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armatissimi & liberissimi
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Imóveis
Canteiro de obras em Camobi
Essa é a previsão para a região, onde devem ser construídos cinco loteamentos, com 3,4 mil casas e apartamentos
MARIANGELA RECCHIA E DENI ZOLIN




Estimativa é que sejam investidos pelo menos R$ 240 milhões para erguer as novas moradias

A região de Camobi - que já é considerada uma das mais populosas de Santa Maria - vai ganhar ainda mais moradores. Nos próximos três anos, devem ser construídas 3.410 casas e apartamentos em cinco novos condomínios ou loteamentos que serão criados no local. Tendo por base que cada nova morada pode abrigar, em média, quatro pessoas, seriam 13.640 habitantes a mais na região. É o equivalente a uma Cohab Tancredo Neves, que tem cerca de 12 mil moradores.

As obras ainda não começaram, mas já estão mexendo com a expectativa de comerciantes locais. Até porque o investimento será pesado. Ele inclui dois grupos de Porto Alegre que descobriram um novo filão de mercado e decidiram construir em Santa Maria, mais especificamente na área da Faixa Nova de Camobi - uma região cheia de grandes áreas, ideais para construir loteamentos. Uma construtora de Lajeado também está atrás de áreas no local para fazer um loteamento residencial.

Ainda não há dados exatos de todos os cinco novos empreendimentos, mas já se pode ter uma idéia. Como a média geral de cada imóvel não deve baixar de R$ 70 mil, o investimento total dos cinco loteamentos passaria de R$ 240 milhões, podendo ser bem maior que isso.

Até agora, dois grandes projetos estavam mais avançados. O primeiro é o Condomínio Terra Nova, da construtora CapaMax, do Porto Alegre, em parceria com a Rodobens, que irá construir mil casas às margens da Faixa Nova de Camobi.

- Daremos prioridade para tudo que a cidade puder oferecer. Contrataremos um engenheiro daqui que ficará responsável pela obra, por contratar pessoal e por comprar material de construção - diz Júlio Adamy, gerente de novos negócios da CapaMax.

O segundo é um loteamento, o Residencial Monte Bello, da BK Construções, que terá 540 casas perto da Cohab Fernando Ferrari.

- A prioridade são cerca de 600 famílias que fizeram um pré-cadastramento. Nada impede de o pessoal ir ligando e fazer uma pré-inscrição - engenheiro Milton Kohlrausch, diretor da empresa.

Liberação - Estão no aguardo ou da liberação da prefeitura ou de financiamento outras três grandes obras. A CapaMax já encaminhou um segundo projeto para o Escritório da Cidade para erguer mais 1,5 mil casas populares. Os imóveis de dois e três quartos ficariam entre R$ 40 mil e R$ 69 mil. A área já está definida, será nos arredores da UFSM.

- Já consultamos o Escritório da Cidade para saber os padrões dos novos imóveis, levando em conta as normas do Plano Diretor para esse local - afirma Júlio Adamy.

Outra que já comprou uma área em Camobi é a Incorporadora Ughini, de Porto Alegre. A idéia é construir um condomínio fechado com 250 casas em uma área que está sendo comprada da Cacism, na Faixa Nova. O que se sabe é que as residências serão voltadas para a classe média, com um poder aquisitivo maior, e que a empresa pretende construir também uma área comercial para atender as necessidades dos novos moradores.

Fechando a lista de empreendimentos a curto prazo, aparece o Residencial Arascá, do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). Segundo o secretário municipal de Habitação, João da Rosa Neto, serão mais 120 apartamentos de dois dormitórios. O prédio será construído em uma área já comprada nos fundos do Detran, na Faixa Velha de Camobi:

- Estamos aguardando a definição de quanto do recurso liberado pelo governo federal para o Estado virá para Santa Maria. Só depois vamos abrir as inscrições e iniciar a obra.

Mão-de-obra - Preocupada com o aumento da procura por mão-de-obra devido aos novos investimentos na cidade, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) já saiu na frente e está tomando providências para não faltar profissionais qualificados para a empreitada.

- Já encaminhamos ao Ministério do Trabalho, junto com a prefeitura, um projeto no valor de R$ 700 mil para a formação de mil trabalhadores para a construção civil - afirma Rodrigo Décimo, presidente do Sinduscon.



Mais
Financiamento
Segundo a Caixa Econômica Federal, duas construtoras entraram com documentação no banco em busca de recursos para viabilizar a obra ou financiar as casas para seus futuros compradores: a RGA, que construirá o PAR, e a BK Construções, que fará um loteamento de casas

link: http://www.clicrbs.com.br/jornais/d...tionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=
 

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O setor imobiliário brasileiro está tendo um grande crescimento, não apenas nas capitais e regiões metropolitanas, mas no interior dos Estados tbm! Ótima notícia!
 
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