SkyscraperCity banner

341 - 356 of 356 Posts

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #341
Parcerias com institutos de tecnologia locais para o Distrito de Inovação

Parceria com institutos de tecnologia locais é a aposta para a criação do distrito de inovação de Manaus

Por Antonio Parente

28 Jan 2020, 14h28


Crédito: Divulgação

O objetivo de revitalizar o centro histórico da cidade para atrair empresas e negócios de base tecnológica, ganhou importantes passos de evolução nos últimos dias. Com o convite da prefeitura de Manaus, ao consultor em cenários e gestão estratégica Cláudio Marinho, a ideia de criar um distrito de inovação na capital ganhou novos avanços para a concretização da meta. Os planos fazem parte do processo para a reinauguração do abandonado Hotel Cassina como Casarão de Inovação, Hub e Coworking de Manaus.

Dono de uma empresa no Porto Digital do Recife, maior parque tecnológico para empresas de TI (Tecnologia da Informação) do País, Cláudio Marinho vai assumir o projeto do Distrito de Inovação no Centro Histórico de Manaus e identificação de potenciais ocupantes, com prioridade para o Casarão da Inovação.
Ele destacou, que a estratégia é firmar parceria entre setores públicos e privados com instituições especialistas nas áreas de inovação e tecnologia.

"A nossa experiência em Recife mostrou que se faz necessário realizar articulações para uma governança público-privada, englobando atores dos ecossistemas locais para se trabalhar em conjunto no desenvolvimento tecnológico", comentou.

O trabalho da equipe de criação do “Distrito de Inovação” será de levantar e mapear potenciais usuários ocupantes dos mais de 70 prédios públicos, que podem ser reformados e usados por empresas. "O enfoque é as startups que possam ir ao centro, na localidade da ilha de São Vicente, construindo a possibilidade da área em torno da Praça Dom Pedro ser escalada em serviços como hotéis e restaurante a uma distância 'caminhável' das empresas ali instaladas", revelou Cláudio Marinho.

Nas próximas semanas, workshops para o funcionamento estratégico e escolha de segmentos priorizados devem reunir representantes de diversas áreas da sociedade civil organizada junto ao poder público. Nesse sentido, outra vertente da equipe é explorar e estimular a produção de bioeconomia e biotecnologia da região Norte, considerando o extenso percentual de preservação do território amazonense.

Fortalecimento

Segundo o presidente da FPF Tech, Luis Braga, a iniciativa de fortalecer um polo digital em Manaus abre espaço para uma economia que gera riquezas e desenvolva produtos de forma sustentável e ecologicamente correta. O objetivo de criar o distrito de inovação no centro é revitalizar a região histórica e criar atrativos de investimento de outras empresas do mundo com a finalidade de gerar emprego e renda para o estado.

“A nossa defesa de colocar esse projeto no centro é justamente para revitalizar aquela região. Incentivar as empresas de tecnologia para atuar naquela área com inserções de taxas de impostos, e em contrapartida, essas empresas tragam retorno deixando o centro mais atrativo. Fazendo isso na região você está gerando oportunidade de emprego e renda. Com mais empresas de tecnologia teremos mais profissionais para se qualificar e trabalhar nessa áreas. Essa é uma maneira de ajudar a sociedade, porque um polo desses fomenta inúmeros empregos para todas as áreas, principalmente para quem procura o primeiro emprego na área de tecnologia”, disse.

Segundo Braga, o objetivo da FPF, é contribuir para o Amazonas se fortalecer na área de tecnologia utilizando o capital intelectual local para criar alternativas de desenvolvimento econômico para a região. “ Nosso interesse como instituição 100% do Amazonas, é que lutamos para ter um estado forte em tecnologia. Temos certeza que não adianta termos uma grande instituição de tecnologia sem que isso mire para o resto do mundo. Temos que trabalhar para empresas de outros países venham para cá. Queremos que elas vejam que aqui tem um polo de tecnologia para investimentos. Temos toda uma experiência e estamos dispostos e compartilhar com as empresas que estão alinhadas como nosso objetivos e valores, que é fortalecer a tecnologia, como também a geração de empregos aqui”, destacou.

Parcerias

O INDT (Instituto de Desenvolvimento Tecnológico) e a FPF Tech (Fundação Paulo Feitoza) já estão confirmadas como institutos parceiros do projeto. A escolha foi baseada na competência técnica e experiência nas áreas de criação de novos negócios, investimentos em startups e capacitação tecnológica.

O diretor de projetos e desenvolvimento de negócios da FPF Tech, Roberto Garcia, complementou que a visita dos três arquitetos vindos de Recife, formando comitiva junto a representantes das secretarias de Trabalho, Empreendedorismo, Finanças e Cultura, serviu para colher informações das competências e estruturas da instituição para o desenvolvimento de soluções sob medida para as empresas usando tecnologia de informação.

"Ele veio colher nossa visão estratégica de estruturação do ecossistema do Polo Digital de Manaus, incluindo nosso time e áreas de negócio, como a capacitação tecnológica como ponte ao processo todo", Roberto esclareceu. A sanção de leis de incentivo fiscal para empresas e negócios de base tecnológica também é um aditivo na construção desse conceito.

De acordo com Elaine Garcia, graduada em administração pela UFAM Universidade Federal do Amazonas), especialista em administração pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), gestão de projetos pela UAM e atualmente, Gerente de Negócios no INDT e responsável pela Gestão do Programa Prioritário de Economia Digital, a participação do INDT nesse projeto se deve pelo compromisso que o instituto tem com o ecossistema inovador da região.

“Nós estamos participando desse projeto de criação do Distrito de Inovação porque somos um ator importante do ecossistema de tecnologia, empreendedorismo e inovação de Manaus, além de termos muita experiência e pioneirismo no desenvolvimento, principalmente, de novos negócios através de investimentos de startups, uma competência adquirida pelo INDT através da coordenação do Programa Prioritário, sendo assim, nossa participação se dá, essencialmente, na soma de conhecimentos e esforços para a criação desse novo Distrito de Inovação”, Elaine ressaltou.

Prazo de seis meses

A assinatura do contrato do Polo Digital ocorreu na quarta-feira (22), no Centro Cultural Palácio Rio Branco. O prazo inicial estipulado para se debater o projeto por meio de encontros com atores da região é de seis meses, seguindo as normas de reutilização de espaços urbanos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Além disso, também se deve alinhar o projeto com a legislação de preservação urbana, integrando as diretrizes das pastas responsáveis por essas áreas do Executivo.

Analise

Na análise do economista e administrador, Farid Mendonça Júnior, todas as alternativas que forem criadas para o desenvolvimento econômico do Amazonas são sempre bem vindas, pois ajudam a diversificar e criar novas oportunidade de negócios. Apesar do ponto positivo, ele destaca, que antes de qualquer investimento ou trabalho na área de polo digital e o distrito de inovação, é necessário observar e criar soluções para consertar deficiências básicas para a eficácia do projeto.

“E essas instituições já tem um ‘know how’ inicial para contribuir com esse trabalho. Mas, eu vou além. Sempre enfatizo que não adianta apenas assinamos convênios, documentos e parceira. Precisamos fazer um olhar para dentro de nós mesmos e verificar qual o nosso potencial. Não adianta nada montarmos um centro tecnológico ou polo digital, se não temos pessoas capacitadas para mexer com isso. Muitas vezes a gente quer fazer as coisas a base da canetada e não nos damos conta das nossas fragilidades. Não estou dizendo que não exista pessoas capacitadas em Manaus, ou que não possam ser capacitadas. O que eu digo é que tem algumas áreas novas da economia, como o polo digital e tecnologias da indústria 4.0, que estão faltando ‘know how’ e treinamento de mão de obra especializada”, disse.

Outro ponto de vista destacado pelo economistas, que precisa ser analisado e estudado é a questão do volume de capital. Ele explica, que atual situação econômica do país demonstra uma escassez de recursos para investimentos de infraestrutura de novos segmentos da economia. E reforçou, que uma das alternativas para otimizar o projetos no segmento digital, é buscar parcerias internacionais com países que possuam experiência na área.

“Sabemos que o país está passando por uma situação difícil e investimento públicos estão escassos, o que sobraria para a iniciativa privada. Mas, precisamos analisar que as vezes, não são todos os setores da iniciativa privada que vão acreditar na ideia e vão ter recursos suficientes para isso. Por isso, que todas as vezes que se fala em alternativas econômicas para o Amazonas, eu acho interessante estabelecer parcerias internacionais, principalmente com multinacionais e institutos de pesquisas de desenvolvimento do estrangeiro como França, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha ou China. Não adianta somente arranjar o arcabouço jurídico sem termos a noção, do que a gente tá falando, da magnitude que estamos falando, e da posição de como vamos atuar no mercado”, destacou.

“Não estou dizendo que a ideia não é boa. Ela é uma ideia boa. Mas precisamos ter estudos mais profundos, uma estrutura mais interessante e uma infraestrutura física e digital que dê todo o embasamento para isso. A velocidade da internete no Amazonas é muito ruim, não temos uma constância da tecnologia do 4G no Amazonas e ainda estamos cavalgando na área 3G. IMagina nossa situação. São questões que temos que colocar muito bem”, finalizou.

https://www.jcam.com.br/Noticia/Parcerias-com-institutos-de-tecnologia-locais-para-o-Distrito-de-Inovacao-52056#.XjLomTJKi1s
 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #343
Biblioteca Municipal será reaberta ao público em abril
11/02/2020 14h01

O restauro da Biblioteca Municipal João Bosco Evangelista chega a 85% da obra concluída e recebe os retoques finais para que, em abril, a Prefeitura de Manaus entregue para a população mais um histórico prédio do centro da capital.



“Este ano iremos consolidar o nosso projeto de resgate e reocupação do Centro Histórico de Manaus, com a entrega da biblioteca e outros importantes prédios que estão sendo restaurados. É um sonho que se realiza para mim e, certamente, para a população, porque faz parte da nossa história, da nossa identidade e do nosso orgulho”, destaca o prefeito Arthur Virgílio Neto.

Situada na esquina da rua Monsenhor Coutinho, Biblioteca Municipal João Bosco Evangelista recebe serviços de acabamento, com pintura, finalização de instalações elétricas, de divisórias de vidros e de equipamentos lógicos, iluminação, climatização e montagem do café. O elevador será o último item a ficar pronto, internamente, mas quem passa pelos arredores do imóvel já pode apreciar a bela renovação de sua arquitetura.

A gestão da biblioteca ficará a cargo da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult). Com o resgate, o espaço recebe adaptação ao ar moderno do século 21, incluindo sala de projeção, área de acervo em braile, um café box para atendimento aos frequentadores e itens específicos de acessibilidade, como elevador, piso tátil e banheiros para pessoas com deficiência.

“Fizemos pesquisas iconográficas do imóvel, trazendo assim a originalidade do local. Por se tratar de um restauro, temos que cuidar de vários aspectos da história, assim aproveitando as peças antigas e substituindo apenas o que não é possível de ser reaproveitado”, explica o coordenador técnico do programa “Manaus Histórica”, Daniel Herszon.

A empresa Biapó Construtora faz a execução da reforma e restauro, tendo sido a vencedora da licitação. Com foco em restaurações artísticas, a Biapó tem preocupação com o humano e a história presentes nas cidades onde atua.

História



O prédio datado do início do século 20 é um sobrado de características arquitetônicas ecléticas, quando Manaus experimentou o apogeu do ciclo da borracha. No edifício, durante muitos anos ficou sediada a “Liverpool School of Tropical Medicine”, instituição fundada em 1898 e primeira no mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. Ao longo do restante do século 20, após o fechamento da escola, o edifício esteve em propriedade de particulares.

No final da década de 70 e início dos anos 1980, nele funcionou uma lanchonete e botequim bastante frequentado, o Pinguim. Em 1995, o prédio foi desapropriado pela Prefeitura de Manaus. A Biblioteca Pública Municipal teve a sua primeira sede na avenida Joaquim Nabuco, passando a ocupar o endereço na rua Monsenhor Coutinho em 1997. A biblioteca tem o nome do professor, escritor e poeta João Bosco Evangelista (1938-1973), que foi um dos célebres fundadores do “Clube da Madrugada”.

O imóvel foi devidamente recuperado e adaptado para receber o acervo vasto amazônico, periódicos, entre jornais e revistas, e documentos especiais, como obras raras datadas do século 17. O prédio-sobrado foi fechado para reforma em agosto de 2011 e seu acervo abrigado, temporariamente, na Casa do Restauro, na rua Costa Azevedo. A biblioteca é vinculada à Manauscult e integra o Sistema Nacional de Bibliotecas.



http://www.manaus.am.gov.br/noticia/biblioteca-municipal-sera-reaberta-ao-publico-em-abril/
 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #344
Juma Ópera Hotel

Juma Ópera, mais que um hotel, é parte viva da história de Manaus!

O Juma Ópera é um hotel boutique de luxo localizado no centro histórico de Manaus, em frente ao Teatro Amazonas, o principal ponto turístico da cidade.

Quase vizinho ao hotel também estão o Palácio da Justiça e a Igreja de São Sebastião. O hotel foi projetado para harmonizar com os edifícios históricos ao redor da praça em que está localizado. Parte de sua construção também é do final do século XIX e é listada pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

#Manaus #CentrodeManaus #CentroHistóricoDeManaus #JumaÓperaHotel #JumaÓpera #HotelEmManaus #NewHotelInManaus #BoutiqueHotel #BoutiqueHotelInManaus












Esta publicação é exclusiva para responder à pergunta mais frequente de todos os tempos: 👉"O restaurante é aberto a todos?" SIM! 😁 O nosso restaurante é aberto a todos.

Esperamos que pessoas de todo o Brasil e do mundo, assim como os manauaras, aproveitem este espaço cuidadosamente projetado e desfrutem de nossos deliciosos pratos sempre inspirados em refeições regionais icônicas.

#NewHotelInManaus #BoutiqueHotel #RestauranteEmManaus #ManausRestaurant






Uma vista mais que especial!

Na cobertura fica a piscina do hotel, além de um bar ao lado da piscina e uma pequena área de eventos. Com proteções de vidro em toda a área, você tem a vista do teatro e seus arredores.

#RooftopPool #PiscinaNaCobertura #HotelDeLuxo #LuxuryHotel #JumaOpera #HotelDeManaus #HotelEmManaus #Amazonas #Wanderlust #TeatroAmazonas #AmazonasOperaHouse




 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #345
Restaurante do Juma Ópera à noite - Adoramos muito quando as pessoas vêm ao nosso restaurante e registram suas primeiras impressões sobre o nosso espaço. É incrível ver o que criamos através de outros olhos ❤.



@landa.bernardo
Interior design by: @deboraaguiararquiteta
 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #346
Revitalização da praça Dom Pedro II chega a 50%
26/04/2020 17h36
Com 50% da obra concluída, a requalificação urbanística da praça Dom Pedro II avança no centro da capital. Dentro do projeto “Manaus Histórica”, idealizado pela Prefeitura de Manaus, a revitalização do espaço também tem o objetivo de promover o resgate da cultura e da identidade da cidade. “Temos hoje duas frentes principais na gestão de Manaus: a primeira é o enfrentamento ao novo coronavírus, na qual destinamos todas as nossas estratégias de saúde e grande parte do nosso orçamento; a segunda são as obras já planejadas, que têm recursos garantidos por meio de operações de créditos firmadas antes da pandemia”, destacou o prefeito Arthur Virgílio Neto.



A revitalização da praça Dom Pedro II está dentro do cronograma e foram executados serviços de jardinagem, novas instalações elétricas e drenagem, assentamento de piso e recuperação de postes do tipo Cajado de São José, com lâmpadas de LED. A obra foi licitada pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), com projeto elaborado em parceria com a Comissão Especial de Paisagismo e Urbanismo.

O chafariz da praça também foi restaurado e recuperado, voltando a funcionar depois de anos. A revitalização do espaço, implantado sobre uma antiga área de sepultamentos indígenas com urnas de mais de 1.500 anos, de inspiração inglesa e com mescla de plantas exóticas, foi anunciada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto no início do ano.

O projeto também prevê ações para o coreto, sinalização e mobiliário urbano, com instalação de lixeiras dispostas na parte interna dos acessos da praça, do mesmo modelo já usado na praça XV de Novembro e proposto para o entorno do Mercado Municipal Adolpho Lisboa. A ideia é adequar e recuperar o espaço para que seja um lugar de encontro, descanso e contemplação, permitindo ainda maior segurança aos usuários, conforto e acessibilidade.

Conforme memorial do projeto de arquitetura, um ponto fundamental na obra é a proteção do sítio arqueológico existente. Além da decisão técnica de isolar através da impermeabilização os caminhos entre os canteiros, uma equipe de arqueólogos será mantida como suporte para monitoramento das obras. Através de cores diversas em dois tipos de pedras, a carranca e o arenito negro apicoado, será possível fazer uma composição onde círculos farão alusão à possíveis locações das urnas cerâmicas, testemunhos de sepultamento.




História


A praça Dom Pedro II leva a uma reflexão sobre os palimpsestos na Amazônia. São mais de mil anos de história revelados ao escavar 30 centímetros sob a superfície no Centro mais antigo da metrópole. Conforme o memorial, pode se perceber o local como de referência nos processos de ocupação das estruturas urbanas situadas às margens dos rios amazônicos. Nos arredores de Manaus, verificam-se inúmeros assentamentos antigos e densos.

Os relatos sobre a presença de sociedades complexas na região, hoje identificada como Amazônia Central pelos pesquisadores da arqueologia, remontam ao século 16. O frei Gaspar Cavarjal descreve grandes assentamentos que se estendiam por até 16 quilômetros às margens dos grandes rios. Em 1540, Cavarjal fez uma expedição de Quito em direção à foz do rio Amazonas, que durou 2 anos e 8 meses, e de onde escreveu o livro “Relación del nuevo descubrimiento del famoso río Grande que descubrió por muy gran ventura el capitán Francisco de Orellana”.

Defronte ao Paço da Liberdade, o logradouro se limita entre as ruas Governador Vitório e Gabriel Salgado nas faces Leste e Oeste respectivamente, e entre a rua Bernardo Ramos pela face Norte e pela avenida Brasileira, atual avenida Sete de Setembro, pela face Sul, no antigo bairro de São Vicente de Fora. Era conhecida originalmente como Largo do Pelourinho, no período provincial, onde aconteciam as punições em ambiente público, uma vez que se situava nas imediações da cadeia.

Em meados de 1860, para dar passagem às ruas, hoje conhecidas como Governador Vitório, Visconde de Mauá e Monteiro de Souza, o Largo do Pelourinho é dividido e a porção maior recebe o nome de Largo do Quartel e porção menor passa a se chamar praça Tenreiro Aranha. No final do século 19, a cadeia velha foi demolida após um incêndio, cedendo lugar ao Palácio Rio Branco em 1909.

Em 1887, por ordem do presidente da Província, Conrado Niemeyer, foi transferido o coreto para a praça, antes instalado no Passeio Público, neste mesmo período foram instaladas pedras de lyoz vindas de Lisboa.

Durante a década de 1890, após o aniversário da Proclamação da República, o então Largo do Quartel recebeu o nome de Praça da República. Neste mesmo período ganhou uma fonte de bronze e novo ajardinamento.

No início do século 20, no final da primeira década, precisamente em 1907, durante a ampliação do Palácio do Governo, as grades que cercavam a Praça da República foram retiradas para mais tarde serem fixadas na fachada sul do Mercado Municipal Adolpho Lisboa.

Antes de receber o nome de Praça Dom Pedro II em homenagem ao centenário do natalício do último imperador do Brasil em 1925, ainda teve os nomes de praça Desembargador Rêgo Monteiro, em 1923, praça da Redenção, em 1924, e praça General Menna Barreto também em 1924.

Nos quarteirões lindeiros foram erguidos, ao longo do tempo, vários imóveis de valor histórico, como o Hotel Cassina, a antiga cadeia municipal, que após um incêndio deu lugar ao Palácio Rio Branco, o Iapetec, o primeiro edifício construído em Manaus erguido na década de 1950, e o já extinto teatro Éden. Com jardins em formato orgânico, rompendo com as linhas retas e simetria características do estilo francês, bem como também sem uma topiaria marcada, a proposta, na época, era fazer da praça um oásis no meio da cidade, um bosque.

Em 2002, um grupo de arqueologia coordenado pelo arqueólogo Eduardo Neves, acompanhou tradagens realizadas em diversos pontos da praça, bem como as escavações para instalação de cabeamento elétrico subterrâneo para a instalação dos postes Cajado de São José. A Dom Pedro II sofreu restauro e melhoramentos em 2010, onde alguns espécimes botânicos foram inseridos nos jardins existentes, sem preocupação com o paisagismo e a composição para contemplação, apenas para proteção dos materiais arqueológicos que afloravam.



 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #347
Vida e literatura histórica no restauro da Biblioteca Municipal
19/05/2020 19h29
O restauro da biblioteca municipal João Bosco Evangelista foi concluído e, tão logo seja possível pôr fim às medidas de isolamento social necessárias nesse período de pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Manaus vai entregar mais um prédio histórico ao convívio da população. A obra integra o pacote de intervenções lançado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, ainda no ano passado, durante as comemorações de 350 anos da capital.



“O amor ao Centro Histórico de Manaus é uma marca que carrego ao longo da minha gestão. Desde o início buscamos trabalhar, mesmo nos momentos mais duros da crise econômica brasileira, formas de darmos nova vida ao local onde a cidade nasceu e onde está guardada a essência da identidade do povo manauara. Além da biblioteca municipal, temos em andamento o restauro do prédio da antiga Câmara Municipal, o antigo Hotel Cassina e que será o palácio das startups, bem como a praça Dom Pedro II”, destacou o prefeito Arthur Neto.

Na tarde desta terça-feira, 19/5, a biblioteca João Bosco Evangelista recebeu uma visita técnica, com a presença da superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Amazonas, Karla Bitar, que atestou a qualidade da obra de restauro executada. Também estavam presentes o diretor-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Cláudio Guenka; o coordenador técnico do programa “Manaus Histórica”, Daniel Herzon; e o representante da construtora Biapó, Jackson Freitas.

Durante a inspeção, foi possível observar todo o resgate de características arquitetônicas do prédio, situado na esquina da rua Monsenhor Coutinho, que recebeu uma adaptação de modernidade do século 21, incluindo sala de projeção, área de acervo em braile, um café-box, para atendimento aos frequentadores e itens específicos de acessibilidade, como o elevador, piso tátil e banheiros para portadores de necessidades especiais.

“Essa obra traz toda uma referência histórica e cultural para esse contexto urbanístico, que se inicia desde o porto, passando pela avenida Eduardo Ribeiro e chegando aqui, na praça do Congresso. Foi um restauro que respeitou corretamente os elementos históricos e culturais do prédio e também trouxe a contemporaneidade para dentro da biblioteca. A prefeitura está de parabéns”, disse a superintendente do Iphan no Amazonas, Karla Bitar.

O diretor-presidente do Implurb explicou que a prefeitura vem promovendo o restauro arquitetônico de importantes prédios históricos, antes fechados, e que passarão a ser dotados de estruturas com modernas instalações culturais, valorizando o passado e promovendo o encontro com o futuro. Ele destacou que a obra também teve o acompanhamento da Comissão Especial de Paisagismo e Urbanismo, presidida pela primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro. “Observamos nessa visita técnica que há o contexto histórico, na preservação de pedras, juntamente com a atualidade da estrutura metálica e elevadores, mostrando que ambientes históricos podem, sim, ser modernizados”, avaliou Cláudio Guenka.

Restauro e acervo

A gestão da biblioteca ficará a cargo da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e o seu acervo integra o Sistema Nacional de Bibliotecas, sendo composto por 32 mil exemplares, divididos entre obras de referência e os temas bibliográficos, como coleções de obras gerais, coleções temáticas amazônicas, infantil, braile e multimídia. Antes da pandemia do novo coronavírus, todos os exemplares estavam sendo encaixotados para a mudança do espaço temporário localizado na Casa do Restauro, na rua Costa Azevedo, ao novo prédio. O processo precisou ser interrompido por conta das medidas preventivas à propagação do vírus.

“Em vários cenários de antigamente, fizemos pesquisas iconográficas do imóvel, trazendo a originalidade do local. Por se tratar de um restauro, temos que cuidar de vários aspectos da história, assim aproveitando as peças antigas e substituindo apenas o que não é possível de ser reaproveitado”, explicou o coordenador técnico do programa “Manaus Histórica”, Daniel Herszon.

A empresa Biapó Construtora fez a execução da reforma e restauro, tendo sido a vencedora da licitação. Com foco em restaurações artísticas, a Biapó tem preocupação com o humano e a história presentes nas cidades onde atua. “Buscamos a valorização das estruturas de madeiras do prédio, os pisos de madeiras e ladrilhos, além das paredes de pedra da edificação, dando um destaque à própria história do prédio. O espaço foi modernizado com a acessibilidade, com a instalação de um elevador monta-carga, para transporte dos livros e, ainda, o elevador para quem visitar a biblioteca”, explicou Jackson Freitas, coordenador da equipe de restauradores da construtora.

História

O prédio datado do início do século 20 é um sobrado de características arquitetônicas ecléticas, quando Manaus experimentou o apogeu do ciclo da borracha. No edifício, durante muitos anos ficou sediada a “Liverpool School of Tropical Medicine”, instituição fundada em 1898 e primeira no mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. Ao longo do restante do século 20, após o fechamento da escola, o edifício esteve em propriedade de particulares.

Em 1995, o prédio foi desapropriado pela Prefeitura de Manaus. A Biblioteca Pública Municipal teve a sua primeira sede na avenida Joaquim Nabuco, passando a ocupar o endereço na rua Monsenhor Coutinho em 1997. A biblioteca tem o nome do professor, escritor e poeta João Bosco Evangelista (1938-1973), que foi um dos célebres fundadores do “Clube da Madrugada”. O imóvel foi devidamente recuperado e adaptado para receber o vasto acervo amazônico, periódicos, entre jornais e revistas, e documentos especiais, como obras raras datadas do século 17.











 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #351
Fametro inicia processo de pesquisa histórica na Santa Casa de Misericórdia

Esse é um dos passos mais importantes do projeto de restauro da Santa Casa

Com informações da assessoria / [email protected]
Publicado em 8 de junho de 2020 às 16:01

Manaus – O Centro Universitário Fametro, que arrematou em leilão no ano passado a Santa Casa de Misericórdia, já deu início à fase de pesquisa histórica de toda a estrutura, incluindo a capela de Sant’Ana. Uma equipe de especialistas foi contratada para mapear a situação de todos os itens existentes no local.

Esse é um dos passos mais importantes do projeto de restauro da Santa Casa de Misericórdia. Antes de iniciar qualquer obra no local é de extrema importância realizar esse estudo, já que tudo a ser feito na Santa Casa levará em conta a história e o significado que tem para a sociedade de Manaus.

(Foto: Divulgação/Fametro)

Até o momento, além das pesquisas históricas, foi feita a limpeza do local. A diretora jurídica da Fametro, Karina Seffair Castro, ressalta que todas as atividades realizadas passam por avaliação dos órgãos competentes, entre eles, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Estamos bastante alinhados e empenhados. O projeto prevê a manutenção de toda a parte histórica, como as fachadas e a própria capela instalada no local, que não sofrerá alteração, mantendo a sua concepção e finalidade”, afirmou.

Após todo o processo de restauro, a Santa Casa de Misericórdia passará a funcionar como Hospital Universitário da Fametro. Segundo a reitora da instituição, Maria do Carmo Albuquerque, a unidade trará inúmeros benefícios para a população, uma vez que também atenderá pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Já fazia parte dos planos da Fametro a construção de um hospital universitário e, quando surgiu a oportunidade de adquirir a Santa Casa de Misericórdia, entendemos a importância dessa ação, tanto no que diz respeito ao reforço à estrutura de saúde da cidade, quanto para o resgate cultural da história amazonense. Nosso intuito, desde o início, é manter toda a história do empreendimento e, ao mesmo tempo, colocar à disposição da população um hospital com uma estrutura moderna e equipe qualificada para o atendimento”, destacou.

Na área acadêmica, o hospital terá importante papel na formação dos estudantes dos cursos da área de saúde da Fametro. A instituição possui mais de dez graduações na área, incluindo Medicina, único curso da região Norte com nota 5 na avaliação do Ministério da Educação (MEC), índice considerado de excelência. “Nossos alunos terão à disposição uma estrutura a mais para a prática e suporte de um corpo clínico altamente capacitado”, ressaltou a reitora.

 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #352
Restauro da biblioteca municipal João Bosco Evangelista é exibido em ‘passeio virtual’

A live foi realizada no domingo (21), no Facebook da Prefeitura de Manaus, e ainda pode ser conferida pelos internautas


Com informações da assessoria / [email protected]
Publicado em 22 de junho de 2020 às 17:50

Manaus – A biblioteca municipal João Bosco Pantoja Evangelista pôde ser prestigiada pelos internautas no domingo (21), durante uma transmissão realizada nas mídias sociais da Prefeitura de Manaus. O ‘passeio virtual’ mostrou o interior do espaço, que teve a reforma e restauro concluídos no mês de maio.
A live pela biblioteca municipal teve 27 minutos de duração, sendo acompanhado por mais de cinco mil seguidores na página do Facebook. Com o objetivo de proporcionar lazer em meio à pandemia, que consequentemente fechou atividades de locais turísticos da cidade, a transmissão alcançou aproximadamente 18 mil pessoas.


A obra fez parte do ‘Manaus Histórica’, um projeto de resgate e reocupação do Centro de Manaus, conforme determinação do prefeito Arthur Virgílio Neto, em comemoração aos 350 anos da capital e que está restaurando outros importantes prédios históricos da cidade. O diretor-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Cláudio Guenka, ressalta que a biblioteca é apenas um dos prédios que merecem um olhar cuidadoso.

“É uma obra de alta qualidade de restauração, onde a Prefeitura de Manaus quer restaurar prédios públicos que tenham um significado para o centro histórico da cidade. Isso começa por essa biblioteca municipal, que há muito tempo é desejo do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, assim como é o desejo da população, de que nós tenhamos essa simbologia, essa sinergia e essa ligação entre o que é histórico e a toda modernidade que foi implementada nessa obra”, ressalta Guenka.

Ainda que a biblioteca municipal esteja de portas fechadas, em razão das medidas de isolamento social necessárias durante a pandemia da Covid-19, quem acessar o Facebook da prefeitura pode conferir com detalhes a nova organização interna do local, mais moderno, contendo uma sala de projeção, área de acervo em braile, um café-boxe e itens de acessibilidade, como elevador, piso tátil e banheiros para Pessoas com Deficiência (PcDs).

Almir de Oliveira, arquiteto e coordenador técnico da comissão do ‘Manaus Histórica’, detalha as mudanças, destacando que o objetivo do projeto é a biblioteca funcionar como uma biblioteca atualizada.


A biblioteca municipal João Bosco Evangelista ainda não tem data para reabertura ao público (Foto: Mário Oliveira/Semcom/Divulgação)

“Temos espaço braile dedicado aos deficientes visuais, temos uma área de acervo no primeiro mezanino que é um piso intermediário. No último piso tem o processamento de material didático e, no piso principal, tem as salas de estudo, que é área dedicada ao público que vai consultar e usufruir da biblioteca. Em termos de resgate histórico, o que é importante olhar no projeto, é que o prédio consegue manter as caraterísticas da arquitetura tropical, tendo climatização apenas nos ambientes onde ela é essencialmente necessária”, conclui Almir.

A biblioteca municipal João Bosco Evangelista ainda não tem data para reabertura ao público. A gestão da biblioteca está a cargo da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e o seu acervo integra o Sistema Nacional de Bibliotecas, sendo composto por 32 mil exemplares, divididos entre obras de referência e os temas bibliográficos, como coleções de obras gerais, coleções temáticas amazônicas, infantil, braile e multimídia.

 

·
Amazonas, meu Amor
Joined
·
29,791 Posts
Discussion Starter #355
Futuro Centro de Arqueologia, prédio da antiga Câmara chega a 85% de obras concluídas
O local irá receber o futuro Centro de Arqueologia, promovendo o encontro do passado com o futuro e a preservação cultural


Com informações da assessoria / [email protected]
Publicado em 3 de agosto de 2020 às 12:27

Manaus – O ritmo acelerado de obras não parou no Centro Histórico de Manaus, mesmo diante dos efeitos da pandemia de Covid-19, e a Prefeitura leva ao bairro a transformação de símbolos da cidade, como o antigo prédio da Câmara Municipal. Com 85% da construção concluída e recursos garantidos pelo Tesouro municipal, a restauração do imóvel segue a pleno vapor, seguindo todos os protocolos para segurança no combate ao novo coronavírus. O local irá receber o futuro Centro de Arqueologia, promovendo o encontro do passado com o futuro e a preservação cultural.



A restauração do imóvel segue a pleno vapor, seguindo todos os protocolos para segurança no combate ao novo coronavírus (Fotos: Altemar Alcântara / Semcom)
“Desde o início da nossa gestão, o Centro Histórico de Manaus é uma prioridade e temos realizado inúmeras ações de valorização dessa área da cidade. Mais que uma política pública cultural e turística, para mim, é uma questão de honra, de amor e de orgulho pela nossa história e pelo nosso povo, que terá mais um espaço para ver e conhecer uma outra parte do legado da cidade”, comenta o prefeito Arthur Virgílio Neto.
Para o diretor-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), engenheiro Cláudio Guenka, essa é mais uma obra de resgate de parte importante da cidade e do povo. “Ao recuperar e restaurar a antiga sede da Câmara Municipal, a capital passa a contar com um novo olhar arquitetônico e urbanístico de um prédio, que servirá tanto como centro arqueológico quanto para exposição da nossa história”, ressalta.

Nesta etapa, o projeto passa por uma série de ações, incluindo recomposição das paredes em pedra, pintura da estrutura metálica, alvenaria de tijolos ecológicos, assentamento de cerâmica, forro de madeira, pintura de fachada, calçamento, guarda-corpo, restauro do piso em mosaico, forro de madeira e instalações elétricas, de som, de lógica e de combate a incêndio.

“Os projetos de restauro, além de levar em conta a importância histórica do edifício, são vinculados à função sociocultural que esse patrimônio histórico irá desempenhar. No caso da antiga Câmara Municipal teremos a implementação de um Centro de Arqueologia, um equipamento cultural que irá desempenhar um papel importante na Amazônia, passando a ser uma instituição de guarda licenciada pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan)”, explica o autor do projeto, o arquiteto e urbanista Almir de Oliveira.

Para Almir, a futura obra abrigará atividades de pesquisa, guarda de acervo arqueológico e será ponto de divulgação científica, com novos espaços integrados, incluindo ainda loja de souvenir e café, laboratórios, áreas de reservas técnicas e pátio central. “Tudo levando em conta a acessibilidade total com as devidas sinalizações. As características arquitetônicas mais importantes, tais como pé direito e porões sob piso de madeira, vãos de portas e janelas, no prédio dedicado às exposições, foram recuperadas, além de evidenciar técnicas construtivas ao decapar rebocos dos revestimentos”, avalia o arquiteto.

Arqueologia

Construído na década de 1880, o espaço encontra-se na área de influência de um dos mais importantes sítios arqueológicos do município, o Sítio Manaus, e estava desocupado nos últimos oito anos. A revitalização da antiga Câmara Municipal integra o programa “Manaus Histórica”, iniciado em julho de 2019.

Referências

A proposta de criar um Centro de Arqueologia, localizado junto ao sítio arqueológico de Manaus, vai desempenhar importante papel na Amazônia, ao estabelecer uma referência enquanto instituição de guarda, conforme estabelece a Portaria n° 196, de 18 de maio de 2016, para que seja capaz de acolher os acervos que surgem por todo o território do município nos inúmeros sítios arqueológicos que a cada intervenção vêm surgindo. O prédio funcionará como reserva técnica e terá um museu para exposição dos achados arqueológicos, provenientes das obras da Prefeitura de Manaus, no centro histórico. A Biapó Construtora foi a vencedora da licitação para o restauro e adaptação do imóvel.



 
341 - 356 of 356 Posts
Top