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Quinta das Conchas requalificada até Maio

3971 Views 4 Replies 5 Participants Last post by  Lss911
Parque infantil, anfiteatro, fonte luminosa e restaurante estão entre os novos equipamentos do amplo jardim do Lumiar Obras na Quinta dos Lilazes avançam logo depois
A Quinta das Conchas, em Lisboa, deverá reabrir ao público no final do mês de Abril, totalmente renovada e dotada de um grande lago, novas árvores, fonte luminosa, novos candeeiros, caminhos pedonais, mobiliário urbano, circuitos de água, portaria e restaurante/bar, parque infantil, entre outros equipamentos de lazer e apoio, num investimento superior a sete milhões de euros.

Simultaneamente, será vedada, para obras idênticas, a vizinha Quinta dos Lilazes. Ambos os espaços, situados no coração do Lumiar, estarão ple- namente renovados até Julho ou Agosto. No conjunto, constituem a segunda maior mancha verde do concelho, depois de Monsanto.

As obras de requalificação da Quinta das Conchas, da responsabilidade da Câmara, arrancaram há cerca de um ano, no rescaldo de uma polémica que opôs a população e a sociedade promotora do empreendimento Alta do Lumiar, envolvendo o derrube do muro que divide as quintas, para abrir uma estrada.

A referida avenida acabou por não ser construída e dificilmente a ideia poderá ser ressuscitada, já que o restaurante nasceu justamente no caminho onde o promotor imobiliário pretendia rasgar a estrada, como frisou ao JN Nuno Roque, presidente da Junta de Freguesia do Lumiar.

Segundo o autarca, no palacete que servia de sede à EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa), está já instalada a Academia Portuguesa de História. Nuno Roque avançou que a Junta está a negociar com a instituição a assinatura de um protocolo, para que os moradores do Lumiar possam ter acesso gratuito à biblioteca da Academia, dotada com 150 mil títulos.

O pavilhão situado junto ao palacete "foi cedido à Junta para nele desenvolver actividades culturais, através de um salão de exposições e auditório com um pequeno bar", revelou ao JN Nuno Roque. "Estamos a falar de um espaço verde com cerca de 26 hectares. Uma vez requalificado, torna-se numa zona cultural e de lazer de grande importância para a cidade", frisou o autarca. A Quinta das Conchas vai, aliás, crescer mais umas centenas de metros quadrados na zona de fronteira dos terrenos da Alta de Lisboa.

O novo muro, completado por gradeamento, que tanta contestação mereceu por parte de alguns moradores quando começou a ser erguido, está já de pé. "Cria nas pessoas um sentimento de maior segurança. Agora as pessoas já podem ser vistas de fora para dentro e de dentro para fora", explicou o presidente da Junta do Lumiar.

O horário de acesso à Quinta das Conchas, que antes podia ser frequentada a qualquer hora, não está ainda definido, mas não deverá ser muito diferente do praticado no Metropolitano (entre as seis e a uma hora da madrugada). Nuno Roque acredita que a hora de fecho não será, porém, tão tardia.

Lago de ilhas reabilitado
A Quinta dos Lilazes vai ser transformada num espaço de lazer e de aprendizagem. Entre os trabalhos previstos está a redefinição do sistema de percursos, da circulação hidráulica e da vegetação. Inclui ainda a promoção de actividades didácticas ligadas aos aspectos sensoriais dos ciclos de vida e do correr das estações.

O grande lago da Quinta dos Lilazes, que tem no centro duas ilhas arborizadas a simbolizar as ilhas de S. Tomé e Príncipe, local onde Francisco Mantero viveu durante muitos anos, vai ser beneficiado.

Curiosidades

História
A Quinta das Conchas foi construída no século XVI, por Afonso de Torres e é hoje um dos poucos espaços daquele género que restam na capital, ocupando cerca de 26 hectares em conjunto com a vizinha Quinta dos Lilazes.

Proprietário
A Quinta dos Lilazes foi propriedade de Francisco Mantero que a partir de 1897 a formou, reunindo vários terrenos como o da Quinta das Flores e uma parcela da Quinta das Conchas. O edifício existente começou por ser uma pequena casa que Mantero comprou a Francisco César Batalha. Trata-se de um imóvel romântico em que a pedra das molduras das portas e janelas, cunhais, frontão e cimalhas, formam um contraste com o revestimento das paredes em azulejos, de um raro tom verde. A Quinta tem ainda um grande lago com duas ilhas arborizadas, a simbolizar S. Tomé e Príncipe.

Aves
Existem ainda ali cerca de 38 espécies de aves, entre as quais o peneireiro-vulgar, mocho-galego, coruja-das-torres, abibe, popa, pica-pau malhado grande e estrelinha-real.
Fonte:JN
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Acho bom que usem esses espaços para instituições culturais,alem disso a area ao redor parece ser bastante agradavel tambem....Eu tentei procurar por fotos mas nao vi nada,alguem tem?
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Estas foram tiradas ainda há bocado, sempre dá para ver qualquer coisita... (clickar p aumentar)









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O grande problema deste parque é a insegurança! sempre foi...
quando andava na 4ª classe fui lá assaltado pela 1ª vez! roubaram-me um relógio swatch...
Espero que melhore!
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