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Prefeitura restringe circulação de 1.300 ônibus fretados de SP e afeta 50 mil pessoas
Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em São Paulo


A prefeitura de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (29) que 1.300 ônibus fretados estarão proibidos de circular em ruas e avenidas do centro expandido da capital a partir de 27 de julho. Cerca de 50 mil pessoas devem ser afetadas, segundo estudo da Secretaria Municipal de Transportes.

A proibição vale de segunda à sexta-feira, das 5h às 21h, e deve incluir 650 fretados de manhã e outros 650 no fim do dia. Os usuários desses ônibus terão que desembarcar em pontos específicos fora da zona de restrição para fazerem integração com outros meios de transporte - ônibus públicos, metrô, trens e linhas especiais.

De acordo com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), a regulamentação era inevitável e o impacto nos outros meios de transporte será mínimo. "Para uma cidade cujo sistema de transporte leva 6 milhões de pessoas por dia o impacto de 50 mil pessoas não será grande", afirmou.
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Segundo Kassab, o provável aumento de custos para os usuários dos fretados, que passariam a gastar também com outros meios de transporte, terá de ser avaliado por eles próprios.

"As pessoas vão se adaptar e acabarão avaliando o custo", afirmou ele, que diz se reunir há mais de um ano com representantes do setor e da sociedade para formular as medidas. "Não estamos tomando as medidas contra o transporte fretado, estamos tentando organizar os fretados."

No total, 17 vias, que somam cerca de 70 km, compõem a zona de restrição: marginal Pinheiros, as avenidas Bandeirantes, Ricardo Jafet, Professor Abraão de Moraes, Afonso d'Escragnolle Taunay, Vereador José Diniz, Roque Petroni Júnior, Professor Frederico Hermman Júnior, Sumaré, Auro Soares de Moura Andrade, Marquês de São Vicente, Do Estado, Tereza Cristina e Pedroso de Morais, e as ruas Cardeal Arcoverde, Norma Gianotti e Sérgio Tomás.

Pontos de transferência
Para receber os passageiros, a Prefeitura criou 13 pontos de embarque e desembarque. Nas linhas do metrô, eles ficam nas estações Imigrantes e Sumaré (linha verde); Jabaquara e Conceição (azul) e Barra Funda e Belém (vermelha).

Nas linhas de trem da CPTM foram reservados espaços nas estações Morumbi, Berrini, Cidade Jardim, Hebraica/Rebouças, Pinheiros e Cidade Universitária - todas na linha que percorre a Marginal Pinheiros. Haverá também uma conexão no terminal Sacomã (zona sul da cidade) do Expresso Tiradentes.

"Muitas vezes víamos os fretados ocupando duas, até três faixas em avenidas importantes. Eles também paravam ao lado do metrô, atrapalhando o trânsito do transporte público. Agora vamos organizar baias para os ônibus pararem adequadamente sem prejuízo dos outros", afirmou o secretário dos Transportes, Alexandre de Moraes, que é também presidente da (CET) Companhia de Engenharia de Tráfego e da SPTrans, gestora do sistema de ônibus da cidade.

A Prefeitura criou sete linhas de ônibus para atender regiões em que não há conexão direta com os destinos mais procurados pelos usuários dos fretados. São elas: Gasômetro-Paulista (via Alameda Santos), Paulista Gasômetro (via São Carlos do Pinhal), metrô Belém-Berrini, metrô Imigrantes-Chácara Santo Antônio, metro Imigrantes-Faria Lima, metrô Jabaquara-Berrini e metrô Vila Madalena-Berrini. Todas estarão em funcionamento entre 5h e 9h e entre 16h30 e 21h.

Para estabelecer os limites para os fretados, a prefeitura utilizou como referência a zona de restrição à circulação de caminhões, que abriga aproximadamente 100 km de vias.

Haverá exceções para transporte escolar, ônibus de turismo e que realizam transporte para seminários (feiras, simpósios, exposições, entre outros), hotéis e eventos religiosos e culturais. As empresas que prestam esse serviço terão que fazer credenciamento especial junto à prefeitura. A proibição atinge 650 veículos que circulam de manhã e 650 que circulam de noite.

O desrespeito às medidas trará multa de R$ 3.400,00 e apreensão do veículo, além de outras cobranças relativas ao código nacional, como transitar em local e horário não permitido - com custo de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de motorista.

Kassab disse ainda que as medidas podem ser "aperfeiçoadas" depois de entrarem em vigor e que ainda não foi decidido um prazo para as empresas renovarem suas frotas.


Fonte: UOL (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/06/29/ult5772u4513.jhtm)

Medida esdrúxula e patética da prefeitura paulistana, que irá incentivar o transporte individual numa cidade que praticamente está parando, além de fechar várias empresas de ônibus na cidade e deixar milhares de motoristas sem emprego. Os fretados são um tipo de transporte que vem dando cenrto nas ligações entre as cidades do Interior e a capital, sobretudo de executivos que preferem viajar com conforto do que se submeter aos horários nada amigáveis dos ônibus de linhas e aos abusivos pedágios paulistas.

Com certeza, São Paulo verá os congestionamentos em suas ruas aumentarem ainda mais e até mesmo algumas empresas irão embora da cidade, visto que o problema da mobilidade urbana, entre outros, está causando a ida destas companhias para o Interior e outros Estados.
 

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O fretado é o caos em SP. A maioria dos ônibus são velhos e mal cuidados. Sempre passam bufando fumaça preta em que está no ponto de ônibus. E sempre atrapalham o embarque das outras linhas regulares. Eu acho que isso não é a melhor medida, mas que precisava se regulamentar o fretado, isso precisava.
 

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Restringir fretados sem transporte público decente é complicado... mais uma medida estúpida e sem sentido, como a proibição feita aos trabalhadores caminhoneiros. O pior é que tudo isso só vai beneficiar os motoristas que andam sozinhos em seus carros. Acho que vou começar a tirar o meu da garagem.
 

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Viagem Interna
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Como morador da Rua São Carlos do Pinhal, eu testemunho que os Fretados são um transtorno por desrespeitarem tudo e todos - ocupam 2 faixas ao invés de apenas 1, param em qualquer lugar para embarque/desembarque entre outros.
Cada fretado a menos representará de 20 a 40 carros a mais ? sim , com certeza haverá esse aumento. Mas se a PMSP fiscalizasse e orientasse uma utilização mais adequada, jamais teria permitido que a Alameda Santos e a R.S.C. do Pinhal fossem corredores de fretados com a presença da linha 2 do metrô estando a uma quadra dos mesmos. Redundância que poderia ter sido evitada se essas propostas fossem implementadas aos poucos - Composição mista de Fretado até determinado local e uso da linha 2 para complementar o trajeto. Faltou como sempre organizar de uma melhor maneira o trânsito e os meios de transporte, incentivar o coletivo e propôr junto as empresas soluções viáveis. Como sempre falta dialógo e as coisas são decididas no calor dos ânimos, no fim sobram as medidas impopulares.

Mas para quem ouviu em 1990 que o metrô da Paulista iria retirar os ônibus da avenida ( hahahahahaahahahahahahahahahahahahahaha, piada) só a soma de esforços e medidas pode melhorar o tráfego e a circulação até que uma rede de transporte coletivo maior e abrangente fique pronta - Medidas que visam de reorganizar os espaços, horários, linhas de ônibus, vans, estacionamentos, programas de descontos, acordos com empresas, estímulo a andar a pé, etc.
 

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Brasil-Belindia é aqui
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O fretado é o caos em SP. A maioria dos ônibus são velhos e mal cuidados. Sempre passam bufando fumaça preta em que está no ponto de ônibus. E sempre atrapalham o embarque das outras linhas regulares. Eu acho que isso não é a melhor medida, mas que precisava se regulamentar o fretado, isso precisava.
Pois é, mas quando a prefeitura chamou os empresários para regulamentar a circulação, nenhum se interessou (por que adoram a bagunça do setor, pois facilita a corrupção), e ainda por cima fizeram terrorismo dizendo que a prefeitura iria proibir fretados em toda a cidade.

Os donos de empresas de fretados faziam o que queriam na cidade: estacionavam seus veículos onde queriam (em cima de faixas de pedestres, esquinas, em guias rebaixadas, na porta de garagens de prédios, hospitais, faziam fila dupla, passavam de faixa sem sinalizar,etc.
 

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Old Miracatiba
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Por falar em fretado, olha o que aparece no anuncios de Google aqui desta pagina.

Att Turismo - Fretados
Cotia x Berrini ou Itaim F: 11 9893-9055 / 4703-4270 - MAURO
www.attturismo.com

Se precisarem????hehehe


Brincadeira... Esse negocio de fratado é complicado, mas eu acho que deveria ter organização melhor, na Paulista, quando eu trabalhava lá era um trasito que eles faziam e eu li hoje que a prefeitura vai (ou estar) planejando 07 linhas regulares de fretado - bom, que usem o BU, pra mim tá ótimo.
 

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Pois é, mas quando a prefeitura chamou os empresários para regulamentar a circulação, nenhum se interessou (por que adoram a bagunça do setor, pois facilita a corrupção), e ainda por cima fizeram terrorismo dizendo que a prefeitura iria proibir fretados em toda a cidade.

Os donos de empresas de fretados faziam o que queriam na cidade: estacionavam seus veículos onde queriam (em cima de faixas de pedestres, esquinas, em guias rebaixadas, na porta de garagens de prédios, hospitais, faziam fila dupla, passavam de faixa sem sinalizar,etc.
Pois é, perderam prayboy. Agora não adianta chorar o leite derramado. E eu agradeço por não tomar fumçadas pretas na cara, enquanto no ponto de ônibus.
 

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Subway and train Forever!
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E eu por morar a poucas quadras da paulista tb agradeço....

Não vejo a hora que passe a valer a proibição pra valer e não precise mais ver esses busões fazendo o que quer na avenida e atrapalhando mais ainda o transito, pois de nada adianta cada um tirar 20 carros das ruas, se cada um deles trava meia avenida congestionando mais ainda, ou seja qtos carros ficam parados por causa de 1 fretado?

Se esses playboys não estão satisfeitos então que encarem o transito ou então vão trabalhar em outra cidade....
 

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Eu estudo na avenida Paulista e vou de ônibus e metrô. No entanto, sou contra essa medida arbitrária. É verdade que esses ônibus fretados param em quaisquer lugares e complicam o trânsito da região, mas não há transporte coletivo suficiente para atender toda essa gente.
 

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Sou parcialmente contra essa medida. A categoria deveria ser regulamentada ao invés de proibida.

Fretados são uma alternativa à falta de integração entre as cidades da RM, ineficacia dos trens da CPTM, da pequena rede metroviária, além do caos que é andar de onibus lotado todas manhãs.

Fretado significa trabalhador se deslocando com conforto e carros a menos na rua.
 

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Os que comentam aqui são a favor porque moram perto da Paulista, agora torco para qua justiça proiba esse crime com quem mora longe
 

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Indústria da Multa S.A.
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Sou parcialmente contra essa medida. A categoria deveria ser regulamentada ao invés de proibida.

Fretados são uma alternativa à falta de integração entre as cidades da RM, ineficacia dos trens da CPTM, da pequena rede metroviária, além do caos que é andar de onibus lotado todas manhãs.

Fretado significa trabalhador se deslocando com conforto e carros a menos na rua.
Concordo plenamente. ^^

Uma boa alternativa à esses fretados seria substituir esses ônibus grandes, de viagem, que geralmente vem com 20 passageiros (quando cabem 40) por micro ônibus, semelhantes aos da Cometa que atualmente os usa para fazer linhas tipo São Paulo/Sorocaba, fora regulamentar melhor os pontos de parada.

O que a Prefeitura de SP fez foi coisa abusiva, de quem se deixa levar pelo calor das emoções, pela raiva, e não de forma racional.

No dia em que tiver trens expressos de média distância que ligam cidades como Santos, Sorocaba, SJC e Campinas para a capital paulista, fora uma rede complexa de transporte público (principalmente metrô) que atenda com eficiência todos os bairros comerciais do centro expandido da capital paulista, aí sim serei favorável à uma medida extrema feito essa.
 

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Viuvo da Mediga
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Sou parcialmente contra essa medida. A categoria deveria ser regulamentada ao invés de proibida.

Fretados são uma alternativa à falta de integração entre as cidades da RM, ineficacia dos trens da CPTM, da pequena rede metroviária, além do caos que é andar de onibus lotado todas manhãs.

Fretado significa trabalhador se deslocando com conforto e carros a menos na rua.
Os que comentam aqui são a favor porque moram perto da Paulista, agora torco para qua justiça proiba esse crime com quem mora longe
Concordo plenamente. ^^

Uma boa alternativa à esses fretados seria substituir esses ônibus grandes, de viagem, que geralmente vem com 20 passageiros (quando cabem 40) por micro ônibus, semelhantes aos da Cometa que atualmente os usa para fazer linhas tipo São Paulo/Sorocaba, fora regulamentar melhor os pontos de parada.

O que a Prefeitura de SP fez foi coisa abusiva, de quem se deixa levar pelo calor das emoções, pela raiva, e não de forma racional.

No dia em que tiver trens expressos de média distância que ligam cidades como Santos, Sorocaba, SJC e Campinas para a capital paulista, fora uma rede complexa de transporte público (principalmente metrô) que atenda com eficiência todos os bairros comerciais do centro expandido da capital paulista, aí sim serei favorável à uma medida extrema feito essa.
Basicamente, é isso. Sem mais.
 

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Nem todos. Eu moro no Capão Redondo, mas vejo na Vila Olímpia (onde eu trabalho) os fretados acabando com o trânsito. Eles têm sim que ser regulamentados. Não acho que simplesmente proibir seja a melhor das soluções, mas se os empresários das empresas de fretados não quiseram discutir soluções melhores, aí o único jeito é esse mesmo.
 

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Sei lá...
Vai dar caca... Já é difícil andar na Paulista e na Berrini, vai ficar pior.
Quem usa fretado, normalmente tem carro. E tem má impressão pelo transporte coletivo "normal". Ou seja, vamos ter muito mais carros rodando em vias que já são saturadas.
 

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Discussion Starter · #16 ·
Outra coisa que a prefeitura, em parceria com o Estado, poderia fazer seria descentralizar as chegadas e partidas dos ônibus dos três terminais rodoviários de São Paulo e estimular a criação de novas linhas, ligando cidades como Sorocaba e Campinas até diferentes regiões da capital, sempre tendo uma estação de metrô ou de trem como ponto terminal. Em New York, é assim: apesar da cidade abrigar a maior rodoviária do mundo (a Port Authority Bus Terminal), empresas como a NJ Transit, a Megabus e a BoltBus utilizam outros pontos de Manhattan como ponto final de suas linhas que ligam a Big Apple com várias cidades do Nordeste dos EUA, sempre próximo a uma estação de metrô.

Também as empresas regulares deveriam se modernizar também na bilhetagem e serviços, e não apenas comprar ônibus novo. Sei lá, acho que tá na hora de empresas como a Cometa, a Pássaro Marron e a Caprioli criarem incentivos para o uso diário de seus ônibus para São Paulo, como descontos em estacionamentos ou mesmo um programa de milhagens, como nas companhias aéreas.
 

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FRETAMENTO ENTRARÁ NA JUSTIÇA CASO PREFEITURA SE RECUSE A NEGOCIAR

Sindicato do fretamento diz que negociará com a Prefeitura até o limite e, caso não haja possibilidade, entrará com medidas judiciais contra a restrição da circulação dos fretados em 70% do centro expandido de São Paulo.

Na coletiva de imprensa realizada nesta terça (30), os representantes das empresas de transporte por fretamento da região metropolitana de São Paulo, Jorge Miguel dos Santos, diretor executivo do Transfretur; Silvio Tamelini, presidente da FRESP e Transfretur e; Regina Rocha, diretora executiva da FRESP e assessora jurídica do Transfretur, declararam ter sido surpreendidos pela determinação do prefeito Gilberto Kassab em restringir a circulação dos fretados em 70 km2 do centro expandido da Capital, a partir do dia 27 de julho.

“Tivemos uma reunião com o secretário de Transportes Alexandre de Moraes na sexta, dia 26, para sugerirmos propostas de regulamentação ao serviço de fretamento. Esperávamos discutir o plano da Prefeitura para o nosso segmento, o que, de fato, não aconteceu. Ficamos sabendo da restrição pela imprensa”, revela Jorge Miguel dos Santos.

Mesmo diante da falta de transparência do Poder Público Municipal, o sindicato pretende continuar com a negociação até o fim. “Esperamos que o prefeito tenha o bom senso de não publicar a resolução em Diário Oficial antes de avaliar todos os impactos da decisão para a sociedade como um todo”, analisa a assessora jurídica do Transfretur.

Os empresários alegam que a medida fere o direito do consumidor: “Temos contratos há anos com empresas e até mesmo com o governo estadual, que passaram por licitação. Como poderemos atender às cláusulas contratadas sem infringir a determinação municipal?”, questiona o diretor do Transfretur.

Para os sindicalistas, com a nova medida haverá um custo no transporte na ordem de 41,3%. “Se fizer contas, o usuário vai perceber que será mais barato fazer seu trajeto de carro, pois haverá um custo adicional gerado pelo uso do transporte público para os passageiros dos fretados”, garante Jorge Miguel.

Os diretores do Transfretur acreditam que a Prefeitura não levou em consideração os impactos à atividade econômica, nem ofereceu alternativas de vias de acesso. “Ao que parece, a medida foi tomada sem um estudo inteligente para sua viabilização”, reforça Silvio Tamelini, “somos a favor de uma nova regulamentação para o setor, mas a restrição, pura e simplesmente, aumentará sim o uso do transporte clandestino. Se há irregularidades, deve haver uma fiscalização mais intensiva e não a proibição daqueles que estão regulares”, complementa.

A advogada Regina Rocha diz que a medida, além de impopular, não respeita sequer o Plano Diretor da cidade, que prevê priorizar o transporte coletivo em detrimento do individual, nem a Lei 14933, aprovada recentemente pela Câmara Municipal, sobre os impactos ao meio ambiente, que estabelece investimentos ao serviço de fretamento. Ela não descarta a possibilidade de entrar com ações judiciais para que as empresas de fretamento possam circular livremente. Também há possibilidade de manifestações públicas, que certamente complicariam ainda mais o trânsito de São Paulo.
 

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(...)Também há possibilidade de manifestações públicas, que certamente complicariam ainda mais o trânsito de São Paulo.
É assim que eles se defendem, fazendo uma chantagem e mostrando como estão preocupadíssimos com o trânsito de São Paulo.
 

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Bom, depois do post do Ramos, acho essa notícia bem esdruxúla. Acredito bem mais no Ramos. Se a prefeitura quis e eles não, agora já foi.
 

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Ainda não entendo porque ainda tem gente a favor, isso(proibir os fretados)seria um retrocesso incrível, mesmo para padroes brasileiros, é interessante aqueles que defendem o Transporte público ser a favor de uma medida dessa´que prioriza o transporte individual.
Me desculpem se fui mal-educado, mas é uma medida que serve só para prejudicar a classe trabalhadora que usa esse serviço para ter um minimo de conforto, que não existe no transporte público.
 
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