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Qual o melhor mapa para as regioes no Continente?

  • 3) Mesmo que 2 mas com Santarém no Litoral Centro

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  • 4) 5 Regioes tendo em conta a agrupaçao dos distritos actuais

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  • 10) 7 regioes agrupadas segundo as suas nuts III (Viseu e Médio Tejo na Beira litoral)

    Votes: 0 0.0%
  • 13) 5 regioes - Lezíria do Tejo dividida entre Alentejo e Lisboa

    Votes: 0 0.0%
  • 14) 7 regioes - Proposta de 1998

    Votes: 0 0.0%
  • 16) 8 regioes - Minho e Douro Litoral separados - Santarém em Lisboa

    Votes: 0 0.0%
  • 22) Sem opiniao/Nao quero responder

    Votes: 0 0.0%
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A minha modesta e leiga opinião.

Em 98, e já aqui o disse, votei a favor dos mapas propostos e contra a regionalização. O meu voto contra prendeu-se única e exclusivamente com o facto de não saber para que serviriam essas regiões, e que, presumívelmente, estas iriam buscar competências aos municípios, o que só por si é contrário á ideia de descentralização, haveria sim uma aglomeração de competências a um nível superior aos municípios.

O tempo passa, as ideias alteram-se, e hoje provavelmente também votaria contra o mapa proposto em 1998. Sou totalmente e frontalmente contra a criação de tachos, tachinhos e eiras para os nossos políticos. No entanto, continuo mais próximo de um modelo federalista, oposto ao modelo administrativo previsto na CRP, por isso, hoje votaria num modelo minimalista, menos regiões, e regiões mais abrangentes.

Seriam estas:
- AMP, Distrito do Porto + Norte do Distrito de Aveiro;
- AML, Distrito de Lisboa + península de Setúbal;
- Norte, Distritos de Braga, Bragança, Viana do Castelo e Vila Real e possívelmente parte do distrito de Viseu, a sede administrativa em Braga;
- Centro, Distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, sul do Distrito de Aveiro, Sul do Distrito de Viseu e Norte do Distrito de Santarém, com sede administrativa em Coimbra;
- Sul, Distrito de Beja, Distrito de Évora, Sul dos Distritos de Setúbal e Santarém, com sede administrativa em Évora;
- Algarve, distrito de Faro, com sede administrativa em Faro.

Em caso algum defendo a transferência de competências do Estado Social previsto na CRP (Saúde, Educação, Segurança, planos rodoviário e feroviário, etc) defendo no entanto que estas regiões devessem assumir algum papel deliberativo oposto apenas a um modelo administrativo. Ou seja, seriam sempre regiões de estatuto inferior ás regiões autónomas até porque a integridade Nacional, acho eu, é um bem que temos e deve ser preservado.
 

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Esta divisao tem muito mais lógica que a das provincias tradicionais, inventadas em uma época muito diferente da atual. Mas continuam a haver pessoas vinculadas aquilo que lhe ensinaram em geografia quando andavam na primaria, e usam esse argumento para criar limites às regioes propostas. Só alteraría uma das tuas propostas, já que acho que o norte de aveiro (e quizás com aveiro incluido) , porto, braga e viana de castelo devem estar em uma mesma regiao. As necessidades deste bocado de terra litoral é muito diferente das necessidades da zona interior de Vila Real e Bragança.
Pois eu defendo regiões com peso sufeciente para poderem fazer frente a Lisboa e porto. Sejamos realistas, no actual modelo tanto Lisboa como o Porto já monopolizam grande parte do investimente, tendo mais habitantes logo, óbviamente merecem mais investimento, no entanto, temos (tivemos) anos em que o investimento realisado no Porto e em Lisboa não é sequer proporcional ao montante da contribuição dos habitantes locais quanto mais á população. Foi por isso que pus Lisboa e Porto sozinhos a um canto. Defendo regiões com população sufeciente para fazerem frente a estes dois monstros. Do ponto de vista probalístico, parece-me mais provável que o interior receba mais verba estando associado a Coimbra do que estando sozinha, da mesma forma que tanto Lisboa e Porto, provávelmente receberiam apenas os montantes de investimento devidos.

Isto claro, mais importante do que as competências, será discutir o modelo de financiamento das regiões, e isso nem o Costa e o Rio fizeram ainda :(. Discutir as regiões seria sempre uma das últimas coisas. Primeiro sempre o modelo de financiamento, depois as competências e apenas em último as regiões que desejamos.

O mais adequado para o país será algo entre isto:

Posso quase afirmar que Vila de Rei, quase de certeza não desejaria continuar ligada ao interior :(.
 

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A divisão do Norte e das Beiras em dois prendeu-se com o facto de se verificar uma grande heterogeneidade entre o litoral e o interior em cada uma destas regiões. No Alentejo tal disparidade não se verifica, tanto entre o litoral e o interior, como entre Beja e Évora. Os dois distritos são mais ou menos similares a nível de urbanismo, densidade demográfica, etc (pelo menos, a olho nu, é o que dá a entender). No Alentejo, a maior disparidade verifica-se, talvez, entre estes dois distritos e o de Portalegre. Contudo, acho que o distrito de Portalegre, por si só, é demasiado pequeno para formar uma região.
Bom se é para ter micro-regiões deem-me a beira-alentejo (nome sobre o qual alguns autores designam o sul da Beira-Baixa) + o Distrito de Portalegre... JÁ. :)

Afinal de contas já somos a mesma diocese :lol:
 

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Embora me pareça que possa ter dimensão suficiente para uma região administrativa, a Diocese Portalegre-Castelo Branco é em si uma salada russa. Olhemos para a constituição das comunidades intermunicipais, onde houve um jogo do empurra, chegou-se a discutir algo do género da diocese, com CB no alto alentejo, mas embora alguns munícipios estivessem de acordo, houve outros (em especial Nisa) que foram frontalmente contra. Também se discutiu a integração de CB no médio tejo, e foi mais do mesmo, até finalmente se constituir a actual comunidade da beira Baixa Sul.

Eu pessoalmente não me importava de ver uma RA com esses limites, já é tempo de pelo menos haver uma estrada em perfil IC a ligar CB a Portalegre (Via Vila Velha de Ródão).

Fui eu que comecei a falar nas dioceses, fui eu que falei na Beira Alentejo, infelizmente esta Beira Alentejo é uma defenição de carácter geomorfológico e de flora/fauna, não é de todo um continum cultural, bom tirando Marvão e Castelo de Vide que aparentam estar mais próximos da cultura Beirã do que da Alentejana.
 
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