SkyscraperCity banner

21 - 40 of 3905 Posts

·
Αλέξανδρ&#
Joined
·
52,566 Posts
excelentes? imagina 1 gajo com a media salarial de 1000 euros liquados mes a pagar 1 renda de 500 euritos ao banco por 1 emprestimo de 20000 contos (100000 euros), não vai de maneira nemhuma ter 1 vida condigna Fern, sobram-lhe 500 euros po pão e po resto, tu não compares os vencimentos dai com os daqui man, a clase media aqui anda com vencimentos liquidos na casa dos 1000 eurasios.
 

·
Αλέξανδρ&#
Joined
·
52,566 Posts
ora nem mais Barra, rapaz experto :) os k tem essa xeta preferem dar 1 cadito mais e comprar 1 vivendinha de luxo medio nos arredores, esses apartamentos ficam pos conhecidos e amigos ja dentro da classe media ja com um poder de conta mais alto!!
 

·
Moderator
Joined
·
17,490 Posts
Arpels said:
excelentes? imagina 1 gajo com a media salarial de 1000 euros liquados mes a pagar 1 renda de 500 euritos ao banco por 1 emprestimo de 20000 contos (100000 euros), não vai de maneira nemhuma ter 1 vida condigna Fern, sobram-lhe 500 euros po pão e po resto, tu não compares os vencimentos dai com os daqui man, a clase media aqui anda com vencimentos liquidos na casa dos 1000 eurasios.
Arpels se ganhas 1000 euros e vives sozinho para que vais comprar uma casa?? Quem nao tem dinheiro aluga casa, alem de que 1000 euros por mes nao e classe media e media baixa!! Ate a minha empregada ganha mais do que isso e nao tem casa propria. Ja agora uma casa de luxo medio nos arredores custa a volta de 500 mil euros.
 

·
Moderator
Joined
·
17,490 Posts
Essa ponte alem de ser estranha ainda vai custar um dinheirao (7.5 milhoes) para uma pontezita pedonal. Mas ha razao para ela ser feita? Nao se consegue passar a pe pela D Luis?
 

·
Registered
Joined
·
9,549 Posts
Discussion Starter #35
Fern said:
Essa ponte alem de ser estranha ainda vai custar um dinheirao (7.5 milhoes) para uma pontezita pedonal. Mas ha razao para ela ser feita? Nao se consegue passar a pe pela D Luis?
Olha razão pelo que eu li haveria se ela fosse construida noutra parte do rio,como perto da antiga alfandega,facilitando e unindo melhor as duas partes das margens da parte antiga.Mas agora mesmo ao lado não faço ideia de qual é o objectivo.
 

·
Registered
Joined
·
10,349 Posts
Pelo que sei, aquele projecto nao é para ir para a frente... Naturalmente que se passa a pé pelo tabuleiro de baixo! A ponte pedonal faz falta noutro sítio, como disse o Phobos! Ao lado da ponte D Luís é um autentico absurdo! Nao me acredito que façam aquilo...
 

·
Luso from Aveiro
Joined
·
4,649 Posts
Tudo a postos em Carlos Alberto -Porto

Com um atraso de nove meses em relação à data apontada inicialmente pela Porto Vivo, é assinado na próxima quarta-feira o contrato que permitirá o arranque das obras de reabilitação na Praça Carlos Alberto. A demora prende-se com quatro expropriações realizadas pela SRU.

A Porto Vivo vai assinar na próxima quarta-feira o contrato de reabilitação urbana com um consórcio de três empresas - Edifer Reabilitação, Edifer Construções e Edifer Imobiliária - que marcará o arranque das intervenções anunciadas para a Praça Carlos Alberto. A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) ainda não precisou quando é que as obras terão início, mas já justificou o atraso de pelo menos nove meses por ser a “intervenção mais complexa” da Porto Vivo. As palavras foram de Arlindo Cunha, presidente do Conselho de Administração, no dia em que fez o balanço do trabalho desenvolvido aos vereadores da Câmara do Porto. Em causa esteve a expropriação de quatro edifícios a três proprietários no quarteirão de Carlos Alberto, os únicos na Baixa do Porto que não aceitaram avançar com a reabilitação prevista pela Porto Vivo. Num dos casos o proprietário ainda apresentou uma providência cautelar, mas o tribunal acabou por dar razão à SRU.
Estas negociações falhadas, que envolveram expropriações num valor não tornado público, atrasaram o arranque das obras no terreno e só em Maio foi lançado o concurso público para escolher a empresa privada responsável pela empreitada, conhecida a 21 de Julho, dias antes da reunião entre os administradores da Porto Vivo e o Executivo portuense. Sem prazos para apresentar, o presidente do Conselho Executivo, Joaquim Branco, só mencionou na altura que as obras no edifício do emblemático Café Luso, protegido com escoras, deverão começar até ao final do ano. O ponto de situação foi feito na sequência das dúvidas levantadas pelo vereador comunista, Rui Sá, sobre a dispensa em Fevereiro de 2005 do Plano de Pormenor para acelerar o projecto.
Os administradores da Porto Vivo deram ainda a entender que a complexidade da intervenção em Carlos Alberto prende-se com o facto de não ser possível reabilitar cada edifício isoladamente. Já no documento estratégico menciona-se a necessidade de se chegar a uma plataforma comum de entendimento entre os diferentes proprietários nomeadamente no que respeita à criação de um logradouro para uso público no miolo do quarteirão que deverá ter entrada a partir do Largo Moinho de Vento, paralelo à Praça Carlos Alberto, numa área onde implicará a demolição parcial de um edifício.
A construção desta espécie de terraço traseiro é justificada, no mesmo documento, para criar condições de segurança e salubridade dos edifícios envolventes. Para este troço está ainda prevista a proibição da circulação automóvel, estendida até ao início da Rua de Sá Noronha. A excepção será feita para moradores, cargas e descargas. Esta alteração deverá ser imediata depois de as obras estarem finalizadas, uma vez que já foi aprovada pela Câmara do Porto.

---------------------
O que deverá mudar
O projecto-piloto de Carlos Alberto antecipa que este quarteirão deverá ser um protótipo de toda a Baixa do Porto, sendo capaz de trazer novos residentes e mantendo áreas reservadas a escritórios e serviços. Os novos moradores que se querem para esta zona devem ficar na frente da Praça Carlos Alberto, onde os edifícios recuperados vão passar a ter novas tipologias. A par das novas famílias, na Rua Sá de Noronha deverão ser montados escritórios nos pisos inferiores dos prédios, mantendo os superiores com habitação. O documento estratégico da Porto Vivo acautela contudo que na zona Norte, e entre as ruas das Oliveiras e Sá de Noronha, há moradores com parcos recursos económicos. As intervenções de reabilitação deverão “minimizar os transtornos sobre os actuais ocupantes sendo economicamente viável para os actuais proprietários”. O mesmo documento alerta para o facto de grande parte do quarteirão encontrar-se em Zona Especial de Protecção. No meio de vários edifícios classificados de imóvel de interesse público, só um é “pouco significante”. A sua fachada deverá ser a única que ganhará um novo rosto.
---------------------------
Custos
3,7 milhões
de euros
Por ser das intervenções mais complexas previstas pela Porto Vivo, tendo em conta o estado avançado de degradação dos edifícios e as alterações propostas, a sociedade estima que a execução total das obras no quarteirão de Carlos Alberto implica um investimento perto de 3,7 milhões de euros. Deste valor 2,2 milhões de euros deverá suportar as intervenções necessárias nos edifícios mais degradados ou em ruína, cerca de metade dos que fazem parte do perímetro limitado pela Porto Vivo. De acordo com o levantamento da SRU aqui um terço dos imóveis está em estado de conservação razoável e “são poucas” as habitações que estão em bom estado de conservação sem que seja necessário intervir ou que impliquem alterações ligeiras.
 
21 - 40 of 3905 Posts
Top