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Quebra de trem na estação Brigadeiro prejudica 25 mil
Composição quebrou ontem pela manhã no sentido Vila Madalena. Metrô precisou rebocar o veículo e desviar trens para a Linha 2 não parar


Um trem do metrô quebrou ontem, às 7h27, na estação Brigadeiro da Linha 2 (Verde). Os passageiros foram retirados do veículo, que foi rebocado e obrigou a empresa a desviar trens e reduzir a velocidade das composições das linhas 1 (Azul), 2 (Verde) e 3 (Vermelha). Cerca de 25 mil usuários foram prejudicados.

O trem seguia viagem normalmente da Estação Imigrantes, na Chácara Klabin, Zona Sul, em direção à Estação Vila Madalena, na Zona Oeste. Mas, após pegar passageiros na Estação Brigadeiro, na região da Avenida Paulista, o veículo teve um problema no sistema de ar-comprimido e não conseguiu sair do lugar.

"Ele foi rebocado porque não tinha condições de andar por meios próprios", disse o chefe do departamento de operações do Metrô, Mario Fioratti. Um outro trem que estava na Linha 2 se acoplou à sua traseira, empurrando-o até um ponto de refúgio na Vila Madalena.

Baixa Velocidade

Os dois trens percorreram acoplados os cinco quilômetros que separam as estações Brigadeiro e Vila Madalena entre às 7h51 e 8h18. Eles viajaram a 20 km/h. A média naquele horário é de 33 km/h.

Para não interromper a circulação durante os 24 minutos que o trem ficou parado na Estação Brigadeiro aguardando o reboque, o Metrô usou o sentido contrário (Vila Madalena-Imigrantes) para os trens que precisavam desembarcar passageiros nas estações da Avenida Paulista.

"Colocamos os trens na contramão. Preferimos atender o trecho mais sobrecarregado", disse Fioratti.

Os trens eram desviados ao saírem da Estação Paraíso, percorriam o trecho pela contramão e retornavam ao seu sentido normal depois de passar pela Estação Consolação. Enquanto os trens viajavam pelo túnel contrário, uma composição que seguia no sentido Imigrantes ficou cerca de dez minutos parada na estação Clínicas, no Pacaembu, Zona Oeste.

Mesmo com as medidas tomadas pelo Metrô, as linhas 1 (Azul) e 3 (Vermelha) também foram afetadas.

Para reduzir a quantidade de passageiros que chegava à Linha 2, a velocidade dos trens das Linhas 1 e 3 foi reduzida de 35 km/h (a média em dias normais) para 25 km/h.

O trem quebrado seria levado para o pátio da Vila Madalena nessa madrugada para o Metrô identificar a causa da quebra e consertar o veículo.


Estação inaugurada há quatro meses tem goteiras

Duas goteiras atingem desde sexta-feira a plataforma de embarque para a Vila Madalena da Estação Chácara Klabin, da Linha 2 (Verde), na Zona Sul de São Paulo. Segundo o Metrô, a forte chuva que atingiu a Capital na última sexta-feira encharcou o solo e provocou as goteiras. O Metrô isolou os trechos atingidos para que usuários não escorreguem no piso molhado.

"Essa estação é muito profunda porque foi construída para receber a Linha 5 (Lilás). Em estações muito profundas isso acontece de fato, mas não há nenhum risco", afirmou o chefe do centro de operações do Metrô, Mario Fioratti.

A estação Chácara Klabin é uma das mais profundas do Metrô: está a 32 metros do solo. Ela foi planejada para ser uma estação de transferência entre as linhas 2 e 5 (Lilás), que liga o Capão Redondo ao Largo 13 de Maio, na Zona Sul. A previsão é que a Linha Lilás chegue até a Chácara Klabin em 2010.

O prazo inicial para a inauguração da estação Chácara Klabin era março, junto com a Estação Imigrantes, também da Linha 2 (Verde). Depois, sua inauguração foi adiada para 15 de abril. Ela entrou em operação em 9 de maio. Ela é parte da expansão da Linha 2, que deverá chegar ao Ipiranga em março do ano que vem.

A estação está operando há menos de quatro meses, mas já apresenta seus primeiros problemas de infiltração. "Vamos identificar a origem do problema e solucioná-lo", disse Fioratti. "Essa região sofreu uma intervenção muito forte (por causa da obra) e pode ter aparecido (a infiltração). É uma coisa muito pequena e vamos resolver", concluiu Fioratti.


Memória - Vila Madalena teve infiltração

Esta não é a primeira vez que uma estação do metrô tem problemas com infiltrações. Desde que foi inaugurada, em 1998, a estação Vila Madalena, na Zona Oeste da cidade, — a última da Linha 2 (Verde) — apresenta infiltrações na plataforma de embarque, nos corredores e nas escadas rolantes.

Em 2000, depois de dois anos estudando o problema, o Metrô decidiu investir R$ 2 milhões na contratação de uma empresa que se encarregou de sanar as infiltrações.

Na época, o Metrô afirmou que a estação Vila Madalena fora construída sobre um lençol freático e que o problema sempre existira. Na ocasião, o Metrô ainda informou que as infiltrações não ofereciam riscos aos usuários da estação.

Fonte: ANTP - Notícias
Link: http://portal.antp.org.br/clip/news/News Articles/DispForm.aspx?ID=2322
 
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