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Qual o melhor mapa para as regioes no Continente?

  • 3) Mesmo que 2 mas com Santarém no Litoral Centro

    Votes: 0 0.0%
  • 4) 5 Regioes tendo em conta a agrupaçao dos distritos actuais

    Votes: 0 0.0%
  • 10) 7 regioes agrupadas segundo as suas nuts III (Viseu e Médio Tejo na Beira litoral)

    Votes: 0 0.0%
  • 13) 5 regioes - Lezíria do Tejo dividida entre Alentejo e Lisboa

    Votes: 0 0.0%
  • 14) 7 regioes - Proposta de 1998

    Votes: 0 0.0%
  • 16) 8 regioes - Minho e Douro Litoral separados - Santarém em Lisboa

    Votes: 0 0.0%
  • 22) Sem opiniao/Nao quero responder

    Votes: 0 0.0%
81 - 100 of 215 Posts

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Mas no caso de isto um dia realmente avançar espero que as tais regiões coincidam com os limites das NUTSII que vigoraram até 2002 e pelas quais é feita a desconcentração da maior parte dos serviços de Estado
Acho que é essa a ideia do António Costa. Para mim isso já será bem bom, muito embora considere que o ideal seria a junção das várias CIMs de forma a formar um mapa idêntico ao das Províncias de 1936.
 

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A minha modesta e leiga opinião.

Em 98, e já aqui o disse, votei a favor dos mapas propostos e contra a regionalização. O meu voto contra prendeu-se única e exclusivamente com o facto de não saber para que serviriam essas regiões, e que, presumívelmente, estas iriam buscar competências aos municípios, o que só por si é contrário á ideia de descentralização, haveria sim uma aglomeração de competências a um nível superior aos municípios.

O tempo passa, as ideias alteram-se, e hoje provavelmente também votaria contra o mapa proposto em 1998. Sou totalmente e frontalmente contra a criação de tachos, tachinhos e eiras para os nossos políticos. No entanto, continuo mais próximo de um modelo federalista, oposto ao modelo administrativo previsto na CRP, por isso, hoje votaria num modelo minimalista, menos regiões, e regiões mais abrangentes.

Seriam estas:
- AMP, Distrito do Porto + Norte do Distrito de Aveiro;
- AML, Distrito de Lisboa + península de Setúbal;
- Norte, Distritos de Braga, Bragança, Viana do Castelo e Vila Real e possívelmente parte do distrito de Viseu, a sede administrativa em Braga;
- Centro, Distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, sul do Distrito de Aveiro, Sul do Distrito de Viseu e Norte do Distrito de Santarém, com sede administrativa em Coimbra;
- Sul, Distrito de Beja, Distrito de Évora, Sul dos Distritos de Setúbal e Santarém, com sede administrativa em Évora;
- Algarve, distrito de Faro, com sede administrativa em Faro.

Em caso algum defendo a transferência de competências do Estado Social previsto na CRP (Saúde, Educação, Segurança, planos rodoviário e feroviário, etc) defendo no entanto que estas regiões devessem assumir algum papel deliberativo oposto apenas a um modelo administrativo. Ou seja, seriam sempre regiões de estatuto inferior ás regiões autónomas até porque a integridade Nacional, acho eu, é um bem que temos e deve ser preservado.
 
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^^
Essas divisões são idênticas às das NUTSII (com a excepção de que aí a AMP é independente da região Norte, algo que eu até concordo). Não sei se ou a favor de um modelo desses, pelo menos em todos os aspetos. Talvez preferisse antes que se dividisse as beiras em Beira Litoral (com capital em Coimbra e que abrangeria também os distritos de Aveiro e Coimbra) e Beira Interior (com capital em Viseu e que abrangeria também os distritos da Guarda e Castelo Branco). Além disso, seria talvez também a favor da divisão da região Norte em Minho (capital Braga) e Trás-os-Montes (capital Vila Real).
 

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UKuser
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Acho que é essa a ideia do António Costa. Para mim isso já será bem bom, muito embora considere que o ideal seria a junção das várias CIMs de forma a formar um mapa idêntico ao das Províncias de 1936.
O António Costa já se mostrou a favor da regionalização, mas todos os políticos em campanha eleitoral dizem exactamente o mesmo e na chegada ao poder o discurso altera-se significativamente e mantém-se tudo como está. Há uns tempos também defendeu a transferência de mais competências para as CCDRS (com área de abrangência coincidente à das NUTSII 2002 como se sabe) e se assim fosse não seria um cenário mau de todo.

Mas continuo a achar que, face à dimensão do país e às despesas que esta divisão territorial acarreta, a regionalização é desnecessária. Se se pega no argumento da proximidade às populações locais, então aí acho que faz mais sentido o retorno das freguesias extintas, que são o órgão local o mais próximo possível das populações e que apresentam menos despesas e endividamentos que os outros níveis territoriais (municípios e regiões).
 

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'tou na lua...
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Sou pela regionalização pelo facto de as regiões poderem desenvolver projectos sem depender continuamente de Lisboa, como ainda agora se viu com o bloqueio de fundos europeus por Lisboa ao Metro Mondego. E seria uma forma de obrigar a que os municípios trabalhem em conjunto em cada região. Uma região centro toda junta?? Já se saberia para onde iriam os recursos, sobretudo com a proximidade da zona de Aveiro ao Grande Porto, por exemplo.
 
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Sou pela regionalização pelo facto de as regiões poderem desenvolver projectos sem depender continuamente de Lisboa, como ainda agora se viu com o bloqueio de fundos europeus por Lisboa ao Metro Mondego. E seria uma forma de obrigar a que os municípios trabalhem em conjunto em cada região. Uma região centro toda junta?? Já se saberia para onde iriam os recursos, sobretudo com a proximidade da zona de Aveiro ao Grande Porto, por exemplo.
Caso não tenhas reparado, Coimbra é maior, tem mais habitantes e dispõe de melhores condições do que Aveiro :lol:
Numa região Centro toda junta, o litoral seria sempre mais favorecido, quer seja Aveiro, Coimbra ou Leiria. Essa é a sina de Portugal, o desenvolvimento vai todo para o litoral. A única excepção é talvez o Alentejo (em que Évora é a maior cidade, é a capital e a que disponibiliza melhores condições).
 

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'tou na lua...
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Viu-se pela localização do turismo regional pelo governo central.... foi para Aveiro.... os investimentos e tal.... e depois entras na Mealhada, Anadia e vês logo as indústrias que há....
E é por isso que defendo uma região de Beira Litoral e outra da Beira Interior para potenciar as 2 regiões....
 
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A nível turístico, Aveiro tem um potencial imenso, da região centro talvez seja o distrito mais turístico (apesar de Leiria também o ser). As indústrias já lá estão há imenso tempo e só são uma mais valia para a região (entre Mealhada e Coimbra também não haviam umas indústrias?). Coimbra tem condições já quase ao nível das duas AM's (para mim, é a terceira cidade), tem grandes áreas habitacionais em redor do centro, tem um hospital 5*, tem uma certa centralidade a nível de transportes, sendo o epicentro das linhas ferroviárias e das carreiras de autocarros interurbanas da região centro, tem uma das melhores universidades do país, a nível de condições mete e meterá sempre Aveiro num bolso. Bem pior que Coimbra, na região centro, está Leiria...
 

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Discussion Starter · #89 ·
A minha modesta e leiga opinião.

Em 98, e já aqui o disse, votei a favor dos mapas propostos e contra a regionalização. O meu voto contra prendeu-se única e exclusivamente com o facto de não saber para que serviriam essas regiões, e que, presumívelmente, estas iriam buscar competências aos municípios, o que só por si é contrário á ideia de descentralização, haveria sim uma aglomeração de competências a um nível superior aos municípios.

O tempo passa, as ideias alteram-se, e hoje provavelmente também votaria contra o mapa proposto em 1998. Sou totalmente e frontalmente contra a criação de tachos, tachinhos e eiras para os nossos políticos. No entanto, continuo mais próximo de um modelo federalista, oposto ao modelo administrativo previsto na CRP, por isso, hoje votaria num modelo minimalista, menos regiões, e regiões mais abrangentes.

Seriam estas:
- AMP, Distrito do Porto + Norte do Distrito de Aveiro;
- AML, Distrito de Lisboa + península de Setúbal;
- Norte, Distritos de Braga, Bragança, Viana do Castelo e Vila Real e possívelmente parte do distrito de Viseu, a sede administrativa em Braga;
- Centro, Distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, sul do Distrito de Aveiro, Sul do Distrito de Viseu e Norte do Distrito de Santarém, com sede administrativa em Coimbra;
- Sul, Distrito de Beja, Distrito de Évora, Sul dos Distritos de Setúbal e Santarém, com sede administrativa em Évora;
- Algarve, distrito de Faro, com sede administrativa em Faro.

Em caso algum defendo a transferência de competências do Estado Social previsto na CRP (Saúde, Educação, Segurança, planos rodoviário e feroviário, etc) defendo no entanto que estas regiões devessem assumir algum papel deliberativo oposto apenas a um modelo administrativo. Ou seja, seriam sempre regiões de estatuto inferior ás regiões autónomas até porque a integridade Nacional, acho eu, é um bem que temos e deve ser preservado.

Esta divisao tem muito mais lógica que a das provincias tradicionais, inventadas em uma época muito diferente da atual. Mas continuam a haver pessoas vinculadas aquilo que lhe ensinaram em geografia quando andavam na primaria, e usam esse argumento para criar limites às regioes propostas. Só alteraría uma das tuas propostas, já que acho que o norte de aveiro (e quizás com aveiro incluido) , porto, braga e viana de castelo devem estar em uma mesma regiao. As necessidades deste bocado de terra litoral é muito diferente das necessidades da zona interior de Vila Real e Bragança.
 

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Lisboa mantém supremacia na sociedade de informação e desequilibra o país

Índice Digital Regional evidencia assimetrias regionais e revela mudança de lugares. Centro ocupa agora o segundo lugar, Norte sobe para quarto, Madeira cai para último.


O Índice Digital Regional (IDR), a inovadora ferramenta que apalpa o pulso às sete regiões NUT II do país em termos de construção da sociedade de informação, mostra que praticamente nada está como dantes. Há alterações de 2012 para 2013, mas há duas situações que se mantêm: Lisboa surge destacadíssima nos quatro subíndices analisados e as assimetrias regionais não se esbateram nesta área.

Lisboa não abre mão da supremacia, apresenta os melhores desempenhos nos 73 indicadores analisados, ocupa o primeiro lugar nos quatro subíndices e transpõe sempre a linha da média nacional. O Centro aparece agora em segundo lugar e destrona o Algarve que desce para terceiro. O Norte troca de posição com o Alentejo e passa de quinto para quarto. Também há trocas nas ilhas com os Açores a subirem para sexto lugar e a Madeira a descer para a sétima e última posição.

A distância entre Lisboa e o resto do país salta à vista nos gráficos dos quatro subíndices do IDR - contexto, infra-estruturas, utilização e impacto. O IDR continua a mostrar um país a várias velocidades. “De facto, Lisboa continua a ter um desempenho muito superior às restantes regiões. Nos 73 indicadores analisados, mais uma vez conseguiu a pontuação máxima, o que desequilibra as médias das restantes regiões do país. A supremacia de Lisboa é esmagadora”, refere Luís Miguel Ferreira, professor de Matemática e autor do IDR. “É estranho que as tecnologias não estejam a dar as mesmas oportunidades em todas as regiões do país, mas que, pelo contrário, acentuem assimetrias regionais”. Assimetrias que se relacionam com vários factores como, por exemplo, infra-estruturas disponíveis, rendimentos das famílias para aceder à Internet, competências para manusear novas tecnologias.

O país não está a conseguir inverter a situação. A injecção de dinheiro nesta área, para combater essas assimetrias, não está a atacar o problema”, sublinha Luís Ferreira. As conclusões serão enviadas ao Governo numa nota que está a ser preparada.

Se em 2012, o Alentejo passava a perna ao Norte no ranking do IDR, em 2013, a situação inverte-se e há mudança de lugares. O Norte passa de quinto para quarto, o Alentejo de quarto para quinto. A segunda edição do IDR revela que o Norte é a região que pior fica na fotografia em termos de infra-estruturas disponíveis, mas que apresenta o segundo melhor desempenho em termos de impacto - o que ajuda a explicar a subida.

É no gráfico relativo ao subíndice impacto que mais se evidencia a distância entre Lisboa e as restantes zonas do país. Neste ponto, analisam-se desempenhos na criação de empresas ligadas ao sectores de média e alta tecnologia, proporção de exportações de bens de alta tecnologia, número de pessoal ao serviço de actividades de tecnologias de informação e de comunicação. O Norte sobe de terceiro para segundo lugar, ocupando quase metade do gráfico de Lisboa. Segue-se o Centro que desce um lugar e o Algarve que avança uma posição de quinta para quarta. Os Açores mantêm-se em último.

Em termos de utilização dos meios da sociedade de informação, Lisboa aparece novamente em primeiro lugar, embora com uma ligeira quebra em relação a 2012. Neste subíndice, não há qualquer mudança de lugares. O Algarve continua a ser a segunda região do país que mais utiliza as novas tecnologias, tanto por parte da população como pelas empresas, seguindo-se o Alentejo. O Centro volta a aparecer em quarto, Açores em quinto, Norte em sexto e Madeira em sétimo. Neste campo, Lisboa e Algarve são as únicas regiões que ultrapassam a linha da média nacional e as únicas que tiveram melhores resultados em 2012 do que em 2013.

No subíndice das infra-estruturas que analisou, entre outros factores, o número de agregados domésticos com acesso ao computador e à Internet, alojamentos cablados, número de caixas automáticas por mil habitantes, o Norte, o Centro e o Alentejo não ultrapassam a média nacional. As restantes, embora com uma ligeira quebra em relação aos resultados de 2012, passam essa barreira. O Alentejo e o Algarve estão piores do que em 2012.

Em termos de contexto – e aqui analisam-se índice de poder de compra, taxa de desemprego, taxa de escolaridade no ensino superior, proporção de investigadores na população activa, entre outros pontos – além de Lisboa, o Norte, o Centro, o Algarve e os Açores estão numa posição confortável, acompanhando a subida da média nacional. O Centro segura a segunda posição, o Norte a terceira. O Algarve sobe de quinto para quarto, o Alentejo desce de quarto para quinto, Açores passam para sexto e a Madeira para último lugar.

http://www.publico.pt/tecnologia/no...e-de-informacao-e-desequilibra-o-pais-1682710
 

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E muita em Oliveira do Bairro. E alguma coisa na Mealhada. Além de Ílhavo e Vagos, e mesmo Mira, embora algo laterais. E Albergaria a norte e Tondela a este. E...
 

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Interstellar
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Seriam estas:
- Minho: Distrito de Viana do Castelo + Distrito de Braga
- Douro Litoral: Distrito do Porto
- Trás-os-Montes: Distrito de Bragança + Distrito de Vila Real
- Beira Alta: Distrito de Viseu + Distrito da Guarda
- Beira Baixa: Distrito de Castelo Branco
- Beira Litoral: Distrito de Aveiro + Distrito de Coimbra + Distrito de Leiria
- Ribatejo: Distrito de Santarém
- Estremadura: Distrito de Lisboa + Distrito de Setúbal
- Alto Alentejo: Distrito de Portalegre + Distrito de Évora
- Baixo Alentejo: Distrito de Beja
- Algarve: Distrito de Faro

As sedes administrativas devem ser escolhidas pelos Parlamentos Regionais e não devem ser impostas pelo Governo Central.
 

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Discussion Starter · #94 ·
^^ 11 regioes?
Espanha tem 15 sem contar com as ilhas e cidades autónomas e tu queres por 11 em Portugal?. Quando vejo regioes do tamanho de um distrito deixo de ver-lhes sentido, para isso dá-se mais poder aos distritos e ponto (a única que faz sentido é Faro).
Até seria curioso ver os ACTUAIS suburbanos do Porto mudarem o nome para inter-regionais para ir a Ovar ou a Guimaraes.
 

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O fundamental é retirar a AML e a AMP de qualquer outra região, qualquer uma destas desequilibra a região onde se inserir, e as ligações as estas estarão sempre asseguradas pois possuem os principais portos e aeroportos do país e os principais lóbis para qualquer investimento que se pretenda fazer.

E separar o interior do litoral, pela mesma ordem de razão, com exceção do Alentejo.
 

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Discussion Starter · #96 · (Edited)
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e que pretendes com a regionalizaçao, criar um aeroporto de Braga que distará menos de 50 km do Porto? Qual é o problema que o aeroporto do Porto sirva Braga?? Inclusive serve os galegos! É surrealista criar regioes do tamanho de AMs. Já o disse aquí. As AMs sao voláteis e aumentam cada x tempo, com o qual estarias sempre a mudar as fronteiras das regioes.
Quem vive em Portugal realmente parece ter muita dificuldade em entender o conceito de regiao... talvez por nunca terem vivido com elas. Ora bem, ou aprendem a diferenciar regioes dos outros níveis territoriais ou nunca chegaremos a nenhum consenso.
 

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11 é 1 exagero pegado mas prontos, esta questão das regiões urbanas sim parece-me pertinente, não só face aos desequilibrios mas também porque uma já é região (LVT), o que é já descriminativo á partida.
 

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Falo em LVT porque numa possivel revisão da regionalização vão estar sempre em cima da mesa novas visões que poderão extravasar a area da AML, o mesmo para outras possiveis regiões "urbanas".
 

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A melhor opção é mesmo:

Entre Douro e Minho
Trás os Montes e Alto Douro
Beira Interior (Viseu Guarda CBranco)
Beira Litoral (Aveiro Coimbra Leiria)
Lisboa e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
 
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