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Tecnologias
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sexta-feira, 24 de Julho de 2009 | 13:24 Imprimir Enviar por Email

Portugal será líder nos carros eléctricos, diz especialista

Portugal vai ser um dos mercados líder no negócio dos carros eléctricos, dado o incentivo às energias renováveis, vontade política e à rápida absorção das novas tecnologias por parte da população, considerou nesta sexta-feira um especialista.
Josh Steinmann, da empresa norte-americana Better Place, uma das líderes mundiais em sistemas de gestão de carros elétricos, declarou em entrevista à Agência Lusa que a empresa está “optimista” face ao mercado português, onde estuda a possibilidade de investir.

“Estamos extremamente optimistas de que Portugal vai adoptar os veículos eléctricos muito rapidamente e que vai assumir uma posição de liderança. Já vimos como foi rápida a adopção de telefones celulares em Portugal e o uso dos cartões multibanco. Há um histórico neste país de rápida absorção da tecnologia”, explicou Josh Steinman.

Portugal iniciou nos últimos meses uma rede de carregamento de veículos eléctricos que até 2012 deverá contar com cerca de 1.300 pontos de carregamento lento (várias horas para repor a carga numa bateria) e rápidos (que demoram entre 30 a 45 minutos).
(continuação)
Por outro lado, o Estado português isenta de imposto automóvel os veículos eléctricos e o Governo já anunciou outros incentivos fiscais para quem adquirir este tipo de veículo.

“Com o volume de energias renováveis que está a ser instalado, com a liderança política [que favorece o veículo eléctrico] e com os incentivos económicos há muitas razões para sermos optimistas”, acrescentou o responsável da Better Place, que está a gerir a preparação de redes em Israel, Dinamarca, Austrália, Califórnia e Havai.

Steinmann deixou, porém, uma ressalva: “O ambiente que está a ser criado em torno do carro eléctrico tem que ser aberto e competitivo".

Josh Steinmann contou à Lusa que a empresa já manteve contactos com o Governo português sobre uma eventual participação na rede de carregamento de carros eléctricos em Portugal, bem como com as empresas nacionais envolvidas no projecto.
A rede portuguesa Mobi-E prevê instalação de pontos de carregamento em várias cidades (21 aderiram ao projecto), desenhados por um consórcio de empresas liderado pela EFACEC e incluindo a EDP Inovação, a Novabase, a Critical Software e o CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel).

Já os postos de carregamento rápidos serão disponibilizados pela Galp.

Diário Digital /Lusa
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Sinceramente não vislumbro um grande sucesso a curto prazo para os carros eléctricos. Os portugueses aderem em massa às novas tecnologias quando estas trazem elevados pontos positivos, o que não me parece claramente ser o caso destes carros... é que se por um lado concorre a poupança, por outro, o baixo número de postos (mesmo 1300 é uma gota num oceano quando comparado com o número de postos de gasolina...) e as inúmeras incertezas não jogam muito a favor... mas com boa informação, incentivos e facilidade de abastecimento (e muito importante!!! modelos esteticamente apelativos... carros eléctrico feio não triunfa em Portugal!), pode ser que se vá a algum lado...
 

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Blackbird
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Isto saiu há dias cá na Madeira:

Posto para abastecer carros eléctricos só em 2012
Em postos da Galp e nos centros comerciais terão zonas para uso dos condutores


DN Madeira, 30-07-2009

Os centros comerciais existentes no Funchal, explorados pelas cadeias Chamartín (Dolce Vita), Sonae Sierra (Modelo) e Jerónimo Martins (Pingo Doce), deverão ter os primeiros postos de abastecimento de carros eléctricos na Região, para uso de todos os condutores que adiram a este meio de transporte 'limpo'. O mesmo deverá acontecer com os locais de abastecimento da Galp.

Algo que só acontecerá lá para 2012, ainda que sem garantias de quando (mês) exactamente será possível 'encher' o depósito de baterias com carga eléctrica da tomada.

A notícia surgiu após a assinatura de um protocolo entre as empresas, como a Galp Energia, a Jerónimo Martins, a Sonae Sierra e a Chamartín, entre outras não presentes na Região, e o Ministério da Economia e Inovação, no mês passado. Isto aconteceu, aliás, antes da remodelação governamental que levou à demissão de Manuel Pinho e à acumulação de pastas do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

Na esperança de que a política seguida até ao momento pelo anterior ministro não será alterada, mesmo em caso de mudança de partidos no poder, o acordo designado "Desenvolvimento da Mobilidade Eléctrica Sustentável", inclui ainda 21 municípios na fase inicial, que vai até 2010. Depois disso, o projecto será alargado para outras cidades.

As empresas que, em finais de Junho, assinaram o protocolo, vão integrar o grupo de 'Empresas Pioneiras da Mobilidade Eléctrica Sustentável'. Isto significa que a rede de abastecimento incluirá os maiores municípios, entre os quais o Funchal, com os seus cerca de 125 mil habitantes, fica de fora, deverá crescer nos próximos anos.

As cadeias de distribuição, como o Modelo, o Pingo Doce e o Dolce Vita, prestarão um novo serviço nos seus parques de estacionamento. A Galp Energia, a maior cadeia de postos de abastecimento de combustíveis fósseis, deverá dotar as suas estações de serviço na Região (provavelmente as mais concorridas) com a infra-estrutura que marcará o futuro da mobilidade automóvel.

"As autarquias e os centros comerciais preparam-se para vender carregamentos lentos e rápidos, enquanto a Galp ficará com os carregamentos rápidos, que deverão situar-se nos grandes eixos viários", salienta uma nota oficial. "No primeiro semestre de 2010, a primeira fase de instalação destes postos deverá ficar concluída". O Funchal deverá ser a única cidade acima dos 100 mil habitantes a ficar de fora do projecto.

Segundo a Chamartín, o acordo obriga a que os espaços comerciais assumam "o objectivo de permitir a introdução e a utilização de veículos eléctricos, nas instalações de uso público dos parques de estacionamento, tendo em vista a promoção da mobilidade eléctrica e a melhoria do ambiente e da qualidade de vida dos cidadãos no âmbito da Rede Piloto da Mobilidade Eléctrica".

Para atingir este objectivo, as empresas terão de elaborar e executar um "Projecto de Instalação progressiva de Postos de Carregamento para a Mobilidade Eléctrica", sendo que no caso dos Dolce Vita estão previstos 25 pontos de recarga/abastecimento em Lisboa e Porto até Junho de 2010 e reforçando-se em 44 pontos semelhantes até Junho de 2012 em Lisboa e Porto, Coimbra, Vila Real e Funchal.

Na mesma lógica, prevê-se a criação de "zonas preferenciais de estacionamento para veículos eléctricos nas instalações e estabelecimentos dos Centros Comerciais Dolce Vita, bem como efectuada uma campanha de sensibilização deste tema, junto dos consumidores".

As futuras infra-estruturas de abastecimento terão de disponibilizar o acesso à rede eléctrica e prevê-se, ainda, a criação de equipamentos mais sofisticados, inteligentes e dotados de capacidade de comunicação, alguns dos quais de carga rápida. Não só para acudir à demanda dos condutores, habituados a perder pouco tempo a encher o depósito e a pagar o serviço, como também tecnologia capaz de se adaptar a diferentes fabricantes e tipos de veículo.

Nova geração: dos carros híbridos (eléctricos e a gasolina) aos carros eléctricos

As principais marcas mundiais já não 'viram a cara' ao futuro, no que toca aos carros cujo consumo deverá aliar duas vertentes: a poupança e o ambiente. Entre estes, são exemplo alguns já no mercado ou prometidos para os próximos meses. O mercado automóvel está animado.

Ford Fusion Híbrido



Diz-se que será o melhor 'sedan' híbrido de sempre. Tem uma bateria de níquel de 270 volts (20% mais eficiente) e está equipado com sistema de treino para condução mais eficiente. Dois motores: a gasolina de 2,5 litros com 156 cavalos às 6.000 rotações; o eléctrico com 35 cavalos. A potência combinada dos dois motores é de 191 cavalos. Tem travagem regenerativa.

Fisker Karma



Carro de luxo que incorpora a tecnologia 'Q-Drive' (o motor eléctrico é auxiliado por um gerador a gasolina que também recarrega as baterias de iões de lítio do carro). A gasolina só serve para gerar energia eléctrica, tornando o 'precioso líquido' muito mais eficiente do que nos motores de combustão interna.

Think City



Pequeno carro citadino de dois lugares. À velocidade máxima de 105 quilómetros/hora e uma aceleração dos 0 aos 80 quilómetros/hora em 16 segundos, só tem um 'problema', o tempo de carregamento. São precisas várias horas, mas com as baterias no máximo tem uma autonomia de 210 quilómetros em cidade.

Karmann E3



Descrito como uma 'limusina desportiva', terá autonomia de 160 quilómetros após carga, velocidade máxima de 145 quilómetros/hora e capacidade para 4 passageiros. É apenas o primeiro de 4 a 6 veículos eléctricos que a marca conhecida pelos Audi, Volkswagen e Chrysler descapotáveis vai produzir para financiadora do projecto, a EWE, apesar de declarada falida.

Fonte: www.carroselectricos.org.
 

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'tou na lua...
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Se em Coimbra nem GPL há, tendo os automobilistas que ir a Condeixa ou a oficinas como que ilegais com o botijão, imagino o abastecimento eléctrico...
E desde que os carros eléctricos não sejam como os papa-reformas...
 

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o Ford e o Fisker até tem pinta :) se a facilidade de abastecimento for sendo aumentada até pode ser k pegue...
 

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Les cites obscures
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Nissan apresentou carro eléctrico "Leaf", com baterias feitas em Portugal

O exterior do "Leaf" foi dado a conhecer na inauguração da nova filial da Nissan, em Yokohama, pela mão do presidente da marca, Carlos Ghosn, acompanhado pelo primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi.

O "Leaf" "abre uma nova era da indústria automóvel", disse o Carlos Ghosn na cerimónia de apresentação.

"O 'Leaf' é totalmente neutro para o ambiente: não tem escape, nem nenhum mecanismo que queime gasolina, apenas a calma e eficiência energética dos 'packs' de baterias de iões de lítio feitas por nós", acrescentou Ghosn.

A viatura de tamanho médio, com um desenho semelhante aos veículos da mesma categoria de motor de combustão, vem equipada com uma bateria de iões de lítio capaz de cumprir 160 quilómetros sem necessitar de carregamento, segundo a Nissan.

As baterias para este novo modelo vão ser fabricadas em Portugal e Inglaterra, os dois países escolhidos para a instalação de fábricas.

O fabricante japonês prevê que o novo carro eléctrico seja comercializado a partir do final de 2010 no Japão, Europa e Estados Unidos, estando até lá concluídos os acordos com vários países para a instalação de uma rede de abastecimento de base eléctrica para as baterias dos veículos.

No plano negociado entre a Nissan e o Governo português, além da fábrica de baterias, que pode ficar em Estarreja ou Sines, está incluído um projecto-piloto com o objectivo de criar uma rede de abastecimento de veículos eléctricos.

A produção em massa do "Leaf" está prevista para 2012 e, a longo prazo, a Nissan quer lançar uma gama completa de veículos eléctricos.

Os preços continuam a ser desconhecidos, mas a Nissan prevê que rondem os mesmo valores dos veículos da mesma categoria movidos a gasolina.

Lusa

http://sic.aeiou.pt/online/noticias...rico+Leaf+com+baterias+feitas+em+Portugal.htm
 

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Lobito for friends
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Portugal será líder nos carros eléctricos, diz especialista

Portugal vai ser um dos mercados líder no negócio dos carros eléctricos, dado o incentivo às energias renováveis, vontade política e à rápida absorção das novas tecnologias por parte da população, considerou nesta sexta-feira um especialista.
Josh Steinmann, da empresa norte-americana Better Place, uma das líderes mundiais em sistemas de gestão de carros elétricos, declarou em entrevista à Agência Lusa que a empresa está “optimista” face ao mercado português, onde estuda a possibilidade de investir.

“Estamos extremamente optimistas de que Portugal vai adoptar os veículos eléctricos muito rapidamente e que vai assumir uma posição de liderança. Já vimos como foi rápida a adopção de telefones celulares em Portugal e o uso dos cartões multibanco. Há um histórico neste país de rápida absorção da tecnologia”, explicou Josh Steinman.

Portugal iniciou nos últimos meses uma rede de carregamento de veículos eléctricos que até 2012 deverá contar com cerca de 1.300 pontos de carregamento lento (várias horas para repor a carga numa bateria) e rápidos (que demoram entre 30 a 45 minutos).
(continuação)
Por outro lado, o Estado português isenta de imposto automóvel os veículos eléctricos e o Governo já anunciou outros incentivos fiscais para quem adquirir este tipo de veículo.

“Com o volume de energias renováveis que está a ser instalado, com a liderança política [que favorece o veículo eléctrico] e com os incentivos económicos há muitas razões para sermos optimistas”, acrescentou o responsável da Better Place, que está a gerir a preparação de redes em Israel, Dinamarca, Austrália, Califórnia e Havai.

Steinmann deixou, porém, uma ressalva: “O ambiente que está a ser criado em torno do carro eléctrico tem que ser aberto e competitivo".

Josh Steinmann contou à Lusa que a empresa já manteve contactos com o Governo português sobre uma eventual participação na rede de carregamento de carros eléctricos em Portugal, bem como com as empresas nacionais envolvidas no projecto.
A rede portuguesa Mobi-E prevê instalação de pontos de carregamento em várias cidades (21 aderiram ao projecto), desenhados por um consórcio de empresas liderado pela EFACEC e incluindo a EDP Inovação, a Novabase, a Critical Software e o CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel).

Já os postos de carregamento rápidos serão disponibilizados pela Galp.

Diário Digital /Lusa
Acho tudo muito bonito e bem explicado, mas temos que ver que o português comodista não vai só querer andar cento e tal KM de cada vez a não ser que haja um ponto para torcar baterias vazias por cheias, mas ai o comodismo volta a dar que falar.
A minha pergunta é será que querem perder tudo o que é garantido hoje no futuro por causa do comodismo?
Querem morrer assados?
Então pelo menos que fossem só o senhores dos carrinhos a gasoleo e que andam a altas velocidades e que detestam os transportes públicos por comodismo.
 

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Acho tudo muito bonito e bem explicado, mas temos que ver que o português comodista não vai só querer andar cento e tal KM de cada vez a não ser que haja um ponto para torcar baterias vazias por cheias, mas ai o comodismo volta a dar que falar.
A minha pergunta é será que querem perder tudo o que é garantido hoje no futuro por causa do comodismo?
Querem morrer assados?
Então pelo menos que fossem só o senhores dos carrinhos a gasoleo e que andam a altas velocidades e que detestam os transportes públicos por comodismo.
no expresso diz que vao haver 2 tipos de carregamento
um que demora tipo 20 minutos e carrega 60/80% da bateria, outro que demora tipo uma noite e carrega tudo.

20 minutos em viagens maiores dá para ir tomar um cafézito e tal e voltar.
temos é de andar sempre a parar de 100 em 100km
para viagens grandes continua a nao ser a solução ideal, mas tambem ainda é algo que vai evoluir.
 

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Poderá ter baterias feitas numa fábrica portuguesa
Carro eléctrico da Nissan pode custar cerca de 18.500 euros


Jornal da Madeira, 03-08-2009

A Nissan planeia vender o seu novo carro eléctrico, que poderá ter baterias feitas numa fábrica portuguesa, por um preço semelhante ao compacto Tiida, que em Portugal se vende a partir de 18.450 euros.

O novo carro, com o nome "Leaf" (folha, numa tradução do inglês), foi apresentado em Yokohama na madrugada de ontem (hora de Lisboa) e deverá chegar aos mercados japonês, europeu e norte americano no próximo ano.
:)
 

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no expresso diz que vao haver 2 tipos de carregamento
um que demora tipo 20 minutos e carrega 60/80% da bateria, outro que demora tipo uma noite e carrega tudo.

20 minutos em viagens maiores dá para ir tomar um cafézito e tal e voltar.
temos é de andar sempre a parar de 100 em 100km
para viagens grandes continua a nao ser a solução ideal, mas tambem ainda é algo que vai evoluir.
Tens razão, quem for deste forum se parar num sitio fixe até pode tirar umas fotos.
Mas continua a haver gente por ai que prefere não parar 20 minutos e prefere em continuar na asneira do petróleo que chula as pessoas e os países e há gente a ganhar rios com esse negócio á conta duns quantos não quererem parar uns minutos.
Mas como dizes é uma tecnologia que ainda pode evoluir muito.
Por exemplo quando apareceram os primeiros carros desde ai até hoje evoluiu-se muito quer no aspecto físico, quer nos gastos, quer no combústivel e tempo de viajem.
Portanto é uma questão de tempo.
Se for como as energias renováveis vai ser sempre a bombar.
 

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Nissan apresentou carro eléctrico "Leaf", com baterias feitas em Portugal

O exterior do "Leaf" foi dado a conhecer na inauguração da nova filial da Nissan, em Yokohama, pela mão do presidente da marca, Carlos Ghosn, acompanhado pelo primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi.

O "Leaf" "abre uma nova era da indústria automóvel", disse o Carlos Ghosn na cerimónia de apresentação.

"O 'Leaf' é totalmente neutro para o ambiente: não tem escape, nem nenhum mecanismo que queime gasolina, apenas a calma e eficiência energética dos 'packs' de baterias de iões de lítio feitas por nós", acrescentou Ghosn.

A viatura de tamanho médio, com um desenho semelhante aos veículos da mesma categoria de motor de combustão, vem equipada com uma bateria de iões de lítio capaz de cumprir 160 quilómetros sem necessitar de carregamento, segundo a Nissan.

As baterias para este novo modelo vão ser fabricadas em Portugal e Inglaterra, os dois países escolhidos para a instalação de fábricas.

O fabricante japonês prevê que o novo carro eléctrico seja comercializado a partir do final de 2010 no Japão, Europa e Estados Unidos, estando até lá concluídos os acordos com vários países para a instalação de uma rede de abastecimento de base eléctrica para as baterias dos veículos.

No plano negociado entre a Nissan e o Governo português, além da fábrica de baterias, que pode ficar em Estarreja ou Sines, está incluído um projecto-piloto com o objectivo de criar uma rede de abastecimento de veículos eléctricos.

A produção em massa do "Leaf" está prevista para 2012 e, a longo prazo, a Nissan quer lançar uma gama completa de veículos eléctricos.

Os preços continuam a ser desconhecidos, mas a Nissan prevê que rondem os mesmo valores dos veículos da mesma categoria movidos a gasolina.

Lusa

http://sic.aeiou.pt/online/noticias...rico+Leaf+com+baterias+feitas+em+Portugal.htm
Só um acrescento à tua noticia

Por isso mesmo, as suas expectativas são de que, em 2020, pelo menos 10% das encomendas sejam de carros eléctricos.

A Nissan planeia vender o seu novo carro eléctrico por um preço semelhante ao compacto Tiida, que em Portugal pode ser adquirido a partir de 18.450 euros.
 
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