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Artigo muito interessante da importancia da construção de uma ferrovia neste trajeto.

http://www.stabroeknews.com/2008/le...st-transportation-link-for-guyana-and-brazil/

A railway connecting Manaus, Boa Vista and Georgetown would be the best transportation link for Guyana and Brazil
By Stabroek staff | May 8, 2008 in Letters Dear Editor,
Brazil and Guyana share geographical boundaries to Brazil’s extreme north and Guyana’s extreme south and south-west. However, many persons in both Brazil and Guyana are unaware of this fact and this is reflected in the isolation of their citizens from each other.

Transportation links between these two South American countries scarcely assist in the elimination of such isolation. The only air transport link is a commuter one which provides a thrice weekly service between Georgetown and Boa Vista with a 30-seater turbo-propeller aircraft, and there is no sea transportation link between Guyana and any Brazilian port such as Santos (the largest shipping port in Latin America that traded over 72 million tons in 2006).

Guyanese primary trading contact with Brazil is via Boa Vista and Manaus, but the volume is much smaller than that of other Caribbean countries further away such as Jamaica and Trinidad and Tobago, which are making better usage of the economic opportunities in Brazil.
On the other side of the border Brazilians have failed to notice that Guyana is a country with territorial dimensions almost equal to Parana or Sao Paulo State, and that it has a lot of forest still preserved. Guyana is bathed by the Atlantic Ocean and with a deep water port (which does not yet exist) the logic of transport in northern Brazil could be reversed in an extremely competent manner.
Guyana also exports bauxite ore, a natural resource from which aluminium is produced, which goes mainly to Russia and China and is not marketed in Brazil, and which is to allow good opportunities of investment in Guyana to go a begging.

Also, Brazilians seeking to study English go to countries in either Europe or North America instead of trying to go to Guyana. The cost of living in Guyana is far cheaper than in the United States or England a fact which most Brazilians do not see.

For many years there have been talks in Brazil about a road link between Boa Vista and Georgetown via Lethem. Although it is less than 400 miles between these two cities, little progress has been achieved. The building of the bridge across the River Takutu on the border between the two countries has taken over seven years to complete, but it should have been done much faster.

The best choice of transport between the two countries, especially for Brazil, is a railway. A railway connecting Manaus to Boa Vista and Georgetown would allow for the marketing of products in the industrial free zone of Manaus, the Pole Agro industrial area of Roraima. There could also be a great alternative for the transport of soybeans in northern Mato Grosso that are shipped through the port of Itacoatiara, in Amazonas. The Port of Georgetown would reverse the logic in the heads of the Brazilian strategists. Navigation on the Amazon River is becoming much more expensive when compared with the opportunity to use a port near Georgetown. A ship, for example, that is bound from Asia to Manaus passes in front of the coast of Guyana. Well, there are studies here showing that that ship takes between 8 to 10 days to travel from offshore Georgetown to Manaus. Meanwhile a freight train between Manaus and Georgetown (approximately 660 miles) would take less than one day of travel.

Another important factor is that the Caricom headquarters is in Guyana – the Common Market of the Caribbean. Therefore from Guyana Brazilian products can reach the Caribbean market in a more economic and aggressive manner. And Brazilian entrepreneurs may be able to establish a sugar factory in Guyana for the production of Demerara sugar for market in Boa Vista, Manaus, and other parts of the Amazon region. Brazilian entrepreneurs have also failed to utilize such opportunities.

Finally, there is a significant cultural exchange opportunity to be exploited between the University of Guyana and Brazil. At the moment there are not even exchanges between the University of Guyana and the Universities of Roraima and Amazonas, which would be much easier. The rhetoric of South American integration has a long history in relation to Guyana. We need more action and less talk.
Yours faithfully,
Aimberê Soares de Freitas
 

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Brasil-Belindia é aqui
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O problema é que a Guiana possui 187 km de ferrovias (139 km de bitola 1,435 mm e 48 de bitola 914 mm) mas nenhuma está em operação.
 

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Rudie Can't Fail
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Esse papo de ferrovia em qualquer lugar do Brasil sempre esbarra no oligopólio das rodovias. Duvido a gente ver ferrovia decente no Brasil a curto-médio prazo.
 

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Brasil-Belindia é aqui
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Esse papo de ferrovia em qualquer lugar do Brasil sempre esbarra no oligopólio das rodovias. Duvido a gente ver ferrovia decente no Brasil a curto-médio prazo.
Já existem ferrovias decentes no Brasil como a EF Vitória à Minas, Ferrovia do Aço, Ferrovia Norte Sul, entre outras. O que não existe é o tal oligópio das rodovias.

Agora a viabilidade de uma ferrovia Manaus-Georgetown é muito discutível.

Se ainda fosse Manaus - Belém teria vialibidade. . .
 

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^^

Bom, de acordo com o artigo, a ferrovia está aí justamente para fortalecer os negócios entre o Brasil e a Guiana, para criar a demanda e viabilizá-la. Justamente porque não há muita interação comercial (e nem poderia, uma vez que não existe sequer meios eficientes de lá chegar), é que a escritora propõe o início de uma relação mais efetiva. "Construa, e eles virão". Existe uma série de pontos apresentados... vamos ver o que isso poderia dar. Existem algumas sugestões que certamente poderiam ser bem desenvolvidas.

Sem dúvida, uma ligação interessante. Agora, existiria por acaso pressão rodoviária em cima de um trecho que mal existe?

E lembro de uma certa ponte recentemente construída entre RR e a Guiana, onde ela fica mais exatamente?
 

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As três guianas são um pedaço praticamente esquecido da maioria dos brasileiros. Se você perguntar onde fica o Suriname, maioria nem sabe onde é...

Aprovo a integração com esse pais, por intercâmbio de universidades, mas uma ligação ferroviaria talvez não seja tão necessaria...
 

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Sirvam nossas façanhas
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O que o texto fala do esquecimento é uma realidade.. mas quem no Brasil iria passar 6 meses de intercâmbio na Guiana só porque lá eles falam inglês? ... Hmmmmm. Bem, aqui é certo vão ter alguns que vão gostar da idéia, não é mesmo? heheheheh

Mas polêmica à parte, a ferrovia parece ser um bom negócio se pensarmos estrategicamente. Reduziria muito tempo de viagem se os produtos de Manaus saíssem pelo porto de Georgetown. E teríamos uma influência bem maior nos países del Caribe. Só tem que medir os impactos ambientais, é claro... o que pode levar 150 anos no Brasil, até verem que toda a Amazônia já veio abaixo pela falta de outras oportunidades econômicas, como a indústria limpa, que Manaus poderia ser centro de referência mundial até.
 

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Com a pop que a Guiana tem se a federação brarsileira abre lá uma zona de processamento de exportações em pouco tempo português é elevado a língua oficial e, com mais algum tempo, convidam a Guiana para ser o 28º estado hehehe.
Brincadeiras imperialistas a parte.

Éstão falando mais uma vez o óbvio, porém como aqui se menospreza o óbvio continuaremos batendo cabeça. Aliás os governos agindo contra o setor produtivo do próprio país.
 

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Eu também não entendi como uma ferrovia para cargas vai ajudar a facilitar o acesso de estudantes a Georgetown. A menos que a planejem como também para passageiros (improvável, nesse contexto brasileiro) ou estejam mirando um futuro mais distante, em que as relações entre Brasil e Guiana estão mais estreitas.

Agora, se estão oferecendo países como Malta e África do Sul para aprender inglês, a Guiana poderia até ser um destino exótico! É tudo questão de informação. Certamente muitas famílias mais preocupadas torceriam o nariz diante da possibilidade de mandar o filhinho passar 6 meses naquela "selva" desconhecida, mas, com um pouco de campanha, por que não, não é?
 

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O que o texto fala do esquecimento é uma realidade.. mas quem no Brasil iria passar 6 meses de intercâmbio na Guiana só porque lá eles falam inglês? ... Hmmmmm. Bem, aqui é certo vão ter alguns que vão gostar da idéia, não é mesmo? heheheheh
Talvez seria uma opção bem barata para os Brasileiros que vivem no Amazonas e em Roraima...
 

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Discussion Starter · #14 ·
juro que cogitei a ideia de estudar um mes la, mas lendo uma descricao no forum mochileiros fiquei com um pouco de receio, a cidade parece ser perigosa
 

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Brasil-Belindia é aqui
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Sem dúvida, uma ligação interessante. Agora, existiria por acaso pressão rodoviária em cima de um trecho que mal existe?
Não existe pressão rodoviária. Acontece que a viabilidade de uma ferrovia ali é discutível pelo simples fato das ferrovias da Guiana não estarem funcionado. Antes de se construirem novas ferrovias na Guiana é preciso reativar as existentes. Além disso a Guiana poderia construir uma ligação ferroviária com o vizinho Suriname (que possui 166km de ferrovias) mais viável que a Brasil-Guiana
 

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bye Iguaçu, hi Tietê
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Se ainda fosse Manaus - Belém teria vialibidade. . .
Eu gostei desta opção - da mesma forma como preferiria ver a Manaus-Porto Velho tornar-se ferrovia, ao invés de ser asfaltada. Para a zona franca, tanto sob a ótica de obtenção de insumos, como de novas opções de comercialização de produtos além-fronteira, esta via é o melhor atalho. Manaus-Belém já é razoavelmente bem servida pelo rio Amazonas; uma ferrovia neste trecho dificilmente agilizaria a logística, pois manteria as mesmas distâncias.

Fazer toda a rodovia das Guianas - do Amapá a Roraima - como ferrovia seria também uma opção interessante. No final, praticamente criaria a ligação Manaus-Belém.

A partir de Georgetown, não somente a região do Caribe seria aproximada de Manaus - que inclui também Venezuela, Colômbia, México e o sul dos EUA, mas também o acesso ao Pacífico seria facilitado.
 

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¬¬
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Artigo muito interessante da importancia da construção de uma ferrovia neste trajeto.
uia. valeu pela reportagem e pela fonte.
meio perturbador pensar na maneira pela qual você chegou a elas. hihihi

é uma pena que, muito provavelmente, a tal da "viabilidade econômica" vá manter a Guiana isolada, ao menos no tocante ao Brasil, por ainda muitas décadas. triste também é o fato de que o Brasil, assumindo cada vez mais o papel de carro chefe da região, ainda precise desenvolver-se econômica e socialmente tanto quanto os demais países do continente, mas eu não acho que isto seja um motivo para fecharmos os olhos aos países menores e privarmos a nós e a todos os outros de um desenvolvimento em conjunto.
 

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Brasileiro do Norte
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as fronteiras do sul do brasil são bastante integradas, já no norte, nem se ouve falar nos paises que lá existem, acho bastante interessante a idéia, não só ferrovia, mas acho que deveria existir boas rodovias ligandos os paises.
 
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