha, só nesta segunda-feira foi conhecida.

Após três pareceres negativos entre Novembro de 2009 e Setembro de 2010, a notícia foi recebida com satisfação, mas também com críticas aos atrasos. No Executivo municipal, Manuel Correia Fernandes congratulou-se com o desfecho, mas lamentou "a burocracia e a mistura de questões partidárias". O vereador do PS entende que a Câmara deveria ter feito um plano de urbanização da envolvente da maternidade para acolher o projecto.

Rui Sá, da CDU, solta um "ainda bem" à aprovação, mas ataca Rui Rio. "Estes atrasos não se devem a uma preocupação urbanística, mas a uma birra política com o Ministério da Saúde", afirmou, recordando que nos últimos tempos a cidade tem visto a Maioria PSD/PP ter outras atitudes face a "aberrações como o prédio da J. Camilo na Foz, os jardins da Prelada e as torres de Ciríaco Cardoso".

Renato Sampaio, presidente do PS/Porto, não tem dúvidas que "houve motivações políticas a obstaculizar o processo" e considera "inaceitável" que a Câmara obrigue o Ministério da Saúde a construir um novo arruamento.

Marco António Costa, líder do PSD/Porto, mantém as dúvidas sobre a localização do CMIN, mas defende que mais vale ser no Porto do que não existir. "O PSD distingue-se do PS porque não faz terrorismo político com assuntos de primordial interesse para a região", afirmou.

No plano hospitalar, Pedro Esteves, administrador do CHP, diz que o momento é de "absoluta felicidade" e saúda o diálogo que permitiu juntar as duas vontades numa solução.

O JN ouviu também Octávio Cunha, ex-director do serviço de Neonatologia do Hospital de Santo António, que em Setembro reuniu com Rui Rio, acompanhado por um grupo de médicos, para defender um projecto alternativo. O especialista não é adepto da solução do ponto de vista técnico, mas fica satisfeito por saber que "as crianças internadas no Maria Pia, que correm riscos a cada segundo que passa, vão ser salvas".
Fonte - JN
 

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Cá para mim isto não fica por aqui, ainda vamos ter outra confusão com a câmara antes de começarem as obras...
 

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^^Acho que as obras já começaram. Pelo menos ao nível de desmatação e possivelmente movimentos de terras.

Tendo a Câmara chegado finalmente a um acordo e tendo havido cedências (menos um piso, e novo acesso viário), penso que agora a coisa avançará mesmo.
 

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Talvez, agora que conseguiram retirar um piso, a câmara está contente. :lol:
 

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Programa do CMIN deve ser mantido apesar da redução da volumetria

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, congratulou-se ontem com o acordo alcançado entre a câmara municipal e o Centro Hospitalar do Porto que permitiu desbloquear a construção do Centro Materno-Infantil do Norte (CMIN) junto à Maternidade de Júlio Dinis.

Na primeira declaração pública após a resolução do diferendo que opôs a autarquia e o Ministério da Saúde, Pizarro considerou que a redução da volumetria do edifício - que perdeu um dos pisos previstos - não deverá comprometer nenhuma das valências previstas para o futuro CMIN. "Creio que, com alguma arrumação dos espaços, será possível que não se perca nada e que o programa funcional do edifício seja mantido", disse.

Questionado pelos jornalistas, o governante considerou que não se deve falar em cedências. "Partilhámos com a câmara a preocupação de garantir uma melhor inserção urbana do edifício", disse, acrescentando que o "ambiente de diálogo muito aberto" permitiu chegar a um acordo "muito favorável para a cidade".

Manuel Pizarro reconheceu ainda que o arrastamento do processo de negociação com a Câmara do Porto fez com que já não seja possível cumprir os prazos estipulados no âmbito do financiamento da obra pelo QREN, estando já a ser negociada uma forma alternativa de resolver esta questão sem que os fundos comunitários se percam.
http://jornal.publico.pt/noticia/22...-apesar-da-reducao-da-volumetria-21079090.htm
 

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"Atraso no Materno-Infantil foi negativo"

Depois de passar pelas administrações do S. João e do Instituto Português de Oncologia do Porto, Pedro Esteves, 56 anos, assumiu, em Junho de 2009, a liderança do Centro Hospitalar do Porto (CHP), sucedendo a Sollari Allegro.

No último ano e meio, enfrentou uma dura batalha com a Câmara do Porto para aprovar a obra do Centro Materno-Infantil. Ganhou os utentes de Gondomar e vai gerir também o Joaquim Urbano, para além da Maternidade Júlio Dinis, do Hospital Maria Pia e do Santo António.

O Centro Materno-Infantil (CMIN) foi a sua prova de fogo?

Não diria isso, mas foi realmente uma conquista fundamental para o CHP, para a cidade e para a região. É um equipamento para substituir instalações antigas e com riscos de segurança. A ideia não é acrescentar serviços, mas dar melhores condições a utentes e profissionais.

Quando assinou o protocolo de financiamento para o CMIN, em Julho de 2009, alguma vez imaginou a batalha que teria pela frente?

Não, embora a minha experiência na área da gestão hospitalar me diga que nada é pacífico, nem inquestionável. Se na altura me perguntassem, eu não acreditaria que isto ia acontecer. Foi um atraso considerável e com impacto negativo. Mas o importante é destacar a colaboração que, entretanto, houve entre a Câmara, o CHP e a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN), que levou a uma solução consensual, sem comprometer a viabilidade técnica do projecto.

Não achou um mau prenúncio nesse evento não ter estado nenhum representante da Câmara?

Realmente, agora à distância, e percebendo-se a importância que o equipamento tem para a cidade, poderia achar estranho. Mas eu tenho um comportamento exclusivamente técnico no lugar que ocupo, de forma que as questões políticas que, por vezes, estão à volta destas decisões passam-me um bocado ao lado. Depois deste hiato, felizmente chegámos a bom porto. Sempre defendi que não tinha sentido fazer este projecto contra a vontade da Câmara.

Tem-se falado na integração do Hospital Joaquim Urbano no Centro Hospitalar do Porto. Como está o processo?

Está a avançar, foi constituído um grupo de trabalho para fazer um plano de integração que deverá estar concluído no fim de Fevereiro para ser apresentado à ARSN para aprovação. Penso que tecnicamente faz sentido porque o CHP não tem as áreas de Pneumologia e Infecciologia. É uma integração clinicamente complementar que vai permitir sinergias em áreas de apoio e logística.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais...elho=Porto&Option=Interior&content_id=1763995
 

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Sim, até porque as torres que já existem na praça da galiza não têm já um impacto maior!:lol: Cheira-me mais a uma negociata qualquer que ficou irremediavelmente desfeita com esta localização.
 

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CMIN tem um mês para se financiar

Há uma nova oportunidade de financiamento do Centro Materno-Infantil do Norte nos fundos europeus do programa ON.2. A nova candidatura, que tem que ser apresentada no curto espaço de um mês, terá que se adaptar ao projecto entretanto aprovado.

A autoridade gestora do Programa Operacional do Norte já iniciou o processo para abertura de nova candidatura de financiamento comunitário do Centro Materno-Infantil do Norte (CMIN), a ser construído junto à Maternidade Júlio Dinis, no Porto.

A entidade que gere os fundos do ON.2 já decidiu o arquivamento da candidatura actual, que previa um apoio de 21,7 milhões de euros (de um orçamento de 42,2 milhões) e já endereçou novo convite público ao Centro Hospitalar do Porto. É a esta entidade pública empresarial, que irá gerir o Materno-Infantil, que cabe a responsabilidade de apresentar uma nova candidatura financeira a fundos comunitários.

A razão para a necessidade de uma nova candidatura é simples, conforme havia explicado a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte: terá que ser adaptada ao novo projecto que a Câmara do Porto aprovou após três pareceres negativos entre Novembro de 2009 e Setembro de 2010.

O prazo da nova candidatura é, agora, relativamente apertado: termina daqui a um mês, mais exactamente no dia 28 de Fevereiro. É depois dessa data, e após análise, que todo o processo financeiro será decidido de forma definitiva.

Na nova proposta, conforme o JN noticiou antes, o valor do financiamento poderá sofrer algumas ligeiras diferenças. De acordo com as regras do ON.2, a candidatura terá de ser aprovada, no máximo, até 31 de Dezembro de 2013 e executada até 31 de Dezembro de 2015. As novas datas permitirão recuperar os 18 meses perdidos desde a aprovação da candidatura e o seu licenciamento.
http://www.jn.pt/paginainicial/pais...elho=Porto&Option=Interior&content_id=1767392
 

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Conselho de Ministros aprova acordo sobre Centro Materno-Infantil

O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, uma resolução que autoriza o ministério da Saúde a celebrar o acordo com a Câmara do Porto que viabiliza a construção do Centro Materno-Infantil do Norte.

"Esta resolução autoriza o Ministério da Saúde a celebrar um acordo extrajudicial com o Município do Porto que, sanando um litígio pendente, viabiliza, de imediato, a construção do Centro Materno Infantil do Norte", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

Fonte do Centro Hospitalar do Porto (CHP) disse à agência Lusa que as obras deverão começar "brevemente", estando a decorrer a bom ritmo o processo de negociações e expropriações para a construção de um novo arruamento e os preparativos por parte do empreiteiro.

Com um prazo de execução de 28 meses, a obra deve ficar pronta no verão de 2013, pouco antes das eleições autárquicas.

A Câmara do Porto anunciou a 17 de Janeiro que a construção do CMIN podia avançar, depois de ter dado "parecer positivo" ao novo projecto.

A construção de um arruamento para melhorar o escoamento do tráfego na envolvente à maternidade Júlio Dinis e a redução da cércea do edifício do CMIN foram as alterações que permitiram viabilizar a operação urbanística que tinha sido chumbada pela autarquia.

Em julho de 2010, a autarquia tinha emitido pareceres desfavoráveis ao licenciamento do CMIN, levando o CHP a anunciar que ia desistir de tentar licenciar o projecto, por considerar que, legalmente, a construção não exigia autorização do município.

Um novo parecer não vinculativo da autarquia, datado de Setembro, voltou a chumbar o projecto, mas a comissão gestora de fundos comunitários alertou que não libertava a verba se a obra fosse ilegal.

A candidatura associada ao projecto anterior permitia a captação de 21,7 milhões de euros de fundos comunitários para o CMIN, orçado em 42,2 milhões.

Para beneficiar do mesmo montante de fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o novo projecto candidatado pelo CHP tem de ser aprovado até final de 2013, mas pode ser concretizado até 31 de Dezembro de 2015.

Fonte: JN
 

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Que rídiculo... como se fizesse alguma diferença retirarem 1 piso à volumetria.. é mesmo polítiquice barata a funcionar... como se tivessem conseguido algo de melhor para a cidade com isso! É lamentável a falta de formação gritante dos nossos políticos em termos de arquitectura e urbanismo, demonstram repetidamente que são uns completos ignorantes no assunto
 
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