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Casa Rosa lança exposição virtual com mais de 60 artistas baianos
Casa Rosa lança exposição virtual com mais de 60 artistas baianos
O novo espaço cultural de Salvador, a Casa Rosa, localizada no Rio Vermelho, lançará a exposição virtual “Benção”, no próximo dia 20. A mostra, com curadoria de Isabel Gouvea e Rose Lima, terá participação de mais de 60 artistas, como Adenor Gondim, Alberto Pitta, Alex Simões, Bel Borba, Márcia Ganem, Alex Simões, J.Cunha, Gustavo Moreno, Mariana David, Pico Garcez e Pedro Alban. Mais detalhes serão divulgados em breve, inclusive com o endereço do site que servirá de plataforma para conferir a exposição.

 

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Prefeitura inaugura nova orla de Amaralina nesta sexta (07)


A Prefeitura entrega nesta sexta-feira (7), às 10h, o primeiro trecho da requalificação da orla de Amaralina. A solenidade, com as presenças do prefeito ACM Neto e do vice Bruno Reis, além de secretários e dirigentes, começa na Praça João Amaral e se estende até o Largo das Baianas, onde está programada a coletiva à imprensa.

A intervenção ocorreu em pouco mais de um quilômetro de extensão, entre o Quartel de Amaralina e Largo das Baianas, e contou com investimento de R$17,6 milhões, do total de R$ 38,8 milhões que serão empregados para a revitalização da localidade. A segunda e última etapa, que vai do Largo das Baianas até a Vila Jardim dos Namorados, está prevista para ser concluída em outubro.

Coordenado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), o projeto dá um novo aspecto a essa faixa litorânea da cidade e integra o Programa de Requalificação Urbanística (Proquali), financiado pela Corporação Andina de Fomento (CAF). O intuito é promover mais paisagismo e valorizar a região.

Foram feitas a instalação de acessos à praia em todas as paradas de ônibus, além de rampas, escadas e pérgula. Tudo atendendo a quesitos de acessibilidade universal. Também houve implantação de guarda-corpo e muretas, além de semáforos inteligentes e iluminação em LED.

Atendendo à demanda da comunidade, a Praça João Amaral teve seu espaço melhor aproveitado e ganhou quadra poliesportiva, parque infantil, quiosques de coco e acarajé, equipamentos de ginástica e paraciclo. Além disso, a Prefeitura construiu a primeira Colônia de Pescadores de Amaralina, que possui 87 metros quadrados. A estrutura dará suporte a 20 pescadores que atuam na região.

Já a Praça do Budião recebeu um tratamento com plataforma única. Ou seja, não há mais desnível entre passeio e meio-fio, e o revestimento do piso do espaço conta com blocos de concreto intertravado - esta é uma das características comuns a todos os trechos da orla que já foram requalificados em Salvador pela atual gestão municipal.

Espaço das baianas –
Com a intenção de devolver ao Largo das Baianas a importância turística e histórica, a Prefeitura instalou uma escultura em homenagem a essas quituteiras, símbolos do estado. A estátua consiste em uma baiana vestida com babados e saia rodada, torço, panela entre as pernas e colher de pau em punho, preparando massa de acarajé. A peça foi confeccionada pelo artista Bel Borba e mede quatro metros de altura, com peso de 16 toneladas.

O largo ainda conta com piso em pedra portuguesa nas cores vermelha, branca e preta e quiosque em madeira com acomodação para dez baianas de acarajé, além de espaço para roda de capoeira. No local, também foram implantados parque infantil, equipamentos para academia de ginástica e quiosque para a comercialização de coco.


 

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PREFEITURA ENTREGA TRECHO REQUALIFICADO DA ORLA DE AMARALINA NESTA SEXTA (07); OBRA CUSTOU R$ 38 MI AOS COFRES MUNICIPAIS
PREFEITURA ENTREGA TRECHO REQUALIFICADO DA ORLA DE AMARALINA NESTA SEXTA (07); OBRA CUSTOU R$ 38 MI AOS COFRES MUNICIPAIS
admin 6 Agosto, 2020
A Prefeitura entrega nesta sexta-feira (7), o primeiro trecho da requalificação da orla de Amaralina. A solenidade, com as presenças do prefeito ACM Neto e do vice Bruno Reis, além de secretários e dirigentes, começa na Praça João Amaral e se estende até o Largo das Baianas, onde está programada a coletiva à imprensa.
A intervenção ocorreu em pouco mais de um quilômetro de extensão, entre o Quartel de Amaralina e Largo das Baianas, e contou com investimento de R$17,6 milhões, do total de R$ 38,8 milhões que serão empregados para a revitalização da localidade. A segunda e última etapa, que vai do Largo das Baianas até a Vila Jardim dos Namorados, está prevista para ser concluída em outubro.
Foram feitas a instalação de acessos à praia em todas as paradas de ônibus, além de rampas, escadas e pérgula. Tudo atendendo a quesitos de acessibilidade universal. Também houve implantação de guarda-corpo e muretas, além de semáforos inteligentes e iluminação em LED.
A Praça João Amaral ganhou quadra poliesportiva, parque infantil, quiosques de coco e acarajé, equipamentos de ginástica e paraciclo. Além disso, a Prefeitura construiu a primeira Colônia de Pescadores de Amaralina, que possui 87 metros quadrados. A estrutura dará suporte a 20 pescadores que atuam na região.
Já a Praça do Budião recebeu um tratamento com plataforma única. Ou seja, não há mais desnível entre passeio e meio-fio, e o revestimento do piso do espaço conta com blocos de concreto intertravado – esta é uma das características comuns a todos os trechos da orla que já foram requalificados em Salvador pela atual gestão municipal.
Espaço das baianas – Com a intenção de devolver ao Largo das Baianas a importância turística e histórica, a Prefeitura instalou uma escultura em homenagem a essas quituteiras, símbolos do estado. A estátua consiste em uma baiana vestida com babados e saia rodada, torço, panela entre as pernas e colher de pau em punho, preparando massa de acarajé. A peça foi confeccionada pelo artista Bel Borba e mede quatro metros de altura, com peso de 16 toneladas.
O largo ainda conta com piso em pedra portuguesa nas cores vermelha, branca e preta e quiosque em madeira com acomodação para dez baianas de acarajé, além de espaço para roda de capoeira. No local, também foram implantados parque infantil, equipamentos para academia de ginástica e quiosque para a comercialização de coco.

 

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Engenheiro da Embasa reconhece que projeto em "Rede" é mais viável do que Estação Elevatória no Abaeté
Durante audiência pública, ambientalistas, professores universitários e técnicos solicitaram paralisação imediata da obra ao Ministério Público e apresentaram outras possibilidades técnicas que preservem o meio ambiente e a cultura local



Foto:Divulgação
A lagoa do Abaeté celebrada por Dorival Caymmi pelas suas águas escuras e beleza exuberante, cenário de trabalho das antigas lavadeiras, suscitou debate caloroso na Audiência Pública virtual promovida pela Comissão de Desenvolvimento Sustentável, da Câmara de Vereadores, presidida pelo Vereador Marcos Mendes (PSOL), na tarde desta quarta-feira (5). A sessão solene que teve como tema "APA Lagoas e Dunas do Abaeté. Política Pública e Ecologia: lutas, desafios e perspectivas de preservação" abordou alternativas técnicas e locacionais à construção da Estação Elevatória de Esgoto(EEE), no Parque Metropolitano do Abaeté, a 10 metros da histórica lagoa tão cantada em versos e prosas.
O presidente da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da Câmara Municipal, o vereador Marcos Mendes (PSOL), responsável pela realização e condução da Audiência Pública, salientou a importância do zoneamento coletivo e destacou que existem diversas possibilidades "mais viáveis" do que a Estação Elevatória de Esgoto(EEE). Segundo o edil, do ponto de vista técnico, orçamentário e operacional há várias opções que podem resolver o problema sem gerar impactos ambientais e que, infelizmente, não estão sendo cogitados pelos órgãos públicos. "Precisamos que o Ministério Público paralise imediatamente a obra da Estação Elevatória! O Abaeté é extremamente importante à cultura local, à ancestralidade negra, às ervas medicinais, aos terreiros de candomblé", protestou o vereador que também é ambientalista, geólogo e mestre em Geologia Ambiental.
A Superintendência de Produção de Água e Esgotamento Sanitário da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), representada pelo engenheiro Wladmir Conceição, salientou que o projeto de Estação Elevatória de Esgoto (EEE) foi elaborado e apresentado pela Conder. Segundo ele, a Embasa apenas fez a análise técnica e aprovou a proposta. Entretanto, o engenheiro responsável pelo setor técnico garantiu que um projeto a partir da "Rede" existente seria mais viável, pois a Estação Elevatória pode gerar diversos problemas operacionais. "Se chegar na Embasa um projeto de Rede que seja exequível do ponto de vista técnico e operacional, a Embasa vai aprovar! Para nós da Embasa jogar na rede existente é, inclusive, melhor do que a Estação Elevatória que pode originar vários problemas operacionais. Agora, precisamos que nos seja encaminhado um projeto de Rede que tenha licença ambiental e assinatura de um engenheiro que assuma a responsabilidade técnica do empreendimento", garantiu Wladimir Conceição.
O professor universitário e pesquisador, representante da UFBA na Câmara Técnica de Planos e Programas do Conselho Gestor da APA, Miguel Accioly, explicou que a obra da Estação Elevatória apresentada pela Conder apresenta "alto custo" aos cofres públicos, tem risco de extravasamento, exige manutenção contínua in loco e irá promover diversos impactos visuais, de odor e ao clima locais. "Se o esgoto vazar, vai vazar direto na lagoa do Abaeté. Devem existir outros interesses por trás e nenhum interesse em preservar o patrimônio natural, cultural e o turismo. É lamentável que tanto o Governo do Estado como a Prefeitura trabalhem contra o equilíbrio do clima da nossa cidade", pontuou Accioly.
A representante do Fórum Permanente de Itapuã (FPI), Lavínia Bomsucesso, ressaltou que a sociedade civil não participou da elaboração do projeto da Estação Elevatória e a comunidade de Itapuã deseja um empreendimento que resolva o problema da "eutrofização" da lagoa sem agredir o meio ambiente. "Esta obra nos obrigou, em plena pandemia do coronavírus, a fazer mobilização social. Não vamos recuar, vamos continuar fazendo o enfrentamento", protestou a liderança comunitária e moradora de Itapuã.
Para a yalorixá Jaciara Ribeiro, do terreiro Abassá de Ogum, localizado em Nova Brasília de Itapuã, a obra da Estação Elevatória representa o racismo ambiental e o descaso dos órgãos públicos com a Lagoa do Abaeté. " É notório que esse empreendimento vai trazer graves prejuízos à vegetação e à lagoa. Entendemos que a mata e o meio ambiente são orixás. Oxum bebe dessa água. Parece que colocaram um ebó no Abaeté que nada vai para frente", lamentou a liderança religiosa. O debate contou também com as participações do pesquisador da Universidade de Feira de Santana, Silvio Orrico, do professor e pesquisador da Escola Politécnica da UFBA, Lafayette Bandeira, da promotoria do Meio Ambiente, do Ministério Público, Dra. Ana Luzia Santana. A audiência pública homenageou o ambientalista Antônio Nativo, primeiro a denunciar a obra da Estação Elevatória de Esgoto no Abaeté.

 
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