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Orgulho de ser Gaúcho
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Acho ele estranho, mas tem personalidade, eu gosto, mas não por achar ele belo, mas acho ele interessante e original. E confesso que gostei dessa intervenção em azul da PRF que deve ser uma espécie de alucobond azul brilho.
 

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#ELENÃO!
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Também não acho ele belo mas eu gosto, acho que é memória afetiva de olhar esse prédio quando criança e achar ele diferente.
 

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Felipe Meert Silva
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PRF divulga edital para reforma da Superintendência no Rio Grande do Sul
26/06/2019 Nucom.RS


Foi divulgado no dia 21/06/2019 o edital para a reforma do prédio sede da Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Sul. A área da edificação é de aproximadamente 10,5 mil metros quadrados.

A edificação, que foi construída originalmente para abrigar o Centro de Mecanização do Banco do Brasil, deverá passar por intervenção completa de suas instalações para atender às novas atividades e à legislação vigente. O objeto da licitação envolve, dentre outros subprodutos, o desenvolvimento dos projetos básico, executivo e a efetiva execução da obra.

Os projetos deverão ser desenvolvidos utilizando a Modelagem da Informação da Construção (Building Information Modelling – BIM), tecnologia que já foi utilizada na elaboração do material para o edital, disponibilizado no formato de anexos. Além do anteprojeto, do levantamento detalhado dos requisitos e da situação da edificação, estão disponíveis informações cadastrais da edificação, memorial descritivo e outros documentos pertinentes.

O edital RDC Eletrônico nº 2/2019/SRPRF-RS está disponível no Comprasnet e a abertura das propostas será no dia 05/08/2019 às 9 horas de Brasília, no mesmo endereço eletrônico. Os anexos do edital estão disponíveis no endereço: https://www1.prf.gov.br/arquivos/index.php/s/idEIQrHgXRXvQJY

Esclarecimentos e avisos podem ser acompanhados na página www.comprasgovernamentais.gov.br. Visando a auxiliar o acesso, pode-se utilizar o atalho http://comprasnet.gov.br/acesso.asp?url=/Livre/RDC/rdcEletronico.asp?aba=tabAgendadas . Código da UASG: 200119


^^
Cu-ru-zes. :runaway:

Podiam fazer edital pra implodir esse prédio.
agora sim, depois desse incêndio com certeza vai ter reforma.
 

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Polícia Rodoviária Federal anuncia investimentos para o Rio Grande do Sul

Novas viaturas, planejamento para construção de novos postos no interior e melhorias estão nos planos da nova gestão

26/05/2019 | 7:40
Por Franceli Stefani


Foto: Guilherme Testa​

Em fase de licitação, as obras de reforma e melhoria do prédio que abriga a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Capital, estão orçadas em R$ 26 milhões. A sessão de abertura das propostas para o projeto e execução do serviço ocorre nesta segunda-feira. Esse é apenas um dos investimentos que deverão ser feitos no Estado neste e nos próximos anos. De acordo com o superintendente da PRF, Luís Carlos Reischak Junior, cerca de R$ 6 milhões serão investidos na construção de novos postos em Pelotas, Uruguaiana e Rio Grande. Ainda em fase de projeto, há ideia de execução do mesmo serviço em São Leopoldo, Santa Maria, Caxias do Sul e Passo Fundo. Com exceção de São Leopoldo, que teve o posto erguido na década de 90, os demais são dos anos 70 e apresentam diversos problemas estruturais. Para a Copa América, que ocorre em junho e julho na Capital, 14 novas viaturas chegarão ao Estado. “São veículos da GM, modelo Cruze Turbo, que depois do evento serão distribuídos para as delegacias”, detalha.

Na área dos investimentos, Reischak fala sobre a ideia de construir um Centro de Operações Policiais (COP). O local permitiria realizar diversos tipos de treinamentos, com salas multiuso, estande de tiro, pista de atletismo, um complexo multiagência que poderia ser compartilhado com outros órgãos. “Temos um helicóptero aqui no Estado, atualmente nosso hangar é no aeroporto, a ideia é que ele fique nesse espaço. Nosso Núcleo de Operações Especiais (NOE) também teria a base lá e o Núcleo de Motociclismo também.” O superintendente revela que há um anteprojeto, que está na pendência do recurso financeiro. “Hoje não temos nada, apenas o terreno. Vamos construir junto com a direção-geral e o Ministério da Economia para verificar se conseguimos o montante para concretizar o empreendimento no ano que vem”, expressa.

Segundo ele, que assumiu a superintendência oficialmente na semana passada, investimentos são importantes e necessários, porém, o gerenciamento é essencial. “Nossa atuação é focada em inteligência, tecnologia e integração. Hoje, dependemos muito disso. Vivemos com efetivo cada vez mais aquém e resultados aparecendo cada vez mais.”
De acordo com Reischak, a missão da PRF para os próximos anos é reduzir a violência no trânsito e combater a criminalidade. “De 2017 para 2018 tivemos redução de 20% no número de mortes em rodovias federais. De 2018 para 2019, no período que estamos hoje, a queda foi de 13%. Nossa missão é promover ações que influenciem nesses montantes”, destaca. A polícia vivencia a década da segurança viária, que iniciou em 2011 e segue até 2020. A meta é reduzir 50% das mortes. A PRF já atingiu 40% da meta.

Foco na integração

Assim como Reischak, o diretor-geral da PRF, Adriano Marcos Furtado, frisa a importância de se fazer um trabalho conjunto com as outras forças de segurança. “Temos concurso em andamento, mas sabemos que os recursos são limitados na administração pública. Nós, gestores, precisamos ter habilidade para melhor o emprego dos recursos que temos”, diz, ressaltando a orientação correta do trabalho feito e o fortalecimento da inteligência. O trabalho dos agentes gaúchos é enaltecido pelo diretor. “O Estado vem trazendo grandes resultados para o país, especialmente na apreensão de drogas e enfrentamento ao contrabando.”

Ele lembra que o desafio é grande, principalmente pela economia pujante do Rio Grande do Sul e a extensão territorial. Furtado lembra que são 1,7 mil quilômetros de fronteira, onde muita droga entra ou passa pelas estradas. Só no Estado, são 5,8 mil quilômetros de rodovias federais. Quanto à busca de novos recursos, afirma que eles estão sendo discutidos com o governo, que está ciente das necessidades da Polícia. “Temos que entender que existe uma dificuldade fiscal que toda a máquina pública está passando. Então, precisamos compreender o processo e adequar ações com o que temos.”

Furtado destaca que um incremento do efetivo virá ainda neste ano. “A previsão é iniciar a turma no fim de agosto para no fim do ano termos a nomeação e emprego imediato. Para o Brasil são 500 agentes. Para o Rio Grande do Sul, 23. Precisamos ter uma atenção diferenciada para cá.” Segundo ele, o plano da administração é para os quatro anos e de entregar mais efetivo para enfrentar os desafios.

CORREIO DO POVO

Os postos de Pelotas e Rio Grande já foram demolidos. Estão atuando, provisoriamente, junto às balanças da BR-116 e BR-392, respectivamente.

Em Rio Grande, o novo posto já está em construção no mesmo local do antigo (Km 28,5), que foi desativado em dez/14 e demolido em nov/15.
 

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É só eu que acho que os aeroportos do interior do RS têm uma demanda reprimida? Especialmente Caxias do Sul.
É um pecado uma cidade industrializada como Caxias do Sul não ter um aeroporto decente. E nem é só por ser uma cidade média importante, mas também porque Caxias fica ao lado de Gramado, principal destino de inverno e de Natal do Brasil, em qualquer país mais desenvolvido haveria um aeroporto de ponta ali. Com o movimento turístico e de negócios da região, ultrapassaria a marca de 1 milhão de passageiros.

Passo Fundo, Santa Maria e Pelotas também teriam que ter algo melhor, principalmente a primeira, que cresce a passos largos.

Minha expectativa mesmo é com um possível terminal portuário em Torres, é a obra que mais espero no estado.
 

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Em um ano, Pelotas tem aumento de 56% no número de turistas:
Visitantes de São Paulo lideram lista, seguidos de SC, PR, RJ e MG

A cidade de Pelotas, no sul do Estado, teve um acréscimo de 56% no número de turistas de 2017 para 2018. O estudo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação da cidade foi divulgado recentemente e baseia-se em informações sobre movimentação de passageiros no terminal aéreo e no fluxo de visitantes por pontos turísticos do município.

A pesquisa mostrou que os prédios históricos que mais receberam turistas foram o Museu da Baronesa, com 9.925 visitantes, seguido pela Biblioteca Pública Pelotense, com 7.223, e os Casarões 6 e 2, no entorno da praça Coronel Pedro Osório, com 6.037 e 4.664 visitas registradas.

Sobre a origem dos turistas, o Estado de São Paulo lidera, seguido de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre os estrangeiros, os principais registros são de uruguaios, seguidos de argentinos e chilenos.
Ao todo, 36.224 passageiros embarcaram e desembarcaram no Aeroporto Internacional João Simões Lopes Neto que, após três anos de movimentação negativa, apresentou uma variação positiva de 17,14%.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/com...ro-de-turistas-cjyofyepz038501pbowjufgi3.html
 

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Primeiro semestre de Leite tem déficit de R$ 2,27 bilhões, pior resultado desde 2015

Governo prepara conjunto de medidas para tentar reverter tendência de aumento no déficit, que pode chegar a R$ 3,8 bilhões

Marcado pela deterioração das finanças públicas, o primeiro semestre do governo Eduardo Leite fechou com déficit orçamentário (despesas acima da arrecadação) de R$ 2,27 bilhões. Foi o pior resultado para o período desde 2015, quando a crise do Estado se agravou, mas a cifra leva em conta as parcelas não pagas da dívida com a União. Ou seja, são valores registrados como despesas, mas que ainda não foram desembolsados.

Até o fim de 2019, se nada mudar, a projeção da Secretaria da Fazenda é de que o rombo chegue a R$ 3,84 bilhões, o equivalente a 2,5 folhas salariais brutas do Executivo. Para reverter a situação, o governo aposta em um conjunto de medidas. Entre elas, estão a venda de ações do Banrisul, suspensa na Justiça, e a adesão ao regime de recuperação fiscal da União, cujas negociações se arrastam há dois anos.

A piora do cenário, na avaliação de Eugenio Lagemann, economista da UFRGS, já era esperada. Leite assumiu o Palácio Piratini com parte da folha de dezembro pendente, com o 13º salário de 2018 em aberto e com R$ 1 bilhão em dívidas na saúde. Além disso, receitas de R$ 720 milhões que entrariam em caixa em janeiro foram antecipadas para dezembro pela gestão de José Ivo Sartori (MDB).

— O resultado não tinha como ser diferente. Não houve mudanças estruturais e a economia não deslanchou — diz Lagemann.

Descontada a inflação, as receitas subiram 2,4% nos 180 dias inaugurais de 2019, em comparação com 2018. Já os gastos avançaram 4,2%, puxados, principalmente, pela elevação dos desembolsos com pessoal. Os dados são baseados em relatório publicado pela Contadoria e Auditoria-Geral do Estado.

Um dos efeitos do desequilíbrio se traduziu na redução de 62,4% da capacidade de investimento, que já é baixa. Embora desperte preocupação, a queda não surpreende o economista Ely José de Mattos, da PUCRS:

— O governo enfrentou, nesse primeiro semestre, a consolidação absoluta do cenário financeiro que já vinha se desenhando desde 2015 e, até agora, não surgiu novidade concreta capaz de reverter o quadro. A saída é cortar onde dá. Como mais de 90% das despesas são rígidas, sobrou para os investimentos.

Futuro incerto


Por enquanto, não há garantia de que os números melhorem no segundo semestre. Alternativa até então considerada mais viável pelo governo, a oferta de papéis do Banrisul —capaz de injetar R$ 2,5 bilhões — depende de autorização judicial.

Sobre o acordo com a União, houve avanço desde que a Assembleia autorizou a venda de estatais. Mas não há data prevista para a assinatura. Com a adesão, as parcelas não pagas da dívida deixarão de ser contabilizadas no fluxo de despesas orçamentárias — na prática, a quitação ficará para o futuro. E o governo poderá pedir antecipação, via financiamento, de 50% do valor das privatizações. A iniciativa pode render até R$ 2 bilhões. A dúvida é se haverá tempo hábil para a operação ainda em 2019.

Em outra frente, Leite planeja propor ao Legislativo, até setembro, mudanças estruturais relacionadas ao funcionalismo. A meta é alterar regras de aposentadoria e rever estatuto e planos de carreira, cortando benefícios. O pacote tem potencial para reduzir o peso dos gastos com pessoal, que é rígido e compromete a maior parte das receitas, mas terá de passar pelo crivo dos deputados e superar a resistência de sindicatos e corporações.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/eco...MgWxccemeRyFsbdF4tlaT0_TenRi8SukJU5_ldpqG4yzk
 

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Em um ano, Pelotas tem aumento de 56% no número de turistas:
Visitantes de São Paulo lideram lista, seguidos de SC, PR, RJ e MG

A cidade de Pelotas, no sul do Estado, teve um acréscimo de 56% no número de turistas de 2017 para 2018. O estudo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação da cidade foi divulgado recentemente e baseia-se em informações sobre movimentação de passageiros no terminal aéreo e no fluxo de visitantes por pontos turísticos do município.

A pesquisa mostrou que os prédios históricos que mais receberam turistas foram o Museu da Baronesa, com 9.925 visitantes, seguido pela Biblioteca Pública Pelotense, com 7.223, e os Casarões 6 e 2, no entorno da praça Coronel Pedro Osório, com 6.037 e 4.664 visitas registradas.

Sobre a origem dos turistas, o Estado de São Paulo lidera, seguido de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre os estrangeiros, os principais registros são de uruguaios, seguidos de argentinos e chilenos.
Ao todo, 36.224 passageiros embarcaram e desembarcaram no Aeroporto Internacional João Simões Lopes Neto que, após três anos de movimentação negativa, apresentou uma variação positiva de 17,14%.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/com...ro-de-turistas-cjyofyepz038501pbowjufgi3.html
Qual seria a razão para esse incremento turístico? Já residi em Pelotas, mas nunca vi esse turismo de pessoas de outros Estados.
 

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res severa, verum gaudium
de volta ao porco fumo
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Nova João Alfredo: projeto para transformar rua em modelo de urbanismo avança na Cidade Baixa
Prefeitura trabalha na nova sinalização da via, que terá menos espaço para carros, mais áreas de convívio e obras de pelo menos R$ 6 milhões

05/08/2019 - 05h00min
Atualizada em 05/08/2019 - 11h20min

Agora a coisa vai: depois daquele primeiro aperitivo – uma nova pintura alterou todo o trânsito na esquina com a Lopo Gonçalves, em março –, as mudanças na Rua João Alfredo já começam a se espalhar pela via inteira.

O plano da prefeitura é transformar os 650 metros da rua, conhecida pela conturbada relação entre frequentadores e moradores, em um dos espaços públicos mais agradáveis de Porto Alegre. Já faz 10 dias que um "caminhão de pintura" chama a atenção de quem circula ali – especialmente à noite, quando o trabalho atrapalha menos o trânsito. A previsão é de que toda a sinalização, de ponta a ponta, esteja concluída até a metade de setembro.

Pintura na esquina com a Lopo Gonçalves está pronta

Essa é a primeira etapa de uma revitalização radical da João Alfredo. No início do ano que vem, com a população já acostumada à pintura – que vai aumentar a área para pedestres e reduzir o espaço (e a velocidade) dos carros –, as obras devem enfim começar. As calçadas, hoje estreitas, vão quase triplicar de tamanho e ganhar bancos, árvores, flores e parklets. O investimento será de pelo menos R$ 6 milhões.

– Estamos preparando o terreno para depois fazer as intervenções mais agressivas. Com mais zonas de convívio, a intenção é qualificar o uso diurno da João Alfredo, que, durante o dia, só recebe carros e, durante a noite, ficou marcada pela baderna – diz o diretor-presidente da EPTC, Fabio Berwanger Juliano.







Reparem que a fiação segue ali nos renders :hahano:
 

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MIRAGEM OU PERSPECTIVA?
Roda-gigante da altura de prédio de 33 andares tenta a sorte na orla do Guaíba:hahano:
Empreendimento ainda é uma proposta em busca de recursos, mas incendeia imaginação de moradores da Capital pela comparação com a London Eye, de Londres




até o risco de que o projeto acabe se somando à lista das propostas ousadas que nunca saíram do papel na Região Metropolitana. Mas o fato é que anda circulando nos meios empresariais do Estado uma ideia que mexe com a imagem e as ambições de Porto Alegre. A construção de uma roda-gigante – mas gigante mesmo, com cem metros de altura, o equivalente a um edifício de 33 andares – está entre as possibilidades no cardápio dos novos passos de urbanização da orla do Guaíba.

O projeto é da empresa Amuse BR, especializada em desenvolver projetos e contribuir para seu financiamento. Isso quer dizer que ainda não há recursos disponíveis para a instalação do equipamento, que teria 24 cabines climatizadas para 32 pessoas em cada uma, espaço de eventos, restaurante, parque e estacionamento. Gramado também sonha com um projeto desse tipo há um ano, sem sinal de avanço.

Entre suas credenciais, a empresa apresenta participação em organização de eventos como a Olímpiada do Rio em 2016 e competições de Fórmula 1 no Brasil. O projeto é inspirado na London Eye, instalada à beira do Rio Tâmisa, em Londres, que tem média de
4 milhões de visitantes por ano e 135 metros de altura. Por lá, o ingresso para a atração custa cerca de R$ 100. Ou seja, a que tenta sua sorte na orla do Guaíba teria apenas 35 metros a menos.
A projeção de investimento é desafiadora: R$ 210 milhões,(WTF???:|) mas pode ser adaptada.

– Não tem nada exatamente definido. O investimento é estimado, se for uma roda menor, o valor já diminui – pondera Markus Siluk, diretor de desenvolvimento industrial da Amuse BR.

O executivo admite que o projeto ainda depende de uma série de condicionantes para se tornar realidade. Siluk, que não tomou a iniciativa de divulgar a proposta – a coluna ficou sabendo por empresários de outras áreas –, pondera que o futuro da roda-gigante depende até das definições que a prefeitura de Porto Alegre irá adotar para a urbanização dos próximos trechos da orla do Guaíba.

– Acredito que, obviamente, a prefeitura quer uma estrutura grande. Então, eles devem ver com bons olhos nossa intenção – afirmou Siluk à coluna.


https://gauchazh.clicrbs.com.br/col...orla-do-guaiba-cjyyirc4w01ss01ms74i4r9eu.html



 

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Não merece sequer ser postado um devaneio destes....entra para o rol da:
- Etapa da Fórmula Indy na beira do Guaíba
- Ponte ligando a Zona Sul a Barra do Ribeiro
- Jogos Panamericamos de Porto Alegre.
 

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É um pecado uma cidade industrializada como Caxias do Sul não ter um aeroporto decente. E nem é só por ser uma cidade média importante, mas também porque Caxias fica ao lado de Gramado, principal destino de inverno e de Natal do Brasil, em qualquer país mais desenvolvido haveria um aeroporto de ponta ali. Com o movimento turístico e de negócios da região, ultrapassaria a marca de 1 milhão de passageiros.

Passo Fundo, Santa Maria e Pelotas também teriam que ter algo melhor, principalmente a primeira, que cresce a passos largos.

Minha expectativa mesmo é com um possível terminal portuário em Torres, é a obra que mais espero no estado.
Caxias ao lado de Gramado? São quase 70 km, com subida e descida de serra bem chata, etc.. De POA são 100, em compensação é quase mais rápido e mais atrações pelo caminho....
 

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NOVIDADE

Consulado dos EUA passa a ser Consulado Geral e tem funções ampliadas em Porto Alegre

Representação diplomática na Capital deixa de ter apenas papel consular, restrito, por exemplo, a fornecimento de vistos

25/06/2019 - 16h42min
Atualizada em 25/06/2019 - 17h10min


Cônsul-geral Julia Harlan e o encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil William Popp
Divulgação / Consulado Geral dos EUA em Porto Alegre​

Inaugurado em junho de 2017, o consulado dos Estados Unidos em Porto Alegre ganhou, nesta terça-feira (25), um status superior, passando a ser denominado agora de "Consulado Geral". A mudança, anunciada durante a comemoração do aniversário de 243 anos da independência americana, foi definida pelo Departamento de Estado dos EUA e aprovada pelo governo brasileiro.

Na prática, isso significa que a representação diplomática na Capital deixa de ter apenas papel consular, restrito, por exemplo, a fornecimento de vistos. O Consulado Geral passa a ter outras responsabilidades, como ampliar relações bilaterais entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e os EUA, contribuindo em cooperação política, econômica, cultural e de segurança.

— A designação como Consulado Geral reconhece que a cônsul-geral, Julia Harlan, e sua equipe estão engajados em todos os aspectos das relações bilaterais entre o sul do Brasil e os Estados Unidos. Fazer do consulado um Consulado Geral marca as ilimitadas possibilidades que nossos dois países têm para cooperar e prosperar juntos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina — afirmou o encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil, William Popp.

Julia está à frente do consulado desde a sua inauguração, em 27 de junho de 2017. Ela disse estar orgulhosa com mudança de status:

— Nesses dois anos, aprendemos muito com o povo gaúcho e o catarinense, o que possibilitou ações bem-sucedidas deste consulado.

Entre as atividades desenvolvidas pelo consulado desde a sua inauguração estão a participação de empresários gaúchos no programa SelectUSA, com foco na assistência ao processo de internacionalização de empresas locais. A representação diplomática também trouxe a Porto Alegre um espetáculo de música gospel, com a banda Oscar Williams & The Band of Life, e aspectos gastronômicos, como a visita do chef do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana do Instituto Smithsonian, Jerome Grant. Na área de segurança, o consulado intermediou o intercâmbio entre instrutores americanos e policiais civis e militares gaúchos.

GAÚCHAZH.

^^
Não lembro de ter visto ser postado.
 

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Primeiro semestre de Leite tem déficit de R$ 2,27 bilhões, pior resultado desde 2015

Governo prepara conjunto de medidas para tentar reverter tendência de aumento no déficit, que pode chegar a R$ 3,8 bilhões

Marcado pela deterioração das finanças públicas, o primeiro semestre do governo Eduardo Leite fechou com déficit orçamentário (despesas acima da arrecadação) de R$ 2,27 bilhões. Foi o pior resultado para o período desde 2015, quando a crise do Estado se agravou, mas a cifra leva em conta as parcelas não pagas da dívida com a União. Ou seja, são valores registrados como despesas, mas que ainda não foram desembolsados.

Até o fim de 2019, se nada mudar, a projeção da Secretaria da Fazenda é de que o rombo chegue a R$ 3,84 bilhões, o equivalente a 2,5 folhas salariais brutas do Executivo. Para reverter a situação, o governo aposta em um conjunto de medidas. Entre elas, estão a venda de ações do Banrisul, suspensa na Justiça, e a adesão ao regime de recuperação fiscal da União, cujas negociações se arrastam há dois anos.

A piora do cenário, na avaliação de Eugenio Lagemann, economista da UFRGS, já era esperada. Leite assumiu o Palácio Piratini com parte da folha de dezembro pendente, com o 13º salário de 2018 em aberto e com R$ 1 bilhão em dívidas na saúde. Além disso, receitas de R$ 720 milhões que entrariam em caixa em janeiro foram antecipadas para dezembro pela gestão de José Ivo Sartori (MDB).

— O resultado não tinha como ser diferente. Não houve mudanças estruturais e a economia não deslanchou — diz Lagemann.

Descontada a inflação, as receitas subiram 2,4% nos 180 dias inaugurais de 2019, em comparação com 2018. Já os gastos avançaram 4,2%, puxados, principalmente, pela elevação dos desembolsos com pessoal. Os dados são baseados em relatório publicado pela Contadoria e Auditoria-Geral do Estado.

Um dos efeitos do desequilíbrio se traduziu na redução de 62,4% da capacidade de investimento, que já é baixa. Embora desperte preocupação, a queda não surpreende o economista Ely José de Mattos, da PUCRS:

— O governo enfrentou, nesse primeiro semestre, a consolidação absoluta do cenário financeiro que já vinha se desenhando desde 2015 e, até agora, não surgiu novidade concreta capaz de reverter o quadro. A saída é cortar onde dá. Como mais de 90% das despesas são rígidas, sobrou para os investimentos.

Futuro incerto


Por enquanto, não há garantia de que os números melhorem no segundo semestre. Alternativa até então considerada mais viável pelo governo, a oferta de papéis do Banrisul —capaz de injetar R$ 2,5 bilhões — depende de autorização judicial.

Sobre o acordo com a União, houve avanço desde que a Assembleia autorizou a venda de estatais. Mas não há data prevista para a assinatura. Com a adesão, as parcelas não pagas da dívida deixarão de ser contabilizadas no fluxo de despesas orçamentárias — na prática, a quitação ficará para o futuro. E o governo poderá pedir antecipação, via financiamento, de 50% do valor das privatizações. A iniciativa pode render até R$ 2 bilhões. A dúvida é se haverá tempo hábil para a operação ainda em 2019.

Em outra frente, Leite planeja propor ao Legislativo, até setembro, mudanças estruturais relacionadas ao funcionalismo. A meta é alterar regras de aposentadoria e rever estatuto e planos de carreira, cortando benefícios. O pacote tem potencial para reduzir o peso dos gastos com pessoal, que é rígido e compromete a maior parte das receitas, mas terá de passar pelo crivo dos deputados e superar a resistência de sindicatos e corporações.

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Nenhuma novidade em se tratando desse Petista de boutique...

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