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Prefeitura de Campinas planeja maior uso de bicicletas com esquema de aluguel

Maria Teresa Costa / Agência Anhangüera

(23/05/2008) A Administração municipal planeja incluir a bicicleta no sistema de transporte público, assim como já ocorre em várias cidades européias. A intenção é criar um serviço de aluguel de bicicletas, a ser prestado por empresas contratadas pela Prefeitura, que forneceriam os equipamentos para deslocamento no Centro.

O exemplo mais bem-sucedido, conhecido como Smart Bike, é o de Barcelona, criado há um ano e que já conta com 145 mil usuários.

A inspiração de Campinas, no entanto, vem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que implantou um sistema de ciclovias em parceria com a Prefeitura e trabalha em um projeto para fornecer 200 bicicletas - com meta de chegar a 2 mil unidades - a um sistema que será implantado para atender principalmente os estudantes da moradia estudantil.

Segundo o secretário de Transportes, Gerson Bittencourt, a proposta de incluir a bicicleta no transporte coletivo é parte do plano de requalificação urbana que está sendo elaborado pela Administração e que visa, em aproximadamente cinco anos, diminuir a circulação de carros no chamado quadrilátero central, formado pelas ruas Júlio de Mesquita, Orosimbo Maia, Senador Saraiva e Moraes Salles.

Para o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), o objetivo é diminuir a poluição sonora, do ar, e ao mesmo tempo conviver com o pedestre, o cilista e dar oportunidades de transporte coletivo e individual.

Para isso, o plano é instalar garagens subterrâneas em dois quadriláteros, onde os motoristas deixam seus carros e chegam ao Centro em vans ou até bicicletas. Um quadrilátero, o central, terá garagens subterrâneas para atender especialmente quem mora no Centro.

O outro quadrilátero, o Centro expandido, constituído pelas avenidas Norte-Sul, Barão de Itapura, Aquidabã e Andrade Neves, terá garagens com 400 vagas para atender quem vai ao Centro. A proposta é estabelecer uma integração com vans qualificadas, com ar-condicionado, que seriam subsidiadas por aqueles que na Parceria Público-Privada ganhassem a concessão mediante licitação, para construir as garagens subterrâneas ou verticais.

A intenção é que, em pontos estratégicos no Centro, existam bicicletários para o usuário poder utilizar as bicicletas, percorrendo pequenas distâncias. Existe lei, de autoria do vereador Luis Yabiku (PDT), que cria um sistema cicloviário na cidade.

Campinas, segundo Bittencourt, tem planejado a construção de ciclovias ao longo dos três novos corredores de ônibus (Ouro Verde, Campo Grande e leito do VLT). Terá também 31 quilômetros de via exclusiva para bicicletas na Avenida John Boyd Dunlop até a rodoviária. O prolongamento da Avenida Guilherme Campos, que vai ligar a Rodovia D. Pedro a PUC-Campinas e Unicamp também terá ciclovias.

O Smart Bike funciona com uso de tecnologia. Bicicletas são disponibilizadas em locais públicos. Cada uma fica trancada em um bicicletário e cada usuário, com um cartão eletrônico que o identifica, pode usar a bicicleta por tempo determinado. Depois do uso, a bicicleta pode ser deixada em qualquer bicicletário, passando novamente o cartão.

Sem o controle eletrônico, os riscos de o projeto não dar certo são muitos. Em Cambridge, no Reino Unido, em um programa tentado em 1993, todas as 300 bicicletas foram roubadas no primeiro dia de operação por falta de controle e o programa foi abandonado.

O Smart Bike está chegando ao Brasil: em São Paulo, o Metrô anunciou a criação de bicicletas de aluguel para beneficiar os usuários que, ao descerem nas estações, poderão pedalar até o destino final, na região central. O Rio de Janeiro está chamando empresas interessadas em explorar o serviço de aluguel de bicicletas.

Em Washington, onde o serviço também existe, por US$ 40 por ano (o equivalente a R$ 0,20 por dia) os moradores têm direito a usar bicicletas públicas que estão à disposição em dez pontos estratégicos.

Espanha tem 145 mil usuários

O sistema de aluguel de bicicleta de Barcelona, na Espanha, é um dos mais bem-sucedidos e conseguiu, em pouco mais de um ano de operação, atrair 145 mil usuários que utilizam 6 mil bicicletas espalhadas por 400 pontos de estacionamentos. "O sistema é um sucesso e a cada dia atrai mais usuários", disse o diretor do Projeto Smart Bike de Barcelona, o campineiro Adolfo Heras.

O segredo do sucesso, afirmou, está no fato de a cidade ser plana, estar razoavelmente equipada com ciclovias e ter uma população preocupada com a sustentabilidade. "O espanhol tem preocupação ambiental e adotou a bicicletas como meio de transporte para curtas distâncias, entre a estação de metrô e a faculdade, ao supermercado, enfim, distâncias em que pode se locomover sem precisar do carro", afirmou.

A cidade de Barcelona tem 25 quilômetros de ciclovias e esta semana a Prefeitura anunciou a construção de mais 40 quilômetros. O bicing, como é chamado o sistema catalão que também está sendo implantado na cidade de Saragoza com 30 estações e 300 bicicletas, é subsidiado pela Prefeitura, com a renda que vem dos parquímetros espalhados pela cidade. Os motoristas de carro pagam pela manutenção das bicicletas.

Para usar o sistema, é preciso se cadastrar pela internet ou em uma das oficinas da Delfin Integrated Marketing, que opera o sistema criado pela empresa francesa Clear Channel. O usuário pagará uma taxa equivalente a R$ 61,00 por ano. Ele recebe em casa uma carta do prefeito de Barcelona dando as boas-vindas ao sistema e o cartão eletrônico.

O usuário poderá, então, usar a bicicleta por 30 minutos, gratuitamente. Depois desse período, pagará R$ 0,78 a cada meia hora debitados automaticamente no cartão de crédito. O máximo que pode utilizar é por duas horas e depois desse tempo pagará R$ 7,74 a cada meia hora e será penalizado. Depois de três vezes ultrapassando o máximo de duas horas será tirado do sistema.

"O sistema está pensado para substituir o carro em curtas distâncias e não está destinado a passeio", explicou Heras.

Todo o processo é informatizado, de forma que a central tem o controle de quantas bicicletas estão disponíveis em cada estação e age rapidamente para abastecer as que estejam desguarnecidas. A tecnologia permite saber quem está usando a bicicleta, há quanto tempo está com ela e onde deixou o equipamento.

Ciclistas defendem novas regras para criação do sistema

A grande preocupação dos ciclistas para circular no Centro é com a segurança, mas acreditam que se houver regras, ciclovias e fiscalização, o sistema terá tudo para dar certo. "Eu usaria bicicleta no Centro tranqüilamente se houvesse segurança", disse a industriária Sônia Mara Pereira, adepta da bicicleta para se locomover em pequenas distâncias. O comerciário Renato da Silva Simplício tem dúvidas.

"Motorista não respeita, joga o carro em cima", disse. Ele utiliza bicicleta como meio de transporte para ir de casa ao trabalho, porque a distância é pequena. O ajudante de cozinha Astrogildo Santos Lima até usaria bicicleta no Centro se houver segurança e boas ciclovias. "Hoje eu não me arriscaria, porque seria acidente na certa. Tem muitos motoristas que não respeitam o ciclista circulando", afirmou.

http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=226552


E ae pessoal, será que sai do papel mesmo? Acredito que não só o sistema de aluguel deve ser focado, mas inicialmente os bicicletários (Estacionamento) e as ciclovias.
 

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Bicicletas em Campinas? O relevo da cidade não ajuda muito. Mas sei lá, quem sabe não dá certo? Mas há tanta coisa prometida por esse prefeito que não se realizou ou realizou pela metade... mas será reeleito pelo que fez: a Nova Rodoviária (aleluia!).

As "ciclovias" (são ciclofaixas) dentro da UNICAMP são para inglês ver. O que mais vejo é ciclista indo na contramão da faixa ou fora dela. Poucos usam e respeitam.
A ciclovia (aqui sim) da Av. 2 (Atílio Martini) é boa, muito boa. Mas aí quem não respeita são os pedestres que atrapalham o fluxo das bicicletas.

Sei não, eu não usaria bicicleta, elas atrapalham o trânsito. E em Campinas, onde parte dos motoristas e os motoqueiros (não estou falando de motociclistas) dirigem nervosamente num trânsito nervoso...
 

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Se isso tivesse sido feito quando Campinas não tinha essa frota de veículos que tem hoje , talvez daria certo. HOje , seria necessário adaptar a cidade pra algo assim , pra mim , é impossível , Campinas não precisa de bicicletas.
 

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^^
Com certeza, Campinas precisa de Metrô (na verdade um VLT mais vitaminado). Mas metrô de verdade, subterrâneo no Centro, Cambuí e em alguns outros trechos, integrado com os ônibus, com umas 3 ou 4 linhas*.

O resto é balela. Mais ônibus não resolverão o problema de ninguém, muito menos o do trânsito campineiro.

Ah, eu tenho um plano tão bom...:|
Mas eles só querem saber de ônibus com portas inúteis, corredores de ônibus ineficientes que não resolverão o problema e não serão feitos...:gaah: e de soluções paliativas que só desperdiçarão dinheiro público.

Esse é o meu sonho para Campinas...:|
*LINHA 1 - AZUL - Cambuí <-> Aeroporto (essa seria feita para volume de Metrô, pois teria de suportar o volume de passageiros das outras duas linhas no seu trecho central, trecho central subterrâneo e o restante superfície, com algumas partes em elevado)
*LINHA 2 - VERMELHA - Vila Teixeira <-> Campo Grande (boa parte em elevado, parte em superfície)
*LINHA 3 - VERDE - Botafogo <-> Cidade Judiciária (parte inicial em superfície, o restante subterrânea)
*LINHA METROPOLITANA - AMARELA - Rodoviária <-> Sumaré (em superfície e elevado, mais ou menos no traçado do Corredor Noroeste, em vez de um ineficiente corredor de ônibus :gaah:)
 

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Vc pode instalar ciclovias separadas dos carros, então as bicicletas ficam protegidas. Normalmente as bicicletas têm prioridade respeito ao trânsito de automóveis, nos lugares onde elas convivem mutuamente. Por exemplo, em Amsterdam.
Também tem muita gente que prefere ir ao trabalho em bici, até porque vc acaba fazendo um pouco de exercício também.
 

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Vc pode instalar ciclovias separadas dos carros, então as bicicletas ficam protegidas. Normalmente as bicicletas têm prioridade respeito ao trânsito de automóveis, nos lugares onde elas convivem mutuamente. Por exemplo, em Amsterdam.
Também tem muita gente que prefere ir ao trabalho em bici, até porque vc acaba fazendo um pouco de exercício também.
Bom, não sei se você conhece a diferença entre ciclovia e ciclofaixa...
Mas em todo caso, sempre é bom diferenciar:

*Ciclovia: separada fisicamente dos carros
*Ciclofaixa: marcada no solo, sem separação física

Em cidades planas ou com relevo pouco acidentado (Goiânia, Brasília), a bicicleta é uma boa opção.
Deixa de sê-lo em cidades com relevo mais ondulado (Campinas) ou ondulado e acidentado com muita diferença altimétrica (Belo Horizonte).

E além do mais, a bicicleta pode até ter preferência sobre automóveis, mas na maioria das cidades brasileiras, isso é nominal. Na realidade, não é assim em Campinas e em outros tantos lugares por aí...
 

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Com certeza, Campinas precisa de Metrô (na verdade um VLT mais vitaminado). Mas metrô de verdade, subterrâneo no Centro, Cambuí e em alguns outros trechos, integrado com os ônibus, com umas 3 ou 4 linhas*.

O resto é balela. Mais ônibus não resolverão o problema de ninguém, muito menos o do trânsito campineiro.

Ah, eu tenho um plano tão bom...:|
Mas eles só querem saber de ônibus com portas inúteis, corredores de ônibus ineficientes que não resolverão o problema e não serão feitos...:gaah: e de soluções paliativas que só desperdiçarão dinheiro público.

Esse é o meu sonho para Campinas...:|
*LINHA 1 - AZUL - Cambuí <-> Aeroporto (essa seria feita para volume de Metrô, pois teria de suportar o volume de passageiros das outras duas linhas no seu trecho central, trecho central subterrâneo e o restante superfície, com algumas partes em elevado)
*LINHA 2 - VERMELHA - Vila Teixeira <-> Campo Grande (boa parte em elevado, parte em superfície)
*LINHA 3 - VERDE - Botafogo <-> Cidade Judiciária (parte inicial em superfície, o restante subterrânea)
*LINHA METROPOLITANA - AMARELA - Rodoviária <-> Sumaré (em superfície e elevado, mais ou menos no traçado do Corredor Noroeste, em vez de um ineficiente corredor de ônibus :gaah:)
Boa Fabius , gostei das propostas , principalmente a linha Cambuí - Aeroporto. O problema em Campinas é que a maioria das pessoas se "acostumou" em andar de ônibus , e não cogita a possibilidade de um VLT. Está todo mundo achando que ônibus e possíveis corredores vão resolver nosso problema , mas na verdade só vai maquiar nossa realidade , ou seja , em pouco tempo o colapso do nosso trânsito vai se expor novamente , aí eu quero ver o que vão inventar.
 

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Bom, não sei se você conhece a diferença entre ciclovia e ciclofaixa...
Mas em todo caso, sempre é bom diferenciar:

*Ciclovia: separada fisicamente dos carros
*Ciclofaixa: marcada no solo, sem separação física

Em cidades planas ou com relevo pouco acidentado (Goiânia, Brasília), a bicicleta é uma boa opção.
Deixa de sê-lo em cidades com relevo mais ondulado (Campinas) ou ondulado e acidentado com muita diferença altimétrica (Belo Horizonte).
Ok, brigado por deixar clara a diferença :)
Mas acho que as duas são válidas. Pelo pouco que conheço de Campinas sei que é acidentada e tem a topografia parecida com a de São Paulo. Mas mesmo assim se podem estabelecer itinerários com pouca variação de altura, que vão ser utilizados pelas pessoas pra ir ao trabalho. Claro que isso implica em alterar o desenho urbano de algumas vias, mas acho que até é um bom começo pra fazer as cidades mais bonitas e agradáveis.
 

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Boa Fabius , gostei das propostas , principalmente a linha Cambuí - Aeroporto. O problema em Campinas é que a maioria das pessoas se "acostumou" em andar de ônibus , e não cogita a possibilidade de um VLT. Está todo mundo achando que ônibus e possíveis corredores vão resolver nosso problema , mas na verdade só vai maquiar nossa realidade , ou seja , em pouco tempo o colapso do nosso trânsito vai se expor novamente , aí eu quero ver o que vão inventar.
De fato, ninguém que não nós e meia dúzia de especialistas em urbanismo e trânsito (como aqueles que foram entrevistados pelo Correio Popular) cogita transporte sobre trilhos em Campinas.

Eu considero Campinas um cidade até sortuda, porque não são tantas lentidões pelo tamanho da frota. As que existem são culpa dos gargalos de avenidas estreitas e de um sistema viário incompleto e mal-planejado. Caso da John Boyd Dunlop (que tem duas pistas de cada lado e é praticamente a única opção de deslocamento para pelo menos 150.000 moradores de Campinas) ou a Amoreiras (com aquele início esquisito e os gargalos, e atendendo mais de 200.000 pessoas).

O fato é que falta visão de futuro, e no futuro se praguejará contra quem governa Campinas hoje. É absolutamente certo o que você disse: o Intercamp só maquiará por uma década o sistema de transportes de Campinas, depois haverá uma crise. Se começassem a fazer um sistema real sobre trilhos e integrado com os ônibus, que em qualquer lugar sério são complemento e não matriz do transporte de massa, o futuro seria muito melhor.

Eu gosto de Campinas, mas tudo aqui é tão tosco, malfeito...
O povo daqui não se importa com urbanismo e transporte de massa, que dirá o governo?

Ok, brigado por deixar clara a diferença :)
Mas acho que as duas são válidas. Pelo pouco que conheço de Campinas sei que é acidentada e tem a topografia parecida com a de São Paulo. Mas mesmo assim se podem estabelecer itinerários com pouca variação de altura, que vão ser utilizados pelas pessoas pra ir ao trabalho. Claro que isso implica em alterar o desenho urbano de algumas vias, mas acho que até é um bom começo pra fazer as cidades mais bonitas e agradáveis.
Por nada. :)
Claro, é uma opção a se considerar, mas está longe de ser considerada uma solução real e efetiva para o trânsito. Serve para alguns contextos e percursos específicos. ;)
 

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A Norte-Sul poderia receber ciclovias. Mas teriam que acabar com as conversões à esquerda, para a segurança do ciclista.

Outras avenidas que poderiam receber ciclovias na minha opinião:

- José Bonifácio
- Carlos Grimaldi
- Orozimbo Maia (em parte)
- Moraes Sales (em parte)

Se bem que na Moraes Sales, eu queria ver quem ia agüentar aquele sobe e desce :D
 

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A Norte-Sul poderia receber ciclovias. Mas teriam que acabar com as conversões à esquerda, para a segurança do ciclista.
Na Av. 2 de Barão não acabaram com as conversões à esquerda mesmo com a ciclovia lá, o ideal seria restringir esses retornos a carros, diminuindo a largura dos retornos, para diminuir a velocidade dos carros e sinalizar bem os cruzamentos advertindo ciclistas e motoristas.

Outras avenidas que poderiam receber ciclovias na minha opinião:

- José Bonifácio
- Carlos Grimaldi
- Orozimbo Maia (em parte)
- Moraes Sales (em parte)

Se bem que na Moraes Sales, eu queria ver quem ia agüentar aquele sobe e desce :D
* A José Bonifácio é muito boa. A subida ali é suave, não seria absurdo fazer um bom percurso no meio.
* A Carlos Grimaldi serve também, embora o percurso lá seja sofrido.
* A Orozimbo Maia teria que ser reurbanizada completamente e tapada como foi a Norte-Sul. Do jeito atual, é inviável.
* Na Moraes Salles, não é viável por alguns motivos. Vejamo-los:
-pontos de ônibus no canteiro central em duas partes (próx a Fco. Glicério e à Br. Jaguara)
-canteiro central estreito depois da Cel. Quirino
-canteiro central inexistente no Laurão
-declives muito acentuados (coisa de 50m na Nova Campinas e 25m no Cambuí).
 

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Acho q tá pulando etapas

Aqui por exemplo foram e estão sendo feitas ciclovias e todo domingo tem um evento da prefeitura "PEDALA SOROCABA" onde fecham avenidas e promovem lazer com brinquedos já teve até show pra atrair o pessoal pra usar a bicicleta e tb ensinar

Campinas tem q começar mais devagar isso já é meio avançado pra um povo q nunca usa a bicicleta, tem q acostumar o povo na minha opinião.....
 

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^^ Em Campinas fecham um dos sentidos da av. Heitor Penteado, que circunda a Lagoa do Taquaral, que por uma acaso tem uma ciclofaixa (bons conceitos Fabius).

Que eu saiba é a única iniciativa do tipo na cidade...
Valeu! :)
A diferença entre ciclovia e ciclofaixa precisa ser bem marcada, são duas soluções diferentes.

A ciclofaixa em torno da Lagoa do Taquaral é a mais antiga de Campinas. Foi instalada em 1993 ou 1994, não tenho certeza. Pouco depois de aberta, um carro invadiu a ciclofaixa e atropelou mortalmente um ciclista. Foi um escândalo na época. Depois houve uma campanha para respeitarem a faixa, o que surtiu efeito.

E realmente, não existem outras medidas em Campinas de fechamento de ruas tão consistentes como essa (as outras são muito ocasionais).

Os lugares em Campinas que têm ciclovias ou ciclofaixas são estes (que eu me lembre). Em Sousas, eu não tenho certeza, mas projetaram uma ligação para bicicletas com Joaquim Egídio no traçado da antiga via férrea.

CICLOVIAS
* Barão Geraldo (Av. Atílio Martini - ou Av. 2))

CICLOFAIXAS
* Lagoa do Taquaral/Praça Arautos da Paz
* Estrada dos Amarais
* UNICAMP (R. Sérgio Buarque de Holanda e Av. Érico Veríssimo)
 

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Bicicletas em Campinas? O relevo da cidade não ajuda muito. Mas sei lá, quem sabe não dá certo? Mas há tanta coisa prometida por esse prefeito que não se realizou ou realizou pela metade... mas será reeleito pelo que fez: a Nova Rodoviária (aleluia!).

As "ciclovias" (são ciclofaixas) dentro da UNICAMP são para inglês ver. O que mais vejo é ciclista indo na contramão da faixa ou fora dela. Poucos usam e respeitam.
A ciclovia (aqui sim) da Av. 2 (Atílio Martini) é boa, muito boa. Mas aí quem não respeita são os pedestres que atrapalham o fluxo das bicicletas.

Sei não, eu não usaria bicicleta, elas atrapalham o trânsito. E em Campinas, onde parte dos motoristas e os motoqueiros (não estou falando de motociclistas) dirigem nervosamente num trânsito nervoso...
Sobre os ciclistas que andam na contramão dentro da Unicamp (eu sou um deles), mas QUEM vai andar na mão? Para quem não conhece, a Unicamp é construída em volta de uma praça central e redonda, agora, imagine você saindo de um ponto dessa circunferência e quer se deslocar 90 graus (eu sainda da minha faculdade (Alimentos) ou do instituto de química), mas a ciclofaixa é contra-mão para esse deslocamento, agora eu pergunto: QUEM VAI ANDAR 270 GRAUS, SE PODE-SE ANDAR 90? O mesmo acontece para ir da portaria da Av 2 para a Av 3, a ciclofaixa tem mão única, a galera só volta para casa, nunca mais retorna de bicicleta pra Unicamp?

Aqui tem um mapa do Campus para melhor entendimento: Mapa do Campus A ciclofaixa é na rua Sérgio Buarque de Holanda, eu saio do prédio 21(FEA) ou 22(IQ), quero chegar no prédio 24(Bandejão). Quem vai dar a volta passando pelos prédios 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, até chegar no 24 (sentido da ciclofaixa)?

E sobre a ciclovia na Av 2, é muito boa e talz, o problema é que poderiam ter deixado uma parte para pedestres, é muito agradável andar ali, melhor que ir pelas calçadas, ter que atravessar mais ruas etc... Acho que faltou planejamento (ahhh... eu moro na 1, nem ando pela ciclovia a pé, só de bicicleta =p´´)
 

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Sobre os ciclistas que andam na contramão dentro da Unicamp (eu sou um deles), mas QUEM vai andar na mão? Para quem não conhece, a Unicamp é construída em volta de uma praça central e redonda, agora, imagine você saindo de um ponto dessa circunferência e quer se deslocar 90 graus (eu sainda da minha faculdade (Alimentos) ou do instituto de química), mas a ciclofaixa é contra-mão para esse deslocamento, agora eu pergunto: QUEM VAI ANDAR 270 GRAUS, SE PODE-SE ANDAR 90? O mesmo acontece para ir da portaria da Av 2 para a Av 3, a ciclofaixa tem mão única, a galera só volta para casa, nunca mais retorna de bicicleta pra Unicamp?
Eu achei aquela ciclofaixa na área central da UNICAMP uma inutilidade.
Não gosto de vagas a 45°, dificulta o estacionamento e atrapalha o trânsito, diminuindo o espaço, ficou muito ruim. A Prefeitura do Campus é dada a inventar essas coisas.
E tem outra coisa, PODE-SE IR PELAS ALÉIAS INTERNAS DO BÁSICO. Ninguém precisa andar na contramão, elas não foram proibidas para bicicletas. Aumenta um pouquinho o percurso, mas não atrapalha ninguém.
Mas quem se importa? Alguém já viu motorista ser multado por andar na contramão na UNICAMP? Eu não.
Quanto aquela ciclofaixa sem retorno, é outra bizarrice, a UNICAMP está cheia de ruas com sentidos estranhos e contramãos.

Aqui tem um mapa do Campus para melhor entendimento: Mapa do Campus A ciclofaixa é na rua Sérgio Buarque de Holanda, eu saio do prédio 21(FEA) ou 22(IQ), quero chegar no prédio 24(Bandejão). Quem vai dar a volta passando pelos prédios 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, até chegar no 24 (sentido da ciclofaixa)?
É como eu disse, pode-se muito bem ir pelas vias dentro da Praça do Básico, sem ir na contramão. Mas numa coisa eu concordo: as saídas têm que ter as barreiras retiradas, pois são inúteis, toda quarta-feira tem feirinha, onde os carros circulam ali (e não era para circular). Sem contar os carros e tratores da própria UNICAMP.

E sobre a ciclovia na Av 2, é muito boa e talz, o problema é que poderiam ter deixado uma parte para pedestres, é muito agradável andar ali, melhor que ir pelas calçadas, ter que atravessar mais ruas etc... Acho que faltou planejamento (ahhh... eu moro na 1, nem ando pela ciclovia a pé, só de bicicleta =p´´)
Isso aí foi preguiça de quem fez, era só construir um percurso paralelo para pedestres. Eu andei algumas vezes pelo meio da avenida antes da ciclovia, era muito melhor que nas calçadas da região, cheias de problemas.
Era só asfaltar, cimentar ou calçar esse percurso, que os pedestres poderiam usá-lo bem.
 

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^^ Acho que você está sendo muito Caxias, Fabius...

Ir por dentro da praça se existe uma ciclofaixa? Seria criticado do mesmo jeito... =\
Agora sobre as invencionices da prefeitura do campus isso é inegável... A pior delas foi mudar o sentido das ruas ali no entorno da FEA, piorou muito os novos sentidos.

E sobre multas dentro da Unicamp eu acho ridículo. Um dia desses tinha um idiota da Emdec multando a galera na mecânica, perto da Tropicaliente, do CAMMEC... SEMPRE a galera estaciona ali, sempre foi assim, até que a nossa amada prefeitura resolveu pintar faixas amarelas no chão, o que tornou o estacionamento proíbido, mas a galera continuou estacionando, já hávia se tornado um hábito, aí o tonto da Emdec foi lá multar. Acho uma coisa totalmente desnecessária, sempre funcionou com a galera estacionando ali, não há mal algum...
 

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Caxias, nada :D. :lol:
Eu não boto o pé na faixa esperando que algum motorista pare...:nono:.:lol:

Sério, eu vejo o povo de bicicleta indo por dentro mesmo. Eles cruzam o Ciclo Básico II de bicicleta, e só não fazem isso no I porque a segurança não deixa, sem contar que tem bicicletários nas duas. A UNICAMP parece certinha, mas tem tanta coisa errada. Pode ver a EMDEC multa em lugares que não tem nada a ver, como na sua descrição.

Duas coisas a UNICAMP tem em comum com Brasília, diz a minha professora de francês: poucas calçadas e poucos estacionamentos.

A questão dos amarelinhos da EMDEC foi a seguinte: de 2005 a 2007, não havia fiscalização deles lá dentro, mas o índice de acidentes aumentou. Aí voltaram a colocar fiscalização lá dentro...

A região da FEA ficou um horror. Nunca vi coisa igual. Tornaram uma rua movimentada mas que funcionava em uma rua com pouco movimento, fazendo muitos alunos andarem mais...:nono:

Qual será a próxima que eles vão inventar?
 
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