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É, parece que os comerciários da W3 terão revertido em desconto no IPTU os gastos em melhorias nas fachadas dos estabelecimentos, vejam a notícia abaixo:
Reforma na W3 vale desconto

08/08/2009 - 12:25:57


A W3 Sul, que já foi o principal centro comercial de Brasília, terá uma chance de voltar a ocupar local de destaque na economia do DF com a construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). De carona no projeto, o GDF pretende, finalmente, tirar do papel a revitalização da avenida, que atualmente está com 79 de suas quase 700 lojas de portas fechadas. Por conta da decadência e do abandono, os imóveis sofreram desvalorização de 30%. Para reverter essa situação, os comerciantes terão descontos no IPTU das lojas, desde que o dinheiro economizado seja utilizado na reforma das fachadas dos estabelecimentos.

Segundo a administradora de Brasília, Ivelise Longhi, o percentual do desconto vai variar de acordo com as obras que o comerciante fizer. Durante cinco anos, o empresário vai poder fazer as reformas e terá um valor descontado do imposto. "Ele vai poder usufruir da isenção para fazer as melhorias nas fachadas e calçadas", reforça Ivelise. A Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio) apoia a mudança para a W 3.

"Ficar do jeito como está não pode. Se for para melhorar, a gente apoia", afirma o diretor da Fecormércio, Antônio Matias. Para ele, mesmo que não tivesse o desconto no IPTU, a mudança deveria ser feita e com ajuda dos comerciantes.
"Os donos das lojas vão querer, com certeza, ver seu negócio instalado numa avenida de luxo, como deve ficar a W3", afirma Matias. E a procura pelo comércio nas quadras tem aumentado. A prova disso, segundo o diretor da Fecomércio, são os restaurantes das superquadras. "A tendência é que a W3 siga esse caminho".

Garantida
E dessa vez o projeto promete dar certo. Várias tentativas de revitalização da W3 já foram feitas. Agora, a promessa é que o projeto vai começar a ser implementado até o fim do ano. "O VLT já está nas últimas fases de licença ambiental. Fechando o projeto, a gente começa a revitalização", afirma Ivelise Longhi. "É um projeto caro (vai custar ao todo R$ 1,5 bilhão), que vem sendo discutido nos dois governos anteriores. Mas, agora, ele vai voltar a funcionar. A W3 vai voltar a ser o sucesso que era antigamente", garante Antônio Matias.

Luana Lleras, do Clicabrasília.com.br

Eu tenho uma suspeita de que alguns comerciários estão contrários ao VLT pois tem medo do aluguel aumentar e ter que fechar as portas para dar espaço a outra loja.
 

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^^Os comerciantes nunca querem perder, detalhe, eu li que um queria a revitalização antes da chegada do VLT, os caracas sugaram os clientes durante 50 anos, NUNCA investiram nada nas lojas, e agora que tudo de mão beijada.

A havia NUNCA fora projetada para ter estacionamentos, e o grande movimento do passado era das grandes lojas, pois a avenida era ponto de passagem.
 

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Agora só falta o GDF disponibilizar o projeto para todo mundo na internet, e quando falo o projeto não me refiro a uns dois ou três renders, falo do projeto mesmo, ou pelo menos parte dele.
 

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^^ O problema é o seguinte não existe um projeto pronto, e sim, vários projetos, então o que está mais adiantado é o VLT e a proposta das bancas de jornal da comercial da avenida W3.

Agora aqueles estacionamentos situados por exemplo, entre o bloco C da 515 sul e o bloco A da 516 sul, vão virar edificios garagens de no minimo 3 andares, claro para baixo, eu estou curioso, pois as arvores vão sair né, e o que vão colocar no lugar.
 

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O que os comerciantes têm dito acerca dos pichadores está totalmente correto. Quem é que vai investir pra fazer uma fachada linda se sabe que isso vai ser na verdade um incentivo aos pichadores, que vão se esforçar pra ver quem rabisca primeiro. Em região que tem pichador não há prosperidade, isto em qualquer lugar do mundo.
 

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^^ Aí que você se engana, pois é fácil o comerciante jogar a bomba para o governo e a sociedade, detalhe, quem vende as latas de spray? o governo ou a sociedade, então são os próprios comerciantes responsaveis pela decadência da avenida.

Inventam colocar a culpa nos shoppings, mas e eles, o que fizeram nos ultimos 50 anos? Não fizeram nada, nem propaganda os comerciantes fazem. Eles reclamam de barriga cheia. Agora pergunta isso para o dono do Mercado Municipal. Ele pegou lojas decadentes e fez florescer um comercio forte, pujante e tal.

Detalhe, sem dinheiro do governo, sem chorar pelo leite derramado. Detalhe, o cara poderia colocar o comércio em qualquer lugar, até mesmo ao lado do cemitério, sem infra-estrutura nenhuma, e o comércio dele seria um sucesso.

Falta de vagas, policiamento, pinchações, o que for não é motivos para decadência da avenida, pois nas entrequadras que sequer tem estacionamento suficiente para as lojas e tem um comercio diversificado.

Então antes dos comerciantes começarem a choradeira, primeiro tem que colocar a cabeça para funcionar. Detalhe, eu duvido, que eles vão alegar que 5 anos de isenção de IPTU é pouco, quer apostar?
 

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PROGRAMA DE REVITALIZAÇÃO DA AVENIDA W3

Com base nas determinações do art. 113 da Lei Complementar 803 de 2009 - Plano Diretor de Ordenamento Territorial, o Programa de Revitalização da Avenida W3 está destinado a combater as causas da degradação crônica do patrimônio ambiental urbano.

As propostas de intervenção têm como referência os estudos apresentados no Concurso Nacional de Idéias e Estudos Preliminares de Arquitetura e Urbanismo para a Revitalização da Avenida W3, realizado em 2002.

O Programa de Revitalização da Avenida W3 compreende o Setor de Edifícios de Utilidade Pública Norte – SEPN, Setor Comercial Local Residencial Norte – SCLRN, Entrequadras Sul – EQS 500, Setor Comercial Residencial Sul – SCRS e Setor Comercial Residencial Norte – SCRN e via W2, na Região Administrativa do Plano Piloto.



1. Antecedentes

Em 2002, o GDF assinou convênio com o Instituto dos Arquitetos do Brasil para realização do Concurso Nacional de Idéias e Estudos Preliminares de Arquitetura e Urbanismo para a Revitalização da Avenida W3 - 22 projetos de todo o País (5 prêmios e várias menções honrosas).
Em 2004/2005, o Programa de Transporte Urbano / Programa Brasília Integrada prevê um corredor exclusivo para transporte coletivo na Avenida W3.
Em 2007, propõe-se o modal Veículo Leve sobre Trilhos para o corredor exclusivo da Avenida W3.
Em 2009, o PDOT estabelece a Estratégia de Revitalização de Conjuntos Urbanos e indica a Avenida W3 como área prioritária de intervenção.
2. Estrutura do Programa de Revitalização da Avenida W3
O progarma O programa está estruturado em intervenções sobre o espaço público, em diretrizes para a requalificação das edificações, na revisão das normas de uso do solo e na implantação do sistema de transporte coletivo, buscando parcerias entre investimentos públicos e privados.

1. INTERVENÇÕES SOBRE O ESPAÇO PÚBLICO

Requalificação das calçadas voltadas para a W3:
Reforma da pavimentação e do mobiliário urbano existentes, criando condições adequadas para a livre circulação e acessibilidade.
cria-se faixa de serviço de largura de 1,00m, sobre a qual serão fixadas as peças de mobiliário urbano, incluindo novo modelo de gola de árvore e um elemento capaz de reunir em um só objeto diversas funções como sinalização, iluminação e lixeira. A calçada deverá apresentar ainda uma Faixa Livre, destinada exclusivamente à livre circulação de pedestres, desprovida de equipamentos urbanos ou de infra-estrutura, de mobiliário, de rebaixamento de guias para acesso de veículos ou de qualquer outro tipo de obstáculo ou interferência permanente ou temporária. Sobre a Faixa livre deverá ser adotada sinalização de piso podotátil, de modo a definir rota acessível a pessoas com deficiência física.



Novo desenho urbano para a W2:
aumento da área de calçadas na extensão da Via W2 sul, tanto ao longo dos estabelecimentos comerciais do Setor Comercial Residencial Sul (Quadras 500), como ao longo das Superquadras 300 Sul;
deslocamento da faixa de rolamento;
definição e organização de áreas de estacionamento em ambos os lados da Via W2; e
instalação de novos elementos de iluminação pública, mobiliário urbano e sinalização, adequados aos parâmetros de acessibilidades e arborização



Intervenção sobre as entrequadras sul e norte:
Sugere-se a transformação da área em um espaço livre público, que poderá incorporar estabelecimentos comerciais, serviços ou o uso coletivo no térreo e em dois pavimentos superiores, com a liberação do uso do subsolo para estacionamentos.
A proposta visa oferecer alternativas de estacionamento ao usuário do comércio existente, mediante a revitalização do espaço no entorno dos principais pontos de acesso ao transporte coletivo.



Intervenção sobre entreblocos (becos W3 sul):
A proposta para revitalização dos becos da via W3 busca a requalificação do espaço público através da oferta de serviços que complementem as atividades do local. Para que isso ocorra, é proposta a reorganização espacial dos serviços identificados em cada beco, respeitando o dimensionamento mínimo adequado às áreas de passagem de pedestres e criando novas áreas de permanência para usuários, qualificando os serviços oferecidos naquele local.



Proposta para estacionamentos e calçadas SCRLN (700 norte);
Propõe-se a ampliação da calçada e da ilha entre a W3 e o estacionamento mediante a supressão da fita de vagas paralela à via. Recomenda-se ainda a destinação da área ampliada da calçada para o plantio de árvores de pequeno porte.



2. REQUALIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES

Caberá aos proprietários das unidades imobiliárias inseridas no SCRN, SCRLN, SCRS a definição de uma solução única para a fachada dos blocos, a ser apresentada na forma de Projeto de Requalificação de Fachada em prazo de 1(um) ano.
O Projeto de Requalificação de Fachada deverá apresentar:
localização, dimensionamento e tipo de fixação dos letreiros de identificação dos estabelecimentos em todo o bloco, em conformidade com o Plano Diretor de Publicidade II;
modelos ou tipos de quebra-sol, toldos, grades, telas, passíveis de utilização no bloco;
solução conjunta para o bloco para recobrimento de condensadoras de ar condicionado, exaustores e chaminés;
padrões para varandas, no caso daquelas aprovadas pela administração pública ou das permitidas pela legislação;
O Projeto de Requalificação de Fachada servirá como parâmetro complementar para a aprovação do projeto de arquitetura de todos os módulos ou lotes que componham o bloco.
Propõe-se a redução do IPTU aos contribuintes que realizarem investimentos de requalificação dos imóveis situados na região-alvo, como forma de incentivo à execução das melhorias nas edificações da Avenida W3.
O incentivo será limitado a 50% do IPTU, referente ao imóvel objeto do investimento e pressupõe investimentos mínimos de R$ 20.000,00 e terá duração de 5 (cinco) anos contado da aprovação do projeto de investimentos.
Para a obtenção do incentivo, os proprietários de imóveis em blocos com Projeto de Requalificação de Fachada aprovado deverão comprovar a intenção de realizar as melhorias, com a apresentação do cronograma de obras. Uma vez concedido o benefício, o início das obras deverá ocorrer no prazo máximo de 90 dias, sob pena de perda do benefício concedido.



3. REVISÃO DAS NORMAS DE USO DO SOLO

Problemática verificada:
Exigência de vagas de estacionamento para módulos com 5 m de testada.
Normas que não contemplam muitos dos usos implantados (correios, agências bancárias, cursos seriados, igrejas, entre outros).
Subsolos aflorados que não são unidade imobiliárias independentes: seu uso é vinculado ao térreo, e sua numeração predial.

Premissas para a proposta de regularização dos usos na Avenida W3 – impacto de pólos geradores de viagens sobre a circulação:
A regularização dos usos da Avenida W3, bem como a introdução de novas atividades implica no aumento do volume de viagens geradas ou atraídas por determinado empreendimento. Quando a área é bem servida por transporte coletivo, como no caso da Avenida W3, a regularização ou alteração de usos gera pouco impacto sobre o sistema viário.
À exceção do ensino seriado, verifica-se o reduzido impacto da permissão de atividades geradoras de viagens na circulação da Avenida, devendo-se, apenas, orientar a questão da demanda por estacionamentos que estas atividades exigem, remetendo ao definido na legislação em vigor.

Propostas preliminares:
estender o uso do térreo ao primeiro subsolo, desde que respeitados os parâmetros de iluminação e ventilação previstos no COE.
estimular a implantação de residências na Avenida, garantindo a segurança informal necessária à reabilitação da área;
estender os usos permitidos na norma, permitindo:
I - Comercial de bens e Serviços, incluindo hotéis, pousadas e pensões exceto comércio varejista de combustíveis e lanternagem;
II- Coletivo ou institucional, nas atividades de educação complementar, de saúde, entidades associativas, entidades recreativas culturais e desportivas e administração pública, serviços sociais, organismos ;
III – Industrial, nas atividades de confecção de artigos do vestuário e acessórios; edição, impressão e reprodução das gravações e fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria.
IV- residencial;
condicionar a instalação de supermercados ou hipermercados, em módulos remembrados dos blocos das quadras 500, à instalação, internamente ao lote, de área de carga e descarga e de estacionamento compatível com a área construída ao lote.
permitir que a área de estacionamento das novas unidades imobiliárias criadas nas entrequadras seja considerada no computo de vagas de estacionamento para os estabelecimentos nas quadras adjacentes, desde que o proprietário do estabelecimento comprove propriedade, co-propriedade ou participação em condomínio que adquiriu a unidade imobiliária de entrequadra.
dispensar da exigência de vagas de estacionamento prevista na legislação os estabelecimentos que não configurem pólos geradores de tráfego, que ocupem até 3 módulos na SCRS.
4. IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTE

Foi elencado um conjunto de recomendações por técnicos da SEDUMA, DETRAN, e Secretaria de Transportes, com o objetivo de garantir a boa inserção do sistema de transporte no espaço urbano que destacamos a seguir:

Durante o período de transição, a operação do ônibus na avenida W3 deverá ocorrer na faixa de rolamento à direita do sentido da via, com pontos de ônibus readequados, facilitando a integração modal.
Embora seja necessária a eliminação dos retornos da Avenida W3, é fundamental a permanência dos cruzamentos existentes.
A implantação do VLT não poderá reduzir as dimensões das calçadas existentes, uma vez que a arborização lateral constituirá importante fator na manutenção do microclima da avenida, uma vez retiradas as árvores do canteiro central.
Deverão ser plantadas mudas de médio porte ao longo da via do VLT, a fim de recuperar o aspecto paisagístico da área a médio prazo.
Deverá ser acomodada a diferença de nível entre ambos os lados da Avenida, sendo necessário refazer as vias laterais à via do VLT.
A reforma das calçadas ao longo da Avenida W3, de acordo com os parâmetros definidos pela SEDUMA, deverá ocorrer concomitantemente à implantação do VLT.
A reestruturação da via W2 deverá fazer parte das obras de implantação do VLT.
As subestações da CEB localizadas nos becos da Avenida W3 sul deverão ser relocadas conforme sugerido pela SEDUMA.
As subestações do VLT não deverão criar interferência com as intervenções propostas no Programa de Revitalização da Avenida W3.





5. AÇÕES A SEREM EMPREENDIDAS

A revitalização da Avenida W3 sul depende de um conjunto de ações, tanto de iniciativa do poder público, como de iniciativa privada.

Elaboração e revisão de legislação:
Revisão do Decreto 28.134, de 12 de julho de 2007, no que diz respeito à colocação de publicidade sobre as marquises da Avenida W3 sul
Elaboração de Projeto de Lei complementar que estabelece o Programa de Revitalização da Avenida W3, criando os incentivos fiscais, definindo as diretrizes de uso e ocupação do solo para a área, conforme propostas anteriormente mencionadas.
Obras
Parcerias com a iniciativa privada

6. EQUIPE TÉCNICA SEDUMA

GT Projetos Estratégicos:
Anamaria de Aragão
Clécio Rezende
Izabel Torres C. Rennó
Vicente Correia Lima Neto
André Bello
Alice de Carvalho Vasconcelos

Gerência de Desenvolvimento da Área Central:
Maurício Goulart Guimarães
Simone Malty
Dulce Blanco Barroso

Colaboração:
Luís Roberto Ribeiro
Sérgio Ulisses Jatobá
Danilo Barbosa
Juliana Salles
Yara Belo
Marília Pacheco
Lídia Adjuto Botelho
 

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^^ Belo thread, mas tem um porém, o governo quer apenas empurrar goela abaixo dos moradores da área atingida, eu vejo que poucas coisas do que trata o assunto, vai sair do papel.
 

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Ficou excelente o projeto, meu unico medo são essas paredes limpinhas que vão ser um convite à pichação.

Espero que tenham previsto isso tambem, e tomem providencias pra impedir isso.
 

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Ficou excelente o projeto, meu unico medo são essas paredes limpinhas que vão ser um convite à pichação.

Espero que tenham previsto isso tambem, e tomem providencias pra impedir isso.
^^ As paredes limpas e as arvores do lado da comercial, um convite para a mulecada subir nelas e pinchar as fachadas.
 

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Audiência pública debate revitalização da W3

Projeto desenvolvido a partir de um concurso realizado em 2002 prevê várias intervenções na avenida, que deve ganhar calçadas e um novo sistema de transporte público


A Seduma apresentou à comunidade, nesta segunda-feira (7), o projeto de revitalização da Avenida W3. A proposta foi apresentada em audiência pública no auditório da Administração de Brasília e contou com a presença de representantes da Fecomércio, Sindhobar, Associação Comercial do DF (ACDF), prefeitos comunitários e moradores.


O projeto foi desenvolvido a partir do concurso público realizado pelo GDF em 2002. O trabalho inclui intervenções no espaço, como a revitalização dos becos das entrequadras, sistema viário da W2, estacionamentos nas 700 Norte e implantação de calçadas mais acessíveis. Também deve ser realizados a requalificação dos prédios (com padronização de publicidade),a revisão do uso do solo e a implantação do novo sistema de transporte coletivo (o Veículo Leve sobre Trihos — VLT).


Durante a reunião, moradores tiraram dúvidas sobre aspectos técnicos do projeto e apresentaram sugestões. Uma nova audiência deve ocorrer no início do próximo ano para consolidar as propostas e dar a forma definitiva da revitalização, que será levada para apreciação no Conselho de Planejamento (Conplan) e na Câmara Legislativa. A data do encontro será anunciada por meio do Diário Oficial, jornais diários e pelo site www.seduma.df.gov.br.


Início das obras
A partir do dia 28 o Consórcio Brastram, contratado pelo Metrô-DF para realizar as obras do Metrô Leve – VLT Brasília, começará a execução do novo Complexo Rodo-Metroviário no final da W3, Setor Policial Sul.

http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=93602
 

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^^ Até nesse projeto, aparece o VLT circulando no meio do canteiro central. Então aquelas estações com VLT circulando pelas laterais é coisa do passado. Até mesmo porque, se fizesse a estação dessa forma, a mesma não iria comportar o número de pessoas entrando e saindo ao mesmo tempo.
 

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^^ Sinceramente o projeto deveria ser debatido apenas com os moradores das quadras 700 e 300, pois acho engraçado vir o pessoal que nem mora no lugar, dando piteco na Asa Sul e Norte.
 
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