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Extraí essa foto de satélite com as divisões dos terrenos da área portuária de Itaguaí e Santa Cruz do periódico Techno News, e gostaria, então usar a oportunidade para dar o pontapé inicial na discussão focada em qualquer unidade de todo o complexo, aproveitando que Gerdau, Petrobras e CSN se entenderam sobre a construção de um terminal unificado em vez de disputar entre si se quisessem manter seus planos iniciais como está ilustrado na foto.

 

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É impressionante a quantidade de projetos bilionários concentrados nesta região.

A base naval vai ficar naquela área onde está escrito marinha?
 

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Discussion Starter · #3 ·
É impressionante a quantidade de projetos bilionários concentrados nesta região.

A base naval vai ficar naquela área onde está escrito marinha?
Não sei nada sobre projetos militares, mas saiu alguma notícia de uma base naval na Baía de Sepetiba? Se sim, aquele píer ilustrado seria da Marinha mesmo.
 

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Não sei nada sobre projetos militares, mas saiu alguma notícia de uma base naval na Baía de Sepetiba? Se sim, aquele píer ilustrado seria da Marinha mesmo.
Sim, uma base naval e um estaleiro para construir submarinos.

"serão construídos um estaleiro para fabricação de submarinos nucleares e uma base naval em Itaguaí (RJ). Segundo a Marinha, "os maiores benefícios serão, entre outros, a transferência de tecnologia e a geração de empregos"

http://www.conteudoeditora.com.br/publicacoes/?ec=291&cs=9
 

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Discussion Starter · #8 ·
Porto: Projeto já recebeu licença prévia do Inea e Cia. Docas do Rio quer fazer licitação este ano

Itaguaí poderá ter quinto terminal

Vera Saavedra Durão | Do Rio
12/11/2010
Valor Econômico


O porto de Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, poderá finalmente ganhar um quinto terminal para a movimentação de granéis sólidos. Jorge Luiz de Mello, presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), autoridade portuária de Itaguaí, disse que está concluindo o processo de aprovação da licitação para a construção do terminal.

Em setembro, o projeto recebeu a licença prévia do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão ambiental do Estado do Rio, e em seguida foi enviado à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para aprovação. Mello, que aguarda a liberação da minuta de edital pela agência, disse que pretende licitar o empreendimento este ano. O cronograma da licitação depende dos procedimentos da Antaq.

Mesmo tratado como prioridade pela diretoria da agência, como garantiu o presidente de Docas, o processo de aprovação do novo porto de Itaguaí ainda está na área técnica da Antaq para discussão do Estudo de Viabilidade Técnica e Economica (EVTE). Só depois seguirá para a Superintendência de Portos para análise. A etapa seguinte será uma avaliação pela área jurídica. Também haverá necessidade de um parecer emitido pela Procuradoria Geral da agência.

Ao fim de todo esse trâmite, o processo será encaminhado para a diretoria colegiada da Antaq. Os diretores vão sortear um relator que vai propor um voto para o projeto. Após o voto, o tema entrará na pauta da diretoria para ser aprovado. Considerando-se todo esse rito, há quem acredite ser difícil para Docas poder lançar o edital até dezembro.

O projeto da construção de um novo porto público em Itaguaí estava há cinco anos no papel. A quatro anos atrás, como lembra Mello, a Cia. Docas chegou a lançar um edital de licitação que foi suspenso por falta de licença ambiental. "Agora esta pedra já foi removida e a licitação vai sair. Os interessados em participar da concorrência terão que ter capacidade financeira e condições técnicas para operar o terminal", afirmou Mello.

O terminal marítimo público deve ocupar uma área de 245,5 mil metros quadrados, terá capacidade de embarque de 25 milhões de toneladas por ano de granéis sólidos e os investidores que forem vitoriosos na disputa, além de assumir a concessão, terão que investir na infraestrutura do porto. Os aportes, segundo fontes envolvidas, devem ser da ordem de R$ 1 bilhão.

Denominado "porto do meio", por ser localizado entre os terminais da Vale e da CSN, o futuro terminal é cobiçado pelos grandes e pequenos produtores de minério de ferro de Minas Gerais, cuja única opção é exportar o produto pelos portos da Vale e da CSN.

A falta de uma janela para o mar é um dos maiores gargalos para as empresas exportadoras de Minas Gerais, diz Paulo Sergio Machado Ribeiro, subsecretário de desenvolvimento minerometalúrgico e política energética de Minas Gerais. Ele disse que as empresas já estão se organizando em dois tipos de consórcios para entrar na corrida pelo porto. Um consórcio é formado por mineradoras e o outro por produtores de grãos de soja, milho e trigo. Ambos os consórcios têm participação de operadores portuários.

"O terminal de Itaguaí é muito importante para Minas, pois criará oportunidades das empresas locais exportarem e importarem com preços mais competitivos, pois num porto público elas certamente pagarão taxas de embarque menores", afirmou. Ribeiro acredita que o porto vai até incentivar o aumento da produção de trigo em Minas. O trigo é produzido em São Gotardo, região do Alto Paranaíba, e a produção não cresce por dificuldade em exportá-la. O porto também facilitará a importação de carvão mineral, pelas siderúrgicas instaladas no Estado, e de zinco.

"Temos perseguido este caminho [da licitação do porto]. Acompanhamos a licença ambiental e agora vamos começar a trabalhar na Antaq onde a coisa é um pouquinho burocrática", declara o subsecretário. Ele acredita que a licitação do terminal tem chances de sair ainda em 2010.

O presidente da Cia. Docas do Rio afirmou que não tem como bloquear a licitação e estabelecer que o novo porto tenha utilização unicamente pelos produtores mineiros. "Não posso dizer que este terminal será destinado a carga de Minas. Depende do resultado da licitação. Os produtores de lá têm que se organizar para para participar no sistema licitatório. Estou informado de que já estão formando consórcios e se juntando com empresas especializadas em operações portuárias. Isto é bom porque tão logo a diretoria da Antaq libere a minuta de edital, vamos colocá-lo na rua". (Colaborou Francisco Góes).

http://www.valoronline.com.br/impresso/empresas/102/335749/itaguai-podera-ter-quinto-terminal
 

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Discussion Starter · #9 ·
Docas cria nova saída para projeto da Usiminas

12/11/2010
Valor Econômico


Além desse terminal de Itaguaí, a Usiminas planeja erguer seu porto na região da Baía de Sepetiba. O terminal será usado, principalmente, para escoar sua produção de minério de ferro, em expansão, cuja operação foi transformada em negócio com sociedade da Sumitomo. Todavia, lembrou o presidente da CDRJ, o terreno da Usiminas, onde era a antiga fábrica da Ingá, não tem saída para o mar.

Até o ano passado, a siderúrgica só tinha uma alternativa para solucionar o problema: compartilhar a saída para o mar com a LLX, do grupo EBX, dona do porto Sudeste, em construção. Mas, segundo Mello, a CDRJ propôs uma segunda alternativa para a Usiminas.

"A empresa conta com duas possibilidades: sair via terminal da LLX, interligando a área de estocagem, ou constituir em Itaguaí um cais de uso geral que não esteja vinculado a nenhum contrato de arrendamento. Qualquer operador portuário pode requisitar o uso para esta operação. Estamos trabalhando nessa engenharia".

Para viabilizar esse projeto, no entanto, a Usiminas teria de fazer um adiantamento tarifário a Docas para que ela toque o empreendimento, caso a empresa opte por essa saída. "A Usiminas faria um contrato de adiantamento tarifário e iria descontando no uso futuro do cais". Mas Mello disse que ainda está aguardando uma resposta à proposta: "Creio que eles (Usiminas) não estão com pressa".

Procurada, a empresa fez a seguinte nota: "A Usiminas informa que, dentro cronograma estabelecido pelo protocolo de intenções assinado com Docas, está empreendendo um estudo de viabilidade técnica para o projeto de instalação portuária em Itaguaí. Assim que este estudo for concluído as negociações prosseguirão". (VD)

http://www.valoronline.com.br/impre...ocas-cria-nova-saida-para-projeto-da-usiminas
 

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O quebra-mar da base de submarinos corta ao meio a área onde a CDRJ e a CSN pretendiam expandir o terminal de contêineres, essa idéia (e a de tornar Sepetiba um eventual hub do SE) pelo visto foi sepultada.
 

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muito louco esse porto. Importantíssimo para o escoamento de pequenas mineradoras, que hoje estão praticamente na mão da vale!
 

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Ação de empresa de portos de Eike Batista sobe mais de 800%

Empresa quer duplicar capacidade de seu terminal privativo de porto no RJ.
Companhia assinou contratos para a aquisição de quatro terrenos.

Do G1, com informações do Valor Online

As ações da PortX, empresa de operações portuárias do empresário Eike Batista, subiam mais de 800% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta sexta-feira (3).

A empresa planeja duplicar a capacidade de embarque de seu terminal privativo do Porto Sudeste, que será construído em Itaguaí, cerca de 80 quilômetros do Rio de Janeiro, de 50 milhões para 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. A companhia anunciou nesta quinta-feira (3) que assinou contratos para a aquisição de quatro terrenos, totalizando cerca de 150 mil metros quadrados.

A ampliação da capacidade de estocagem do terminal privativo coloca o Porto Sudeste em situação privilegiada como alternativa para o escoamento da produção do quadrilátero ferrífero de Minas Gerais, destaca a companhia.

O Porto Sudeste, terminal privativo dedicado à movimentação de minério de ferro localizado no litoral fluminense, é controlado pela PortX, após cisão parcial da LLX. A previsão é de que as operações do porto tenham início no segundo semestre de 2011.

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/12/acao-de-empresa-de-portos-de-eike-batista-sobe-mais-de-800.html
 

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Acho que vai mais uma ajudinha ao conjunto de portos da região.

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=140129

10/12/2010 - 08:22
Dragagem do Porto de Itaguaí é concluída

As obras de aprofundamento do canal de acesso ao terminal portuário de Itaguaí, iniciadas em agosto deste ano, foram concluídas no final de novembro. Duas dragas, de origem belga, participaram do processo de retirada de cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos. Com esta obra, a profundidade do Porto de Itaguaí passará dos atuais 14,5 metros para 17,5 metros, possibilitando reduzir em um terço o tempo de atracação. Esta é mais uma obra da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República prevista no Programa Nacional de Dragagem (PND) e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O tempo previsto para conclusão das obras no Porto de Itaguaí baixou de dez para quase quatro meses, devido à potência das duas dragas contratadas pela Dragabrás – responsável pela obra. Esta dragagem corresponde à continuação da execução do aprofundamento do canal, iniciada em 2009.

A estimativa é que o Porto de Itaguaí – que atualmente movimenta cerca de 300 mil TEUs por ano (1 TEU equivale a um contêiner de seis metros de comprimento) – aumente em até 50% a sua capacidade.

Monitoramento Ambiental - O trabalho de dragagem do Porto de Itaguaí é monitorado por um Programa de Gerenciamento Ambiental que avaliou o grau de interferência da obra no ambiente e deu apoio às ações de controle, monitoramento e prevenção dos impactos ambientais gerados pelo empreendimento. Este trabalho é realizado pela Coppe/UFRJ, por meio do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG).

De acordo com o Programa de Monitoramento, as coletas de água foram realizadas semanalmente e analisados pH, salinidade, temperatura, turbidez, transparência e sólidos suspensos totais. A coleta também foi feita na área de bota-fora, local definido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para o despejo dos sedimentos. Essa área fica a 28 km do local da dragagem.

O gerenciamento contemplou ainda um Programa de Educação Ambiental, no qual foi feita uma sensibilização ambiental com os tripulantes estrangeiros das dragas, e operadores privados do porto. No total, cerca de seiscentas pessoas passaram pelo programa.
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:)
 

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Estou impressionado com o gigantismo da Base e dos Estaleiros para a construção dos Submarinos Convencionais e Nucleares da Marinha, instalações desse porte são condizentes com os grandes SSBN, quer dizer submarinos nucleares armados com mísseis balísticos que deslocam mais de 10 mil toneladas.

[]´s
 

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Uma dúvida ficou: o EBN tem um túnel entre o setor norte e sul, mas a LLX/MMX também tem um túnel entre o pier a sudoeste e a pera a nordeste.

Então, os túneis se cruzam em desnível?
...........

Pelo que entendi, o Projeto da Marinha ficou no lugar da antiga expansão do Porto de Sepetiba. Afinal, a Base e o Estaleiro vão lidar com Submarinos Convencionais e de Propulsão Nuclear, quer dizer, aquilo virou área militar com acesso restrito e ainda vai lidar com um tipo de atividade de risco. Não se pode misturar essa atividade com outras civis.
 

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Pelo que entendi, o Projeto da Marinha ficou no lugar da antiga expansão do Porto de Sepetiba. Afinal, a Base e o Estaleiro vão lidar com Submarinos Convencionais e de Propulsão Nuclear, quer dizer, aquilo virou área militar com acesso restrito e ainda vai lidar com um tipo de atividade de risco. Não se pode misturar essa atividade com outras civis.
Lamento, mas você está enganado, o próprio projeto da Marinha afirma que o EBN ficará entre o terminal privado da LLX e o atual terminal de Itaguaí.
Inclusive o túnel da LLX já foi aberto há dois meses, enquanto o túnel da Marinha só tem 100m escavados de cada lado.

A dúvida é o traçado dos túneis dentro da ilha.
 

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Lamento, mas você está enganado, o próprio projeto da Marinha afirma que o EBN ficará entre o terminal privado da LLX e o atual terminal de Itaguaí.
Inclusive o túnel da LLX já foi aberto há dois meses, enquanto o túnel da Marinha só tem 100m escavados de cada lado.

A dúvida é o traçado dos túneis dentro da ilha.
Você ainda não entendeu, Eike Batista está fazendo o Porto de Açu, porque ali será a Base Naval, ela tomou toda a área que seria da expansão do Porto, não existe mais lugar nem para túnel projetado, nem para o local de atracação do navio, vá até a página da Marinha e veja os vídeos do sobre como está adiantada a construção da Base e do Estaleiro.

Estamos falando de um Estaleiro de nível 5, e idem para a Base, quer dizer, local que foi projetado para a troca do combustível nuclear dos reatores. Por isso mesmo, nem mesmo será permitida a presença de civis naquela área. A expansão como estava projetada acabou. É só você comparar a planta da área dos dois projetos, o projeto inicial da Marinha tentava conciliar as coisas, mas depois se verificou que não haveria espaço para os dois projetos em conjunto. O projeto atual é muito maior que o inicial, e só existe uma única obra na região, a da Marinha.
 

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Esse vídeo é bastante claro, só existe obras da Marinha na região. Da planta colocada acima.

 
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