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Meh
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Mas a Estação Catumbi atenderia melhor o público até a Rua Itapiru, além de dividir melhor o fluxo dos eventos realizados no Sambódromo.
E também serviria como uma integração rápida para a Zona Sul (Cosme Velho, Laranjeiras e Botafogo).
 

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concrodo Matt, seria importante... comentei por ser uma forma de reduzir os custos - quem sabe projetando espaço para sua futura construçao.

Mas se o Rio tivesse um bom sistema de integração como outras capitas, com linhas alimentando as estações, a cidade Nova poderia muito bem atender a região.
 

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tijucano
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concrodo Matt, seria importante... comentei por ser uma forma de reduzir os custos - quem sabe projetando espaço para sua futura construçao.

Mas se o Rio tivesse um bom sistema de integração como outras capitas, com linhas alimentando as estações, a cidade Nova poderia muito bem atender a região.
Ideias boas não nos faltam! Falta motivação política :eek:hno:
 

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Acho que vai ser o túnel mais fundo do Brasil. Em SP o mais fundo tem 40 metros, perguntei pro google.
Em São Paulo as estações da Linha Laranja , que está reiniciando as obras, segundo o site ViaTroleibus, terão estação bem profundas. A mais profunda de todas será a Estação Itaberaba com 68 metros de profundidade.

Veja a profundidade das demais estação no link da ViaTroleibus.

 

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carioca e fluminense
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Governo do estado vai liberar recursos para finalizar obra do metrô da Gávea
Edital deve ser publicado ainda em novembro; Valor total estimado é de R$ 73 milhões
O Globo
11/11/2020 - 17:51 / Atualizado em 11/11/2020 - 18:58
Na foto: obras do metrô da Gávea. Buracos tampados por plataformas de ferro Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo
Na foto: obras do metrô da Gávea. Buracos tampados por plataformas de ferro Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo
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RIO — O governo do estado vai liberar recursos para realizar a licitação de contratação da empresa que vai desenvolver o projeto básico para o reforço estrutural das áreas da estação Gávea do Metrô, atualmente inundadas. O governo estima que o contrato com a empresa escolhida vai custar R$ 3 milhões, já para a obra, a despesa estimada é de R$ 70 milhões. O montante total já foi garantido pelo governador em exercício, Cláudio Castro.

Segundo o governo, somente após a conclusão do projeto básico será possível estimar o custo da obra de consolidação estrutural das áreas escavadas.

A expectativa é de que o edital seja publicado este mês. O objetivo é garantir a estabilização definitiva da estrutura, dando segurança à população e às propriedades do entorno. Com a conclusão do projeto básico, prevista para meados de 2021, o Estado vai realizar a licitação para a contratação do plano executivo e das obras.

Serão feitas mudanças na concepção operacional do projeto original, visando reduzir custos. Inicialmente, seriam instalados 12 lances de escadas rolantes para acesso entre a rua e a plataforma de embarque e desembarque de passageiros. Elas serão substituídas por elevadores de alta capacidade.

Já foram gastos R$ 900 milhões nas obras (42% concluídas), que precisavam de mais R$ 900 milhões para serem acabadas. As escavações na Gávea estão, desde o início de 2018, inundadas com 36 milhões de litros de água e são motivo de insegurança no bairro. Em abril deste ano, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou celeridade na sua conclusão, e cobrou maior detalhamento do Plano de Emergência apresentado pela Secretaria de Transportes para o local.

Em setembro do ano passado, o então governador Wilson Witzel, agora afastado, chegou a dizer que ia aterrar a estação após a estatal Rio Trilhos constatar que, mesmo inundadas, as estruturas ameaçavam ruir, colocando em risco moradores e prédios vizinhos, incluindo a PUC-Rio. Na época, a própria universidade apontou em um relatório a possibilidade de um afundamento da superfície no local.
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Projetada para receber diariamente 19 mil passageiros, a estação Gávea da Linha 4 do metrô (Ipanema-Barra) começou a ser construída em 2013, quando iniciou-se a escavação de dois poços e túneis, próximos à PUC-Rio, que abrigariam as plataformas e os níveis subterrâneos que dariam acesso a elas. Em janeiro de 2015, o governo do estado admitiu que a estação não ficaria pronta a tempo da Olimpíada de 2016. Um mês depois, a obra parou.


 

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carioca e fluminense
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PF cumpre mandado de busca e apreensão contra ex-secretário de Transportes do Rio
Júlio Lopes é principal alvo da Operação Fim do Túnel

Júlio Lopes - Reprodução
Júlio LopesReprodução
POR O DIA
Publicado 07/12/2020 07:46 | Atualizado 07/12/2020 14:21
Rio - Agentes da Polícia Federal cumpriram, na manhã desta segunda-feira, sete mandados de busca e apreensão contra suspeitos de participar de um esquema de pagamento de propinas na construção da Linha 4 do metrô do Rio. O principal alvo da ação foi Júlio Lopes, ex-deputado federal e ex-secretário de Transportes do estado.

A operação Fim do Túnel tinha como objetivo de cumprir sete mandados de busca e apreensão na Zona Sul e Centro do Rio. As investigações consistiram em desdobramentos das Operações Tollypeutes, Fatura Exposta e Ponto Final, e tinha como finalidade apurar o esquema de pagamento de propina ao governo do Estado do Rio de Janeiro pela empresa responsável pela execução das obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, bem como por empresários do ramo rodoviário e setor da saúde.
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A linha 4 do metrô começou a ser construída em 2010 para os jogos Olímpicos de 2016 para conectar a estação General Osório, em Ipanema, ao Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), entre 29 de junho de 2010 e 4 de novembro de 2014, por ao menos 18 vezes, o ex-secretário de Transportes, em razão de seu cargo, solicitou, aceitou promessa e recebeu vantagem indevida no valor de, ao menos, R$ 6.499.700,00, paga pela empreiteira Odebrecht, tendo praticado e se omitido em praticar atos de ofício, com infração de deveres funcionais, notadamente em relação à licitação, contratação e execução das obras de construção da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro.

Na petição apresentada ao juízo da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, o MPF explica também que, entre 25 de julho de 2010 e março de 2015, por ao menos 55 vezes, o ex-secretário de Transportes, com auxílio de operador financeiro, de modo consciente e voluntário, em razão de seu cargo, solicitou, aceitou promessa e recebeu vantagem indevida no valor de, ao menos, R$ 7,6 milhões, paga pela Fetranspor, tendo praticado e se omitido em praticar atos de ofício, com infração de deveres funcionais, notadamente em relação ao ressarcimento dos valores do Bilhete Único para as empresas.

Por fim, também é investigado o fato do ex-secretário, por ocasião em que exercia o cargo de deputado federal, ter recebido, nos anos de 2016 e 2017, ao menos três parcelas de R$ 250 mil de um empresário da saúde, para exercer influência no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.
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Em nota, a defesa de Júlio Lopes informou "expressar a sua perplexidade com a busca e apreensão, desnecessária e abusiva, realizada na data de hoje".
"Ao longo de quatro anos de investigações, Júlio Lopes sempre se colocou à disposição das autoridades para explicar qualquer fato. Júlio Lopes não praticou nenhum crime ao longo de sua gestão na Secretaria de Transportes e, não por outra razão, as afirmações caluniosas de delatores nunca foram levadas a sério. A esdrúxula medida, que versa sobre fatos requentados, sequer poderia ter sido decretada pelo juízo da Sétima Vara Federal do Rio de Janeiro, por ofender a competência da Justiça Eleitoral, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal", disse a defesa, em nota.

 

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PF cumpre mandado de busca e apreensão contra ex-secretário de Transportes do Rio
Júlio Lopes é principal alvo da Operação Fim do Túnel

Júlio Lopes - Reprodução
Júlio LopesReprodução
POR O DIA
Publicado 07/12/2020 07:46 | Atualizado 07/12/2020 14:21
Rio - Agentes da Polícia Federal cumpriram, na manhã desta segunda-feira, sete mandados de busca e apreensão contra suspeitos de participar de um esquema de pagamento de propinas na construção da Linha 4 do metrô do Rio. O principal alvo da ação foi Júlio Lopes, ex-deputado federal e ex-secretário de Transportes do estado.

A operação Fim do Túnel tinha como objetivo de cumprir sete mandados de busca e apreensão na Zona Sul e Centro do Rio. As investigações consistiram em desdobramentos das Operações Tollypeutes, Fatura Exposta e Ponto Final, e tinha como finalidade apurar o esquema de pagamento de propina ao governo do Estado do Rio de Janeiro pela empresa responsável pela execução das obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, bem como por empresários do ramo rodoviário e setor da saúde.
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A linha 4 do metrô começou a ser construída em 2010 para os jogos Olímpicos de 2016 para conectar a estação General Osório, em Ipanema, ao Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), entre 29 de junho de 2010 e 4 de novembro de 2014, por ao menos 18 vezes, o ex-secretário de Transportes, em razão de seu cargo, solicitou, aceitou promessa e recebeu vantagem indevida no valor de, ao menos, R$ 6.499.700,00, paga pela empreiteira Odebrecht, tendo praticado e se omitido em praticar atos de ofício, com infração de deveres funcionais, notadamente em relação à licitação, contratação e execução das obras de construção da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro.

Na petição apresentada ao juízo da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, o MPF explica também que, entre 25 de julho de 2010 e março de 2015, por ao menos 55 vezes, o ex-secretário de Transportes, com auxílio de operador financeiro, de modo consciente e voluntário, em razão de seu cargo, solicitou, aceitou promessa e recebeu vantagem indevida no valor de, ao menos, R$ 7,6 milhões, paga pela Fetranspor, tendo praticado e se omitido em praticar atos de ofício, com infração de deveres funcionais, notadamente em relação ao ressarcimento dos valores do Bilhete Único para as empresas.

Por fim, também é investigado o fato do ex-secretário, por ocasião em que exercia o cargo de deputado federal, ter recebido, nos anos de 2016 e 2017, ao menos três parcelas de R$ 250 mil de um empresário da saúde, para exercer influência no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.
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Em nota, a defesa de Júlio Lopes informou "expressar a sua perplexidade com a busca e apreensão, desnecessária e abusiva, realizada na data de hoje".
"Ao longo de quatro anos de investigações, Júlio Lopes sempre se colocou à disposição das autoridades para explicar qualquer fato. Júlio Lopes não praticou nenhum crime ao longo de sua gestão na Secretaria de Transportes e, não por outra razão, as afirmações caluniosas de delatores nunca foram levadas a sério. A esdrúxula medida, que versa sobre fatos requentados, sequer poderia ter sido decretada pelo juízo da Sétima Vara Federal do Rio de Janeiro, por ofender a competência da Justiça Eleitoral, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal", disse a defesa, em nota.

falta bem pouco para ele ir em cana. Porém ja notei que ta muito fraca as prisoes.. eu acho que o tempo de prisoes bombásticas acabou
 

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E A ESTAÇÃO GÁVEA?

TCE vai decidir em breve sobre a conclusão da Linha 4 do metrô do Rio
Por Ancelmo Gois

05/01/2021 • 09:00
O Tribunal de Contas do Estado do Rio se prepara para votar o relatório das obras da chamada Linha 4 do metrô, com destaque para a não conclusão da Estação Gávea. O buraco de, acredite, 50 metros de profundidade, que necessita de obras de reforço de segurança, está parado há cinco anos.

O TCE investiga se houve sobrepreço na obra. Mas os empresários, com base num estudo do professor Aldo Dórea Mattos, contestam.

 

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carioca e fluminense
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STJ nega pedido de liminar da construtora investigada por irregularidades na Linha 4 do Metrô
Construtora Queiroz Galvão é investigada por irregularidades nas obras da Linha 4 do Metrô


MetrôRio
MetrôRioDivulgação/MetrôRio
POR O DIA
Publicado 05/03/2021 17:21
Rio - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve, nesta terça-feira, decisão favorável do do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no processo que apura irregularidades nas obras da Linha 4 do Metrô, feito pela Construtora Queiroz Galvão. O MPRJ entrou com uma Ação Civil Pública contra a construtora e outros trinta réus para receber o ressarcimento de danos causados ao Rio.

Em março de 2019, o MPRJ entrou com um novo processo contra a construtora e oito réus, em que buscou o ressarcimento e a aplicação das leis por improbidade administrativa. A partir disto, a Queiroz Galvão recorreu à Justiça com pedido de liminar para impedir que as duas ações, segundo ela interligadas e distribuídas para Juízos diferentes, não tenham sentenças conflitantes.
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A partir disto, o Ministério Público alegou ao STJ que o argumento tem o objetivo de mudar as sentenças proferidas pela Justiça, que decretaram a indisponibilidade dos bens dos réus. Além disso, o MPRJ alega que a empresa está questionando o conflito sem utilizar os recursos judiciais cabíveis para a situação. O ministro Og Fernandes, da Primeira Seção do STJ, argumenta que o pedido da construtora não é cabível para o caso, já que a condição para isso é o que os Juízos se manifestem sobre o mesmo pedido.

 

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carioca e fluminense
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Governo anuncia licitação para elaboração do projeto básico de reforço estrutural do metrô na Gávea
O objetivo desse projeto é garantir a estabilização definitiva da estrutura, dando segurança à população e às propriedades do entorno


POR O DIA
Publicado 13/04/2021 13:22 | Atualizado 13/04/2021 13:23
Rio - O Governo do Estado publicou, no Diário Oficial, desta terça-feira, um aviso de licitação para elaboração do projeto básico de reforço estrutural da Estação Gávea do Metrô, da Linha 4. O procedimento ocorrerá no dia 22 de junho, às 14 horas, no auditório da RioTrilhos, localizado na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 493.

O edital e seus anexos estão à disposição dos interessados no endereço eletrônico www.riotrilhos.rj.gov.br, onde é possível realizar o download e obter todas as informações sobre a licitação.
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O objetivo desse projeto é garantir a estabilização definitiva da estrutura, dando segurança à população e às propriedades do entorno. Com a conclusão do projeto básico, o Estado vai realizar a licitação para a contratação do plano executivo e das obras.

 

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Desenrola, Rio #83: a obra inacabada e o futuro do metrô

Edimilson conversa sobre a situação atual e o futuro do transporte com Guilherme Ramalho, presidente da concessionária Metrô Rio.

A construção da Estação Gávea do metrô está parada desde 2015. Esta semana, o jornalista Edimilson Ávila entrou na obra abandonada embaixo da terra.

O buraco não é só no chão, é também na malha ferroviária, o que impacta o sistema de transportes da cidade.

Neste episódio, Edimilson conversa sobre a situação atual e o futuro do metrô com Guilherme Ramalho, presidente da concessionária Metrô Rio.

Você pode ouvir Desenrola, Rio no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Deezer ou no Apple Podcasts.

Fonte: Desenrola, Rio #83: a obra inacabada e o futuro do metrô
 
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