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Acho que batemos muito nessa tecla aqui e devemos cobrar e pressionar o município a dar esclarecimento sobre isso, fica muito evidente que essas obras são projetadas para facilitar a vida dos empresários do nicho carnavalesco em detrimento de toda a população, a cidade está se tornando desagradável e com uma beleza bastante questionável diante da falta de arborização e paisagismo em todas as obras que tem sido realizadas.

Isso é uma aberração, assim como aquela orla de Armação e Jardim de Alah é outra aberração e até mesmo a orla da Barra que sequer foi harmonizada com jardineiras que é algo bem simples de se fazer.

Já que aqui há tanta discursão em torno de nosso ambiente urbano, poderíamos debater aqui a criação de um documento abordando essa temática da desertificação de nossa paisagem urbana e os impactos no bem estar da população incluindo aí desconforto térmico e até incidência de doenças relacionadas a grande exposição a radiação solar e divulgar esse documento fazendo que chegue até o poder municipal e até mesmo da imprensa para mudarmos esse cenário preocupante aqui da nossa cidade.
Acho louvável, embora acredite que a Barra/Ondina melhoraram MUITO em relação ao que eram há 10-15 anos atrás. Muito muito mesmo.

Contudo, reconheço que tudo poderia ser MUITAS VEZES melhor se todo o urbanismo da região não tivesse que ser adaptado para a passagem de trios elétricos e milhões de transeuntes bêbados.
 

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Reabertura

Há 6 meses funcionando apenas por delivery e take away, o Sagaz Assador, comandado pelo chef Gabriel Lobo e pelo empresário Flávio Medrado, voltou a receber clientes na sexta-feira. Com influência basca, especializado em carnes “dry aged”, o espaço, localizado no Rio Vermelho, manteve o salão fechado por mais 30 dias depois da autorização municipal para reabertura de bares e restaurantes, a fim de se adequar com calma aos protocolos.

 

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Mar aberto: praias liberadas devolverão aos moradores experiência do lazer favorito
A partir de segunda (21), soteropolitanos poderão voltar a frequentar as praias, mas nada será como antes. Confira resumão das regras


Mar aberto: praias liberadas devolverão aos moradores experiência do lazer favorito
(Nara Gentil/CORREIO)

Lá se vai metade do ano. As angústias entre as quatro paredes dessa longa quarentena têm dado canseira na mente e no corpo. A vacina contra o coronavírus ainda não veio, mas, na Bahia, já se sabe que o estresse tem cura com um bom banho de mar. E a partir de segunda-feira (21), ele estará liberado em Salvador. Mesmo que seja com uma lista de restrições e cuidados, esse reencontro com a praia devolve aos moradores a experiência do lazer preferido da cidade e, com calma e distanciamento, vai dar para recarregar as energias para acreditar que dias melhores virão.

Quem está com saudades de ativar a marquinha do biquíni e da sunga, agora vai poder, mas só se o look tiver outra peça obrigatória: a máscara de proteção. O item vai ser exigido a todos que estiverem na faixa de areia. Conforme determinação da prefeitura, os banhistas poderão ir à praia somente nos dias úteis, a qualquer hora do dia.
Nos finais de semana e feriados, todas as praias estarão fechadas para evitar aglomeração. São Tomé de Paripe, Tubarão, Ribeira, Amaralina e Itapuã estarão proibidas às segundas, funcionando só de terça a sexta. As queridinhas Porto da Barra, Buracão e Paciência continuam fechadas sem previsão de reabertura. Segundo o prefeito ACM Neto, na Barra, os banhistas poderão frequentar a praia do Farol até o Barravento. O gestor municipal justificou que as ‘proibidas’ não serão liberadas porque têm uma faixa de areia muito pequena, com mais facilidade de aglomerar. O anúncio da liberação de parte das praias ocorreu nesta sexta-feira (18).
Esse movimento inicial vai ser na pegada 'se anime, mas nem tanto'. Por enquanto, será só você, o mar e o sol. O comércio ambulante e de barracas seguirá proibido, sem venda de comidas e bebidas. Nem mesmo o aluguel de guarda-sóis, mesas e cadeiras foi liberado. Cada pessoa deve levar sua canga e seus produtos de consumo.

O decreto não determinou limite de público por praia, mas os banhistas devem manter um distanciamento seguro de 1,5 m entre os outros frequentadores. A prática de atividade esportiva individual ou em dupla pode, mas de galera não.
Saudosos
Intercambista colombiano, Juan Pablo Gomez Ardila, 18 anos, chegou à Salvador em março ansioso para curtir as praias da capital, só que o desejo 'flopou' e ele está há seis meses enfurnado em casa, no bairro da Saúde. Ele vai, finalmente, poder matar a saudade sem peso na consciência. “É uma notícia boa, fiquei feliz de saber”, disse Juan.
Tabuleiro famoso da faixa de areia da praia do Bogary, no Subúrbio Ferroviário, o ponto de trabalho da baiana de acarajé Sandra Batista deve seguir fechado. A alternativa encontrada por Sandra foi colocar o seu tabuleiro para vender os quitutes na porta de casa, mas ela confessa que as coisas estão difíceis. O valor do acarajé dentro do bairro não é o mesmo que o praticado nas praias. Os ingredientes estão cada vez mais caros e, por isso, o lucro da trabalhadora tem sido reduzido.


Crianças brincam na Praia de Ondina na sexta-feira (18)
Crianças brincam na Praia de Ondina na sexta-feira (18) (Nara Gentil/CORREIO)
Banhistas na Barra, na praia próxima ao Barravento: a partir de segunda-feira de máscara na areia
Banhistas na Barra, na praia próxima ao Barravento: a partir de segunda-feira de máscara na areia (Nara Gentil/CORREIO)
Aglomeração de banhistas na Praia do Buracão, no Rio Vermelho; local está entre os interditados, como Porto da Barra e Paciência
Aglomeração de banhistas na Praia do Buracão, no Rio Vermelho; local está entre os interditados, como Porto da Barra e Paciência (Nara Gentil/CORREIO)
Ambulante não poderá mais circular por areia; na foto, vendedor na Praia do Cantagalo
Ambulante não poderá mais circular por areia; na foto, vendedor na Praia do Cantagalo (Marina Silva/CORREIO)
Crianças brincam na Praia de Ondina na sexta-feira (18)
Crianças brincam na Praia de Ondina na sexta-feira (18) (Nara Gentil/CORREIO)

Apesar das restrições, tem gente que já estava frequentando a praia, mesmo antes da liberação. Nesta sexta-feira (18), Nara Gentil, fotógrafa do CORREIO, clicou um monte de gente desrespeitando as restrições e antecipando a ida. Caio Junquilho, 30, mora em São Paulo, mas desde o início da pandemia está em Salvador, sua terra natal. Surfista e morador do bairro litorâneo de Jaguaribe, ele conta que a galera do surf já estava caindo no mar - em horários alternativos, frisou.
“Eu comemorei [quando soube da liberação] porque dá a entender que o número de mortos e pessoas contaminadas está descendo. É um sinal que as coisas estão voltando um pouco mais [ao normal]. Ao mesmo tempo, fiquei preocupado porque nem todo o mundo toma as medidas corretas de proteção”, diz ele, que considera o contato com a natureza uma das melhores coisas que Salvador tem a oferecer e admite ficar sentido que muita gente não possa aproveitar a praia mesmo com a liberação.
Caio Junquilho mora em São Paulo, mas desde o início da pandemia está na capital baiana (Foto: Arquivo Pessoal)

A reabertura das praias soteropolitanas acontecerá a exato um dia antes da chegada da primavera, essa época que é sempre tida como um prenúncio do verão. Com o mar aberto, só o comportamento dos banhistas ditará o clima da nossa estação favorita, se vamos ter uma explosão de novos casos da doença, como acontece no Rio de Janeiro, ou se a capital baiana vai continuar com números em queda. Se for, vá na paz.

 

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SE LIGA NO RESUMÃO DAS REGRAS:

Como vai ser?
Você pode ir em qualquer horário de segunda à sexta. As exceções são as praias de São Tomé de Paripe, Tubarão, Ribeira, Amaralina e Itapuã, que só serão abertas de terça a sexta. Continuarão fechadas sem previsão de reabertura o Porto da Barra, Buracão e Paciência. Todas estarão interditadas nos finais de semana e feriados.
Levo o quê?
Não esqueça a máscara: o uso é obrigatório na areia. Não pode levar cadeira, guarda-sol, isopor ou equipamentos sonoros para a praia. Cada um deve levar o que pretende consumir, já que a venda de bebidas e comidas segue proibida.
E na hora do banho?
Deixe a máscara na areia, e quando retornar enxugue o rosto e coloque novamente a proteção.
E na areia?
Pode relaxar na canga - de máscara - e respeitando o distanciamento de 1,5 m por banhista. Ambulantes não poderão circular e o comércio na calçada será apenas para quem tem ponto.
Posso bater meu baba?
Nem pensar. Está proibida a prática de qualquer modalidade esportiva que envolva mais de quatro participantes, a exemplo de futebol, e de atividades que gerem contato físico. Só serão permitidas atividades esportivas individuais ou em duplas, desde que os participantes usem máscaras durante todo o período. Ou seja, o frescobol pode.
Leve álcool gel
Recomenda-se que para a realização de atividades com uso de bolas e equipamentos lançados, os praticantes deverão higienizar as mãos antes do início da atividade e limpar adequadamente os objetos utilizados antes do início e durante os intervalos.
Pode ir com a galera?
O decreto não determinou limite de público, mas não serão permitidas atividades que gerem aglomerações como piqueniques, luaus, sambas, eventos etc.
E se tiver gente burlando?
O prefeito anunciou que, se a guarda municipal flagrar descumprimento massivo das regras, fechará as praias novamente. Cerca de 60 agentes vão fazer ronda todos os dias em toda a orla.

Tem previsão de quando abrirá no fim de semana?
Não. A prefeitura fará anúncios toda semana informando as praias liberadas ou interditadas.
Quem for flagrado sem máscara, será 'convidado a se retirar'
A Guarda Civil Municipal será a responsável por fiscalizar as regras impostas pela Prefeitura para liberação de parte da Orla na capital. De acordo com o prefeito ACM Neto, a ideia é evitar aglomerações. “Piquenique, luau e outros eventos, por enquanto, não. Vamos para a praia tomar banho de mar, tomar um sol, e voltar pra casa. Não é hora de estar fazendo festa, comemoração e batuque na praia”, disse o chefe do executivo.
Neto assumiu que o efetivo não é suficiente para cobrir os 64 km de litoral e que descumprimentos podem acontecer. “Claro que vai ter burla, infelizmente. Não devia ter. Se a gente perceber que o descumprimento virou a regra, e não exceção, a gente fecha tudo”. Ele pediu colaboração à população. “Não ir ao Porto da Barra mata alguém? Não. Mas o coronavírus mata”.
O banhista na faixa de areia deve obrigatoriamente permanecer com máscara. Caso a Guarda Municipal flagre alguém descumprindo essa regra, haverá a orientação para colocar o item ou convite para se retirar da praia em caso de insistência.
“A Prefeitura está tomando todas as medidas visando a segurança e a saúde de nossos cidadãos, para que em breve possamos estar curtindo as belezas de nossa capital”, explica o inspetor da Guarda Civil Municipal (GCM), Marcelo Silva.
De acordo com a GCM, os procedimentos adotados nessa retomada são semelhantes ao que já são praticados atualmente na Operação Tira o Pé da Areia. Cerca de 60 agentes por dia farão ronda nas praias orientando as pessoas que ocupam a faixa de areia ainda proibidas por Decreto a se retirar e, no caso das praias reabertas, orientando os banhistas a utilizar máscara e manter o distanciamento de 1,5m, por exemplo. Quem oferecer resistência a cumprir o determinado pode ser encaminhado à delegacia.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) vai manter em sua página na internet, no endereço www.sedur.salvador.
ba.gov.br, informações detalhadas sobre as praias liberadas ou interditadas, os dias permitidos, além das medidas previstas nos protocolos definidos pela Prefeitura de Salvador.

 

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SALVADOR
Publicado em 20/09/2020 às 09h00.
Prefeitura garante fiscalização intensa da Guarda Civil em reabertura das praias
Fechados há seis meses devido à pandemia do novo coronavírus, espaços voltarão a ser frequentados pela população

Foto: Divulgação/GCM

Foto: Divulgação/GCM

A Prefeitura de Salvador promete uma fiscalização rigorosa nas praias da cidade, autorizadas a reabrirem a partir de segunda-feira (21). Um esquema especial foi montado pela Guarda Civil Municipal (GCM), a quem compete o monitoramento de segurança dos espaços.
A operação se estende por 50km de orla, envolvendo 60 agentes, 12 viaturas e 6 motos, com intuito de monitorar o cumprimento dos protocolos fixados pela Prefeitura para garantir a segurança sanitária dos banhistas. As praias estavam fechadas há seis meses como medida contra a proliferação do novo coronavírus, que provoca a Covid-19.
Com exceção das praias de São Tomé de Paripe, Tubarão, Ribeira, Itapuã e Amaralina, que reabrem para o público de terça a sexta, e as do Porto da Barra, Buracão e Paciência (as duas últimas no Rio Vermelho), que ainda permanecem fechadas, as demais podem receber normalmente os banhistas sempre de segunda a sexta. Não há restrição de horário, e o uso nos finais de semana e feriados está proibido. Essa estratégia de liberar algumas praias em determinados dias e manter outras fechadas visa impedir aglomerações.
Entre as regras do protocolo setorial estão o uso obrigatório de máscara (só pode tirar no momento do banho) e a proibição da utilização de cadeiras, sombreiros, caixas térmicas, instrumentos musicais e equipamentos sonoros, bem como a comercialização de produtos. Os comerciantes informais e barraqueiros que costumam trabalhar na faixa de areia continuam isentos de taxas municipais e recebendo o auxílio de R$270 da Prefeitura.
O distanciamento social entre os frequentadores deve ser 1,5m. No momento do banho, essa distância deve ser de 2m. A prática de atividades esportivas está liberada de forma individual ou em dupla – as que envolvam mais pessoas e/ou provoquem contato físico, a exemplo do tradicional “baba”, estão proibidas. Não será permitida nenhum tipo de atividade que gere aglomeração, a exemplo de piqueniques, luaus e eventos.


 

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inacreditável essas leis da fraudemia!!! Lixo, como lixo são tantas praias da orla atlântica de salvador(só dá para respirar quando os aguaceiros dissipam a catinga dos poluentes rios da tripa, boca do rio, patamares e o esgoto da barraca do loro de stella, podre,podre!!!0
 

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Liberadas só na segunda, praias de Salvador enchem de banhistas
CORREIO visitou algumas praias neste domingo e encontrou banhistas sem máscaras


Banhistas aproveitam o sol em praia de Salvador
Banhistas aproveitam o sol em praia de Salvador (Foto: Nara Gentil/ CORREIO)

Com a temperatura em 27°C e sensação térmica de 29°C, os praieiros anteciparam o banho de mar na orla de Salvador na manhã deste domingo (20). No último dia de interdição total das praias, muitos estavam em família ou em grupo de amigos. O argumento para furar as regras de isolamento social é de que o risco de contágio pelo novo coronavírus é menor nas praias se comparado a bares, restaurantes e shoppings, já liberados para clientes.

As praias de capital foram liberadas para uso de banhistas pelo prefeito ACM Neto na sexta-feira (18), porém, a regra vale a partir desta segunda (21). Todas continuarão fechadas nos finais de semana e algumas também às segundas. Em dias de feriado, nenhuma poderá abrir. O uso de máscara é obrigatório enquanto o banhista estiver na areia.
"Não estamos permitindo o funcionamento das praias no final de semana e nem feriados para evitar aglomerações. No caso do Porto da Barra, do Buracão e da Paciência, elas não vão reabrir porque possuem uma faixa de areia muito pequena e que tradicionalmente aglomeram muita gente, independente do dia", disse.
"É uma questão de segurança. Mesmo nos dias de semana poderiam ser palco de aglomeração", continuou. "No caso das praias do Subúrbio, Ribeira, Amaralina e Itapuã, elas também costumam reunir muita gente às segundas e por isso não estarão abertas nesse dia", explicou ACM Neto.Todas as outras da cidade terão funcionamento de segunda à sexta. O horário é livre nos dias liberados para todas as praias.

Praia de Piatã ficou lotada no domingo (Foto: Nara Gentil/CORREIO)
Piatã
O CORREIO percorreu algumas praias como Amaralina, Boca do Rio, Itapuã e Stella Mares e, apesar da pequena presença da fiscalização, os banhistas não se intimidaram. Na praia de Piatã, enquanto os três guardas municipais estavam na orla, próximo ao antigo Casquinha de Siri, a população se espalhava em grupos por toda a areia.
“Como é que as pessoas não podem vir às praias no sábado e no domingo, os únicos dias de lazer, mas podem no final de semana beber e comer nos bares e restaurantes às margens da praia? Por que aqui não pode, que é local aberto, ventilado, mas é só atravessar a pista que está tudo permitido? O certo era não abrir nada. Como é que permite nos outros dias e no final de semana não? O povo avacalhou”, declarou o vendedor Pedro Paulo Guimarães dos Santos, 33 anos, ao lado do filho Pedro, de 3 anos.
A alguns metros de pai e filho, estava um grupo de quatro banhistas, entre elas a esteticista Alene Guimarães, 36, que já teve a covid-19. “Desde quando começou a pandemia, só saía de casa para ir ao mercado. Mesmo tomando todos os cuidados, eu e a minha mãe tivemos a doença. O mercado tem muito mais riscos, porque é um ambiente fechado, do que a praia”, argumentou deitada sobre uma canga.
Vendedores ambulantes e banhistas na praia de Piatã (Foto: Nara Gentil/CORREIO)
O marido dela, o operador de cobrança Esdras Gomes Barbosa Pereira, 31, defende a praia nos finais de semana. “Quem trabalha a semana toda, estuda, cuida de casa e dos filhos, só tem o sábado e o domingo para relaxar. Ir à praia de segunda à sexta é privilégio de poucos”, disse ele, enquanto segurava uma lata de cerveja.

A opinião do casal é o mesmo entendimento de duas amigas sentadas na areia. “Quem tem dinheiro fica na sua casa com piscina ou vai para a casa de praia. Mas o pobre, que trabalha igual a um condenado, não tem outra diversão. É a praia mesmo”, opinou a técnica em laboratório Emanuela Alcântara Tosta, 33. “Tomar banho de mar e andar na areia. Pra quê coisa melhor para reforçar a imunidade?”, emendou a técnica em segurança do trabalho, Geovana Araújo dos Santos, 34.
Stella Mares
A situação na Praia de Stella Mares não foi diferente. A areia estava tomada de banhistas. O analista de sistema Elton Oliveira, 41, argumentou também que o ambiente aberto oferece menos risco à contaminação.
Praia de Stella Maris (Foto: Nara Gentil/CORREIO)

“Se você libera no durante a semana, por que não o final de semana? Isso é relativo, porque no verão, a segunda na praia da Barra é lotadíssima. É melhor estar aqui na praia do que num shopping ou cinema, por exemplo. Aqui as pessoas estavam afastadas e estamos ao ar livre. Depois desse tempo todo, esta é a primeira vez que viemos à praia”, disse ele, que pegava um sol ao lado da mulher, Ana Cláudia Isensee, 31.
“Estamos afastados de outras pessoas, trouxemos tudo de casa para evitar o contato que é comum na hora que se comprar algo, trouxemos nossas máscaras, álcool em gel, enfim, estamos fazendo a nossa parte. Vale mais a consciência de cada um”, declarou enquanto se bronzeava.
A vendedora Shirlei Doria, 38, pretendia ir com a família aproveitar o domingo nas praias do Litoral Norte. Mas acabou desistindo por conta da distância e resolveu parar em Stella. “Me assustei! Não esperava encontrar tanta gente assim. Mesmo as pessoas um pouco mais afastadas das outras, pensei que aqui estaria vazio. A segurança nós só teremos com a chegada da vacina. Até lá, só precaução”.


 
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