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Interditadas há mais de um ano, muitas das pensões das quadras 700 estão em operação novamente, meio às escondidas

Elas não têm letreiros, anúncios, ou qualquer aviso que possa chamar a atenção. Mas o entra e sai de pessoas com malas e mochilas de viagem não deixa dúvidas: as pousadas da W3 Sul estão de portas abertas. Mesmo com uma decisão judicial de maio do ano passado que impede o funcionamento desses estabelecimentos (leia Entenda o caso), os empresários desafiam a fiscalização e continuam a cobrar pela hospedagem nas casas das quadras 700. A atuação na ilegalidade abre brechas para atividades criminosas. São cada vez mais comuns casos de apreensão de drogas e armas, além da prisão de traficantes nas pensões da Asa Sul.

Para garantir a clientela, os donos lançam mão de estratégias como divulgação pela internet ou propaganda boca a boca. Existem até mesmo sites em inglês, com fotos dos quartos e das instalações das pousadas. Em tempos de proibição, os artifícios para camuflar a atividade são variados. Em muitas hospedarias, as entradas ficam nos fundos, voltadas para o jardim. Também há empresários que não aceitam mais clientes para períodos curtos. É preciso pagar uma taxa mensal de permanência, que varia entre R$ 400 e R$ 500. Assim, eles evitam o vaivém de hóspedes com malas, o que chama a atenção da vizinhança.

Falta de opção
No caso dos estabelecimentos que cobram diárias, o preço varia muito: entre R$ 35 e R$ 130. Há opções para todos os gostos e bolsos, de quartos sem banheiro, sem ventilador ou café da manhã, a suítes com ar condicionado e frigobar. Entre os clientes, estão pessoas que vêm de fora de Brasília para visitar a cidade ou para buscar atendimento médico.

Muitos turistas reclamam da falta de opção de hospedagem barata e bem localizada na capital federal e argumentam que as pousadas são a melhor saída para quem está com o orçamento de viagem apertado. “Encontrei esse hotel pela internet quando procurava um albergue barato na área central da cidade”, afirma uma turista espanhola que não quis se identificar. Ela conta que não sabia que o estabelecimento era irregular, mas estranhou o fato de não haver nenhuma placa de identificação na entrada.

Ontem, a equipe de reportagem telefonou para 15 pousadas na Asa Sul, todas divulgadas pela internet. Em apenas três delas, o interlocutor avisou que o comércio estava interditado. Em 12, os atendentes não hesitaram em passar informações sobre o preço das diárias e sobre os quartos e confirmaram que os estabelecimentos estavam de portas abertas à clientela.

Na Pousada JK, no Bloco A da 703 Sul, a proprietária avisou que só aceitava hóspedes aos fins de semana. “Estamos funcionando sim, mas apenas aos sábados e domingos. Durante a semana é arriscado, porque tem mais fiscalização”, justificou. Na Pousada da Nilza, também na 703 Sul, a atendente ofereceu um site com fotos do estabelecimento. Lá, o preço dos quartos varia de R$ 50 a R$ 80. “Com café da manhã e internet grátis”, frisou a responsável pelo negócio.

O Correio foi à W3 Sul. Na Quadra 704, flagrou a procura de dois rapazes por uma hospedaria. Eles bateram ao portão de uma casa, conversaram com uma pessoa e saíram. Em seguida, dirigiram-se a outra moradia, onde conseguiram abrigo. Por telefone, a atendente confirmou que o local funciona como pousada.

Nas quadras 500, também há pousadas funcionando irregularmente. De acordo com a assessoria de imprensa da Administração de Brasília, nenhuma delas tem alvará para receber hóspedes. Muitas dessas pequenas hospedarias são usadas até como motéis. Ficar uma hora em um desses pequenos hotéis custa cerca de R$ 20.

Na polícia
Os donos de pousadas que desrespeitam a lei e reabrem as portas depois de uma interdição podem ser até presos. O artigo 330 do Código Penal determina detenção de 15 dias a seis meses em caso de desobediência à ordem. Pelo menos três ocorrências de descumprimento da interdição já foram registradas na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

O secretário de Ordem Pública e Controle Social, Roberto Giffoni, garante que os fiscais continuam agindo para coibir o funcionamento das pensões. Ele destaca que os artifícios dos proprietários para camuflar a atividade atrapalham a atuação dos agentes. “Estamos atentos a esse problema e vamos fazer uma ação conjunta com órgãos da segurança pública. É preciso um trabalho de inteligência para acabar com essa prática.”

De acordo com Giffoni, os casos flagrados serão levados à polícia, já que todas as pousadas da Asa Sul foram interditadas anteriormente. “Todos vão responder por descumprir a interdição. Isso configura crime de desobediência”, finaliza o secretário de Ordem Pública e Controle Social.

O que pode

Regras para uso dos terrenos das quadras 700 da Asa Sul,
de acordo com o gabarito para a área:

# As casas só devem ser usadas para habitação familiar
# O limite é de dois pavimentos por residência
# O subsolo pode ser utilizado para a construção de quartos, copa ou cozinha, desde que ventilados e iluminados
# A altura máxima das edificações é de 7m, excluindo a caixa d’água
# Se houver via pública de acesso direto à residência, é permitida a construção de garagem dentro do lote
# É proibida a construção de coberturas
# É permitido instalar toldos nas janelas e nas portas da casa



O número
R$ 35
É o valor mínimo cobrado por um quarto individual nas hospedarias das 700


Entenda o caso



Ação contra comércios

Até maio do ano passado, o mercado de hospedagem barata nas quadras 700 da Asa Sul estava em alta. As pousadas eram maioria entre as casas voltadas para a Avenida W3 Sul. Os letreiros disputavam espaço com fachadas de escritórios de advocacia ou salões de beleza. Mas moradores incomodados com os transtornos causados pelo comércio resolveram reagir.

O Conselho Comunitário da Asa Sul entrou com uma ação civil pública para exigir o fechamento de todos os estabelecimentos. A entidade argumentou que as normas de uso e ocupação do solo restringem a utilização das casas à habitação familiar. O juiz da 7ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), José Eustáquio de Castro Teixeira, determinou que o GDF fechasse pousadas, casas de massagem ou saunas. O magistrado justificou sua decisão dizendo que esses estabelecimentos feriam a moralidade pública e causavam transtornos sociais.

Em 21 de maio de 2008, fiscais do governo começaram a interditar as pensões. Ao todo, 47 foram lacradas pelos agentes (foto). Para tentar reabrir as portas, os empresários recorreram aos deputados distritais. A pedido dos donos de pousadas, os parlamentares apresentaram um substitutivo a um projeto de lei enviado pelo governo. De acordo com a proposta, eles poderiam manter seus comércios abertos, mesmo sem alvará. Mas a emenda foi vetada pelo governador José Roberto Arruda e a proibição continua em vigor até hoje.


703, às 13h
A dona diz que só aceita hóspedes no fim de semana: o flagrante é de ontem


704, às 11h
Homens em frente a estabelecimento que o jornal confirmou ser uma pousada

Fonte: Jornal Correio Braziliense - edição: 08.07.09
 

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W3 SUL - Incômodo
Vizinhos têm várias queixas

Segundo os moradores das quadras 700, as pousadas contribuem para a falta de estacionamento e atraem criminosos

Os maiores prejudicados pelo funcionamento irregular das pousadas da Asa Sul são os vizinhos dos estabelecimentos. As reclamações são constantes e vão desde a falta de vagas até a presença constante de traficantes e prostitutas. Revoltada com a reabertura das pensões, a comunidade da região cobra o fechamento das hospedarias ilegais e exige uma fiscalização mais rígida, para que os empresários não voltem a driblar a legislação(1).

A funcionária pública Patrícia Castro Silva, 44 anos, mora no Bloco L da 705 Sul. Sua casa fica espremida entre duas pousadas, o que causa grandes transtornos. Ela reclama do entra-e-sai de hóspedes e, principalmente, do barulho causado pelos clientes. “Tem um homem que mora na pensão e sempre chega bêbado de madrugada. Tenho filhos pequenos e fico muito preocupada com a frequência dessas pousadas”, conta Patrícia.

O prefeito da Quadra 705, Amilton Figueiredo, conta que as lideranças comunitárias da Asa Sul estão se reunindo para voltar a cobrar o fechamento das pensões. Segundo ele, haveria pelo menos 40 estabelecimentos funcionando atualmente. “Eles tiram os letreiros, fazem tudo escondido, mas é fácil flagrar que estão de portas abertas. Há movimentação de hóspedes o dia inteiro”, denuncia. Amilton conta ainda que há muitas casas que alugam quartos para moradia, não apenas para hospedagem. “Depois da interdição, no ano passado, muitos preferiram alugar apenas para mensalistas, porque assim chamam menos atenção. Há pessoas que ganham uma fortuna com essa atividade”, finaliza o prefeito da 705 Sul.

Setor específico
A escassez de estacionamento é mais um argumento dos moradores da região para impedir o funcionamento de comércio nas quadras 700. Ao longo da Avenida W3(2), é difícil encontrar um espaço onde estacionar o carro ou até mesmo parar o veículo. “É um absurdo que, depois de tanta batalha, as pousadas tenham voltado a funcionar. Tenho recebido muitas reclamações de moradores incomodados com essa situação”, conta a presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul, Heliete Bastos.

Para a prefeita comunitária da 706 Sul, Ana Girão, os proprietários das pousadas estão insistindo em trabalhar na ilegalidade para exigir lotes no futuro. “Eles querem terrenos públicos para construir um setor de pensões e pousadas. Mas não dá para ficar barganhando com esse tipo de coisa”, critica Ana. Ela acredita que a única forma de fechar definitivamente os negócios é colocar um oficial de Justiça atuando junto com os fiscais do governo. “Só assim os fiscais conseguirão entrar nas casas para fazer os flagrantes”, acrescenta.


1- DO OUTRO LADO
As regras para as quadras 700 das asas Sul e Norte são diferentes. Enquanto na Asa Sul as casas só podem ser destinadas ao uso residencial, as normas de gabarito da Asa Norte autorizam atividades comerciais de características locais.

2- REVITALIZAÇÃO
Logo após a inauguração de Brasília, a W3 Sul era uma das vias mais importantes da nova capital. Mas, ao longo dos anos, a avenida perdeu o glamour e atualmente está abandonada. O plano de recuperação prevê, entre outros pontos, a instalação do Veículo Leve sobre Trilhos. Moradores, porém, temem que o VLT agrave a falta de vagas, já que vai passar pelo canteiro central, onde hoje há estacionamento.

O número
156 é o telefone do GDF em que você pode denunciar o funcionamento de pensões nas quadras 700 da Asa Sul


Traficantes presos

Como funcionam na ilegalidade, algumas pousadas são território livre para a atuação de criminosos. Sem precisar apresentar documentos ou sequer serem registrados pelos estabelecimentos, eles aproveitam as hospedarias da Asa Sul para guardar drogas, armas ou até mesmo para cometer crimes. Nas pensões que aceitam pagamento por períodos curtos, os hóspedes são, principalmente, clientes de prostitutas que trabalham na região.

Em maio deste ano, um homem de 23 anos foi preso em uma pousada da 707 Sul com 400g de maconha, 500g de haxixe, 75 microsselos de LSD e cristais de MDMA, uma droga sintética semelhante ao ecstasy. Ele dividia quarto com um colombiano no estabelecimento ilegal. Mesmo depois da prisão do traficante com uma gama variada de entorpecentes, a pousada continuou funcionando. Apesar da pouca idade, o rapaz já havia sido detido pela Polícia Federal no aeroporto da capital, em agosto de 2007, quando trazia 3,3kg de cocaína de Rio Branco, no Acre. A prisão na hospedaria ocorreu após denúncia anônima à Polícia Militar.

Olheiros mirins
As pensões são parte até mesmo dos esquemas de tráfico de crack — droga barata feita a partir da pasta-base de cocaína. Em 2007, a polícia descobriu que um grupo de criminosos estava guardando estoques da droga em uma pousada da 707 Sul. Eles usavam crianças como olheiros, que tomavam conta do estabelecimento para avisar sobre uma possível chegada da polícia. A partir dali, distribuíam o crack pela área central e pela Rodoviária do Plano Piloto.

De acordo com a delegada-chefe da 1ª DP, Martha Vargas, as ocorrências de tráfico na região da W3 Sul têm crescido por causa das pousadas que permanecem de portas abertas. Ela destaca ainda que os desrespeitos às interdições têm dado muito trabalho à equipe de agentes. “Já registramos pelo menos três casos de descumprimento da interdição. Nesses casos, o responsável é processado por crime de desobediência”, destaca a delegada. (HM)


Para saber mais
Casas geminadas

A instalação de comércio nas quadras 700 da Asa Sul contraria o projeto urbanístico de Brasília. Lucio Costa pensou a região como área exclusivamente residencial. O próprio nome dado a elas reforça isso: Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul (SHIGS). As atividades comerciais deveriam ser realizadas apenas nas quadras 500, do outro lado da W3, para proporcionar “uma nova maneira de viver, própria de Brasília”. Dessa forma, Lucio Costa pretendia preservar a qualidade de vida dos moradores. O projeto do urbanista, explicitado no Decreto nº 10.829/87, é tombado como patrimônio histórico e cultural da humanidade.


Segundo o prefeito da 705 Sul, Amilton Figueiredo, o fechamento das pensões será cobrado


Pousada na 703 Sul, interditada no ano passado, está aberta: marcas do lacre ainda no portão

Fonte: Jornal Correio Braziliense - edição: 08.07.09
 

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Eu mesmo!
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tem certas coisas que não combinam!

VLT e a tentativa de revitalização w3 sul

com

pousadas nas 700 da asa sul
 

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O governo não deu uma solução definitiva. Fechou as pousadas mas a demanda por hospedagem de baixo custo continua.. Sem contar que os donos dos estabelecimentos dependiam desse negócio... Acho que o ideal seria encontrar uma área para pousadas em Brasília. Um lugar bem estruturado, de fácil acesso e com segurança. Caso contrário no próximo governo elas voltam com força total.
 

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trinta zero zero
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Já falei isso desde o começo: acabaram com as pousadas mas não deram uma alternativa. Onde a pessoa fica se não puder pagar mais de 100 reais no hotel mais barato? Dorme ao relento????

Eu também acho que estão misturando alhos com bugalhos. Não é porque as pensões existem que elas são inseguras, barulhentas e atraem marginais. Em qualquer cidade existem pensões decentes e outras nem tanto. Se elas tivessem alvará, fiscalização regular do corpo de bombeiros e da polícia, etc. os problemas certamente seriam menores.

E quanto ao uso residencial, acho engraçado como isso é levado a ferro e fogo nas 700 mas a orla do lago, que era para ser hoteleira, está sendo totalmente privatizada para apartamentos de luxo tipo Ilhas do Lago, as 900 estão cheias de quitinetes onde eram para ser salas comerciais, sem falar naquela região em torno do Parkshopping. Enfim, os grandes interesses imobiliários estão sempre acima das necessidades maiores (lazer, hospedagem etc) da cidade.
 

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Discussion Starter · #6 ·
^^ É porque você não mora nas quadras 700, somos TOTALMENTE contra, e esse negócio de hotelaria barata, tem que ser bem ao lado do terminal novo da rodoviária. Até mesmo porque existe um conflito.

Pois se for assim, se eu der uma festa, e ter anuência dos moradores, e a pousada encrecar, eu não vou poder ter festa em casa? Então tem o lado legal, não tem nenhum amparo legal a permanência de pousadas e comércios nas 700, e se vier a voltar a ter, pode ter certeza.

Da mesma forma que as pousadas infernizavam os moradores, os moradores irão dar o troco. O local já não tem estacionamento suficiente, e vem pessoas incentivando a instalação de comércio no local.

Se querem montar pousada, tem que participar de licitação pública, e não dar o jeitinho brasileiro. E detalhe, as pousadas não tem nenhum amparo legal e apoio dos moradores. Pois agora estão invertendo, as pousadas de vilãs estão virando as mocinhas e os moradores de mocinhos estão virando bandidos.

Se querem hotelaria barata, vai se hospedar no camping.
 

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^^ É porque você não mora nas quadras 700, somos TOTALMENTE contra, e esse negócio de hotelaria barata, tem que ser bem ao lado do terminal novo da rodoviária. Até mesmo porque existe um conflito.

Pois se for assim, se eu der uma festa, e ter anuência dos moradores, e a pousada encrecar, eu não vou poder ter festa em casa? Então tem o lado legal, não tem nenhum amparo legal a permanência de pousadas e comércios nas 700, e se vier a voltar a ter, pode ter certeza.

Da mesma forma que as pousadas infernizavam os moradores, os moradores irão dar o troco. O local já não tem estacionamento suficiente, e vem pessoas incentivando a instalação de comércio no local.

Se querem montar pousada, tem que participar de licitação pública, e não dar o jeitinho brasileiro. E detalhe, as pousadas não tem nenhum amparo legal e apoio dos moradores. Pois agora estão invertendo, as pousadas de vilãs estão virando as mocinhas e os moradores de mocinhos estão virando bandidos.

Se querem hotelaria barata, vai se hospedar no camping.
Que exagero pesquisador!!! Existem muitas pessoas honestas que não podem pagar por uma hospedagem de cem pilas... Muitas vezes são indivíduos de baixa renda que vêm resolver algum problema em Brasília, como acompanhar um parente hospitalizado. Acho que o ideal seria uma área específica para pousadas... De preferência numa área estruturada e com transporte público acessível.
 

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Discussion Starter · #8 ·
^^ Sem duvida, mas eu creio que isso é errado, pois eu tenho conhecidos que trabalham no GDF, que bancam a hospedagem de familiares de pacientes em Ribeirão Preto/SP.

Isso ocorreu não apenas uma vez, mas várias vezes, quando o centro de radio terapia do HBDF estava quebrado. Então a causa é nobre, mas bem longe da área residencial, eu já falei e repito, não existe convivência pacifica entre comercio e residências.

E principalmente entre pousadas e residências. Vai que eu quero dar uma festa, o dono da pousada vai chamar a policia pois o barulho vai incomodar os hospedes. O que funciona em outros estados, aqui em Brasília não funciona. Agora locais como bairros distantes, e claro, com a anuência dos moradores, eu sou a favor.
 
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