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Parece-me um bom tema de discussão.

Vou colocar os museus de Lisboa para que possa ser feita uma análise.


ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DOS BARBADINHOS

A Estação Elevatória dos Barbadinhos desenvolve actualmente actividade cultural, quer sobre a sua vertente patrimonial que com eventos de arte nas suas duas salas de exposição: a Sala de Exposição Permanente e a de Exposições Temporárias.


Destinada à elevação das águas provenientes do rio Alviela, para o reservatório da Verónica e para a Cisterna do Monte, a Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, inaugurada a 3 de Outubro de 1880, permitiu aumentar consideravelmente o volume de água fornecido à cidade de Lisboa. O seu principal equipamento, constituído por quatro máquinas a vapor construídas nas Oficinas de E. W. Windsor de Ruão, funcionaram, ininterruptamente, até 1928. As máquinas cujo vapor era produzido por cinco caldeiras, são todas do mesmo tipo: êmbolos verticais de dois cilindros cada, com camisa de vapor – sistema Woolf – de expansão variável e de condensação.
A Estação Elevatória dos Barbadinhos faz parte do nucleo museológico da EPAL e foi classificado como Conjunto de Interesse Público (CIP) em 2010.



MUSEU GEOLÓGICO DE LISBOA

O Museu Geológico de Lisboa foi constituído em 1857, quando foi criada a Comissão Geológica, a partir de exemplares colhidos pelos pioneiros da Geologia portuguesa como: Carlos Ribeiro, Nery Delgado, Pereira da Costa, Paul Choffat, entre outros. A Comissão ficou instalada no edifício do antigo convento de Jesus, na Rua da Academia das Ciências,19 - 2º, em Lisboa.
Além do seu significativo valor científico, o Museu Geológico de Lisboa tem grande interesse histórico e museológico, uma vez que nas suas instalações que nasceram a Geologia e a Arqueologia portuguesas. Nas sua grandes salas, o mobiliário a elas adaptado e o modelo expositivo do século XIX, conferem-lhe um carácter único e raro na Europa, de importância patrimonial reconhecida.
Das colecções (Paleontologia, Estratigrafia, Arqueologia e Mineralogia) é porventura o mais representativo de Portugal e de grande interesse científico, estando disponíveis a investigadores, nacionais e estrangeiros.
Possui vasta colecção de fósseis recolhido em Portugal: Dinossauros, Trilobites, Amonites, Plantas, etc.
Reúne uma excelente colecção de arqueologia pré-histórica, representando todos os períodos, desde o Paleolítico ao Romano em território nacional.
Estão expostos, minerais, [[rochas e instrumentos científicos históricos.
É um dos mais antigos museus portugueses (1859), com uma já rara “atmosfera” do século XIX.
Está no local onde nasceram a Geologia e a Arqueologia portuguesas.




CASA FERNANDO PESSOA

A Casa Fernando Pessoa é um espaço cultural inaugurado a 30 de Novembro de 1993, criado em homenagem ao poeta, e concebido como "casa de poesia". Situa-se em Campo de Ourique, no prédio em que Fernando Pessoa viveu, entre 1920 e 1935, sendo a sua última morada.
O edifício, adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa, foi totalmente remodelado para instalar a primeira "casa de poesia" em Portugal. A fachada original foi mantida, sendo o restante adaptando à nova funcionalidade. Designers portugueses, foram convidados a criar o mobiliário da casa. O único espaço preservado na sua originalidade é o quarto que foi ocupado pelo poeta.
A Casa Fernando Pessoa é um espaço cultural polivalente, assumindo diversas vertentes tais como casa da poesia, biblioteca, espaço para exposições temporárias e para conferências, actividades culturais, sessões de leitura de poesia, encontros de poetas, conferências temáticas, workshops, exposições de artes plásticas, performance musicais, etc
É também o espaço de preservação dos objectos e móveis que pertenceram ao poeta bem como da biblioteca de poesia nacional e estrangeira, sobretudo e de relevo, o espólio literário pessoal do poeta.
A actividade da Casa estende-se ainda à Edição. Destaca-se a publicação da Revista Tabacaria - revista de Poesia e Artes Plásticas, em parceria com a Contexto Editora que, constituindo um veículo de divulgação da poesia e de todas as artes que com ela dialogam.
"A Casa Fernando Pessoa é um espaço aberto a todos quantos aí queiram visitar, ouvir, ler, criar e, mais que tudo, sentir."



OCEANÁRIO DE LISBOA

O Oceanário de Lisboa é um museu de biologia marinha situado no Parque das Nações em Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo 98.
Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte-americano Peter Chermayeff, lembra um porta-aviões e está instalado num cais rodeado de água. É o segundo maior oceanário do Mundo e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos.
Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico.
A principal atracção, para a maior parte dos visitantes, é o grande tanque central, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos peixes tropicais. Embora pretenda ser uma representação do oceano aberto, tem sido criticado por vários cientistas pelo facto de juntar espécies pouco relacionadas no mesmo espaço.
O mascote escolhido do Oceanário de Lisboa é o boneco Vasco (com o mote: o Vasco é boa onda!), em referência ao navegador português Vasco da Gama. O Vasco encontra-se em dois lugares para saudar os visitantes e turistas, em frente à entrada principal e na baía em frente ao oceanário (porto do Rio Tejo).
Em 18 de Dezembro de 2009 o Oceanário atingiu 14 milhões de visitantes.
Em 2010 foi visitado por 951.543 pessoas.


MUSEU MAÇÓNICO PORTUGUÊS

O Museu Maçónico Português é uma entidade fundada em 1984, localizado em Lisboa (Bairro Alto) na sede do Grande Oriente Lusitano, uma Obediência maçónica fundada em 1802. Desde então viu evoluir não apenas as suas funções e práticas como também o seu espólio museológico.
Inicialmente o Museu era constituído por peças devolvidas pelo Estado ao Grande Oriente Lusitano e por peças doadas por muitos maçons portugueses.
O Museu Maçónico Português, é hoje membro institucional do ICOM (International Council of Museums) e publica edições gráficas das exposições que promove em parceria com entidades e temas relacionados com a Maçonaria.
Este encontra-se aberto ao público, de Segunda a Sexta-Feira, das 14:30 às 17:30 horas.
 

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MUSEU DA ÁGUA

O Museu da Água é dedicado à história do abastecimento de água a Lisboa, este pequeno mas informativo museu foi criado em volta da primeira estação de bombagem a vapor.
Mantido pela EPAL, o Museu Homenageia Manuel da Maia, o engenheiro do século XVIII que desenhou o Aqueduto das Águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990. O lugar de honra vai para os bem preservados motores a vapor, um dos quais funciona a electricidade e pode ser ligado para os visitantes. O desenvolvimento da tecnologia é documentado por fotografias. São particularmente interessantes as dedicadas ao Aqueduto das Águas Livres e ao Chafariz de El-Rei do século XVII, em Alfama, onde os locais faziam fila em frente de uma de seis bicas, conforme o estatuto social.



MUSEU ANTONIANO

O Museu Antoniano é dedicado a Santo António de Lisboa. Foi inaugurado nos anos 80 do século XX e pretende retratar as várias formas artísticas que assumiu a devoção dos Lisboetas a Santo António, o santo mais popular de Lisboa, que se crê ter nascido na casa onde agora se encontra o museu.
Em exposição estão peças religiosas, iconografia (escultura, gravura, pintura e cerâmica), alfaias litúrgicas, livros, vestuário e diversos objectos relacionados com a vida de Santo António. Entre o espólio de azulejaria podemos destacar o conhecido painel de "Santo António pregando aos peixes", de meados do século XVII, polícromo de uma das suas passagens mais conhecidas.
Localizado junto à Sé de Lisboa, reúne, para além das colecções, uma importante bibliografia, que evoca o culto de Santo António nas variadas formas, essencialmente as de carácter mais popular e urbana que o povo lhe dedica.
 

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MUSEU ANTÓNIO DE MEDEIROS E ALMEIDA

A Casa António de Medeiros e Almeida, antiga residência do instituidor, foi transformada em casa museu pelo próprio, no início dos anos 70 do século XX. No seu acervo está incluído o serviço de chá de Napoleão Bonaparte, um quadro de Brueghel e o relógio de Sissi da Áustria[1].
A casa museu conta com duas áreas de exposição.
- Uma, na parte que foi habitada pelo próprio António de Medeiros e Almeida, entre (1940-1970) e mantido o ambiente original. A outra construída em terrenos do antigo jardim da casa, onde foram criados ambientes adaptados às peças, utilizando boiseries e tectos adquiridos para o efeito.
O conjunto apresenta-se ao longo de 25 salas. Colecções europeias de pintura, arte sacra, mobiliário, tapeçaria, vidro e joalharia com adereços e peças avulsas do século XVII até aos dias de hoje, salientando-se três importantes colecções:
- Os relógios com cerca de 225 peças divididas desde o século XVI.
- As porcelanas da China, fazendo um percurso pelas diversas dinastias, desde as terracotas pré-históricas - (Dinastia Han), até a porcelanas do final do século XVIII.
- As pratas compostas por duas baixelas do inglês Paul Storr (1792-1838) e portuguesas do século XVI ao século XVIII, Porcelana Vista Alegre, e uma colecção de paliteiros em prata portuguesa.
É possível adquirir pelo visitante, réplicas de peças expostas.


AQUÁRIO VASCO DA GAMA

O Museu Aquário Vasco da Gama foi inaugurado em 1898 - Lisboa, sob o apoio do Rei D.Carlos I, e tem como principal objectivo a divulgação da vida aquática.
Um museu, com uma grande diversidade de exemplares conservados e naturalizados, oferece destaque à "Colecção Oceanográfica D.Carlos I", de grande valor histórico e científico, e um aquário com mais de 250 espécies de água doce e salgada, a maior parte dos exemplares expostos no átrio e nas cinco alas do primeiro andar, provenientes de ambos os hemisférios.
Para além da colecção existente, o Museu do Aquário Vasco da Gama, tem vindo a ser permanentemente e enriquecido em espécies, especialmente no que respeita a peixes marinhos da fauna indígena e tropical, aves, mamíferos marinhos e espécimes malacológicos.
Apresenta também, uma colecção de animais marinhos embalsamados, incluindo aves e tubarões. Existe também uma exposição dedicada ao fundador do Aquário.
Na loja pode adquirir, recordações, livros, t-shirts, conchas e peixes. As exposições são acompanhadas por explicações científicas muito completas,
Nestes últimos anos foram executados modelos e reproduções de peixes e cetáceos em fibra de vidro e resinas sintéticas, método utilizado nos mais modernos museus de história natural, designada - Dermoplástica.





MUSEY ÁRPÁD SZENES-VIEIRA DA SILVA


A Fundação Árpád Szenes-Vieira da Silva é uma instituição que alberga um Museu e um Centro de Documentação e Investigação, dedicados aos artistas Árpád Szenes e Maria Helena Vieira da Silva, tendo por objectivo a divulgação e estudo da sua obra em exposição permanente.
e está instalado na antiga Real Fábrica dos Tecidos de Seda de Lisboa, um edifício datado do século XVIII. Contíguo ao jardim das Amoreiras, face ao Aqueduto das Águas Livres, frente à capela de Nossa Senhora de Monserrate e à Mãe d'Água das Amoreiras, faz uma mostra anual apresentando uma temática que permita acompanhar tendências e a evolução da arte moderna.
Um dos directores e administradores da Fundação Árpád Szenes-Vieira da Silva foi o arquitecto Sommer Ribeiro, falecido em 2006.


MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA

O Museu Nacional de Arqueologia do Dr. Leite de Vasconcelos é um museu localizado em Lisboa, foi fundado em 1893 por iniciativa de José Leite de Vasconcelos, sob a designação de Museu Etnográfico Português. Desde 1903 o museu situa-se na ala ocidental do Mosteiro dos Jerónimos, na zona do antigo dormitório dos monges, reformado em estilo neomanuelino na segunda metade do século XIX.
No museu está o principal centro de investigação arqueológica de Portugal, com peças provenientes de todo o país. Na entrada do museu encontram-se estátuas de granito, de mais de 2 metros de altura, provenientes do norte de Portugal e que representam Guerreiros Calaico-Lusitanos do século I dC. As exposições permanentes se dividem em Antiguidades Egípcias, com peças que cobrem cinco mil anos de história e incluem sarcófagos e diversas estátuas, e Tesouros da Arqueologia Portuguesa, com notáveis peças de ourivesaria da Idade do Bronze à Idade do Ferro. O museu possui também a maior colecção de mosaicos romanos em museus portugueses, provenientes em sua maioria do sul do país. Além das exposições permanentes, o museu frequentemente organiza mostras temporárias sobre diversos temas.


ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO

O Arquivo Histórico Ultramarino é um organismo cultural e de investigação da administração pública portuguesa, integrado no Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), ao qual cabe arquivar, conservar e tratar tecnicamente a documentação existente nos seus depósitos, e outra, que interesse ao estudo e conhecimento da história colonial portuguesa e da sua administração ultramarina.
O Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), para além das suas funções de repositório documental, tem ainda por missão promover publicações relevantes para a história colonial portuguesa existentes nos seus arquivos, manter e disponibilizar os seus inventários e executar trabalhos gerais e especializados de catalogação.
O AHU promove ainda a realização de exposições de espécies documentais e outras iniciativas de carácter pedagógico ou cultural no âmbito da sua competência, bem como o desenvolvimento experimental de técnicas no âmbito do tratamento de documentos e arquivos.


CENTRO DE ARTE MODERNA JOSÉ DE AZEREDO PERDIGÃO

O Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão - CAM-JAP da fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, Portugal, foi fundado em 1983 e tem o nome do primeiro Presidente da Fundação, José de Azeredo Perdigão.
Com uma colecção de arte, constituída desde o final dos anos 50, reúne os artistas mais representativos do século XX português, até à actualidade, sendo alguns estrangeiros, um núcleo de arte britânica adquirida desde o final dos anos 50 e obras de arte arménias.
O CAMJAP possui a maior colecção de arte portuguesa do século XX e XXI, uma programação diversificada de exposições temporárias, que se realizam no seu edifício e na Sede da Fundação.
Expõe de forma permanente uma parte da sua colecção e organiza exposições rotativas a partir do seu acervo. O seu sector de Educação favorece o debate em torno de temática da Cultura Visual na Contemporaneidade, da História de Arte e da Estética, desenvolvendo diversas iniciativas. O Jazz em Agosto é também uma realização anual:durante duas semanas, com uma oferta que se tem situado entre os 12 a 20 concertos na revelação de aspectos mais inovadores do Jazz.
O prémio Maria Madalena de Azeredo Perdigão é atribuído também anualmente, com o objectivo de destacar, no campo das artes do espectáculo, um artista português ou estrangeiro, que esteja a desenvolver a sua carreira em Portugal, e que indubitavelmente se distinguida, pelo carácter inovador e originalidade, da sua obra, e indiscutivelmente contribua para o alargamento das fronteiras estéticas e dos modelos de produção usuais.
 

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MUSEU DE ARTE POPULAR

O Museu de Arte Popular localiza-se junto ao rio Tejo, entre o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém, na freguesia de Santa Maria de Belém, concelho e Distrito de Lisboa, em Portugal.

Aberto em 1948, tem salas com colecções permanentes e um espaço com exposições temporárias. As peças organizadas por províncias, incluem cerâmicas, alfaias agrícolas, trajes, instrumentos musicais, joalharia e coloridas selas, e dá uma viva indicação da diversidadedas diferentes regiões de Portugal. Cada área tem a sua especialidade, como as cangas e os galos de cerâmica do Minho, as cestarias de Trás-os-Montes, ambos no Norte de Portugal, os badalos e as louças de terracota do Alentejo, ou os equipamentos de pesca do Algarve, no Sul.

 

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MUSEU ESCOLA DE ARTES DECORATIVAS

O Museu Escola de Artes Decorativas está instalado no Palácio Azurara, no bairro de Alfama, e recria o ambiente aristocrático do século XVIII, acolhendo uma das colecções representativa e homogénea do panorama das Artes Aplicadas em Portugal. Colecção reunida ao longo de vários anos, com todo o empenho e dedicação do fundador, Ricardo do Espírito Santo Silva, foi doada ao Estado em 1953.
Assim nasceu a empenhada na protecção das artes decorativas e dos ofícios com elas relacionadas, pela manutenção das suas características tradicionais portuguesas, pela pelo serviço educativo e social que representava e pelo desenvolvimento da sensibilidade dos artífices, através de um espaço de formação privilegiado.
O Museu Escola de Artes Decorativas reúne uma importante colecção de mobiliário do século XVI ao século XX, pintura de artistas portugueses e estrangeiros, que trabalharam em Portugal no século XVIII, ourivesaria europeia do século XV ao século XIX, porcelanas,faianças, têxteis orientais de encomenda europeia, tapetes de Arraiolos e azulejaria barroca e neoclássica.
As oficinas de restauro, a funcionar, também podem ser visitadas. O museu faz parte da Ricardo Ribeiro Espírito Santo Silva. Fica situado no Largo das Portas do Sol, 2 em Lisboa.


MUSEU DA FARMÁCIA

O Museu da Farmácia localizado no edifício da Associação Nacional das Farmácias, em Santa Catarina (Lisboa), foi inaugurado em Junho de 1996.
As primeiras peças que deram origem a este museu foram as doadas à Associação Nacional de Farmácias, pelo Dr. Salgueiro Basso à qual se seguiram várias doações de outros farmacêuticos associados e de outras instituições.
O acervo deste museu representa 5000 anos de história da Saúde e é constituído por inúmeras peças de diversas origens geográficas (Egipto, Roma, Mesopotâmia, etc), sendo de salientar, a reconstituição de quatro Farmácias, como por exemplo, uma Farmácia de Macau, assim como uma farmácia portátil do século XVIII e a farmácia portátil levada a bordo do Space Shuttle Endeavour na missão STS-97. Mostra também diversas máquinas e aparelhos utilizados pelas boticas no fabrico e armazenamento de medicamentos, como almofarizes, vasos de botica, frascos de farmácia de vidro, balanças, matrazes, farmácia portátil utilizada por Roald Amundsen na expedição ao Polo Norte em 1911, farmácia portátil usada por Carlos Sousa no Lisboa Dakar 2006, etc. Uma das peças mais raras em exposição é uma Pedra de Goa.

O Museu da Farmácia também pode ser visitado no Porto (Zona Industrial - Ramalde), cuja colecção abrange 500 milhões de anos da história da luta do homem na cura da doença e alívio da dor. O espólio reúne objectos de raro valor histórico, artístico, antropológico e científico oriundo de civilizações e culturas tão distantes no tempo e no espaço como a Mesopotâmia, o Egipto, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, a África, o Tibete, a China, o Japão entre outras. O património da farmácia portuguesa está representado pela excelente reconstituição da Farmácia Estácio do Porto, que estava localizada na Rua Sá da Bandeira.
Os Correios de Portugal editaram uma colecção de selos com imagens de algumas peças do Museu da Farmácia.

 

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MUSEU NACIONAL DO AZULEJO

O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, é um dos mais importantes museus de Portugal, pela sua colecção singular, dedicada ao azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525).
No acervo, destaque para um painel de azulejos representa uma panorâmica de Lisboa antes do terramoto de 1755.






MUSEU DA MARINHA

O Museu de Marinha é um museu situado na freguesia portuguesa de Santa Maria de Belém, no concelho de Lisboa, mais precisamente, na ala oeste do Mosteiro dos Jerónimos. É um dos mais importantes, reconhecidos e visitados museus portugueses.

O Museu remonta a 1863, quando D. Luís decretou a constituição de uma colecção de testemunhos relacionados com a actividade marítima portuguesa.
Depois de passar por vários espaços, nomeadamente o palácio dos Condes de Farrobo nas Laranjeiras, em Lisboa, onde esteve de 1949 até 1962, ano em que se instalou nas alas Norte e Poente do Mosteiro dos Jerónimos. Considerado Organismo Cultural da Marinha de Guerra Portuguesa, a sua missão, mais do que relevar exclusivamente os assuntos militares navais, é salvaguardar e divulgar o passado marítimo português e tudo o que se relaciona com os mais diversos aspectos e actividades humanas no mar.



- Galeria das descobertas.
 

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MUDE

O Museu do Design e da Moda ou Mude - encontra-se actualmente na Rua Augusta nº24, no antigo edifício do BNU.
Considerada uma das mais importantes colecções de design e de moda a nível internacional, foi adquirida, em 2002, pela Câmara Municipal de Lisboa. Composta por cerca de mil objectos de mobiliário e utilitários de design, conta ainda com 1200 peças de alta costura representativos dos momentos artísticos mais marcantes do século XX.





MUSEU DO LIVRO


O Museu do Livro está inserido no Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro no Campo Grande - LISBOA
É um espaço dedicado ao livro antigo, contando regularmente com exposições temporárias temáticas.


MUSEU DO ORIENTE

O Museu do Oriente está instalado no edifício Pedro Álvares Cabral, antigos armazéns da Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau em Alcântara, Lisboa.
O museu reúne colecções que têm o Oriente como temática principal, nas vertentes histórica, religiosa, antropológica e artística.
A exposição permanente engloba 1400 peças alusivas à presença portuguesa na Ásia e 650 peças pertencentes à colecção Kwok On.
O museu é da responsabilidade da Fundação Oriente e foi inaugurado no dia 8 de Maio de 2008.
A actual directora é Maria Manuela d'Oliveira Martins.
Foi classificado como Monumento de interesse público (MIP) pelo IGESPAR em 15 de junho de 2010.




MUSEU JOÃO DE DEUS

O Museu João de Deus de cariz Bibliográfico, Pedagógico e Artístico, foi solenemente inaugurado, em 12 de Janeiro de 1917. Após a Implantação da República, um grupo de Republicanos, abordou o filho do poeta João de Deus - João de Deus Ramos - para concretizar um projecto para a expansão de ideais, contou com a ajuda de Afonso Lopes Vieira que levou à imprensa a ideia de construção do Museu João de Deus, com dois objectivos; o de ser um monumento ao poeta e o de ser uma biblioteca de apoio à cultura portuguesa. Da autoria do arquitecto Raul Lino, conta com pinturas de Leal da Câmara.

 

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MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

O Museu Nacional de Etnologia criado em 1965 situa-se em Lisboa, na zona do Restelo.
Como o seu próprio nome indica, neste museu mostram-se artefactos de povos, ditos primitivos, de variadíssimas origens.
Inicialmente o museu só tinha exposições temporárias, mas posteriormente essa situação foi alterada, passando a ter também exposições permanentes.
Do acervo deste museu fazem parte colecções de peças de povos de diversas origens como de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Mali, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Camarões, Indonésia, Timor, Macau, da Amazónia (índios Wauja) e Portugal. De destacar objectos da vida rural portuguesa e uma razoável colecção de instrumentos musicais tradicionais.
O museu possui também uma biblioteca com documentos da área da etnologia e da antropologia.



Este museu é muito interessante e um dos mais esquecidos pelo publico.
 

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MUSEU NACIONAL DOS COCHES

O Museu Nacional dos Coches localiza-se junto ao rio Tejo, na Praça Afonso de Albuquerque, na zona de Belém, em Lisboa, Portugal.
Era antigamente uma escola de arte equestre, o Picadeiro Real do Palácio de Belém, construída pelo arquitecto italiano Giacomo Azzolini, em 1726. Em 1905, foi transformado num museu pela rainha D. Amélia, esposa do rei D. Carlos, sob o nome Museu dos Coches Reais que, após o golpe republicano, teve o seu nome alterado.
É o museu da rede pública mais visitado de Portugal. Em 2008 recebeu 228 570 visitantes, em 2009 197,7 mil visitantes.
Feitos em Portugal, Itália, França, Áustria e Espanha, os coches abrangem três séculos e vão dos mais simples aos mais sofisticados. A galeria principal, no estilo Luís XVI, é ocupada por duas filas de coches construídos para a realeza portuguesa. A colecção começa pelo coche de viagem de Filipe II de Portugal (III de Espanha), de madeira e couro negro, do século XVII. os coches são forrados a veludo vermelho e ouro, com exteriores esculpidos e decorados com alegorias e as armas reais, trabalho denominado talha dourada. As filas terminam com três enormes coches barrocos feitos em Roma para o embaixador português no Vaticano D. Rodrigo Almeida e Menezes, futuro marquês de Abrantes, em embaixada enviada ao papa Clemente XI a mando do rei D.João V. Estes coches têm interiores luxuosos e esculturas douradas em tamanho natural, durante muitos anos nenhum monarca europeu enviou embaixadas ao Vaticano por não se conseguir igualar tamanha magnitude.
Destacam-se ainda, entre outros, os Coches da Coroa, de D.João V e a Carruagem da Coroa, mandada executar por D.João VI, quando regressou do Brasil e que foi utilizado pelos dois últimos reis nas suas aclamações.
A galeria seguinte tem outros exemplos de carruagens reais, incluindo cabriolés de duas rodas e berlindas da Família Real. Têm também uma sege, veículo considerado o primeiro táxi de Lisboa, pintado de preto e verde, as cores dos táxis até à década de 90. Esta sege do século XVIII, com janelas que parecem óculos, foi fabricada durante a época de Pombal. A galeria superior exibe arneses, trajos da corte e retratos a óleo da família real.
O último coche deste museu que foi utilizado foi a Carruagem da Coroa, aquando da visita de Isabel II de Inglaterra a Portugal, em 1957.
O Museu Nacional dos Coches possui ainda um anexo no Paço Ducal de Vila Viçosa, onde vêem-se algumas viaturas de aparato, sendo o seu forte viaturas de campo, caça e passeio. Estava em Vila Viçosa o landau onde foram assassinados o rei D.Carlos I e seu filho o príncipe herdeiro D.Luís Filipe, onde se podem observar os buracos de bala feitos no atentado de 1908. Este veículo encontra-se, desde 2008, no Museu em Lisboa.


MUSEU COLECÇÃO BERARDO

O Museu Colecção Berardo é um museu de Arte moderna e contemporânea criado como Fundação de Arte Moderna e Contemporânea a 9 de Agosto de 2006 (Decreto-Lei 164/2006) para albergar a denominada Colecção Berardo. Está instalado no Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém, com um acervo composto por 862 obras, em exposição permanente e exposições temporárias.
O museu foi inaugurado em 25 de Junho de 2007.


MUSEU DAS COMUNICAÇÕES

O Museu das Comunicações , inaugurado em 1997 na Rua do Instituto Industrial, 16, em Lisboa, e é um espaço pedagógico de carácter científico e tecnológico, onde, de forma lúdica e interactiva, se pode ter acesso a informações sobre o passado das comunicações e também sobre as tecnologias do futuro.
O Museu das Comunicações pertence à Fundação Portuguesa das Comunicações - FPC, sendo a responsável pelo espólio museológico dos seus instituidores (ANACOM, CTT e Portugal Telecom) e pela divulgação do mesmo.


MUSEU DAS CRIANÇAS

O Museu das Crianças foi inaugurado em 1994, inicialmente instalado numa dependência do Museu de Marinha, ocupa agora um espaço no Jardim Zoológico de Lisboa.
O Museu das Crianças, constitui um espaço privilegiado de aprendizagem, onde se incentiva a curiosidade e a confiança das crianças.


MUSEU DA CARRIS

O Museu da Carris em Lisboa, divulga ao público as suas memórias, que ao longo de mais de um século prestou ao crescimento de Lisboa, cidade que se desenvolveu também graças à evolução dos sistema de transportes públicos.
O seu acervo patrimonial que permite, através de objectos de valor histórico e documental em exposição a divulgação do património, e contribuir para uma função [/B]social através do desenvolvimento deste espaço cultural.
O Museu da Carris conduz o visitante a uma viagem no tempo, através de raros documentos e objectos postos à sua disposição: relatórios, fotografias, uniformes, títulos de transporte, equipamento oficinal, eléctricos, autocarros etc.
 

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MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL

O Museu Nacional de História Natural é um organismo da Universidade de Lisboa, especialmente vocacionado para a investigação científica e actividades de cariz cultural e museológica onde se inclui as secções de zoologia, antropologia , mineralogia e paleontologia. O seu espólio, do foro científico-cultural, é o resultado em grande parte da investigação do próprio museu, e de diversas expedições científicas para alem das doações.
É um local privilegiado para investigadores de todas as nacionalidades, que com o estudo do património científico preservado, permite o desenvolvimento de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento.
O Museu Nacional de História Natural também produz ou acolhe exposições permanentes e temporárias, é ainda sede de conferências, debates, promove cursos de formação bem como um variado tipo de eventos tendo sempre como objectivo a divulgação científica, cultural e artística.


CASA MUSEU JOÃO DA SILVA

A Casa Museu João da Silva, tem um espólio pertencente ao mestre João da Silva desde, estuques, bronzes, porcelanas e medalhas, peças de ouro entre outras, com o cunho do Mestre João Silva assim como centenas de peças de autoria de artistas que com o Mestre conviveram. Nas mesmas instalações da Rua Tenente Raúl Cascais, 11 - em Lisboa, funciona uma biblioteca e uma Galeria de exposições temporárias. Em 1997 o Conservador do Museu informatizou a Casa-Museu, e todo o acervo foi digitalizado.
Encontra-se actualmente encerrada, por falecimento de Gabriela Silva aos 94 anos de idade, filha do escultor João da Silva, que era usufrutuária, da casa e do acervo, que o seu pai, a sua madrasta e o irmão, legaram. O litígio quanto ao direito e acesso ao inventário da colecção,entre a SNBA, o Grupo de Amigos de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, entrou em foro judicial.


MUSEU MILITAR

O Museu Militar de Lisboa (MusMil LISBOA) é um orgão do Exército Português que se localiza no Largo dos Caminhos de Ferro em Lisboa, Portugal, perto da Estação de Santa Apolónia. É o maior museu do Exército em Portugal.
Ergue-se no primitivo local do Arsenal Real do Exército, onde funcionaram fundições de artilharia desde o final do século XV. O museu contém uma grande exposição de armas, uniformes e documentos militares históricos.
Na visita, destaca-se a Sala Vasco da Gama com uma coleção de antigos canhões e murais modernos representando a descoberta do caminho marítimo para a Índia. No primeiro andar encontram-se as salas dedicadas à Primeira Grande Guerra. Outras salas descrevem a evolução das armas em Portugal, desde as lâminas de sílex, às lanças e às espingardas. O pátio, flanqueado por canhões, conta a história de Portugal em painéis de azulejos, desde a Reconquista cristã à Primeira Guerra Mundial.
Na parte mais antiga do museu, a secção de artilharia portuguesa, exibe o carro usado para o transporte do Arco da Rua Augusta, em Lisboa.



CINEMATECA PORTUGUESA

A Cinemateca Portuguesa é uma instituição pública dedicada à difusão e preservação da arte cinematográfica e, em especial, do Cinema Português. Foi criada em 1948, em Lisboa, onde se mantém até hoje (presentemente, com instalações na rua Barata Salgueiro). A Cinemateca organiza ciclos de cinema e exposições, dispondo ainda de um Museu do Cinema, arquivos, biblioteca, livraria e bar-restaurante. O Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM), encontra-se sob a sua alçada.





CASA DE MALHOA

A Casa de Malhoa ou Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, localizada em Lisboa na freguesia de São Sebastião da Pedreira, foi projectada pelo arquitecto Norte Júnior nos anos 1904 – 1905. Foi construída com a finalidade de servir de habitação e atelier de trabalho, ao pintor José Malhoa. Esta edificação foi agraciada com o Prémio Valmor em 1905, devido à sua beleza arquitectural.
É uma casa constituída na sua fachada por três corpos bem distintos, mas que se integram de uma forma harmoniosa no seu conjunto. Destaca-se na zona central um grande janelão, correspondente à zona que servia de atelier ao pintor. À esquerda desse janelão pode-se ver um pequeno alpendre sobre a escada que dá acesso à porta de entrada. O lado direito da fachada corresponde à zona da sala de jantar.
O vitral na sala de jantar e sala anexa ao atelier do pintor é de origem francesa. De destacar também, no exterior do edifício, o portão em ferro forjado, estilo Arte Nova.

 

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MUSEU DO TEATRO ROMANO

O Museu do Teatro Romano é um espaço museológico consagrado ao teatro romano de Lisboa, que foi construído na época do Imperador Augusto e ocupa a vertente sul da colina do Castelo de S. Jorge junto ao Pátio do Aljube, 5 (à Rua Augusto Rosa). O teatro, abandonado no século IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas após o terramoto de 1755. Objecto de várias campanhas arqueológicas desde 1967, foi assim recuperado parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e grande número de elementos decorativos.
O Museu do Teatro Romano, apresenta no percurso uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do Teatro. Para além da exposição de materiais e elementos recolhidos, o Museu disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o Teatro e a sua história, actualizando os dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação.
O Teatro Romano de Lisboa e sua ruínas, formam um conjunto monumental, património cultural de Lisboa e do país. Este núcleo é um dos principais testemunhos materiais e artísticos da cultura clássica e da civilização romana, que deram forma e dimensão urbana à cidade desde o século I até meados do século V. Trata-se de um monumento significativo da nossa herança cultural, que deve ser preservado, restaurado, valorizado e integrado na vivência contemporânea.
O Museu do Teatro Romano está instalado num imóvel seiscentista, na área provável de uma das antigas entradas do Teatro.



MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO

O Museu Arqueológico do Carmo localiza-se nas ruínas do Convento do Carmo na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

O Museu foi fundado em 1864 pelo primeiro presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). O seu objetivo maior era o de salvaguardar o património nacional que estava a delapidar-se e deteriorar-se em consequência da extinção das Ordens Religiosas e dos inúmeros estragos sofridos durante as invasões francesas e as guerras liberais.
Possidónio da Silva reuniu inúmeros fragmentos de arquitetura e de escultura, bem como munumentos funerários de grande relevo artístico, painéis de azulejos, pedras de armas e outros itens de diferentes características.
Destinado a ser um "museu vivo", onde os visitantes pudessem conhecer as técnicas arquitetónicas e artísticas, o Museu desde cedo pode contar com uma biblioteca que ainda hoje se conserva, exposta em parte, numa das salas do Museu.
Nos finais do século XIX, o conde de São Januário, também presidente da Associação, ofereceu ao Museu parte da sua coleção particular de cerâmicas pré-colombianas, e duas múmias do mesmo período. Essa coleção "exótica" constitui hoje um dos principais atrativos do Museu, na medida em que é o único museu português, e um dos poucos da Europa, a possuir duas múmias em exposição permanente.
Entre o último quartel do século XIX e o terceiro quartel do século XX deram entrada no Museu importantes coleções de Arqueologia Pré e Proto-Histórica, provenientes de diferentes escavações arqueológicas, entre as quais se destaca a coleção de Vila Nova de São Pedro (Azambuja - período Calcolítico - 3500-2500 a.C.), contando atualmente com cerca de mil artefatos em exposição permanente.
Tem destaque ainda, no espólio do Museu:
o "Sarcófago das Musas" (romano, séculos III-IV d.C.);
três fragmentos escultóricos de origem moçárabe (século X), testemunho do culto e arte cristã em Lisboa durante o domínio muçulmano;
o túmulo do rei Fernando I de Portugal, obra-prima da escultura gótica no país, recentemente restaurado;
quatro placas de alabastro com cenas da Paixão de Cristo esculpidas em baixo-relevo, oriundas das oficinas de Nottingham (meados do século XV);
o túmulo da rainha Maria Ana de Áustria, em estilo barroco;
conjunto de 14 painéis de azulejos representando a Paixão de Cristo em estilo barroco (c. 1780, oficina de Francisco Jorge da Costa;
coleção de 101 pedras de armas, com destaque para a lápide com o brasão de Fernão Álvares de Andrade (século XVI), realizada a partir de desenho de Francisco de Holanda.
Entre 1995 e 1996, quando o Metropolitano de Lisboa estendeu as suas linhas até ao Chiado, as obras de abertura dos dois túneis no subsolo da colina do Carmo provocaram sérios danos ao edifício, tendo sido necessário proceder à consolidação das estruturas. Desse modo, o Museu esteve encerrado durante sete anos, durante os quais se procedeu à remodelação integral da exposição permanente, dotando-a de novas vitrines e expositores, dispondo-se as obras em núcleos cronológicos ou temáticos, instalando-se nova e moderna iluminação e procedendo-se ao restauro de muitas das peças mais importantes.



O Museu reabriu as suas portas ao público em julho de 2001, contando atualmente com cerca de 60.000 visitantes por ano.
Em 2002 foi criado o Serviço Educativo do Museu, para a realização de visitas guiadas e de ateliers infanto-juvenis, e implantado o espaço de Livraria/Loja, onde o público pode adquirir peças diversificadas do merchandising do Museu, roteiros, brochuras divulgativas e publicações da Associação dos Arqueólogos Portugueses.



MUSEU DA ELECTRICIDADE

O Museu da Electricidade é um centro de cultura que apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais e empresariais. Está situado na zona de Belém, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional. Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público, o Museu da Electricidade desenvolve-se no perímetro da antiga central termoeléctrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.



A sua abertura como Museu deu-se em 1990. Passados dez anos, o Museu da Electricidade passou por um novo período de reabilitação dos seus edifícios e equipamentos, para reabrir ao público em 2006. Hoje, pelo seu aspecto cultural e multidisciplinar, o visitante pode desfrutar de variados eventos; desde a exposição permanente do Museu, onde se mostra e explica por intermédio da maquinaria original da antiga Central Tejo o seu modo de funcionamento e o seu ambiente de trabalho, até às exposições temporárias de grande diversidade (fotografia, escultura, pintura, ...) passando ainda por espaços didácticos e mais lúdicos versando o tema das energias, como jogos pedagógicos, ou mostras de energia solar no exterior, teatro, concertos, conferências, etc.
O Museu da Electricidade é parte integrante do património e da estrutura da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA.


MUSEU DE SÃO ROQUE

O Museu de São Roque, também chamado de Museu de Arte Sacra de São Roque, está anexado à igreja de São Roque, em Lisboa, e possui uma colecção de arte sacra, do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.



O museu foi inaugurado com uma apresentação pública do acervo artístico da Santa Casa, e que teve lugar no ano de 1898, ano em que se comemorava, em Lisboa, a chegada de Vasco da Gama à Índia e o 400º aniversário da instituição. Nesta ocasião foram apenas apresentadas as alfaias e paramentos do tesouro da Capela de São João Baptista, encomendada por D. João V a Roma para a Igreja de São Roque.
Mais tarde, a Santa Casa procede à preparação de uma exposição permanente não só do tesouro da capela, mas também das obras mais relevantes, do património artístico da instituição. Para tal, foram escolhidas algumas salas da antiga casa professa da Companhia de Jesus, dependências que, anexas ao templo, eram desde 1783 o local onde se procedia a extracção da Lotaria Nacional. Era este o aspecto do Museu de São Roque na época da sua primeira abertura, em 1905.
Objecto de sucessivas reformas até à década de 1960, em que inicia um processo de remodelação e valorização das suas colecções, do qual resulta a reabertura ao público em 1968.
Em 1992 foram efectuadas obras de remodelação para que pudesse albergar ainda mais peças, entre as quais se encontram exemplares de pintura, escultura e ourivesaria de meados do século XVI a 1768, período que corresponde à permanência dos jesuítas na igreja e antiga Casa Professa de São Roque.
 

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MUSEU ETNOGRÁFICO DA SOCIEDADE DE GEOGRAFIA

O Museu Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa está localizado no edifício da Sociedade de Geografia em Lisboa na Rua Portas de Santo Antão, 100. O museu abriga uma variada colecção etnográfica oriunda das antigas colónias portuguesas.
Há máscaras de circuncisão, instrumentos musicais e lanças da Guiné-Bissau. De Angola podem ver-se apoios para toucados e o Padrão original erguido pelos portugueses em 1482 para assinalar a sua soberania sobre o território. A maior parte das peças encontra-se ao longo da esplêndida Sala de Portugal, também usada para conferências.
As visitas são por marcação.




MUSEU DE CERA DE LISBOA

O Museu de Cera de Lisboa, está implantado no Passeio Marítimo de Alcântara, Armazém 2 - Lisboa. Nele se encontram reproduzidas ilustres e conhecidas figuras do panorama político e cultural português.
Informaçao adicionada em 2008: Este museu encontra-se já encerrado há quatro anos.



MUSEU DO CHIADO

Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911 como Museu Nacional de Arte Contemporânea, foi inteiramente reconstruído em 1994, sob projecto do arquitecto francês Jean-Michel Willmotte.
Em 1911, a criação de um museu de arte contemporânea terá sido inédita e pioneira no contexto internacional.
A divisão do antigo Museu Nacional de Belas-Artes em Museu Nacional de Arte Antiga, que herdou daquele as obras realizadas até 1850 e continuou instalado no Palácio das Janelas Verdes, e em Museu Nacional de Arte Contemporânea, constituído por todas as obras posteriores a esta data, tendo sido instalado no Convento de São Francisco da Cidade, num espaço vizinho da Academia de Belas Artes. A instalação neste espaço, ainda que provisoriamente, vinha simbólica e oportunamente situá-lo na zona frequentada pelas tertúlias das gerações representadas no museu. Ocupava os antigos salões onde as exposições dos românticos e naturalistas haviam tido lugar, em espaços anexos ao convento.
A colecção de arte portuguesa, de 1850 à actualidade, constitui a mais importante colecção portuguesa de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo, entre outros media.
O programa de exposições temporárias, de particular relevância, ocupando totalmente o espaço de exposição, articula-se em três grandes linhas: incide sobre núcleos de obras, artistas e movimentos representados na colecção, propondo revisões e novas pistas de investigação sobre as matérias tratadas; traz a Portugal exposições internacionais que se cruzam com as colecções do museu; e apresenta obras de artistas contemporâneos internacionais.



MUSEU DE LISBOA

O Museu da Cidade localiza-se no Campo Grande, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal. Encontra-se instalado nas dependências e jardins do Palácio Pimenta.

O palácio foi erguido por iniciativa do rei João V de Portugal, em meados do século XVIII, para a sua amante Madre Paula, uma freira do Mosteiro de São Dinis, em Odivelas.
O Museu da Cidade foi criado a 15 de Julho de 1909, data da aprovação da proposta do vereador republicano Tomás Cabreira. Inicialmente instalado nos Paços do Concelho, passou pelo Carmo e pelos palácios Galveia e Mitra até que, em 1979, foi finalmente instalado no Palácio Pimenta, no Campo Grande.

O seu espólio apresenta em exposição permanente a história da cidade de Lisboa, desde os tempos pré-históricos, passando pelos Romanos, os Visigodos e os Mouros, até aos nossos dias. Conta com azulejos, desenhos, pinturas, maquetas e documentos históricos.
Entre as peças destacam-se pinturas que representam a cidade antes do terramoto de 1755, uma óleo do século XVII de Dirk Stoop que representa o Terreiro do Paço. O tema do terramoto é representado por pinturas da cidade devastada e vários planos da reconstrução. Há também um grande cartaz colorido celebrando a Revolução de 1910 e a proclamação da República, e uma maqueta detalhada da cidade na década de 1950.
Algumas das antigas dependências do palácio também podem ser visitadas, incluindo a cozinha, decorada com painéis de azulejos azuis e brancos que representam peixes, flores e animais de caça.
Uma das salas é dedicada ao Aqueduto das Águas Livres, com detalhes dos planos arquitectónicos para a sua construção e gravuras e aguarelas da construção terminada.



MUSEU DA CIENCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa tem como objectivo, contribuir para a generalização da cultura científica e a sensibilização para a importância da Ciência, bem como fomentar a utilização quotidiana do método científico, parte essencial da Cultura contemporânea.
Não é apenas um centro de Ciência, mas um espaço que se procura definir, uma perspectiva histórico da evolução da Ciência. A componente museológica é enriquecida com a conservação de equipamento científico, com exemplares dos séculos XVII e XX.
O Museu de Ciência está localizado no edifício da antiga Escola Politécnica, posteriormente utilizado pela Faculdade de Ciências, ao Príncipe Real, em Lisboa. O edifício é partilhado com o Museu Nacional de História Natural, pertencendo ambos os museus à Universidade de Lisboa.
O Planetário do Museu de Ciência - É utilizado quer para sessões escolares e públicas,
Oficina pedagógica - Ateliers e Workshops, onde se executam acções de aprofundamento de um determinado tema.
Cursos Livres - Introdução à Astronomia e Iniciação à Fotografia
Publicações
O Museu de Ciência publica dois periódicos: um boletim informativo - e uma revista científica de Museologia. O Museu também publica catálogos de exposições, reportórios e catálogos da Biblioteca, entre outros textos.



MUSEU DO TRAJE



O Museu Nacional do Traje e da Moda situa-se no Palácio do Monteiro-Mor, na freguesia do Lumiar em Lisboa.


MUSEU NACIONAL DO TEATRO

O Museu Nacional do Teatro foi inaugurado em 1985 e ocupa o Palácio do Monteiro-Mor, situado na freguesia do Lumiar em Lisboa.
Do acervo do museu, fazem parte cerca de 260.000 peças, trajos e adereços de cena, maquetes de cenários, figurinos, desenhos, caricaturas, programas, cartazes, postais, álbuns de recortes de jornal, manuscritos, folhetos, coplas, discos, partituras, teatros de papel do século XVIII ao século XX, assim como um espólio com cerca de 25.000 fotografias.
O Museu Nacional do Teatro apresenta para além da sua exposição permanente, exposições temporárias dedicadas a artistas e ou companhias de teatro, prestando desta forma a sua homenagem, aos diversos e conceituados artistas de palco portugueses.
 

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MUSEU PO PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA

O Museu do Palácio Nacional da Ajuda ocupa as Alas Nascente e Sul do Palácio Nacional da Ajuda.
A construção do presente edifício do Palácio da Ajuda, iniciou-se em 1802 com a introdução da estética neo-clássica, e as novas concepções dos arquitectos, Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva. O Palácio Nacional da Ajuda foi habitado de forma descontinuada, até que D. Luís I lá se instalou definitivamente. Deve-se à sua mulher, D. Maria Pia de Sabóia, a requalificação estética de todo o Paço. Foi contratado Joaquim Possidónio Narciso da Silva, que projectou novos espaços exóticos e outros mais funcionais. Após a implantação da República, o Palácio foi encerrado. E parcialmente transformado em Museu em 1968.
As colecções de artes decorativas, datadas do Século XV ao Século XX, provêm do antigo acervo dos Paços Reais da Ajuda. Os objectos decorativos e utilitários existentes, recriam ambientes oitocentistas, pelas cerca de 32 salas do Museu.
São exemplos, no Andar Nobre(primeiro andar), o enorme Salão de Banquetes apresenta candelabros de cristal, cadeiras forradas a seda e uma alegoria ao nascimento de D. João VI nos frescos do tecto, um conjunto realmente impressionante. Na outra extremidade do palácio, o estúdio neogótico de D. Luís I é decorado com mobílias refinadamente esculpidas. São ainda particularmente imponentes as Salas do Trono, dos Embaixadores e de D.João IV, que são ainda utilizadas pela Presidência da República para recepções e cerimónias de estado, nomeadamente a posse dos Governos Constitucionais. As luxuosas salas estão decoradas com papel de seda, porcelanas de Sèvres e candelabros de cristal. Um dos exemplos do luxo real é a extraordinária Sala Saxe, um presente do rei da Saxónia a Maria Pia, em que todas as peças de mobiliário estão decoradas com porcelanas de Meissen. No piso térreo conservam-se ainda intactos os aposentos de D.Maria Pia e outras divisões privados da Família Real.
O Museu do Palácio Nacional da Ajuda tem como responsável a Drª Isabel Silveira Godinho.
O Museu desenvolve variados projectos pedagógicos através do serviço educativo, e organiza visitas temáticas. É a casa com a maior e mais antiga tradição de voluntariado entre os seus pares nacionais, e tem um programa de Mecenato que tem vindo a recuperar e restaurar várias salas devolvendo-lhes a sua original integridade. O Museu acolhe também exposições, concertos e eventos de variados tipos, sendo sempre um cenário único que em muito engrandece tais momentos.
Foi classificado como Monumento Nacional em 1910. Protecção Legal Monumento Nacional (MN); Dec. 16 de junho de 1910, Zona Especial de Protecção (ZEP), DG, 2ª série, nº 253, 29 de outubro de 1959.
 

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É deveras patético a forma como um espólio cultural já pequeno é separado por dezenas de museus para o tornar ainda mais inacessível :lol:
Enfim. Repare que ha uma serie de museus cujas colecções andam à volta do mesmo:

-MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA;
-MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA;
-MUSEU GEOLÓGICO DE LISBOA;
-MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL;
-ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO;
-entre outros museus menores e pequenas colecções.

As colecções destes museus davam um belo Museu Nacional de Antropologia e das ciências da Terra, que associado a uma universidade que dinamizasse as suas colecções, pesquisas e novas posições, se assumia como uma mais valia no contexto nacional e mesmo internacional.
 

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No entanto vejo outras possíveis fusões, nomeadamente:

MUSEU DO TEATRO E MUSEU DA MARIONETA = MUSEU NACIONAL DO TEATRO E DA MARIONETA.

O MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA no Palácio da Ajuda, também me parece uma boa aposta, claro é com este rematado na parte inacabada e com a envolvente bem tratada, com o jardim botânico e igreja da memória, teríamos uma zona bastante interessante para o turismo.
 

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Faz sentido seguir com a ideia de ampliar o Museu de arte contemporânea do Chiado que, agora vai ficar com algum espaço disponível para crescer.

Este museu, inovador aquando da sua abertura, precisa de uma colecção deste calibre para se tornar mais atractivo internacionalmente, é a oportunidade perfeita.

Depois disto é inserir o impressionante acervo da faculdade de belas artes neste mesmo e teríamos um verdadeiro museu no centro da cidade.

Só espero que que o ministerio da cultura abra a pestana, esta colecção do Miró (ainda que pessoalmente não seja seu profundo admirador), é das mais impressionantes que existem fora de Espanha e reflecte todo o seu percurso artístico.
 
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