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Baiano sim senhor!
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Discussion Starter · #1 · (Edited)
05/08/2009

NORDESTE - Em junho, a atividade industrial do Nordeste aumentou 2,9% em relação a maio, na série livre dos efeitos sazonais, segunda taxa positiva consecutiva, acumulando neste período ganho de 5,3%. O índice de média móvel trimestral ficou estável (0,1%) após dois meses de queda, quando recuou 1,4%.

Em relação a junho de 2008, o setor fabril recuou 3,2%, completando sequência de nove meses de taxas negativas. Nesta comparação, onde dez dos onze segmentos pesquisados reduziram a produção, os principais destaques negativos vieram de alimentos e bebidas (-8,1%), têxtil (-13,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-43,5%) e refino de petróleo e produção de álcool (-9,1%). Por outro lado, produtos químicos (25,9%) foi a única pressão positiva na formação da taxa global.

Nos indicadores trimestrais, na série com ajuste sazonal, a produção nordestina caiu 10,0% frente a igual período do ano anterior, enquanto que em relação ao primeiro trimestre de 2009, a redução foi de 1,3% – terceira taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 8,6%. A produção industrial mostra recuo pelo terceiro trimestre consecutivo, ao passar de -5,2% no último trimestre de 2008 para -9,4% no primeiro trimestre de 2009 e para -10,0% no segundo, todas as comparações contra igual período do ano anterior. A perda de dinamismo na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano foi acompanhada por seis ramos, com destaque para refino de petróleo e produção de álcool, que passou de -6,4% para -41,8%; alimentos e bebidas (de -0,8% para -7,9%) e têxtil (de -1,2% para -11,6%).

No fechamento do primeiro semestre do ano (-9,7%), dez setores tiveram desempenho negativo. O indicador acumulado nos últimos doze meses mantém a trajetória descendente desde setembro de 2008, atingindo -5,4%.

CEARÁ - Em junho de 2009, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 1,7% no confronto com o mês imediatamente anterior, segunda taxa negativa consecutiva, acumulando nesse período perda de 6,0%.O indicador de média móvel trimestral, que em maio variou -0,2%, acentuou o ritmo de queda em junho (-1,3%).

Em relação a junho de 2008, o setor fabril cearense registrou queda de 9,2%, completando sequência de oito meses de taxas negativas. Nesta comparação, onde sete dos dez segmentos pesquisados apontaram redução na produção, o principal impacto veio de alimentos e bebidas (-16,9%). Por outro lado, as principais pressões positivas vieram de calçados e artigos de couro (7,6%) e vestuário (8,9%).

No segundo trimestre de 2009, o resultado também foi negativo (-6,2%) frente a igual período do ano anterior, enquanto que em relação ao trimestre imediatamente anterior – série com ajuste sazonal – variou -0,1%. A indústria cearense reduziu o ritmo de queda entre o primeiro (-7,5%) e o segundo (-6,2%) trimestres de 2009, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. Entre os dois trimestres, cinco ramos mostraram maior dinamismo, com destaque para calçados e artigos de couro, que passou de -10,6% em janeiro-março para 10,5% em abril-junho; e metalurgia básica (de -55,2% para -27,7%).

No fechamento do primeiro semestre do ano, a indústria cearense recuou 6,8%, com resultados negativos na maior parte (oito) dos segmentos pesquisados. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses (-2,1%), prossegue em trajetória descendente desde setembro de 2008 (3,8%).

PERNAMBUCO - A produção industrial de Pernambuco (ajustada sazonalmente) recuou 1,0% em junho frente ao mês maio, após aumentar 0,8% no mês anterior, e o indicador de média móvel trimestral recuou 1,1%, depois de crescer 1,0% no mês de maio.

Frente a junho de 2008, a indústria pernambucana recuou pelo oitavo mês consecutivo, com taxas negativas em sete das onze atividades pesquisadas. Na redução de 5,3%, as principais pressões negativas vieram de produtos de metal (-32,0%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-21,7%) e têxtil(-49,7%). Exerceram as principais contribuições positivas os produtos químicos (6,8%) e alimentos e bebidas (2,6%).

No corte trimestral, os resultados foram: -6,1% frente a igual trimestre de 2008 e -1,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior (série ajustada sazonalmente). A indústria de Pernambuco reduziu o ritmo de queda entre o primeiro (-11,0%) e o segundo (-6,1%) trimestres deste ano, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. Para esse movimento contribuíram sete setores, com destaque para produtos químicos, que passou de -22,7% para -0,8%; metalurgia básica (de -23,3% para -5,9%); e alimentos e bebidas (de -1,4% para 1,2%).

Na queda de 8,9% observada no fechamento do primeiro semestre do ano, dez segmentos mostraram recuo. O indicador acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde outubro de 2008, passou de -3,2% em maio para -3,7% em junho.

BAHIA - Em junho, a produção industrial da Bahia ajustada sazonalmente cresceu 7,2% em relação ao mês anterior, após aumentar 7,8% em maio, acumulando 15,6% de crescimento no último bimestre. Com estes resultados, o indicador de média móvel trimestral avançou 1,1%, depois de decrescer 1,7% em maio.

No confronto com junho do ano passado, a indústria baiana cresceu 2,4%, interrompendo uma série de oito resultados negativos, apesar de somente duas atividades terem apresentado taxas positivas. A principal contribuição positiva veio de produtos químicos (30,0%), influenciado por uma baixa base de comparação, por conta de uma paralisação para manutenção em importante empresa do setor, e minerais não metálicos (0,5%). Em sentido oposto, as maiores influências negativas foram verificadas em refino de petróleo e produção de álcool (-9,9%) e metalurgia básica (-11,7%).

Na análise trimestral, a indústria baiana no segundo trimestre (-10,3%) praticamente repetiu o resultado do primeiro (-10,0%) e assinalou o terceiro trimestre seguido de queda, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. Na passagem do primeiro para o segundo trimestre, os maiores ganhos de ritmo vieram do setor de produtos químicos, que passou de -19,7% para 8,9%, e de metalurgia básica (de -35,8% para -12,1%). Por outro lado, as maiores reduções foram assinaladas por refino de petróleo e produção de álcool, que passou de -8,1% para -42,7%, e por alimentos e bebidas (de 13,6% para -6,4%).

No acumulado no primeiro semestre, a indústria baiana recuou 10,2%, com queda na produção em seis dos nove setores. O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -5,2% para -4,9%, interrompendo a trajetória decrescente iniciada em setembro de 2008 (5,1%).

Fonte: IBGE
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1428&id_pagina=1
 

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Mameluco sangue azul
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A produção nordestina com certeza vai dar um salto ainda maior quando as novas indústrias que estão em implantação começarem a produzir. Mais uns dois ou três anos, se Deus quiser, mais estados aparecerão em notícias desse tipo aqui no SSC.
 

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Per ardua surgo
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A produção nordestina com certeza vai dar um salto ainda maior quando as novas indústrias que estão em implantação começarem a produzir. Mais uns dois ou três anos, se Deus quiser, mais estados aparecerão em notícias desse tipo aqui no SSC.
Deus te ouça!
 

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Eu acho um descaso em pesquisas de grande porte e importância não incluírem todos os estados. Tinha que ser pesquisados TODOS os estados. Assim como a pesquisa do desemprego nas RMs que são feitas em meia dúzia de cidades.

Com relação a pesquisa, os números do NE me parecem BEM melhores que os anteriormente divulgados, apesar de quedas ainda não são expressivas e a tendência é continuar melhorando.

A crise já era, concordo com o TonySSA. E viva nós.
 

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Спасибо!
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^^

eu concordo com voce, mas eh meio dificil medir a producao industrial de todos os estados do nordeste. eh caro e a realidade que tem estados com producao industrial minima, em comparacao com escalas gigantes de outros estados. o papel de fazer essa medicao seria pra algum instituto regional ou de algum orgao estadual. isso nao se aplica com o nivel de desemprego nas RM, que eu tambem acho que deva fazer de todas as capitais, mesmo com custo elevado.

a crise ja esta bem mais amena. empresas de commodities melhorando, de petroquimica tambem, cenario externo melhorando. a preocupacao eh pra o ano que vem com as eleicoes... acho que esse ano nao eh pra se comemorar, mas 2011 vira com tudo..
 
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