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Com o objetivo de aproveitar o bom momento do setor automotivo no país, a Indústrias Romi - fabricante de máquinas - confirmou a cidade de Santa Bárbara D'Oeste, no interior de São Paulo, para receber o novo projeto de ampliação de capacidade das áreas de usinagem e fundição. A escolha do município, que concorreu com cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, ocorre cinco meses após a companhia anunciar o plano de investir R$ 230 milhões (US$ 139,4 milhões) para dobrar a produção de fundidos e acrescer 40 mil toneladas à de usinados. Prevista para começar a operar no primeiro trimestre do ano que vem, a nova unidade da Romi irá fortalecer a presença da empresa no mercado automotivo, hoje de aproximadamente 3%, a mesma participação da Tecumseh, principal concorrente. De janeiro a março deste ano, as vendas da companhia para o setor representaram 19,3% da receita líquida, cerca de R$ 29,4 milhões (US$ 17,8 milhões). Atualmente, a capacidade de produção de fundidos da Romi é de 40 mil toneladas por ano e a de usinados de 25 mil toneladas. O investimento será dividido, com R$ 110 milhões (US$ 66,7 milhões) para a fundição e R$ 120 milhões (US$ 72,7 milhões) aos usinados. Livaldo Aguiar dos Santos, presidente da empresa, diz que o aumento de produção será feito gradualmente. "No primeiro ano serão 10 mil toneladas e chegaremos à capacidade máxima até 2011", explica. Segundo ele, os equipamentos essenciais como pontes rolantes, forno e subestação de energia já foram adquiridos. A nova unidade de fundidos e usinados não faz parte dos investimentos planejados após a migração da Romi para o Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em abril do ano passado. Na época, a emissão primária de ações rendeu ao caixa da empresa R$ 230 milhões (US$ 119,2 milhões). Santos reafirma que estes recursos serão utilizados em aquisições. "Estamos com alguns projetos em fases avançadas de negociação", revela. O foco das compras da Romi são indústrias que operam com fundidos e usinados, com faturamentos entre R$ 70 milhões (US$ 42,9 milhões) e R$ 300 milhões (US$ 184,1 milhões). Em janeiro, a empresa adquiriu a J.A.C. Indústria Metalúrgica, especializada em sopradores de plástico por R$ 5,5 milhões (US$ 3,2 milhões).

Valor Econômico - 15/05/2008
 

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Discussion Starter · #3 ·
Piracicaba, Americana, Santa Bárbara e principalmente Limeira, formam um polo metal-mecânico fodido. Dá gosto de ver essa região. :)
 

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Com o objetivo de aproveitar o bom momento do setor automotivo no país, a Indústrias Romi - fabricante de máquinas - confirmou a cidade de Santa Bárbara D'Oeste, no interior de São Paulo, para receber o novo projeto de ampliação de capacidade das áreas de usinagem e fundição. A escolha do município, que concorreu com cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, ocorre cinco meses após a companhia anunciar o plano de investir R$ 230 milhões (US$ 139,4 milhões) para dobrar a produção de fundidos e acrescer 40 mil toneladas à de usinados. Prevista para começar a operar no primeiro trimestre do ano que vem, a nova unidade da Romi irá fortalecer a presença da empresa no mercado automotivo, hoje de aproximadamente 3%, a mesma participação da Tecumseh, principal concorrente. De janeiro a março deste ano, as vendas da companhia para o setor representaram 19,3% da receita líquida, cerca de R$ 29,4 milhões (US$ 17,8 milhões). Atualmente, a capacidade de produção de fundidos da Romi é de 40 mil toneladas por ano e a de usinados de 25 mil toneladas. O investimento será dividido, com R$ 110 milhões (US$ 66,7 milhões) para a fundição e R$ 120 milhões (US$ 72,7 milhões) aos usinados. Livaldo Aguiar dos Santos, presidente da empresa, diz que o aumento de produção será feito gradualmente. "No primeiro ano serão 10 mil toneladas e chegaremos à capacidade máxima até 2011", explica. Segundo ele, os equipamentos essenciais como pontes rolantes, forno e subestação de energia já foram adquiridos. A nova unidade de fundidos e usinados não faz parte dos investimentos planejados após a migração da Romi para o Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em abril do ano passado. Na época, a emissão primária de ações rendeu ao caixa da empresa R$ 230 milhões (US$ 119,2 milhões). Santos reafirma que estes recursos serão utilizados em aquisições. "Estamos com alguns projetos em fases avançadas de negociação", revela. O foco das compras da Romi são indústrias que operam com fundidos e usinados, com faturamentos entre R$ 70 milhões (US$ 42,9 milhões) e R$ 300 milhões (US$ 184,1 milhões). Em janeiro, a empresa adquiriu a J.A.C. Indústria Metalúrgica, especializada em sopradores de plástico por R$ 5,5 milhões (US$ 3,2 milhões).

Valor Econômico - 15/05/2008
Mas a ROMI sempre foi em Santa Barbara do Oeste, desde sua fundação em 1930.
 

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Discussion Starter · #8 ·
Mas a ROMI sempre foi em Santa Barbara do Oeste, desde sua fundação em 1930.

Sim, mas a notícia se refere à uma outra unidade que eles construirão, Ramos. Estão ampliando o parque produtivo deles e cogitaram algumas cidades para a instalação da nova unidade, que por final ficou em Santa Barbara mesmo. :)
 

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Sem contar a nova filial na Itália e na compra de uma empresa de injetoras de plástico em Americana.

Infelismente a fábrica da Toyota ñ veio pra SBO.
 

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Discussion Starter · #10 ·
Sem contar a nova filial na Itália e na compra de uma empresa de injetoras de plástico em Americana.

Infelismente a fábrica da Toyota ñ veio pra SBO.

Acho que a compra da Sandretto não foi oficializada pelo conselho da Romi, parecia que as condições da empresa estavam muito obscuras.

Você tá sabendo de mais alguma coisa? Eles voltaram atrás e oficializaram a compra?

E bem vindo ao forum!! :)
 

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Discussion Starter · #12 ·
Notícia fresquinha

Romi conclui compra de fabricante italiana de injetoras de plástico

25/07/2008

A Indústrias Romi S.A., líder dos mercados brasileiros de máquinas-ferramenta e máquinas para processamento de plástico, concluiu a aquisição dos ativos da Sandretto Industrie. Entre a aquisição dos ativos, de estoques e novos aportes a serem feitos nos próximos dois anos, a empresa investirá € 13,5 milhões. O negócio foi realizado pela Romi Italia S.r.l., empresa subsidiária integral da Romi.

O acordo preliminar de aquisição foi anunciado pela indústria brasileira em 15 de maio. Tradicional fabricante italiana de injetoras de plástico, o complexo empresarial da Sandretto compreende duas unidades fabris nas cidades italianas de Grugliasco e Pont Canavese, na região de Turim, além de quatro subsidiárias comerciais na Europa e vários centros de serviço, escritórios de venda e representações comerciais em diversos países.

"A operação faz parte da estratégia de internacionalização da Romi e permitirá a expansão dos negócios da empresa no segmento de máquinas para processamento de plástico, tanto no Brasil quanto nos mercados internacionais", diz o diretor-presidente da Romi, Livaldo Aguiar dos Santos.

A Romi tem três objetivos estratégicos com a aquisição: ampliar a base de distribuição de seus produtos, aproveitando a ampla rede comercial da Sandretto; desenvolver um centro tecnológico numa região com know how reconhecido no setor de máquinas e ampliar sua política de desenvolvimento mundial de fornecedores.

Fundada em 1946, a Sandretto já vendeu mais de 30 mil equipamentos em todo o mundo. Sua linha de produtos é composta de injetoras de plástico com capacidade de 75 a 5.500 toneladas de força de fechamento - parâmetro que determina o tamanho da peça plástica produzida.

Fundada em 1930, a Romi S.A. é companhia aberta e, desde março de 2007, listada no Novo Mercado da Bovespa. Site: www.romi.com.br
 
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