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Proyectos viales de interconexión Colombia - Brasil

La idea de unir por medio de una vía terrestre a Colombia con el Brasil por Mitu no seria tan extensa, los Colombianos
tendrían una ruta rápida hacia Brasil, la mayor potencia de LatinoAmérica y una de las primeras del mundo, se imaginan los
beneficios para las dos naciones, intercambio tecnológico, educacional, cultural, comercial (exportaciones), etc.

Según la siguiente imagen del gobierno Brasilero, desde 2002 tienen planeado realizar una vía terrestre que llega a la frontera
con Colombia, ya que antes de tocar suelo Colombiano se encuentra una población San Gabriel de la Cascada (Sao Gabriel da cachoeria) que se
comunicaría con Manaos, la ciudad mas importante del norte de Brasil mas grande que la ciudad de Medellin Colombia, Manaos
es una ciudad al lado del Rio Amazonas y del Rio Negro, actualmente están construyendo un gran puente sobre este rio

Imagen actualizada (2009) del proyecto vial de interconexión Colombia - Brasil

Fuente en formato PDF, Estado de amazonas Brasil, con sus actuales y proyectos futuros, dos de ellos hacia Colombia
http://www.dnit.gov.br/mapas-multimodais/mapas-multimodais/AM.pdf

Note en la siguiente imagen que actualmente hasta Calamar Guaviare hay una vía terrestre transitable, el proyecto para unir con
Brasil seria primero llegar a la capital de Vaupez (Mitu) poblacion muy pobre y actualmente se encuentra aislada.


La población de San Gabriel de cachoeria esta muy cerca de la frontera Colombo-Brasilera





Por otro lado una vía por Leticia seria un trayecto muy largo a construir,
aunque Brasil si tiene planes de llegar hasta ahí por que se encuentra la
población de Tabatinga, al occidente de esta se encuentra Leticia en Colombia, la cual es la que abastece a Tabatinga
http://es.wikipedia.org/wiki/Tabatinga_(Amazonas)
 

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BYOB
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^^Vale a pena? Não seria mais interessante fazer uma ferrovia para esta região tão desabitada do Brasil?

Qual o movimento Brasil-Colômbia hoje, quais as principais cidades de fronteira?
 

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Podiam começar aproveitando o modal de maior potencial da região, o hidroviário, com maior organização, eficiencia e segurança do que as barcas utilizadas atualmente, pelo menos do lado brasileiro. Belém-Santarém-Manaus-Tefé-Tabatinga deveria ter um serviço profissionalizado.
 

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^^ Isso, viajar 6 dias de barco em um trajeto que por vias rodoviárias seria feito em 10 horas é realmente muito bom.
A curto prazo não se constróia uma estrada até Tabatinga, AM. Sem contar do custo de construção dessa estrada e a degradação ambiental que essa causaria, se a BR-364 já foi um baita crime, imagina uma nova rodovia cortando o estado do Amazonas sentido ocidental.

Melhor profissionalizar o meio de transporte já existente, estabelecendo normas e padrões de segurança que sejam de fato respeitados.
 

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on the road
leptokurtic
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A curto prazo não se constróia uma estrada até Tabatinga, AM. Sem contar do custo de construção dessa estrada e a degradação ambiental que essa causaria, se a BR-364 já foi um baita crime, imagina uma nova rodovia cortando o estado do Amazonas sentido ocidental.
Crime? Pergunte a quem mora no eixo da BR-364 se alguém quer voltar ao tempo em que para ir de Cruzeiro do Sul a Rio Branco ou vc ficava 20 dias em um barco ou ia de caríssimos aviões.

Sem rodovias, nào veremos a necessária expansão do povoamento da região!

Crime é tratar áreas do interior da Amazônia como se fossem de segunda classe, sem direito à infraestrutura que todos celebram quando é construída em Sào Paulo, Goiás, Santa Catarina ou Pernambuco...
 

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Crime? Pergunte a quem mora no eixo da BR-364 se alguém quer voltar ao tempo em que para ir de Cruzeiro do Sul a Rio Branco ou vc ficava 20 dias em um barco ou ia de caríssimos aviões.

Sem rodovias, nào veremos a necessária expansão do povoamento da região!

Crime é tratar áreas do interior da Amazônia como se fossem de segunda classe, sem direito à infraestrutura que todos celebram quando é construída em Sào Paulo, Goiás, Santa Catarina ou Pernambuco...
Bom, 90% deles estão lá porque a estrada foi construída. Deram a oportunidade que eles vivessem do desmatamento, do garimpo, ocupação ilegal de terras, etc....

A Amazônia não deve ser tratada com segunda classe, mas como classe A+, trata-se de uma região especial, no qual ainda temos mais de 80% da vegetação original preservada. Mas essa discussão se vai alargar tanto, que prefiro encerrar minha participação por aqui. Entra no google earth e compara Rondônia em 1970 e atualmente, diga se não é um crime ambiental.
 

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BYOB
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malegi, tudo isso que você citou é evitável. Mas o progresso tem que chegar, e ele pode sim chegar de forma sustentável. A Amazônia não precisa virar um pasto enorme para ter desenvolvimento. Estradas, cidades, indústrias estratégicas, tudo isso pode vir com desmatamentos pontuais, que a floresta pode facilmente enfrentar.
 

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on the road
leptokurtic
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A Amazônia não deve ser tratada com segunda classe, mas como classe A+, trata-se de uma região especial, no qual ainda temos mais de 80% da vegetação original preservada. Mas essa discussão se vai alargar tanto, que prefiro encerrar minha participação por aqui. Entra no google earth e compara Rondônia em 1970 e atualmente, diga se não é um crime ambiental.
Certo, árvores agora são mais importantes que humanos... E progresso é algo reservado ao Centro-Sul e ao Nordeste. Lá pode haver cidades, autoestradas, indústrias, prédios altos... mas na Amazônia só bichinhos e plantinhas (com um bônus de índios vivendo como na idade da pedra...).
 

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In Obedientia Veritatis
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Já havia pensado na possibilidade de uma rodovia ligando o Brasil e a Colômbia.
Admito que seria muito difícil construí-la e sofreria muita resistência, mas sinceramente, já passou e muito da hora te termos uma estrada aí.
Além do que o Estado não está presente nessa parte do Brasil, isso é um perigo para a soberania nacional. Uma obra dessa deveria ganhar uma classificação estratégica e ser feita logo.
 

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R.I.P. Niki
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A curto prazo não se constróia uma estrada até Tabatinga, AM. Sem contar do custo de construção dessa estrada e a degradação ambiental que essa causaria, se a BR-364 já foi um baita crime, imagina uma nova rodovia cortando o estado do Amazonas sentido ocidental.

Melhor profissionalizar o meio de transporte já existente, estabelecendo normas e padrões de segurança que sejam de fato respeitados.
Bom, 90% deles estão lá porque a estrada foi construída. Deram a oportunidade que eles vivessem do desmatamento, do garimpo, ocupação ilegal de terras, etc....

A Amazônia não deve ser tratada com segunda classe, mas como classe A+, trata-se de uma região especial, no qual ainda temos mais de 80% da vegetação original preservada. Mas essa discussão se vai alargar tanto, que prefiro encerrar minha participação por aqui. Entra no google earth e compara Rondônia em 1970 e atualmente, diga se não é um crime ambiental.
Vc só não xingou todos os rondonienses de todos os nomes feios que vc conhece pra não ser banido, né amigão? Porque só faltou isso.

Eu continuo achando incrível como a mesmíssima coisa recebe nomes diferentes dependendo do lugar onde ela acontece. A mesma coisa pode ser crime ou desenvolvimento. Depende de onde está. Se é no seu estado, é desenvolvimento. Se é longe do seu estado, é crime.

Nem um pouco hipócrita esse teu critério...
 

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Vc só não xingou todos os rondonienses de todos os nomes feios que vc conhece pra não ser banido, né amigão? Porque só faltou isso.

Eu continuo achando incrível como a mesmíssima coisa recebe nomes diferentes dependendo do lugar onde ela acontece. A mesma coisa pode ser crime ou desenvolvimento. Depende de onde está. Se é no seu estado, é desenvolvimento. Se é longe do seu estado, é crime.

Nem um pouco hipócrita esse teu critério...
Rondonieneses não tem culpa nenhuma. Só a falta de consciência para o problema na época em que a estrada foi construída (da sociedade mundial como um todo) e do governo brasileiro em não promover um povoamento controlado e prevendo uma sustentabilidade socio-economica conciliada ao meio ambiente.

A população (de Rondonia, ou de onde seja) não é culpada, é vítima das autoridades e das condições sociais que submetem pessoas aos mais variados tipos de função para ter seu sustento.

Rondonia, já merece a duplicação da BR-364 além de outros investimentos para fomentar a economia do estado. O exemplo dado com Rondonia nos anos 70 é mais ou menos com o que é a estado do Amazonas na região ocidental (Entre Tefé e Tabatinga, por exemplo) atualmente.

Para que os erros não se reproduzam, é necessário pensarmos melhor antes de simplismente cortar a floresta com uma estrada. Afinal, por mais que muitos aqui possuam a mesma mentalidade desenvolvimentista a qualquer preço daquela época, é hora para pensarmos e avaliarmos a relação custo-benefício.

A faixa litorânea brasileira é um crime ambiental que vem sendo cometido desde 1500, desculpe se o seu estado é mais recente e foi usado como exemplo, mas estamos falando de uma eventual ligação entre Brasil-Colômbia, e usamos exemplos semelhantes para entender o que pode vir a ocorrer.

Não pensem que eu não quero o crescimento economico e a melhora nas condições de vida das pessoas, somente acredito que o prejuízo de uma ligação viária que corte uma extensão tão grande da mata é maior do que os benefícios que trarão aquela população como da cidade de Tabatinga.

Defendo sim uma padronização dos serviços hidroviários e talvez até um certo incentivo governamental (subsídios, por exemplo) para facilitar as ligações aéreas e torná-las mais acessíveis e, antes de uma rodovia, prefiro uma ferrovia.
 

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^^
Endosso suas palvras.
Não se trata de impedir a melhoria da qualidade de vida de quem quer que seja, mas evitar que erros recorrentes sejam repetidos em áreas ainda intactas.

Creio que Rondônia, assim como a região de Tabatinga tenham suas potencialidades. É interessante que sejam feitos estudos mapeando as oportunidades que uma ligação terrestre rápida entre Brasil e Colômbia pode trazer. No entanto não podemos inconsequentemente, como no passado, abrir uma rodovia e deixar que ocupem e usem de qualquer maneira.

Já nem entro no mérito da discussão do suburbanist. Se seria melhor rodo, ou ferrovia.
Ainda acho que o segundo modal, além de mais baixa manutenção de superestrutura, facilita o controle de acesso e sobre o fluxo de cargas, tem ainda um custo sócio-econômico menor.
 

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R.I.P. Niki
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Rondonieneses não tem culpa nenhuma. Só a falta de consciência para o problema na época em que a estrada foi construída (da sociedade mundial como um todo) e do governo brasileiro em não promover um povoamento controlado e prevendo uma sustentabilidade socio-economica conciliada ao meio ambiente.

A população (de Rondonia, ou de onde seja) não é culpada, é vítima das autoridades e das condições sociais que submetem pessoas aos mais variados tipos de função para ter seu sustento.

Rondonia, já merece a duplicação da BR-364 além de outros investimentos para fomentar a economia do estado. O exemplo dado com Rondonia nos anos 70 é mais ou menos com o que é a estado do Amazonas na região ocidental (Entre Tefé e Tabatinga, por exemplo) atualmente.

Para que os erros não se reproduzam, é necessário pensarmos melhor antes de simplismente cortar a floresta com uma estrada. Afinal, por mais que muitos aqui possuam a mesma mentalidade desenvolvimentista a qualquer preço daquela época, é hora para pensarmos e avaliarmos a relação custo-benefício.

A faixa litorânea brasileira é um crime ambiental que vem sendo cometido desde 1500, desculpe se o seu estado é mais recente e foi usado como exemplo, mas estamos falando de uma eventual ligação entre Brasil-Colômbia, e usamos exemplos semelhantes para entender o que pode vir a ocorrer.

Não pensem que eu não quero o crescimento economico e a melhora nas condições de vida das pessoas, somente acredito que o prejuízo de uma ligação viária que corte uma extensão tão grande da mata é maior do que os benefícios que trarão aquela população como da cidade de Tabatinga.

Defendo sim uma padronização dos serviços hidroviários e talvez até um certo incentivo governamental (subsídios, por exemplo) para facilitar as ligações aéreas e torná-las mais acessíveis e, antes de uma rodovia, prefiro uma ferrovia.
Bom, eu vejo muito preconceito e muito esteriótipo ao se falar sobre Rondônia e outros estados da região amazônica. E isso acaba fazendo com que pessoas até bem intencionadas acabem dizendo bobagem às vezes. Depois até se arrependem, mas não assumem o erro.

Por exemplo, os mais variados tipos de função que as pessoas se submetem para ter seu sustento, aqui ou no sul/sudeste, são os mesmos. Agricultura, pecuária, indústria, comércio, serviços, trabalho bem remunerado, mal remunerado, trabalho escravo, etc. Tudo igualzinho ao resto do país. A única diferença é que aqui o setor primário tem um peso maior na economia e o setor secundário tem um peso menor (por enquanto). Fora isso, são os mesmos tipos de trabalho.

A população de Rondônia é vítima sim, da incoerência, da mudança de idéia. Do que era considerado trabalho de repente ser considerado crime, sendo que em outras regiões continua sendo considerado trabalho. É vítima por ter sido estimulada a fazer algo e de repente aquilo se torna ilegal. No código penal, a lei só retroage se for pra beneficiar o réu. Mas na lei ambiental brasileira, é o contrário. Se vc desmatou 50% da sua propriedade quando isso não era crime (mais do que isso, era estimulado) e depois passou a ser crime, vc é criminoso. Isso é só um exemplo da incoerência, poderia citar vários. A população de Rondônia ainda é vítima do abandono do governo "democrático", que só lembra do estado quando precisa de energia elétrica e não tem mais de onde tirar, ou quando precisa mandar os bandidos do sudeste pra bem longe. São só alguns exemplos também.

A mentalidade da preservação a qualquer custo é tão ou mais nociva à sociedade quanto a do progresso a qualquer custo. Radicalismo há dos dois lados. Mas se vc observar bem, essa "catástrofe", esse "crime ambiental", esse "equívoco" chamado Rondônia tem o 7º maior rebanho bovino do Brasil, é o 6º maior expotador de carne do país, produz café, arroz, feijão, milho, soja, girassol, uva(!), etc. Graças ao agronegócio, tem o 2º maior PIB per capita das regiões Norte e Nordeste (atrás apenas do Amazonas, com sua Zona Franca que ninguém mais pode ter), tem os melhores indicadores socioeconômicos dessas duas regiões e a maior densidade demográfica da região amazônica. Tudo isso pra um estado com menos de 30 anos!

"E a que custo?", perguntariam alguns. E eu respondo. Ter mais de 40% de seu território formado por reservas e parques e mais de 60% de sua cobertura vegetal preservada. Foi o primeiro estado do Brasil a ter um zoneamento socioeconômico e ecológico e ainda hoje, além de RO, apenas Acre e Mato Grosso possuem os seus.

Qual estado brasileiro tem um agronegócio forte e ainda assim tem mais de 60% de sua vegetação preservada? Eu respondo. Pará e Mato Grosso. Os outros dois "maus exemplos". E só.

Será que esses estados é que são os maus exemplos? Será que bom exemplo é 8 ou 80? Ou preserva tudo, ou desmata tudo? Porque tirando esses três estados, é só isso que temos no Brasil. Os que não produzem nada e os que não preservam nada. Pra mim, esses 3 estados é que são os exemplos a serem seguidos, pois encontraram um meio termo. Eles ainda tem muito o que avançar no aspecto social, mas no equilíbrio entre preservação e desenvolvimento, são os melhores exemplos que temos. Ou vc conhece algum exemplo melhor? Algum estado que preserva mais que esses três, mas que também produz mais, mas de forma sustentável, ou seja, sem subsídios? Eu não conheço.
 

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Bom, eu vejo muito preconceito e muito esteriótipo ao se falar sobre Rondônia e outros estados da região amazônica. E isso acaba fazendo com que pessoas até bem intencionadas acabem dizendo bobagem às vezes. Depois até se arrependem, mas não assumem o erro.

Por exemplo, os mais variados tipos de função que as pessoas se submetem para ter seu sustento, aqui ou no sul/sudeste, são os mesmos. Agricultura, pecuária, indústria, comércio, serviços, trabalho bem remunerado, mal remunerado, trabalho escravo, etc. Tudo igualzinho ao resto do país. A única diferença é que aqui o setor primário tem um peso maior na economia e o setor secundário tem um peso menor (por enquanto). Fora isso, são os mesmos tipos de trabalho.

A população de Rondônia é vítima sim, da incoerência, da mudança de idéia. Do que era considerado trabalho de repente ser considerado crime, sendo que em outras regiões continua sendo considerado trabalho. É vítima por ter sido estimulada a fazer algo e de repente aquilo se torna ilegal. No código penal, a lei só retroage se for pra beneficiar o réu. Mas na lei ambiental brasileira, é o contrário. Se vc desmatou 50% da sua propriedade quando isso não era crime (mais do que isso, era estimulado) e depois passou a ser crime, vc é criminoso. Isso é só um exemplo da incoerência, poderia citar vários. A população de Rondônia ainda é vítima do abandono do governo "democrático", que só lembra do estado quando precisa de energia elétrica e não tem mais de onde tirar, ou quando precisa mandar os bandidos do sudeste pra bem longe. São só alguns exemplos também.

A mentalidade da preservação a qualquer custo é tão ou mais nociva à sociedade quanto a do progresso a qualquer custo. Radicalismo há dos dois lados. Mas se vc observar bem, essa "catástrofe", esse "crime ambiental", esse "equívoco" chamado Rondônia tem o 7º maior rebanho bovino do Brasil, é o 6º maior expotador de carne do país, produz café, arroz, feijão, milho, soja, girassol, uva(!), etc. Graças ao agronegócio, tem o 2º maior PIB per capita das regiões Norte e Nordeste (atrás apenas do Amazonas, com sua Zona Franca que ninguém mais pode ter), tem os melhores indicadores socioeconômicos dessas duas regiões e a maior densidade demográfica da região amazônica. Tudo isso pra um estado com menos de 30 anos!

"E a que custo?", perguntariam alguns. E eu respondo. Ter mais de 40% de seu território formado por reservas e parques e mais de 60% de sua cobertura vegetal preservada. Foi o primeiro estado do Brasil a ter um zoneamento socioeconômico e ecológico e ainda hoje, além de RO, apenas Acre e Mato Grosso possuem os seus.

Qual estado brasileiro tem um agronegócio forte e ainda assim tem mais de 60% de sua vegetação preservada? Eu respondo. Pará e Mato Grosso. Os outros dois "maus exemplos". E só.

Será que esses estados é que são os maus exemplos? Será que bom exemplo é 8 ou 80? Ou preserva tudo, ou desmata tudo? Porque tirando esses três estados, é só isso que temos no Brasil. Os que não produzem nada e os que não preservam nada. Pra mim, esses 3 estados é que são os exemplos a serem seguidos, pois encontraram um meio termo. Eles ainda tem muito o que avançar no aspecto social, mas no equilíbrio entre preservação e desenvolvimento, são os melhores exemplos que temos. Ou vc conhece algum exemplo melhor? Algum estado que preserva mais que esses três, mas que também produz mais, mas de forma sustentável, ou seja, sem subsídios? Eu não conheço.

Hoje em dia sim, a economia de Rondonia gira como você descreve. Mas volte um pouco no tempo e pense em como isso se desenvolveu, a partir das pessoas que foram tirar seu sustento do que era o território inóspito as margens da recém construída BR-364.

Só acho que temos nas mãos a opção de se pensar um futuro conciliando um pouco mais o lado ambiental na região do estado amazonense próxima a Colômbia, uma região ainda muito bem preservada e uma das últimas assim.

Rondônia é só um exemplo. As pessoas que precisaram buscar seu sustento das oportunidades que surgiram com a rodovia é que deveriam ter um governo capaz de criar outras alternativas econômicas, que evitam a degradação ambiental e uma migração em massa da população.

Não tem preconceito nenhum nas minhas palavras, somente a realidade.

Por exemplo, a revitalização da BR-319 sob a condição de estrada-parque e uma forte fiscalização é algo interessante. Há que se evitar a formação de novos povoados as margens dessa rodovia, mas também deve-se possibilitar um acesso rápido a Manaus, o que é importantíssimo.
 
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