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MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL

O Museu Nacional de História Natural é um organismo da Universidade de Lisboa, especialmente vocacionado para a investigação científica e actividades de cariz cultural e museológica onde se inclui as secções de zoologia, antropologia , mineralogia e paleontologia. O seu espólio, do foro científico-cultural, é o resultado em grande parte da investigação do próprio museu, e de diversas expedições científicas para alem das doações.
É um local privilegiado para investigadores de todas as nacionalidades, que com o estudo do património científico preservado, permite o desenvolvimento de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento.
O Museu Nacional de História Natural também produz ou acolhe exposições permanentes e temporárias, é ainda sede de conferências, debates, promove cursos de formação bem como um variado tipo de eventos tendo sempre como objectivo a divulgação científica, cultural e artística.


CASA MUSEU JOÃO DA SILVA

A Casa Museu João da Silva, tem um espólio pertencente ao mestre João da Silva desde, estuques, bronzes, porcelanas e medalhas, peças de ouro entre outras, com o cunho do Mestre João Silva assim como centenas de peças de autoria de artistas que com o Mestre conviveram. Nas mesmas instalações da Rua Tenente Raúl Cascais, 11 - em Lisboa, funciona uma biblioteca e uma Galeria de exposições temporárias. Em 1997 o Conservador do Museu informatizou a Casa-Museu, e todo o acervo foi digitalizado.
Encontra-se actualmente encerrada, por falecimento de Gabriela Silva aos 94 anos de idade, filha do escultor João da Silva, que era usufrutuária, da casa e do acervo, que o seu pai, a sua madrasta e o irmão, legaram. O litígio quanto ao direito e acesso ao inventário da colecção,entre a SNBA, o Grupo de Amigos de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, entrou em foro judicial.


MUSEU MILITAR

O Museu Militar de Lisboa (MusMil LISBOA) é um orgão do Exército Português que se localiza no Largo dos Caminhos de Ferro em Lisboa, Portugal, perto da Estação de Santa Apolónia. É o maior museu do Exército em Portugal.
Ergue-se no primitivo local do Arsenal Real do Exército, onde funcionaram fundições de artilharia desde o final do século XV. O museu contém uma grande exposição de armas, uniformes e documentos militares históricos.
Na visita, destaca-se a Sala Vasco da Gama com uma coleção de antigos canhões e murais modernos representando a descoberta do caminho marítimo para a Índia. No primeiro andar encontram-se as salas dedicadas à Primeira Grande Guerra. Outras salas descrevem a evolução das armas em Portugal, desde as lâminas de sílex, às lanças e às espingardas. O pátio, flanqueado por canhões, conta a história de Portugal em painéis de azulejos, desde a Reconquista cristã à Primeira Guerra Mundial.
Na parte mais antiga do museu, a secção de artilharia portuguesa, exibe o carro usado para o transporte do Arco da Rua Augusta, em Lisboa.



CINEMATECA PORTUGUESA

A Cinemateca Portuguesa é uma instituição pública dedicada à difusão e preservação da arte cinematográfica e, em especial, do Cinema Português. Foi criada em 1948, em Lisboa, onde se mantém até hoje (presentemente, com instalações na rua Barata Salgueiro). A Cinemateca organiza ciclos de cinema e exposições, dispondo ainda de um Museu do Cinema, arquivos, biblioteca, livraria e bar-restaurante. O Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM), encontra-se sob a sua alçada.





CASA DE MALHOA

A Casa de Malhoa ou Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, localizada em Lisboa na freguesia de São Sebastião da Pedreira, foi projectada pelo arquitecto Norte Júnior nos anos 1904 – 1905. Foi construída com a finalidade de servir de habitação e atelier de trabalho, ao pintor José Malhoa. Esta edificação foi agraciada com o Prémio Valmor em 1905, devido à sua beleza arquitectural.
É uma casa constituída na sua fachada por três corpos bem distintos, mas que se integram de uma forma harmoniosa no seu conjunto. Destaca-se na zona central um grande janelão, correspondente à zona que servia de atelier ao pintor. À esquerda desse janelão pode-se ver um pequeno alpendre sobre a escada que dá acesso à porta de entrada. O lado direito da fachada corresponde à zona da sala de jantar.
O vitral na sala de jantar e sala anexa ao atelier do pintor é de origem francesa. De destacar também, no exterior do edifício, o portão em ferro forjado, estilo Arte Nova.

 

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MUSEU DO TEATRO ROMANO

O Museu do Teatro Romano é um espaço museológico consagrado ao teatro romano de Lisboa, que foi construído na época do Imperador Augusto e ocupa a vertente sul da colina do Castelo de S. Jorge junto ao Pátio do Aljube, 5 (à Rua Augusto Rosa). O teatro, abandonado no século IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas após o terramoto de 1755. Objecto de várias campanhas arqueológicas desde 1967, foi assim recuperado parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e grande número de elementos decorativos.
O Museu do Teatro Romano, apresenta no percurso uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do Teatro. Para além da exposição de materiais e elementos recolhidos, o Museu disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o Teatro e a sua história, actualizando os dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação.
O Teatro Romano de Lisboa e sua ruínas, formam um conjunto monumental, património cultural de Lisboa e do país. Este núcleo é um dos principais testemunhos materiais e artísticos da cultura clássica e da civilização romana, que deram forma e dimensão urbana à cidade desde o século I até meados do século V. Trata-se de um monumento significativo da nossa herança cultural, que deve ser preservado, restaurado, valorizado e integrado na vivência contemporânea.
O Museu do Teatro Romano está instalado num imóvel seiscentista, na área provável de uma das antigas entradas do Teatro.



MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO

O Museu Arqueológico do Carmo localiza-se nas ruínas do Convento do Carmo na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

O Museu foi fundado em 1864 pelo primeiro presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). O seu objetivo maior era o de salvaguardar o património nacional que estava a delapidar-se e deteriorar-se em consequência da extinção das Ordens Religiosas e dos inúmeros estragos sofridos durante as invasões francesas e as guerras liberais.
Possidónio da Silva reuniu inúmeros fragmentos de arquitetura e de escultura, bem como munumentos funerários de grande relevo artístico, painéis de azulejos, pedras de armas e outros itens de diferentes características.
Destinado a ser um "museu vivo", onde os visitantes pudessem conhecer as técnicas arquitetónicas e artísticas, o Museu desde cedo pode contar com uma biblioteca que ainda hoje se conserva, exposta em parte, numa das salas do Museu.
Nos finais do século XIX, o conde de São Januário, também presidente da Associação, ofereceu ao Museu parte da sua coleção particular de cerâmicas pré-colombianas, e duas múmias do mesmo período. Essa coleção "exótica" constitui hoje um dos principais atrativos do Museu, na medida em que é o único museu português, e um dos poucos da Europa, a possuir duas múmias em exposição permanente.
Entre o último quartel do século XIX e o terceiro quartel do século XX deram entrada no Museu importantes coleções de Arqueologia Pré e Proto-Histórica, provenientes de diferentes escavações arqueológicas, entre as quais se destaca a coleção de Vila Nova de São Pedro (Azambuja - período Calcolítico - 3500-2500 a.C.), contando atualmente com cerca de mil artefatos em exposição permanente.
Tem destaque ainda, no espólio do Museu:
o "Sarcófago das Musas" (romano, séculos III-IV d.C.);
três fragmentos escultóricos de origem moçárabe (século X), testemunho do culto e arte cristã em Lisboa durante o domínio muçulmano;
o túmulo do rei Fernando I de Portugal, obra-prima da escultura gótica no país, recentemente restaurado;
quatro placas de alabastro com cenas da Paixão de Cristo esculpidas em baixo-relevo, oriundas das oficinas de Nottingham (meados do século XV);
o túmulo da rainha Maria Ana de Áustria, em estilo barroco;
conjunto de 14 painéis de azulejos representando a Paixão de Cristo em estilo barroco (c. 1780, oficina de Francisco Jorge da Costa;
coleção de 101 pedras de armas, com destaque para a lápide com o brasão de Fernão Álvares de Andrade (século XVI), realizada a partir de desenho de Francisco de Holanda.
Entre 1995 e 1996, quando o Metropolitano de Lisboa estendeu as suas linhas até ao Chiado, as obras de abertura dos dois túneis no subsolo da colina do Carmo provocaram sérios danos ao edifício, tendo sido necessário proceder à consolidação das estruturas. Desse modo, o Museu esteve encerrado durante sete anos, durante os quais se procedeu à remodelação integral da exposição permanente, dotando-a de novas vitrines e expositores, dispondo-se as obras em núcleos cronológicos ou temáticos, instalando-se nova e moderna iluminação e procedendo-se ao restauro de muitas das peças mais importantes.



O Museu reabriu as suas portas ao público em julho de 2001, contando atualmente com cerca de 60.000 visitantes por ano.
Em 2002 foi criado o Serviço Educativo do Museu, para a realização de visitas guiadas e de ateliers infanto-juvenis, e implantado o espaço de Livraria/Loja, onde o público pode adquirir peças diversificadas do merchandising do Museu, roteiros, brochuras divulgativas e publicações da Associação dos Arqueólogos Portugueses.



MUSEU DA ELECTRICIDADE

O Museu da Electricidade é um centro de cultura que apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais e empresariais. Está situado na zona de Belém, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional. Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público, o Museu da Electricidade desenvolve-se no perímetro da antiga central termoeléctrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.



A sua abertura como Museu deu-se em 1990. Passados dez anos, o Museu da Electricidade passou por um novo período de reabilitação dos seus edifícios e equipamentos, para reabrir ao público em 2006. Hoje, pelo seu aspecto cultural e multidisciplinar, o visitante pode desfrutar de variados eventos; desde a exposição permanente do Museu, onde se mostra e explica por intermédio da maquinaria original da antiga Central Tejo o seu modo de funcionamento e o seu ambiente de trabalho, até às exposições temporárias de grande diversidade (fotografia, escultura, pintura, ...) passando ainda por espaços didácticos e mais lúdicos versando o tema das energias, como jogos pedagógicos, ou mostras de energia solar no exterior, teatro, concertos, conferências, etc.
O Museu da Electricidade é parte integrante do património e da estrutura da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA.


MUSEU DE SÃO ROQUE

O Museu de São Roque, também chamado de Museu de Arte Sacra de São Roque, está anexado à igreja de São Roque, em Lisboa, e possui uma colecção de arte sacra, do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.



O museu foi inaugurado com uma apresentação pública do acervo artístico da Santa Casa, e que teve lugar no ano de 1898, ano em que se comemorava, em Lisboa, a chegada de Vasco da Gama à Índia e o 400º aniversário da instituição. Nesta ocasião foram apenas apresentadas as alfaias e paramentos do tesouro da Capela de São João Baptista, encomendada por D. João V a Roma para a Igreja de São Roque.
Mais tarde, a Santa Casa procede à preparação de uma exposição permanente não só do tesouro da capela, mas também das obras mais relevantes, do património artístico da instituição. Para tal, foram escolhidas algumas salas da antiga casa professa da Companhia de Jesus, dependências que, anexas ao templo, eram desde 1783 o local onde se procedia a extracção da Lotaria Nacional. Era este o aspecto do Museu de São Roque na época da sua primeira abertura, em 1905.
Objecto de sucessivas reformas até à década de 1960, em que inicia um processo de remodelação e valorização das suas colecções, do qual resulta a reabertura ao público em 1968.
Em 1992 foram efectuadas obras de remodelação para que pudesse albergar ainda mais peças, entre as quais se encontram exemplares de pintura, escultura e ourivesaria de meados do século XVI a 1768, período que corresponde à permanência dos jesuítas na igreja e antiga Casa Professa de São Roque.
 

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MUSEU ETNOGRÁFICO DA SOCIEDADE DE GEOGRAFIA

O Museu Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa está localizado no edifício da Sociedade de Geografia em Lisboa na Rua Portas de Santo Antão, 100. O museu abriga uma variada colecção etnográfica oriunda das antigas colónias portuguesas.
Há máscaras de circuncisão, instrumentos musicais e lanças da Guiné-Bissau. De Angola podem ver-se apoios para toucados e o Padrão original erguido pelos portugueses em 1482 para assinalar a sua soberania sobre o território. A maior parte das peças encontra-se ao longo da esplêndida Sala de Portugal, também usada para conferências.
As visitas são por marcação.




MUSEU DE CERA DE LISBOA

O Museu de Cera de Lisboa, está implantado no Passeio Marítimo de Alcântara, Armazém 2 - Lisboa. Nele se encontram reproduzidas ilustres e conhecidas figuras do panorama político e cultural português.
Informaçao adicionada em 2008: Este museu encontra-se já encerrado há quatro anos.



MUSEU DO CHIADO

Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911 como Museu Nacional de Arte Contemporânea, foi inteiramente reconstruído em 1994, sob projecto do arquitecto francês Jean-Michel Willmotte.
Em 1911, a criação de um museu de arte contemporânea terá sido inédita e pioneira no contexto internacional.
A divisão do antigo Museu Nacional de Belas-Artes em Museu Nacional de Arte Antiga, que herdou daquele as obras realizadas até 1850 e continuou instalado no Palácio das Janelas Verdes, e em Museu Nacional de Arte Contemporânea, constituído por todas as obras posteriores a esta data, tendo sido instalado no Convento de São Francisco da Cidade, num espaço vizinho da Academia de Belas Artes. A instalação neste espaço, ainda que provisoriamente, vinha simbólica e oportunamente situá-lo na zona frequentada pelas tertúlias das gerações representadas no museu. Ocupava os antigos salões onde as exposições dos românticos e naturalistas haviam tido lugar, em espaços anexos ao convento.
A colecção de arte portuguesa, de 1850 à actualidade, constitui a mais importante colecção portuguesa de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo, entre outros media.
O programa de exposições temporárias, de particular relevância, ocupando totalmente o espaço de exposição, articula-se em três grandes linhas: incide sobre núcleos de obras, artistas e movimentos representados na colecção, propondo revisões e novas pistas de investigação sobre as matérias tratadas; traz a Portugal exposições internacionais que se cruzam com as colecções do museu; e apresenta obras de artistas contemporâneos internacionais.



MUSEU DE LISBOA

O Museu da Cidade localiza-se no Campo Grande, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal. Encontra-se instalado nas dependências e jardins do Palácio Pimenta.

O palácio foi erguido por iniciativa do rei João V de Portugal, em meados do século XVIII, para a sua amante Madre Paula, uma freira do Mosteiro de São Dinis, em Odivelas.
O Museu da Cidade foi criado a 15 de Julho de 1909, data da aprovação da proposta do vereador republicano Tomás Cabreira. Inicialmente instalado nos Paços do Concelho, passou pelo Carmo e pelos palácios Galveia e Mitra até que, em 1979, foi finalmente instalado no Palácio Pimenta, no Campo Grande.

O seu espólio apresenta em exposição permanente a história da cidade de Lisboa, desde os tempos pré-históricos, passando pelos Romanos, os Visigodos e os Mouros, até aos nossos dias. Conta com azulejos, desenhos, pinturas, maquetas e documentos históricos.
Entre as peças destacam-se pinturas que representam a cidade antes do terramoto de 1755, uma óleo do século XVII de Dirk Stoop que representa o Terreiro do Paço. O tema do terramoto é representado por pinturas da cidade devastada e vários planos da reconstrução. Há também um grande cartaz colorido celebrando a Revolução de 1910 e a proclamação da República, e uma maqueta detalhada da cidade na década de 1950.
Algumas das antigas dependências do palácio também podem ser visitadas, incluindo a cozinha, decorada com painéis de azulejos azuis e brancos que representam peixes, flores e animais de caça.
Uma das salas é dedicada ao Aqueduto das Águas Livres, com detalhes dos planos arquitectónicos para a sua construção e gravuras e aguarelas da construção terminada.



MUSEU DA CIENCIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa tem como objectivo, contribuir para a generalização da cultura científica e a sensibilização para a importância da Ciência, bem como fomentar a utilização quotidiana do método científico, parte essencial da Cultura contemporânea.
Não é apenas um centro de Ciência, mas um espaço que se procura definir, uma perspectiva histórico da evolução da Ciência. A componente museológica é enriquecida com a conservação de equipamento científico, com exemplares dos séculos XVII e XX.
O Museu de Ciência está localizado no edifício da antiga Escola Politécnica, posteriormente utilizado pela Faculdade de Ciências, ao Príncipe Real, em Lisboa. O edifício é partilhado com o Museu Nacional de História Natural, pertencendo ambos os museus à Universidade de Lisboa.
O Planetário do Museu de Ciência - É utilizado quer para sessões escolares e públicas,
Oficina pedagógica - Ateliers e Workshops, onde se executam acções de aprofundamento de um determinado tema.
Cursos Livres - Introdução à Astronomia e Iniciação à Fotografia
Publicações
O Museu de Ciência publica dois periódicos: um boletim informativo - e uma revista científica de Museologia. O Museu também publica catálogos de exposições, reportórios e catálogos da Biblioteca, entre outros textos.



MUSEU DO TRAJE



O Museu Nacional do Traje e da Moda situa-se no Palácio do Monteiro-Mor, na freguesia do Lumiar em Lisboa.


MUSEU NACIONAL DO TEATRO

O Museu Nacional do Teatro foi inaugurado em 1985 e ocupa o Palácio do Monteiro-Mor, situado na freguesia do Lumiar em Lisboa.
Do acervo do museu, fazem parte cerca de 260.000 peças, trajos e adereços de cena, maquetes de cenários, figurinos, desenhos, caricaturas, programas, cartazes, postais, álbuns de recortes de jornal, manuscritos, folhetos, coplas, discos, partituras, teatros de papel do século XVIII ao século XX, assim como um espólio com cerca de 25.000 fotografias.
O Museu Nacional do Teatro apresenta para além da sua exposição permanente, exposições temporárias dedicadas a artistas e ou companhias de teatro, prestando desta forma a sua homenagem, aos diversos e conceituados artistas de palco portugueses.
 

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MUSEU PO PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA

O Museu do Palácio Nacional da Ajuda ocupa as Alas Nascente e Sul do Palácio Nacional da Ajuda.
A construção do presente edifício do Palácio da Ajuda, iniciou-se em 1802 com a introdução da estética neo-clássica, e as novas concepções dos arquitectos, Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva. O Palácio Nacional da Ajuda foi habitado de forma descontinuada, até que D. Luís I lá se instalou definitivamente. Deve-se à sua mulher, D. Maria Pia de Sabóia, a requalificação estética de todo o Paço. Foi contratado Joaquim Possidónio Narciso da Silva, que projectou novos espaços exóticos e outros mais funcionais. Após a implantação da República, o Palácio foi encerrado. E parcialmente transformado em Museu em 1968.
As colecções de artes decorativas, datadas do Século XV ao Século XX, provêm do antigo acervo dos Paços Reais da Ajuda. Os objectos decorativos e utilitários existentes, recriam ambientes oitocentistas, pelas cerca de 32 salas do Museu.
São exemplos, no Andar Nobre(primeiro andar), o enorme Salão de Banquetes apresenta candelabros de cristal, cadeiras forradas a seda e uma alegoria ao nascimento de D. João VI nos frescos do tecto, um conjunto realmente impressionante. Na outra extremidade do palácio, o estúdio neogótico de D. Luís I é decorado com mobílias refinadamente esculpidas. São ainda particularmente imponentes as Salas do Trono, dos Embaixadores e de D.João IV, que são ainda utilizadas pela Presidência da República para recepções e cerimónias de estado, nomeadamente a posse dos Governos Constitucionais. As luxuosas salas estão decoradas com papel de seda, porcelanas de Sèvres e candelabros de cristal. Um dos exemplos do luxo real é a extraordinária Sala Saxe, um presente do rei da Saxónia a Maria Pia, em que todas as peças de mobiliário estão decoradas com porcelanas de Meissen. No piso térreo conservam-se ainda intactos os aposentos de D.Maria Pia e outras divisões privados da Família Real.
O Museu do Palácio Nacional da Ajuda tem como responsável a Drª Isabel Silveira Godinho.
O Museu desenvolve variados projectos pedagógicos através do serviço educativo, e organiza visitas temáticas. É a casa com a maior e mais antiga tradição de voluntariado entre os seus pares nacionais, e tem um programa de Mecenato que tem vindo a recuperar e restaurar várias salas devolvendo-lhes a sua original integridade. O Museu acolhe também exposições, concertos e eventos de variados tipos, sendo sempre um cenário único que em muito engrandece tais momentos.
Foi classificado como Monumento Nacional em 1910. Protecção Legal Monumento Nacional (MN); Dec. 16 de junho de 1910, Zona Especial de Protecção (ZEP), DG, 2ª série, nº 253, 29 de outubro de 1959.
 

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É deveras patético a forma como um espólio cultural já pequeno é separado por dezenas de museus para o tornar ainda mais inacessível :lol:
Enfim. Repare que ha uma serie de museus cujas colecções andam à volta do mesmo:

-MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA;
-MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA;
-MUSEU GEOLÓGICO DE LISBOA;
-MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL;
-ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO;
-entre outros museus menores e pequenas colecções.

As colecções destes museus davam um belo Museu Nacional de Antropologia e das ciências da Terra, que associado a uma universidade que dinamizasse as suas colecções, pesquisas e novas posições, se assumia como uma mais valia no contexto nacional e mesmo internacional.
 

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No entanto vejo outras possíveis fusões, nomeadamente:

MUSEU DO TEATRO E MUSEU DA MARIONETA = MUSEU NACIONAL DO TEATRO E DA MARIONETA.

O MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA no Palácio da Ajuda, também me parece uma boa aposta, claro é com este rematado na parte inacabada e com a envolvente bem tratada, com o jardim botânico e igreja da memória, teríamos uma zona bastante interessante para o turismo.
 

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Acho que ainda falta Museu do Fado em Alfama, o Museu da Cidade da Lisboa ou Museu da República e Resistência em Lisboa (este encontrei agora numa pesquisa na internet)...

Eu não sou a melhor pessoa para isto, pois é uma realidade que não conheço muito bem. Mas fica aqui duas dúvidas/sugestões:
- Será que faria sentido algum desses museus para o Pavilhão de Portugal no Parque das Nações, para dar algum uso aquilo? Talvez esse museu da cera extinto?
- Porque não começar a pensar em criar um Museu Nacional de Futebol da FPF, como estão a fazer na Alemanha, por exemplo? Eu sei que não estamos em grandes condições financeiras para desvairos financeiros, no entanto, a bem ou a mal, o Futebol é das coisas portuguesas mais visíveis lá fora! Eu no outro dia pus-me a pensar nisso quando vi o thread sobre o museu alemão de futebol, e fiquei a pensar se não seria má ideia colocar junto ao estádio do Belenenses (que é um belissimo estádio), aproveitando o facto de se situar junto a uma zona recheada de museus, aliando-se ainda o facto de o Belenenses andar a procurar formas de rentabilizar os terrenos que tem, para aumentar receitas:
Como já sucedeu no passado com outros projectos, o Belenenses anda à procura de investidores para levar por diante o health club, a clínica, a residência para idosos e ainda o pólo universitário.
http://cidadanialx.blogspot.com/2011/09/belenenses-tenta-novo-projecto.html
Se o museu etnológico saísse dali para se juntar a um outro museu, talvez até nem fosse algo que ficasse muito caro de fazer. E tendo em conta a temática, poderia passar de algo bastante secundário como o é o actual museu ali, para algo que cativasse bastante interesse, apesar da sua localização algo desviada da Zona Monumental de Belém... :)
 

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Acho que ainda falta Museu do Fado em Alfama
ah pois é!!!!!!!!!! o mais importante, entao? :p

ja para nao falar da casa museu da amalia!
oye!
 

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e ja agora museu da criança????? wtf?? pelo descricao é um ATL!!! uma sala de estudo!
 

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^^lol, é mesmo luis. qualquer dia temos o museu do desempregado.... tem historia pelo menos.... ha uma cronologia!

agora ajudar, epah eu nem do porto sei todos os museus e lisboa entao..... mas falta o calouste gulbeikian! e o jardim botanico talvez... é um museu ao vivo e ao ar livre, é educativo!
 

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10 museos para exploradores nostálgicos

Dois museus portugueses no top 10 do El País






O Museu da Sociedade de Geografia e o Museu de Marinha, em Lisboa, fazem parte de uma seleção do El País que reúne os 10 museus que, segundo o jornal espanhol, melhor documentam os principais descobrimentos feitos ao longo da história.

01 Tropenmuseum
ÁMSTERDAM

02 Royal Geographical Society
LONDRES

03 National Geographic Society
WASHINGTON (EE UU)

04 Museo Naval
MADRID

05 Archivo General de Indias
SEVILLA

06 Sociedade de Geografia
LISBOA

07 Museo de Marinha
LISBOA

08 Museo Marítimo de los Países Bajos
ÁMSTERDAM

09 Museo de América
MADRID

10 Museo Real de África Central
BRUSELAS

Artigo Completo:
http://elviajero.elpais.com/elviajero/2014/01/08/actualidad/1389206753_895927.html
 

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http://www.publico.pt/cultura/notic...nda-de-85-quadros-de-miro-pelo-estado-1618571

Casa da Liberdade lança petição contra venda de 85 quadros de Miró pelo Estado
LUSA 06/01/2014 - 13:42
Petição defende a disponibilização das obras ao público num espaço museológico.

Christie's leva colecção Miró do BPN a leilão em Londres em Fevereiro
A Casa da Liberdade Mário Cesariny, do Colectivo Multimédia Perve, lançou uma petição pública contra a venda de 85 quadros de Joan Miró, na posse do Estado português, marcada para Fevereiro deste ano num leilão em Londres.

A petição lançada na internet na sexta-feira tem como objectivo, segundo os promotores, impedir uma venda que consideram "danosa e irreversível" para o país, e por isso pretendem levar o caso à discussão pública e à Assembleia da República.

A colecção de 85 quadros do pintor catalão Joan Miró está na posse do Estado desde a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN), e – revelou à Lusa, no final do ano passado, o presidente da Parvalorem – será leiloada pela Christie's em fevereiro, em Londres.

Francisco Nogueira Leite, presidente da Parvalorem, um dos três veículos estatais criados para gerir os activos do BPN, banco nacionalizado em 2008, indicou na altura que a Christie's tinha vencido o concurso aberto a leiloeiras internacionais.

Os promotores da petição pública querem travar este processo por considerarem que representa "uma segunda espoliação do património nacional que pertence a todos os portugueses, recentemente chamados a pagar a factura do BPN", sustentam, no texto da petição.

Recordam também que, em 2008, uma empresa envolvida no processo estimou o valor dos 85 quadros entre 80 milhões e 150 milhões de euros.

Inaugurada no final de 2013, a direcção artística da Casa da Liberdade Mário Cesariny é da responsabilidade do galerista Carlos Cabral Nunes, um dos fundadores do Colectivo Multimédia Perve, associação cultural sem fins lucrativos criada em 1997, em parceria com a Perve Global, empresa proprietária das duas Galerias Perve, em Lisboa.

"Atendendo à sua colossal importância, a manutenção destas obras de arte em território nacional permitiria gerar receitas em valor muito superior ao que se possa aferir com a sua venda no mercado internacional, já que constituem importantes e insubstituíveis testemunhos da história da arte mundial", argumenta o Colectivo Multimédia Perve.

Por isso, defendem a disponibilização do conjunto ao público num espaço museológico, que, sustentam, "possibilitaria atrair a Portugal, ao longo de décadas, fluxos do turismo internacional de arte e cultura, gerando múltiplos benefícios para a economia local".

Lamentam também que as 85 obras que estão na posse do Estado desde 2008, nunca tenham sido objecto de nenhuma exposição pública, "nem consta que exista registo fotográfico das mesmas disponível ao público".
Reflectindo sobre o que está negrito, ficam aqui as minhas perguntas a quem perceba mais do assunto:
Faz sentido ampliar algum um núcleo museológico lisboeta para albergar estas obras? Seria melhor construir um de raíz?
 

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Faz sentido seguir com a ideia de ampliar o Museu de arte contemporânea do Chiado que, agora vai ficar com algum espaço disponível para crescer.

Este museu, inovador aquando da sua abertura, precisa de uma colecção deste calibre para se tornar mais atractivo internacionalmente, é a oportunidade perfeita.

Depois disto é inserir o impressionante acervo da faculdade de belas artes neste mesmo e teríamos um verdadeiro museu no centro da cidade.

Só espero que que o ministerio da cultura abra a pestana, esta colecção do Miró (ainda que pessoalmente não seja seu profundo admirador), é das mais impressionantes que existem fora de Espanha e reflecte todo o seu percurso artístico.
 
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