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Discussion Starter #1
Principal» Portugal Já Supera A Espanha Em Competitividade Tecnológica
Portugal já supera a Espanha em competitividade tecnológica
Introduzido por pmduque (Terça, 04 Abril 2006). :: O reconhecimento
No jornal Espanhol "Cinco Dias", aparece um artigo sobre a competitividade tecnológica de vários países. Portugal ocupa o 27º lugar, no indice, subindo 3 posições em relação a 2004.

Junto incluo extrato do artigo...
 

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Boas noticias, reflexo das poucas mas boas iniciativas do nosso governo cor-de-rosa em aumentar a tecnológica no nosso pais… bem dito sejas “Plano tecnológico”…
 

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sim o trabalho feito pelo Socrates a esse nivel com a ajuda do Cavaco tem sido óptima. Pela primeira vez os portugueses percebem a importancia de uma aposta nessa área, essencial para um empresa ser competitiva á escala global.

No entanto é so um começo Portugal poderá a "California" ou "Silicon Valley europeu". há muito outros sectores a precisar de reforma, como por ex a AP que gasta 60% do bolo público
 

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Já dizia o cavaco silva há nuns anos de que Portugal se transformaria na Califórnia da Europa, e muito sinceramente não acho essa ideia assim tão descabida, temos muitas coisas em comum como o sol, a praia, o surf, a qualidade de vida, tecnologia, sociedade multicultural, estilos de vida alternativos… um dia chegaremos certamente ao nível de uma Califórnia, eu acredito!
 

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Já dizia o cavaco silva há nuns anos de que Portugal se transformaria na Califórnia da Europa, e muito sinceramente não acho essa ideia assim tão descabida, temos muitas coisas em comum como o sol, a praia, o surf, a qualidade de vida, tecnologia, sociedade multicultural, estilos de vida alternativos… um dia chegaremos certamente ao nível de uma Califórnia, eu acredito!
exactamente, além de sermos um potencial polo de imigração de mão de obra qualificada. as empresas que se fixam em Portugal e respectivamente em Lisboa trazem grande qualidade de vida aos seus empregados. (quando bem instalados)

a Ydreams é um caso de sucesso, surgida numa faculdade de Almada, com pessoal jovem, qualificado, ambicioso e competente

todo o estereotipo sol, praia, tecnologia

“You can’t do today’s job with yesterday’s methods and expect to be in business tomorrow.” - Anonymous

YDreams is a Portuguese technology solutions provider founded in June 2000 by internationally renowned specialists in information technology, telecommunications, image processing, geographic information systems and environmental engineering. The company develops pioneering, patent-pending technology in a variety of fields, namely spatial data mining, interactive media, augmented reality and pervasive gaming. YDreams develops products, customised solutions and services for four major markets, through independent divisions: Advertising, Entertainment, Education & Culture and Environment.

Even though we have been helping some of the largest global corporations reshape and even create new markets, we stand by old, time-proven standards in quality, dedication and long term vision. During the last five years, YDreams has built an unsurpassed reputation for creative use of technology, both in Portugal and in all other markets where the company operates, which include the Netherlands, France, Spain, the U.K., Germany, China and Brazil.

In 2005, YDreams was distinguished as one of Europe’s emerging companies in the field of telecommunications and selected to be profiled and broadcast on CNBC Europe. The company business profile was segmented into four blocks and aired from the 23rd to the 28th of February 2006.

YDreams is a technology solutions provider with offices near Lisbon, Portugal, and several partners in Europe, Asia, South America and the USA. We develop technology which powers pioneering products and services for the entertainment and wireless internet industries. The company has been profitable from the start, working with major portuguese and international clients. This has helped us in recruiting the very best on an international level.

YDreams has an attractive compensation policy, including bonuses for productivity, creativity and profitability, as well as distribution of equity. Professional training is also available, both in Europe and the United States, through partnership programs with leading companies and universities. Senior collaborators will also qualify for internships at MIT (Massachussets Institute of Technology).

Work environment is demanding in terms of quality and project deadlines, but schedules are quite liberal and flexible. Technology and entertainment markets require open minds and a "good idea, let´s do it" attitude - we´re very aware of that, and make a point of promoting and publicly recognizing people who author or co-author distinguished products and ideas.

Ok, now the goodies:

- You´ll be working 5 minutes from some of the best beaches in Europe.

- An evolving workspace, which we are gradually transforming into a gallery for our interactive installations.

- An exclusive shower/eye-washing system for staying awake during late-night projects;

- The real possibility of building a relevant, rewarding career while learning from top technology, marketing and business experts.
 

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Por falar em praias, e Califórnia, deixou-vos aqui um artigo interessante de que já devem ter conhecimento…

"Europe's West Coast"

O turismo é único modo do país ganhar algum dinheiro a curto e médio prazo. Disse-o Cavaco Silva no princípio do ano, dizem-no economistas, consultores e especialistas. Já menos consensual será o caminho a seguir. O ICEP resolveu aproveitar as guerras e epidemias que graçam o mundo para atrair o turista, promovendo uma campanha que diz "Take a break from the rest of the world". Ora porque a mim estas me parecem más ideias, resolvi propor outra.

Para começar há que ter em conta que o turismo português e Portugal, não sendo entidades separadas, não devem ser tratadas como tal. Quando se remata a oferta turística com a sugestão "Take a break from the rest of the world" não está apenas a dizer-se que no Algarve há paz, que o interior é pacífico ou que a Madeira é um oásis livre de guerras. O que se diz também é que Portugal é um país à margem, longe dos grandes acontecimentos e por isso óptimo para passar uns dias de descanso. O que sendo bom para os tais dias de descanso, não é para a ideia com que se fica de Portugal.

Será que um país à margem, longe de tudo e de todos, sem cosmopolitismo, sem mundo, parado, é o que os portugueses e o Governo querem? Será isto bom para o investimento e exportações, para os criadores e criações portuguesas e para a afirmação de Portugal no mundo?

Claro que as perguntas são retóricas. Claro que quando o primeiro-ministro disponibiliza os Açores para a cimeira da guerra, está a juntar Portugal ao mundo. Claro que quando se organiza o Euro 2004, não se está à margem do mundo mas é-se, na altura, o próprio mundo. Por isso Portugal não pode, nem deve dizer "Take a brake from the rest of the world". Se "um país à margem" é o benefício que o turista procura e Portugal escolhe como estratégia não o desiludir, então estaremos a condenar Portugal a colónia de férias e os portugueses a empregados de hotelaria.

(Não é a primeira vez que tal é feito. A campanha anterior, "Warm by Nature", baseada na proverbial simpatia do nativo, reflecte também a ideia do português como serviçal de hotelaria).

O turismo português não é isolável de Portugal. A nossa oferta turística afecta a imagem do país, todos os conceitos e preconceitos com que nos definem, contaminam a nossa oferta, seja ela turística, comercial ou cultural. Conceitos e preconceitos que, por muito que nos custe admitir, não são os melhores. Para o consumidor estrangeiro ideias de modernidade, desenvolvimento, cosmopolitismo e cultura não moram cá. Em França a ideia geral é de que os portugueses são fiáveis e por isso bons porteiros e mulheres-a-dias. Na Suíça pessoas discretas e apagadas e como tal bons criados de mesa. Em Espanha parecidos com eles mas mais pobres e menos desenvolvidos (os espanhóis pensam de nós o que nós pensamos dos marroquinos). Em Inglaterra somos um simpático país do Sul onde felizmente ainda se encontram carroças e pastores ("peasants" é o termo usado e equivale ao nosso bimbo). Enquanto o estrangeiro nos vir como "peasants" com Algarve, sol e mar, de nada servirá vender outros produtos turísticos pois eles só os comprarão em saldo. Há que tentar, antes, reposicionar Portugal e mudar a fama que o país tem de modo a que os seus produtos possam ser vistos com outros olhos e, por isso, vendidos a outro preço.

Ora como é que se muda a fama? Em primeiro lugar, mudando o país. Tarefa que está longe de ser a do marketing e da comunicação. Acontece porém que o país já mudou, talvez não tanto como todos gostaríamos, mas mudou mais do que a percepção que dele têm os estrangeiros.

Em segundo lugar, muda-se a percepção do país. Substitui-se "o filtro" através do qual o estrangeiro nos vê para que ele se dê conta que este país não é o que ele pensava. Este é papel para a comunicação e o turismo um dos melhores instrumentos para o fazer.

Portugal é considerado na Europa, país do Sul, como a Espanha, a Itália e a Grécia. Ora o Sul é precisamente o "filtro" que precisa ser substituído. Para perceber melhor, vejamos as boas e más coisas do Sul. Sem ser exaustivo, digamos que o Sul tem bom tempo, calor, gente simpática, boa comida, paz, esplanadas e dolce farniente; e tem subdesenvolvimento, gente pobre e iliterada, corrupção e os indicadores estatísticos de miséria.

O que é bom, Portugal tem mais ou menos tudo o que tem o Sul mas nunca melhor. Sempre igual ou pior: basta comparar o Mediterrâneo quente e calmo, ao nosso mar frio e turbulento, as noites quente e húmidas, às nossas nortadas. Quer queiramos quer não Portugal não é um país mediterrânico. É um país tipo mediterrâneo (do mesmo modo que algum queijo é tipo serra) e, se insistirmos em imitar, perdemos.

Já as coisas más tendem a ser percepcionadas como igualmente más ou piores. Estando mais longe e afastados do centro, não sendo país de grande notoriedade, as pessoas tendem a acreditar que o mau é pior. O desconhecido é-o sempre. Mas ainda que o nosso Sul fosse melhor que o Sul dos outros, que a nossa arquitectura, cozinha, clima, mar, gente, infraestruturas, vinho, museus, noite fossem melhores que os da França, Espanha, Itália e Grécia, ainda assim, a ideia de ser do Sul será sempre má pois estamos competindo não por sermos diferentes, mas por sermos iguais. Quando assim é só há uma estratégia de comunicação: a do dinheiro. Quem falar mais alto ganha. Ora dinheiro, como todos sabemos, é coisa que não abunda nem abundará.

Lê-se no título de um famoso livro de marketing "Differentiate or die". É o que há a fazer. Criar uma categoria só para nós, que faça sentido para Portugal, para a nossa oferta e para o consumidor. Uma categoria onde os outros não possam concorrer. Temos que sair do Sul. Coisa que, parecendo difícil, não é: se olharmos o mapa da Europa, vemos Portugal a Sul mas também a Oeste. Escolhamos então o Oeste pois foi este o sítio que a História nos destinou. Esta Ocidental Praia Lusitana é também uma Ocidental Praia Europeia. O que proponho então como "novo filtro" é o West e a solução comunicar Portugal como a Europe's West Coast.

O que é que ganhamos com isto? Uma poderosíssima rede de associações que induzirá o estrangeiro a reavaliar o país. Uma reavaliação benéfica, muito para além do turismo embora este seja o primeiro a beneficiar com o reposicionamento. É que Europe's West Coast trás consigo todo um imaginário relacionado com a West Coast americana, compatível com as percepções boas do Sul. A praia, a vida colorida, o surf, as esplanadas, a tolerância e os estilos de vida alternativos, o tempo ameno, o sol que se põe no mar, o golf. Na Europe's West Coast os benefícios do Sul já vêm incluídos mas o conceito traz mais. Traz associações "aspiracionais" - Hollywood ou Silicon Valley, por exemplo - que sem nada termos que fazer contaminam o conceito positivamente, tornando-o mais glamouroso e mais cosmopolita. Depois há as pontes e colinas de Lisboa e S. Francisco, o Vale do Douro e o Napa Valley, a aridez da Baja Californiana e o nosso Alentejo, coincidências felizes que é só aproveitar.

O West é também um lugar mítico, um lugar de sonhos onde a terra "desagua" no mar, para onde se vai mudar de vida. Por fim, de um ponto de vista político, o West tem sido sinónimo de desenvolvimento e democracia. Ao sermos West beneficiamos destas associações e saímos do Sul.

Mas o conceito tem outro ângulo que o torna mais poderoso: Europe. Não somos uma West Coast qualquer, uma West Coast de imitação: somos a Europe's West Coast. Faz acreditar que todas estas associações são temperadas com história, civilização, "cachê". A mesma história e civilização que ajudámos a construir saindo para... West.

Ao reposicionar Portugal como a Europe's West Coast criamos para europeus e americanos um novo lugar no mundo, uma nova e desconhecida realidade que é o novo Portugal. E criar uma boa novidade é sempre boa estratégia de marketing. Uma novidade que ajudará europeus a fazer outra ideia de Portugal e americanos a descobrir, não o velho West, mas o velhíssimo West que é o da Europa e que eles nem sabiam existir.

É esta a ideia. Uma ideia afirmativa de que não somos aquilo que os outros querem, mas sim o que queremos ser. Somos a Europe's West Coast. A mim parece-me boa ideia...

http://sergioloureiro1.tripod.com/sitebuildercontent/sitebuilderfiles/portugal.pdf#search="portugal europe west cost"
 

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eu já conheçia esse artigo, depois sempre ficamos com esse lema "Think West" , vai ser renovado não?

realmente é a unica coisa que nós diferenciamos.. Portugal é o unico "pais oeste" da Europa
 

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Whatever
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não disse mentira nenhuma, mas não era necessário, se fala em portugal está subentendido que Lisboa certamente está incluída.;)

atenção que não fiz uma crítica, apenas um divertido comentário.;)
 

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Whatever
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Isto sim poderá causar alguma azia...
"Em Espanha parecidos com eles mas mais pobres e menos desenvolvidos (os espanhóis pensam de nós o que nós pensamos dos marroquinos)." Já que não corresponde de forma nenhuma à realidade...
 

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pelha, nao disse mentira, tal como o JM disse ela está incluida, mas nao eh so lisboa. portugal eh portugal, e o que se fala nao eh de lisboa, eh de portugal, onde mais uma vez, lisboa TAMBEM está incluida, obviamente.

ps: kt ao post acima, toume a cagar o que os espanhois pensam.. todo o mundo começa a saber do potencial de portugal, e a nossa boa imagem tem vindo a crescer em varios sentidos, e se essa boa imagem chega a outros pontos do mundo, muito mais facilmente chega a espanha. eles sabem perfeitamente que portugal eh um pais com potencial. alias.. se nao soubessem, nao investiriam tanto aqui. e duvido muito que eles nos considerem "mais pobres e menos desenvolvidos" dessa forma como está ai escrito, sinceramente duvido.
 

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:lol: não consegues evitar não é?:lol:
não tem a ver com a guerra Porto/Lisboa. Mas no caso de boas praias referiame a Lisboa ( como diz a Ydreams/ best beaches in Europe) já que na generalidade tem melhor praias (linha caparica, sintra, cascais) e mais quantidade que o Porto, além de ter água um pouco mais quente. mas é claro que na essencial o meu raciocinio se referia a Portugal
 

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Whatever
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não tem a ver com a guerra Porto/Lisboa. Mas no caso de boas praias referiame a Lisboa ( como diz a Ydreams/ best beaches in Europe) já que na generalidade tem melhor praias (linha caparica, sintra, cascais) e mais quantidade que o Porto, além de ter água um pouco mais quente. mas é claro que na essencial o meu raciocinio se referia a Portugal
No worries Miguelito!;)
 

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I Love You... Soraia
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tekno, nao sei porque dizes isso em relaçao a praias. a nivel de distancia, quem ta no centro do porto tem praias mais perto.. e a nivel de qualidade de praias, por ca tambem temos praias de elevadissima qualidade... ou nao viste os threads que eu fiz? temos cá praias óptimas. quanto à agua.. vou ser sincero, este ano foi excepçao e nao sei se pro ano será igual, mas a temperatura estava equivalente à encontrada nas aguas do algarve. a agua tava longe de tar gelada.

e mais uma coisa. se fores a guias hoteleiros de varias entidades, inclusive entidades internacionais. em determinados hoteis, nas descriçoes àcerca da localizaçao dos mesmos, entre outras coisas como "15km from international airport, bla bla..." uma das coisas que aparece eh "only 20 minutes from porto beautiful beaches".. por isso, mais uma vez, nao substimes o porto. em ultima analise, digamos que ninguem daki precisa de ir pro sul pra fazer uma vida de praia excelente. e em ultimissima analise, o concelho do porto tem mar, o de lisboa, nao. mas como eu sou um apologista de areas urbanas e nao de limites municipais como toda a gente sabe, nem conto esse factor como um factor minimamente relevante. (apenas mesmo pela distancia, em quilometros, do mar ao centro)
 
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